Questões do ENEM: Coesão e coerência

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

771 questões encontradas. Mostrando a página 32 de 39.

  • 9D70C416-B7

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Atente para o seguinte excerto: Eles é que conservam o espírito religioso da vida [...] (Linhas 159-160).
    Assinale a opção em que se diz algo INCORRETO sobre ele
    Escolha uma alternativa para a questão 9d70c416-b7
  • 194F4A25-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Polivalência: do mito... para a realidade

        A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.

        Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?

        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.

        Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.

        Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.

    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado) 

    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 194f4a25-b6
  • 50823978-77

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - PR · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte texto, adaptado da revista IstoÉ, que servirá de base para a próxima questão:

                                                  A vida depois do aborto  

                                                                                                                             Solange Azevedo

        A paulistana Camila Moreira Olímpio, 27 anos, deu pulos de alegria quando engravidou. Antes de completar três meses de gestação, sua casa já estava abarrotada de roupinhas de bebê. O enxoval era todo rosa porque ela nunca teve dúvidas de que a criança que carregava no ventre era uma menina. Até o nome estava escolhido: Stacy. Com o berço e o guarda-roupa instalados no quarto, Camila e o marido foram construindo sonhos. “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila. “Desci da maca e saí correndo do posto de saúde. Parei na beira da avenida. Ali, vi o meu castelo desabar.” Ela descobriu que a criança que tanto amava era mesmo uma menina. Mas constatou, também, que Stacy não sobreviveria porque sofria de uma grave má-formação fetal chamada anencefalia. Uma anomalia congênita irreversível e incompatível com a vida.

    “E agora, o que eu faço?”, perguntou aos médicos. Eles explicaram que a gestação de um bebê anencefálico traria mais riscos que uma gravidez comum. Camila ficou dez dias enfurnada em casa. Não abria a janela, não tomava banho, não penteava o cabelo, não comia, não levantava da cama. “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra. “Se eu não antecipasse o parto, perderia a chance de ter outro filho porque eu morreria junto.” Camila decidiu se valer de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que permitia que grávidas de anencéfalos fizessem aborto. Conseguiu realizar o procedimento no 5º mês de gestação. Ela foi uma das cerca de 60 beneficiadas entre 1º de julho e 20 de outubro de 2004, período em que a decisão provisória vigorou. Começava ali uma batalha jurídica entre grupos de defesa dos direitos humanos e entidades de cunho religioso – a qual se estende até hoje. “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS. “É uma situação equiparável à tortura. Interromper ou não a gestação deve ser uma opção da mulher e de seu médico. O Estado, o Judiciário ou quem quer que seja não têm o direito de interferir nessa decisão.” Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que define a morte é a falta de atividade cerebral e, como o anencéfalo não tem cérebro, ele seria um natimorto. Um dos argumentos dos grupos contrários é que, caso a gestação chegue aos nove meses, os órgãos do bebê podem ser doados. Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação.

    A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe. “Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida”, relata o advogado. “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, entidade que atua no combate ao aborto, contesta. “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma. Costa conta que a Associação fez um filme sobre Marcela de Jesus – uma menina do interior paulista, que morreu em agosto de 2008, com 1 ano e 8 meses. A história de Marcela se tornou uma das principais bandeiras de grupos religiosos na cruzada antiaborto. Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão. “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto. O médico explica que o que distingue esse quadro da anencefalia é a presença de um cérebro muito rudimentar – um pouco mais de massa encefálica, coberta por uma membrana. Isso faz com que o indivíduo sobreviva um pouco mais. Mas não faz com que tenha cérebro nem que interaja. “Quando a anencefalia é diagnosticada, não estamos discutindo a vida, mas a morte certa”, diz Gollop. 

    Camila Moreira afirma que, mesmo com a liminar de Marco Aurélio, batalhou para conseguir um hospital que aceitasse fazer o aborto. “Entrei em trabalho de parto no dia 18 de outubro. No dia 20, a liminar caiu”, lembra. “Foi um desespero. Algumas mulheres que estavam internadas foram mandadas de volta para casa. Se eu saísse de lá, grávida, não resistiria. Ia enlouquecer.” O casamento de Camila terminou um ano depois. Ela desistiu de tentar ser mãe depois de descobrir que é alérgica aos comprimidos de ácido fólico, uma vitamina do complexo B essencial para prevenir a má-formação fetal. “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz. 

        “Minha filha nasceu viva. Morreu dez segundos depois. Eu não quis ver, preferi guardar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça”. Camila leva uma vida pacata. Divide uma casa simples em Cotia, na Grande São Paulo, com duas amigas e os três filhos delas. Passa a maior parte do tempo trabalhando como demonstradora de café num supermercado.

