Questões do ENEM: Regência
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146 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 8.
7126AD5F-F8 Assinale a alternativa em que a regência verbal é a mesma da frase: Há uma correlação entre QI e inteligência emocional.
B7AC4228-E0 Português
Análise sintáticaUEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
Em “Digam o que disserem [...]”, é correto afirmar em relação ao termo em destaque que há:EAA266B6-B5 Português
RegênciaUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAnalise como se fez a regência dos verbos no seguinte trecho: “a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constroi mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos”. Também estaria correta a regência dos verbos na alternativa:E7A8D547-94 Português
Análise sintáticaUNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosO fim do marketing
A empresa vende ao consumidor
— com a web não é mais assim
Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do
marketing — produto, praça, preço e promoção — não funcionam
mais. O paradigma era simples e unidirecional: as
empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos;
fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos
anúncios. Nós controlamos a mensagem. A internet transforma
todas essas atividades.
(...)
Os produtos agora são customizados em massa, envolvem
serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos
consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores
hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos
estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas
concepções industriais na definição e marketing de produtos.
(...)Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado,
Nós criamos produtos; fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos anúncios. Nós controlamos a mensagem.
os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais
desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à
medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas
que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores
vão oferecer vários preços por um produto, dependendo
de condições específicas. Compradores e vendedores
trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados,
e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos
e serviços.
(...)
A empresa moderna compete em dois mundos: um físico
(a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação
(o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não
devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso,
mas sim de uma grande comunidade online e com o capital
de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta.
Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida
no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a
marketface — a interface entre o marketplace e o marketspace.
(...)
Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram
“mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho
único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder.
As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo.
Os consumidores com frequência têm acesso a informações
sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles
que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem
o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas
por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião
pública” online.
Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.
(Don Tapscott. O fim do marketing. INFO, São Paulo,Editora Abril, janeiro 2011, p. 22.)
Nas orações que compõem os dois períodos transcritos, os termos destacados exercem a função de3BCA5761-8D Português
Interpretação de TextosUNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base uma passagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008).
Prioridade para a competência da leitura e da escrita
A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo. O ser humano constitui-se assim um ser de linguagem e disso decorre todo o restante, tudo o que transformou a humanidade naquilo que é. Ao associar palavras e sinais, criando a escrita, o homem construiu um instrumental que ampliou exponencialmente sua capacidade de comunicar-se, incluindo pessoas que estão longe no tempo e no espaço.
Representar, comunicar e expressar são atividades de construção de significado relacionadas a vivências que se incorporam ao repertório de saberes de cada indivíduo. Os sentidos são construídos na relação entre a linguagem e o universo natural e cultural em que nos situamos. E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.
A ampliação das capacidades de representação, comunicação e expressão está articulada ao domínio não apenas da língua mas de todas as outras linguagens e, principalmente, ao repertório cultural de cada indivíduo e de seu grupo social, que a elas dá sentido. A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico. Em cada uma dessas áreas, as linguagens são essenciais.
As linguagens são sistemas simbólicos, com os quais recortamos e representamos o que está em nosso exterior, em nosso interior e na relação entre esses âmbitos; é com eles também que nos comunicamos com os nossos iguais e expressamos nossa articulação com o mundo.
Em nossa sociedade, as linguagens e os códigos se multiplicam: os meios de comunicação estão repletos de gráficos, esquemas, diagramas, infográficos, fotografias e desenhos. O design diferencia produtos equivalentes quanto ao desempenho ou à qualidade. A publicidade circunda nossas vidas, exigindo permanentes tomadas de decisão e fazendo uso de linguagens sedutoras e até enigmáticas. Códigos sonoros e visuais estabelecem a comunicação nos diferentes espaços. As ciências construíram suas próprias linguagens, plenas de símbolos e códigos. A produção de bens e serviços foi em grande parte automatizada e cabe a nós programar as máquinas, utilizando linguagens específicas. As manifestações artísticas e de entretenimento utilizam, cada vez mais, diversas linguagens que se articulam.
Para acompanhar tal contexto, a competência de leitura e de escrita vai além da linguagem verbal, vernácula – ainda que esta tenha papel fundamental – e refere-se a sistemas simbólicos como os citados, pois essas múltiplas linguagens estão presentes no mundo contemporâneo, na vida cultural e política, bem como nas designações e nos conceitos científicos e tecnológicos usados atualmente.
(Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Língua Portuguesa / Coord.
Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008. p. 16. Adaptado.)
E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.
Neste período do texto, considerando que o verbo compreender não pede a preposição sobre, como ocorre com agir, a construção ficaria sintaticamente mais adequada com a substituição da sequência “para compreender e agir sobre o mundo real” por:
516BE9A5-A6 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos


