Questões do ENEM: Coesão e coerência

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

771 questões encontradas. Mostrando a página 29 de 39.

  • 1A3B36B7-4B

    Português

    Coesão e coerência
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Disponível em: http://vicostudio.blogspot.com.br. Acesso em: 1 ago. 2012.

    Essa propaganda visa convencer as mães de que o canal de televisão é adequado aos seus filhos. Para tanto, o locutor dirige-se ao interlocutor por meio de estratégias argumentativas de
    Escolha uma alternativa para a questão 1a3b36b7-4b
  • 1AF74A70-96

    Português

    Coesão e coerência
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                       Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A correlação é um importante recurso coesivo. Assinale a alternativa que apresenta enunciados organizados em estruturas de correlação (ou correlativas):
    Escolha uma alternativa para a questão 1af74a70-96
  • 5B39E5D1-3C

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e sem alterar os sentidos do texto, a frase final pode ser reescrita da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b39e5d1-3c
  • 990AE279-7C

    Português

    Coesão e coerência
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Há qualquer coisa de especial nisso de botar a cara na janela em crônica de jornal — eu não fazia isso há muitos anos, enquanto me escondia em poesia e ficção. Crônica algumas vezes também é feita, intencionalmente, para provocar. Além do mais, em certos dias mesmo o escritor mais escolado não está lá grande coisa. Tem os que mostram sua cara escrevendo para reclamar: moderna demais, antiquada demais. Alguns discorrem sobre o assunto, e é gostoso compartilhar ideias. Há os textos que parecem passar despercebidos, outros rendem um montão de recados: “Você escreveu exatamente o que eu sinto”, “Isso é exatamente o que falo com meus pacientes”, “É isso que digo para meus pais”, “Comentei com minha namorada”. Os estímulos são valiosos pra quem nesses tempos andava meio assim: é como me botarem no colo — também eu preciso. Na verdade, nunca fui tão posta no colo por leitores como na janela do jornal. De modo que está sendo ótima, essa brincadeira séria, com alguns textos que iam acabar neste livro, outros espalhados por aí. Porque eu levo a sério ser sério... mesmo quando parece que estou brincando: essa é uma das maravilhas de escrever. Como escrevi há muitos anos e continua sendo a minha verdade: palavras são meu jeito mais secreto de calar.

    LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004.

    Os textos fazem uso constante de recursos que permitem a articulação entre suas partes. Quanto à construção do fragmento, o elemento
    Escolha uma alternativa para a questão 990ae279-7c
  • 27130B72-F9

    Português

    Advérbios
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere o termo sublinhado.
    Escolha uma alternativa para a questão 27130b72-f9
  • C6FC0DEF-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o paralelismo sintático está corretamente estabelecido, como em “Qual a diferença entre os aprendizados da criança e do adulto quanto à língua?”. 
    Escolha uma alternativa para a questão c6fc0def-f6
  • C6F91BB8-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o enunciado “chegou-se a nós, providencialmente, outro brasileiro”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão c6f91bb8-f6
  • C6EF7287-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa que apresenta expressão equivalente a “Por que” (texto 1, linha 05). 
    Escolha uma alternativa para a questão c6ef7287-f6
  • C6E5205A-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a mesma relação de sentido presente em “Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam”.
    Escolha uma alternativa para a questão c6e5205a-f6
  • C6E23A7F-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja reescrita do enunciado “Mesmo sendo um desafio, aprender uma segunda língua apresenta muitas vantagens” o mantém com o mesmo sentido do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c6e23a7f-f6
  • C6921F68-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere cada pronome destacado.
    Escolha uma alternativa para a questão c6921f68-f6
  • CFADC49E-ED

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    De um lado, ocorre que, hoje, cada vez mais intensamente, cresce o número de pessoas que, embora procurando trabalhar, não conseguem colocação e não contam com qualquer outra forma de sobrevivência. Assim, ainda que, objetivamente, haja condições para que disponham de mais tempo livre e possam preenchê-lo de forma mais independente, aumenta o número daqueles que, ao invés de tempo livre, vivem um tempo sem ocupação, sentem-se pressionados pela condição de nãotrabalho e, portanto, impedidos de crescerem enquanto indivíduos.”
    Fonte: Oliva-Augusto, Maria Helena. Tempo, indivíduo e vida social. Cienc. Cult. Out/dez 2002, vol 54, nº2, p.30-33.