    O medo de que alguma coisa dê errada é comum às gestantes. Quando a mulher tem um passado traumático essa sensação é multiplicada. Foi assim com a paulista Érica Souza do Nascimento, 22 anos. Ela fez a antecipação do parto dias antes de Camila, na 17ª semana de gestação, no mesmo hospital. “Foi complicado emocionalmente. Imagina ter consciência de que seu filho vai nascer e morrer, e você não vai poder fazer nada”, diz Érica. “Não tive dúvidas de que interromper a gestação era a melhor opção. Não queria sentir o meu neném mexer e, depois, ter de enterrá-lo.” Durante um bom tempo, Érica não conseguia ver crianças. Doía. Machucava. “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos. “No ultrassom, eu e minha mãe estávamos apreensivas. A gente queria perguntar se a cabecinha do neném estava bem, mas não tivemos coragem. A gente esperou o laudo sair para ver o que estava escrito. Foi uma das melhores sensações que tive na vida.” Yasmin, uma menina de 5 anos toda serelepe, é a alegria dos pais. “Foi ela que me ajudou a esquecer”, garante Érica. “Minha filha é tudo na minha vida.”

    Fonte: Revista IstoÉ, n. 2177, 29 de julho de 2011. 

    Analise os quatro fragmentos do texto, apresentados a seguir, em relação ao uso e função dos conectivos. Depois, indique a asserção que propõe uma substituição de conectivos inadequada, responsável por comprometer a coerência do texto.

    ...Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação...

    ...Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida...

    ...Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. (...) A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe...

    ...Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão...

    Escolha uma alternativa para a questão 50823978-77
  • CB506E6E-FE

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    Na oração do 4.º parágrafo – [...] para que lhe seja atribuído sentido. –, o pronome “lhe” substitui a expressão

    Escolha uma alternativa para a questão cb506e6e-fe
  • DD4B05B3-78

    Português

    Coesão e coerência
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: As questões de números 11 a 15 tomam por base um poema de Luís Delfino (1834-1910) e a reprodução de um mosaico da Catedral de Monreale.

    Imagem 003.jpg

    O pronome demonstrativo este, empregado no início dos versos de números 9, 11 e 12, faz referência

    Escolha uma alternativa para a questão dd4b05b3-78
  • 8D101E24-3F

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 032.jpg
    Considerando o sentido de certas expressões no texto, NÃO é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 8d101e24-3f
  • 8B995B77-3F

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 032.jpg
    I. “aonde” (linha 01) é uma palavra interrogativa, usada para introduzir uma pergunta indireta que complementa a ideia que a precede.

    II. “à toa” (linha 03) evidencia o preconceito da autora em relação às bandas cover.

    III. “todo o” (linha 11) é uma expressão de ênfase, e sua eliminação prejudicaria a coerência do texto.

    IV. Substituindo-se “Na” (linha 27) por “Com a”, a frase permaneceria correta e coerente.

    Estão corretas apenas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão 8b995b77-3f
  • 740C5F65-3F

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 028.jpg



    De acordo com o texto, em que caso o sentido da expressão sublinhada NÃO está corretamente indicado?

    Escolha uma alternativa para a questão 740c5f65-3f
  • 7245B088-3F

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 028.jpg



    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 29, considere as afrmativas sobre uso de pronomes no texto.


    1. “nós” (linha 15) e “outro” (linha 27) apresentam sentido genérico no texto.

    2. O pronome “Ele” poderia ser usado em lugar de “O aluno” (linha 33) sem prejuízo para o sentido e a correção do texto, porque esses termos são iguais em gênero e número.

    3. “Tudo” (linha 38) reforça o sentido de “isso”, na mesma linha.

    4. No primeiro parágrafo, predomina a primeira pessoa do discurso; nos demais, a terceira pessoa.


    Estão corretas apenas as afrmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 7245b088-3f
  • 2CF06477-09

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    “De resto, a evolução histórica delineada na última década sugere que tanto os Estados Unidos como os países árabes terão peso geopolítico declinante nos tempos que estão por vir.” (L. 49-52)

    Sobre o fragmento em evidência, é verdadeiro o que se afirma na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf06477-09
  • 24C39C4A-09

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    Identifique com V a palavra destacada no fragmento transcrito que, no texto, remete a um antecedente e com F, a que não remete.

    ( ) “que tenha acarretado mudanças duradouras no cenário mundial.” (L. 9-10).

    ( ) “que governava o país centro-asiático” (L. 17-18).