O verbo estar pode apresentar variados sentidos. Nas linhas 33-34, lê-se A minha esperança estava no fim do mundo. Assinale a alternativa em que o verbo estar tem a mesma acepção do estar (estava) da linha 33.5C3EDD71-F6 Português
RegênciaUniversidade Federal do Ceará · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o verbo destacado apresenta a mesma predicação do verbo em: “A razão para o excesso de peso estava na dieta”.
502901FC-F6 Português
RegênciaUniversidade Federal do Ceará · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o verbo tem a mesma predicação do grifado na frase Eu me prometia que um dia esta seria a minha tarefa.
500B7455-F6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo, Rio de Janeiro. Nova Fronteira 1984. p. 217)
Com base no TEXTO 2, responda à questão.
Assinale a alternativa que avalia corretamente o texto 2
CD365022-EB Português
Colocação PronominalUniversidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
O humor da tirinha da Mafalda também está baseado no uso de um recurso gramatical: no primeiro quadrinho, a palavra “iguais” é utilizada sem qualquer complemento; já no último, ela é seguida de uma preposição e de um pronome. Que recurso gramatical foi mobilizado no último quadrinho?331DEE00-B5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1Felicidade clandestina

(Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)
Observe o que se diz sobre o seguinte enunciado: “Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o.” (linhas 27-29).I - Em “comendo-o, dormindo-o”, observam-se duas extensões de sentido e o uso de uma regência não convencional.II - Em “dormindo-o”, a narradora toma como transitivo direto um verbo intransitivo, forçando o paralelismo sintático com “comendo-o”.III - O emprego de “comendo-o, dormindo-o” intensifica a relação quase erótica da personagem-narradora com os livros.Está correto o que se diz
C3E286B6-B5 Português
RegênciaUESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
O que é escrita?
Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).
Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.
Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).
Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.
Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.
Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.
(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)
O sentido coerente de um texto depende muito também da regência entre verbos e complementos. Observe, por exemplo, este trecho: “Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimentos”. Analise outros trechos e identifique aquele em que se preservou a coerência do sentido e a correção gramatical.1) Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é preferida como uma atividade cujas realizações demandam a ativação de conhecimentos.2) Basta pensarmos no acesso à escrita como uma atividade de cujos ensinamentos todos nós dependemos.3) Basta pensarmos na escrita como atividade contrária às realizações estáticas, cujos os sujeitos não são autônomos.4) Basta fazermos uma analogia entre a escrita e a fala, as cujas regras em muito coincidem.5) Basta pensarmos na escrita a que estamos expostos e a cujo acesso nem todos chegam facilmente.Estão corretas:7AE3D0ED-B0 Português
AdvérbiosPUC-GO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 04
Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. [...]
Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.
Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.
– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.
A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O vôo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.
– Anda, excomungado.
O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. [...]
(RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 100. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. p. 9-10)
Sobre o trecho “Arrastaram-se para lá, devagar [...] o menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás”, retirado do texto 04, indique a única alternativa verdadeira:
79A3FA5F-E1 Português
RegênciaFATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosModo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)
O emprego da palavra "A" no trecho – ... qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor... – justifica-se da seguinte forma:
F4C0C313-A6 Português
Análise sintáticaUECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos



Assinale a opção correta.F4DE06B4-A6 Português
Interpretação de TextosUECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
Considere o excerto abaixo e o que se diz sobre ele: Eu lhe ensinaria a palavra cica, e também a amar os bichos tristes, a anta e a pequena cutia; e o córrego; e a nuvem tangida pela viração. Em seguida, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que é dito nos itens abaixo sobre o excerto destacado.
( ) Anta e cutia funcionam como aposto, uma vez que enumeram ou especificam os bichos tristes.
( ) Os núcleos dos complementos do verbo amar são bichos, córrego e nuvem.
( ) Os dois sinais de ponto e vírgula empregados depois de cutia e córrego poderiam ser substituídos por vírgulas, sem prejuízo da clareza do enunciado.
( ) Em Eu lhe ensinaria a palavra cica, e também a amar os bichos, há uma quebra do paralelismo sintático que não empobrece a crônica.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:AAFD69EE-6D Português
Análise sintáticaUFT · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAvalie as assertivas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:1DA938C4-58 Português
RegênciaUFAC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa correta segundo o padrão culto da língua portuguesa, quanto à regência verbal:E15BCB3E-F6 Português
RegênciaUniversidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a predicação do verbo destacado é a mesma do verbo na frase: As mulheres hoje trabalham fora de casa.
5D3F3E1C-49 Português
CraseUNIFESP · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosLeia a tira.
Os espaços da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com