Questões do ENEM: Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.018 questões encontradas. Mostrando a página 396 de 451.

  • 330963BB-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Marque a opção que explica, pela lógica do texto, o fato de a menina loura, menina 1, submeter-se ao que ela chama de “tortura chinesa” (linhas 23- 24), promovida pela colega, menina 2.
    Escolha uma alternativa para a questão 330963bb-b5
  • 3306548B-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Considere as assertivas abaixo.

    I - O adjetivo “crespos” (linha 2) tem como antônimo, no texto, o adjetivo “livres” (linha 16).
    II - Dizer Informou-me casualmente que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato é o mesmo que dizer “Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato” (linhas 24-26).
    III - O complemento do verbo aproveitar (“aproveitava”, linha 10) poderia ser explicitado pela expressão ter um pai dono de livraria.

    Está correto o que se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão 3306548b-b5
  • 33027754-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Assinale a opção cuja assertiva NÃO está de acordo com a lógica da narrativa.
    Escolha uma alternativa para a questão 33027754-b5
  • 32FCDE65-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Considere o que se diz sobre a estrutura do texto.

    I - O texto tem três momentos bem delimitados: a apresentação de uma das personagens, com predominância de elementos descritivos; o núcleo dos acontecimentos, com predominância narrativa; o desfecho, com elementos narrativos e descritivos.
    II - O texto é escrito em 1ª pessoa, por uma personagem-narradora que opta pela focalização onisciente dos fatos e dos sentimentos das outras personagens.
    III - O tempo da história se desenrola linearmente, assinalado no discurso por marcadores temporais explícitos.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 32fcde65-b5
  • B74A0530-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na década de 1920 firmou-se não só um “estilo de vida americano”, mas também a cultura de massas americana, graças à conjugação da produção em série, da propaganda e das vendas à crédito. No Brasil do século XXI, pode-se afirmar que também se cultiva uma cultura consumista, incentivada entre outros, pelos fatores citados. E agora, como no passado, a posse de um automóvel e de um telefone celular, (fenômeno do novo século) são indicativos de um status social a que muitos almejam.
    Imagem da questão de Português, IF-TM 2010, Interpretação de Textos

    Considerando o comentário acima, a charge, e seus conhecimentos sobre o assunto, é possível concluir que:
    Escolha uma alternativa para a questão b74a0530-b5
  • B745CAD3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    “A revolução digital nas telecomunicações, a mercantilização de bits e a miniaturalização de aparelhos eletrônicos esboçam as cidades do século XXI. (...) Como os “sem-terra, haverá os “sem-bits”. Os privilegiados serão “ricos de informação”. (...) A imagem é de que vamos comprar, viajar, comunicar, trabalhar e até fazer amor no espaço eletrônico. Mas com o fim da comunidade de compartilhamento direto, o ciberespaço, reflete, cada vez mais, as atuais cidades reais. (...) A corrida para a colonização do ciberespaço já começou. Os países que quiserem ser competitivos têm que investir numa infraestrutura nacional de informação como investiram em portos, frotas de navios, ferrovias e rodovias.”
    Baseado em “Supervia da Informação redefine tempo e espaço”, citado em Introdução à Sociologia
    Associando a situação descrita no texto com o atual contexto mundial, pode-se afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão b745cad3-b5
  • B6989E67-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2010, Interpretação de Textos

    Com base no texto I e II, analise as afirmativas a seguir:

    I - Ao enfocar a variedade linguística de se expressar, Bagno enfatiza que o preconceito deve ser combatido, pois há práticas sociais e hábitos culturais diferenciados.

    II - Pode-se verificar no texto II o emprego de dialeto, ou seja, uma variedade linguística regional.

    III - O uso da linguagem coloquial pode ocorrer em qualquer situação social, independente do meio em que o falante esteja inserido.

    IV - O foco do texto I registra-se no texto II, quando o falante se expressa através da gíria: ‘uai, sô’.

    Estão corretas apenas as afirmativas:

    Escolha uma alternativa para a questão b6989e67-b5
  • B690D183-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão se refere ao texto abaixo.

    “A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”

    VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003. 

    De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b690d183-b5
  • B68CBE5F-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tira abaixo para responder a questão

    Levando-se em consideração os elementos constitutivos da tira, infere-se que:

    Escolha uma alternativa para a questão b68cbe5f-b5
  • B67CB85A-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Chegara mesmo ao ponto de pensar que a escuridão em que os cegos viviam não era, afinal, senão a simples ausência da luz, que o que chamamos de cegueira era algo que se limitava a cobrir a aparência das coisas, deixando-os intactos por trás do seu véu negro. Agora, pelo contrário, ei-lo que se encontrava mergulhado numa brancura tão luminosa, tão total, que devorava, mais do que absorvia, não só as cores, mas as próprias coisas e seres, tornando-os, por essa maneira, duplamente invisíveis.”
    (SARAMAGO, J. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2008 p.16).
    Sobre o trecho e a obra à qual pertence, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b67cb85a-b5
  • B6739460-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2010, Interpretação de Textos

    Considere as afirmações a respeito do texto I e II.

    I - O texto I utiliza a ironia, uma vez que se verifica contradição entre o ambiente urbano e os slogans colocados nos carros.

    II - Os textos I e II abordam o mesmo tema, em que ambos ressaltam a importância de se conscientizar quanto aos impactos ambientais causados pelo uso excessivo de transportes individuais.

    III - O texto II fez o emprego da função conativa, posto que tenta persuadir o leitor a uma mudança de comportamento em relação à utilização do transporte coletivo.

    IV - Nos textos I e II, há a predominância da função emotiva, visto que os autores expressam o seu sentimento em relação ao uso do transporte urbano e a preocupação com as questões ambientais.

    Assinale:

    Escolha uma alternativa para a questão b6739460-b5
  • C4096D74-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Analise o segmento: “O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro”. Nesse trecho, é evidente o propósito do autor de reforçar sua argumentação:
    Escolha uma alternativa para a questão c4096d74-b5
  • C405DFF3-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:


    1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.

    2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.

    Escolha uma alternativa para a questão c405dff3-b5
  • C402A1D3-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Buscando o sentido do fragmento: “Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido”, podemos perceber um caso de:
    Escolha uma alternativa para a questão c402a1d3-b5
  • C3FF034B-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    No Texto 2, o fragmento: “Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.”, o autor, implicitamente:

    1) atribui uma função menos efêmera à atividade da escrita.
    2) declara sua inteira preferência pelo uso da língua falada.
    3) crê que a escrita pode ser mais favorável à produção da literatura.
    4) reitera o saber popular, que diz: a palavra voa, a escrita permanece.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão c3ff034b-b5
  • C3FA89DA-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Considerando a coerência requerida para o Texto 2, pode-se reconhecer uma ligação, historicamente sequenciada, entre quatro elementos referidos no texto, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão c3fa89da-b5
  • C3F6E076-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O teor argumentativo do Texto 2 é reforçado também:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f6e076-b5
  • C3F3DE50-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Podemos identificar como uma passagem fundamental para a coerência global do Texto 2, o segmento:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f3de50-b5
  • C3EFACCF-B5

    Português

    Figuras de Linguagem
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O Texto 2 se inicia com uma:

    1) metáfora: o casamento entre o texto e o papel.

    2) antítese: a distinção entre fala e escrita.

    3) relação de hiperonímia entre o papel e a era digital.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão c3efaccf-b5
  • C3EB20C8-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O tema desenvolvido no Texto 2 focaliza:
    Escolha uma alternativa para a questão c3eb20c8-b5