Questões do ENEM: Coesão e coerência

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

771 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 39.

  • 91188EF2-FF

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

      Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    GUIMARAENS, Alphonsus. Hão de chorar por ela os cinamomos.

    Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/literatura/cinco-poemasalphonsus-guimaraens.htm>;. Acesso em: 22 set. 2016.

    Em relação ao emprego dos verbos e pronomes do poema, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 91188ef2-ff
  • 91110A24-FF

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III.

        “— és filho de uma pisadela e de um beliscão; mereces que um pontapé te acabe a casta. [...] O menino suportou tudo com coragem de mártir, apenas abriu ligeiramente a boca quando foi levantado pelas orelhas: mal caiu, ergueu-se, embarafustou pela porta fora, e em três pulos estava dentro da loja do padrinho, e atracando-se-lhe às pernas.” 
    ALMEIDA, Manuel A. de. Memórias de um Sargento de Milícias.
    Disponível em: <http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros. 
    Acesso em: 22 set. 2016.


    TEXTO IV.

         Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; [...] Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
    MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Memórias Póstumas de Brás Cubas
    Disponível em:< http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros>.
    Acesso em 22 set. 2016
    Em relação à análise dos elementos linguísticos que estruturam o texto IV, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 91110a24-ff
  • 26635B54-FF

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31.


    Com base no texto 01, responda à questão.

    O sentido de conclusão ou consequência permanece, se a locução “Por conseguinte” (linha 26) for substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão 26635b54-ff
  • 265FC069-FF

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31.


    Com base no texto 01, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que a relação de sentido entre os termos se faz do particular para o geral.
    Escolha uma alternativa para a questão 265fc069-ff
  • 265CD89D-FF

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31.


    Com base no texto 01, responda à questão.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere cada termo destacado.
    Escolha uma alternativa para a questão 265cd89d-ff
  • 2B8D5086-FD

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    A questão baseia-se no texto 1 da Língua Portuguesa I.


    Sobre a ordem dos nomes em: “uma jovem e um velho, manhã e crepúsculo, primavera e outono” (texto 1, linha 22), é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2b8d5086-fd
  • 2B7DA406-FD

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    A questão baseia-se no texto 1 da Língua Portuguesa I.


    A forma “isso” em “mas naquela posição isso não era possível” (linha 02) justifica-se por:
    Escolha uma alternativa para a questão 2b7da406-fd
  • 2B5145B7-FD

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    Com base no texto 1, responda à questão.
    Assinale a alternativa em que a frase “a beleza que ela vira não era a beleza que eu desejava.” (linha 19) foi reescrita, com o mesmo sentido do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2b5145b7-fd
  • 2B2F17A6-FD

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    Com base no texto 1, responda à questão.
    Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere o termo sublinhado na frase “Cada um deles revela e esconde um sonho” (linhas 03-04).
    Escolha uma alternativa para a questão 2b2f17a6-fd
  • 04AAAEE2-FD

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    Inexiste nexo de equivalência referencial no texto entre
    Escolha uma alternativa para a questão 04aaaee2-fd
  • 0482D1EF-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Luis. O verdadeiro otimista. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016.
    A análise linguística dos elementos verbais que compõem a mensagem está correta em
    I. A partícula “o”, nos dois casos, é o masculino de “a”, em “a força”, já que se trata de artigos.
    II. O termo preposicionado “de saber” modifica “dom”, na função de adjunto adnominal. III. O elemento coesivo “que”, nas três ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.
    IV. A oração reduzida “por acreditar” expressa a ideia de causa, podendo ser desdobrada.
    V. Os pronomes “sua”, “seu”, “suas” e “sua” possuem o mesmo referente.
    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 0482d1ef-fd
  • 047F0907-FD

    Português

    Advérbios
    UNICENTRO · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Luis. O verdadeiro otimista. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016.
    Sobre o termo destacado no trecho “mas simplesmente por acreditar”, a única afirmativa incorreta é a que se faz na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 047f0907-fd
  • A38B58F3-F2

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Alagoas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Quanto às flexões das palavras no uso da língua, assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a38b58f3-f2
  • A383AEEE-F2

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Alagoas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 4

    Família

    Três meninos e duas meninas,
    sendo uma ainda de colo.
    A cozinheira preta, a copeira mulata,
    o papagaio, o gato, o cachorro,
    as galinhas gordas no palmo de horta
    e a mulher que trata de tudo.