    ( ) “que o desenlace varia de um país a outro.” (L. 40).

    ( ) “que dissimina informações e cria expectativas” (L. 43-44).

    ( ) “que estão por vir.” (L. 52).

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 24c39c4a-09
  • C2DEBDDA-FD

    Português

    Análise sintática
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considerando a frase a seguir, de Millôr Fernandes, assinale a alternativa correta.

    Fique certo de uma coisa, meu filho: se você mantiver seus princípios com firmeza, um dia lhe oferecerão excelentes oportunidades de abdicar deles.”

    Escolha uma alternativa para a questão c2debdda-fd
  • C2CEF378-FD

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    A educação para o trânsito e seus desafios


        Educar para o trânsito é um imenso desafio. Quando ensinamos alguém a adotar posturas e valores nas vias, deixamos claro que, para viver em sociedade, é necessário o pleno conhecimento e exercício dos direitos e deveres garantidos pelo Estado, valores éticos e respeito às diferenças. Não basta meramente ensinar as regras de circulação, sinalização ou mudanças na legislação. A educação para o trânsito de hoje requer que saibamos sensibilizar as pessoas sobre a importância de sermos agentes cooperadores e solidários no espaço coletivo.

        Para alguns é fácil ensinar “receitas de como fazer”: basta ter acesso ao Código de Trânsito Brasileiro e demais legislações pertinentes, um público alvo, um bom ambiente, um horário adequado e alguém motivado para colocar em prática. O problema é que de receitas assim o Brasil está cheio. Temos visto na internet uma enxurrada de matérias relacionadas ao trânsito que segue esse princípio. Encontramos pessoas assim em casa, na escola, no trabalho, em organizações, na igreja, na comunidade etc. [...]   

        Atualmente a educação para o trânsito transcende os limites da mera transmissão de leis, direitos e deveres. [...] É necessário mostrar ao outro que ele deve ser educado na vida e no trânsito para poder simplesmente “viver”, e que cada um é importante, independente de suas diferenças; deixar claro que o “solo” que pisamos é valioso e que a vida é fantástica.

       O bom educador de trânsito já entende que as “receitas de como fazer” são ultrapassadas. Fazemos o mais difícil, porém mais grandioso - ensinamos “como ser”. Mostramos que não basta ter o conhecimento das leis se não houver “educação”. Pouco vale o esforço se somos insensíveis para entendermos que no trânsito, mesmo sendo iguais, possuímos anseios e limitações diferentes. Se hoje somos pedestres, amanhã seremos condutores, se somos jovens, amanhã seremos idosos e o espaço público continuará o mesmo. Ser educado no trânsito é muito mais que manter em dia a documentação do veículo, ser um bom cidadão, nunca ter sido notificado por algum agente da autoridade de trânsito.

       Ser educado no trânsito é superar o constante desafio de olhar para o outro e ver sua própria face refletida. É notar que todos nós somos frágeis nessa selva de pedra. É perceber que o Deus que move o outro, nos move também.

    A alternativa em que a substituição do segmento destacado em negrito pelo segmento colocado entre parênteses mantém o sentido do texto 2 é:
    Escolha uma alternativa para a questão c2cef378-fd
  • 70B2285F-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (LISPECTOR, Clarice. Aprendendo a viver, Rio de Janeiro. Rocco, 2004. pp. 47-48)

    Com base no TEXTO 2, responda à questão

    Assinale a alternativa que preenche corretamente, sem alterar o sentido do texto (linhas 15-16), o espaço em branco da frase: A sensibilidade inteligente que __________________________suponho que seja um dom.
    Escolha uma alternativa para a questão 70b2285f-f8
  • 70A7C9BC-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 70a7c9bc-f8
  • 70A3995D-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere cada termo sublinhado.
    Escolha uma alternativa para a questão 70a3995d-f8
  • 5AA4513D-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    O termo sublinhado na passagem “a vai consumindo” (linha 22) refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão 5aa4513d-f8
  • 5A96D4EB-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    Assinale a alternativa que apresenta a reescrita da frase Os especialistas dizem que envelheceram mal as pessoas que não realizaram suas pulsões eróticas essenciais, considerando correção, coerência e coesão.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a96d4eb-f8
  • BF03DD2D-E9

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Luterana do Brasil · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Assinale apenas a alternativa correta quanto ao uso da palavra “cujo” no seguinte período:

    “Hoje eles estão definindo uma nova geografia do aprender e repensando o professor, cujo dia foi comemorado neste fim de semana.” (l. 9-11)
    Escolha uma alternativa para a questão bf03dd2d-e9