    As ideias do texto se mostram coerentes com a
    Escolha uma alternativa para a questão cfadc49e-ed
  • 49FF1059-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    O título do texto “Um olhar estrangeiro” se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão 49ff1059-dc
  • D1D5423C-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Texto I
    Esses Moços
    01 Esses moços, pobres moços
    02 Ah! Se soubessem o que eu sei
    03 Não amavam...
    04 Não passavam aquilo que eu já passei
    05 Por meus olhos
    06 Por meus sonhos
    07 Por meu sangue, tudo enfim
    08 É que eu peço a esses moços
    09 Que acreditem em mim
    10 Se eles julgam
    11 Que há um lindo futuro
    12 Só o amor nesta vida conduz
    13 Saibam que deixam o céu por ser escuro
    14 E vão ao inferno
    15 À procura de luz
    16 Eu também tive nos meus belos dias
    17 Essa mania que muito me custou
    18 E só as mágoas eu trago hoje em dia
    19 E essas rugas o amor me deixou!
    Lupicínio Rodrigues (1948)

    Texto II
    Capítulo LXXIII / O contrarregra
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013
    Machado de Assis, Dom Casmurro (1899)

    Obs.: dandy (dândi): homem elegante, que se traja com apuro
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d1d5423c-dc
  • D1BD7871-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão
    Diário de bordo
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013
    Carlos Heitor Cony
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d1bd7871-dc
  • 4C4AFECA-D7

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Capítulo um

         Antes de iniciar este livro, imaginei construí-lo pela divisão do trabalho.
        Dirigi-me a alguns amigos, e quase todos consentiram de boa vontade em contribuir para o desenvolvimento das letras nacionais. Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a pontuação, a ortografia e a sintaxe; prometi ao Arquimedes a composição tipográfica; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do Cruzeiro. Eu traçaria o plano, introduziria na história rudimentos de agricultura e pecuária, faria as despesas e poria o meu nome na capa.

                                                    São Bernardo, Graciliano Ramos. 
    Propõem-se, nas alternativas abaixo, reformulações para diferentes frases do texto. A única correta, do ponto de vista da norma-padrão, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4c4afeca-d7
  • 861CD6CA-C6

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Atente para o que se afirma sobre os versos “ah, isso não: o vagabundo ficará mofando lá fora/ e leva no boletim uma galáxia de zeros” (linhas 55- 57).


    I. Eles são construídos sobre duas metáforas hiperbólicas, isto é, metáforas que contêm um exagero.

    II. O pronome isso em “ah, isso não”, aponta para um referente na cena enunciativa.

    III. O pronome isso, no poema, aponta para o que é dito nos dois primeiros versos, sintetizando-os.


    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 861cd6ca-c6
  • 85EE6DE7-C6

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Atente para o que se diz sobre as expressões referenciais seguintes: esses meninos e meninas (linha 23) e aquele/a (linhas 25, 28, 29 e 32).

    I. Todas essas expressões retomam individualmente o que foi mencionado de maneira geral no trecho das linhas 7, 8 e 9.

    II. Enquanto a expressão da linha 23 se refere ao que foi dito (anáfora), todas as outras se referem ao que vai ser dito (catáfora).

    III. A expressão aquele (ali) presentifica a cena enunciativa.


    Está correto o que se afirma em 
    Escolha uma alternativa para a questão 85ee6de7-c6
  • 43DA58E4-B8

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Caro candidato, o primeiro texto desta prova foi extraído do livro de memórias do escritor e jornalista carioca, que nasceu em 1926, Carlos Heitor Cony. Um livro de memórias é “relato que alguém faz, frequentemente, na forma de obra literária, a partir de acontecimentos históricos dos quais participou ou foi testemunha, ou que estão fundamentados em sua vida particular”. Não deve ser confundido com autobiografia. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    CONY, Carlos Heitor. In: Eu aos pedaços:
    memórias. São Paulo: Leya, 2010. p. 114-115. 
    Escreva V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre referenciação e relações sintático-semânticas.

    ( ) O enunciado que vai da linha 2 (a partir da expressão “No dia”) à linha 5 (até “milênio”) constitui, na narrativa, uma digressão cuja função discursiva é comprovar o que se afirma nas linhas 1 e 2.

    ( ) A expressão “esses engraxates” (linha 8) justifica-se, no texto, pela relação indireta com o verbo “engraxar”: o ato de engraxar pressupõe um agente, no caso, um profissional — um engraxate — “esses engraxates”.

    ( ) Nas expressões “(n)aquela espécie de cadeira canônica [...]” (linhas 10-11) e “Pegou aquele paninho que dá brilho [...]” (linhas 22-23), ao usar o pronome aquele(a), o enunciador não aponta para nenhum elemento da superfície textual, mas aposta no conhecimento de mundo do enunciatário; em algo que acredita estar na memória dele.

    ( ) Nas palavras do cronista, “Uso-o pouco, em parte para poupá-lo, em parte porque quando posso estou sempre de tênis.” (linhas 17-19), o pronome o(lo) substitui a expressão o meu sapato, na linha 16, funcionando como elemento de coesão entre o enunciado em pauta e o enunciado anterior.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
    Escolha uma alternativa para a questão 43da58e4-b8