    A espreguiçadeira, a cama, a gangorra,
    o cigarro, o trabalho, a reza,
    a goiabada na sobremesa de domingo,
    o palito nos dentes contentes,
    o gramofone rouco toda noite
    e a mulher que trata de tudo.

    O agiota, o leiteiro, o turco,
    o médico uma vez por mês,
    o bilhete todas as semanas
    branco! mas a esperança sempre verde.
    A mulher que trata de tudo
    e a felicidade.

    Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do Mundo.
    Rio de Janeiro: Record, 1999.
    Dentre estas afirmações, há uma errada. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão a383aeee-f2
  • A36B30AB-F2

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Alagoas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    TEXTO 3


    NADA COMO UMA BOA BRIGA

    (Duda Teixeira)


    COM TODO MUNDO lendo nas redes sociais somente as notícias que corroboram seus preconceitos, os debates entre políticos ganharam uma utilidade pública ainda maior. Ao confrontarem ideias opostas, eles revelam fragilidades e silenciam os radicalismos ancorados na internet. Na segunda-feira, 26, a refrega verbal entre Hillary Clinton e Donald Trump, candidatos à Presidência dos Estados Unidos, estendeu-se por noventa minutos. O republicano Trump escorregou ao dizer que não pode divulgar sua declaração de imposto de renda e ao negar ter sido a favor da Guerra do Iraque. A democrata Hillary não explicou por que passou a criticar os tratados de livre- comércio, os quais sempre defendeu. À vista de todos, nenhuma mentira ficou impune. As afirmações foram conferidas simultaneamente por equipes de jornalistas. Abastecido por eles, o moderador, Lester Holt, da NBC, interpelou várias vezes os dois rivais sobre as falsidades que tinham acabado de dizer. A transparência e a rapidez deixaram tudo mais empolgante e atraíram 84 milhões de espectadores nos Estados Unidos. Apesar do risco de corrigir algo que esteja certo, a checagem dos fatos em tempo real entusiasmou canais de televisão brasileiros, que pensam em reproduzir a iniciativa. Ficou a impressão de que, na era da polarização virtual, a democracia não perdeu vigor, como se especula aqui e ali. Está apenas sendo reinventada.

    Veja. Ed. 2498, de 5 de outubro de 2016. p. 39.

    Nas alternativas a seguir, a identificação dos referentes das palavras destacadas está correta, exceto em:
    Escolha uma alternativa para a questão a36b30ab-f2
  • 33400622-F1

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Vale do Paraíba · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    (...) ajudar a preservar as tartarugas gigantes que vivem nas proximidades do vulcão Cerro Azul, na ilha Isabela, das Ilhas Galápagos.


    A alternativa cuja frase pode substituir, corretamen- te, o trecho acima, considerando-se o emprego do pronome relativo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 33400622-f1
  • 922824AC-EA

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Observe o trecho abaixo:


    “Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir ...”


    Se passarmos os verbos do trecho para a primeira pessoa do plural e mantivermos o mesmo tempo verbal, teremos:
    Escolha uma alternativa para a questão 922824ac-ea
  • 29DC03A6-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A expressão “quer dizer” poderia ser substituída, sem provocar problema de sentido à sentença em que ela se encontra, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 29dc03a6-e0
  • 29D2F0FA-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A expressão “No nosso século...”, utilizada pelo autor do texto 1, refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 29d2f0fa-e0
  • 29CF7CFF-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A locução conjuntiva no entanto, que inicia um dos parágrafos do texto 1, está como elemento de coesão, ao ligar dois segmentos do texto. Ao fazer isso, ela:
    Escolha uma alternativa para a questão 29cf7cff-e0