Questões do ENEM: Movimento Retilíneo Uniformemente Variado
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142 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 8.
53BF28AA-FD A velocidade de uma partícula que se move ao longo do eixo x varia de acordo com a expressão v = 2t2 − 20, no SI.Nessas condições, o módulo da aceleração média da partícula no intervalo de tempo t1 e t2, respectivamente iguais a 1,0s e 3,0s, em m/s2 , é igual a33E8CBAA-F1 Física
CinemáticaUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere uma patinadora de massa m = 45 kg patinando no gelo em uma pista retangular de 60 m x 40 m. No início do movimento, a patinadora se encontrava em um dos vértices da pista retangular, quando deu um único impulso e começou a deslizar sobre o gelo ao longo da diagonal, com velocidade inicial de 10 m/s. Considerando que o coeficiente de atrito dos patins é µ = 0,20, pode-se afirmar queI. a patinadora chega ao final da diagonal, no ponto (60 m, 40 m).II. a patinadora chega ao final da diagonal, no ponto (60 m, 40 m) com velocidade final de 2 m/s.III. o módulo da aceleração da patinadora durante o movimento é de 2 m/s2.IV. a patinadora para 25 m após o início do movimento. V. a patinadora leva 5 s para parar.De acordo com as afirmativas, a alternativa correta é
97E41F3E-E6 Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosUm automóvel médio é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9s. Assinale a distância que ele percorrerá, durante a frenagem, caso precise parar ao atingir a velocidade de 100 km/h, com o mesmo módulo de aceleração.09E1D206-E0 Física
CinemáticaCentro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosUma pessoa sai de casa a caminhar, em linha reta, afasta-se 4km, de onde retorna, chegando em casa 90 minutos após a partida. A figura a seguir mostra como sua posição em relação à casa variou com o tempo, durante a caminhada. Observe a figura e marque a alternativa correta sobre a velocidade dessa pessoa.
68ACB2BB-DD Física
CinemáticaUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosNos testes realizados em um novo veículo, observou-se que ele percorre 100 m em 5 s, a partir do repouso. A aceleração do veículo é constante nesse intervalo de tempo e igual aF065A467-D9 Física
CinemáticaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosNos Jogos Olímpicos de 2016, o velocista jamaicano Usain Bolt, recordista dos 100 e 200 metros rasos, confirmou o título de homem mais rápido do mundo ao conquistar medalha de ouro nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e revezamento 4 X 100 metros. Na final dos 100 metros masculino, o tempo do velocista foi de 9,81s. Considerando o tempo do velocista nestes jogos, suponha que, partindo do repouso, o velocista acelera atingindo a velocidade de 8,0 m/s no primeiro segundo de corrida. Nos 30 metros seguintes, o velocista atinge a máxima velocidade que é de 12 m/s, velocidade essa que mantém praticamente constante nos 50 metros seguintes, quando começa a desacelerar.A velocidade com a qual o velocista cruza a linha de chegada éACE47930-D8 Física
CinemáticaIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosJoão, andando pela fazenda, foi até uma cachoeira, subiu até o topo da rocha e, de lá, saltou. O movimento de João no ar é descrito por uma equação de ____________ grau e é um movimento _____________.Preencha corretamente os espaços do texto, respectivamente:ACDFF27C-D8 Física
CinemáticaIFF · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosUm projétil disparado por arma de fogo pode atinge a velocidade escalar de 930 m/s. considerando que o projétil gasta 0,3 milésimos de segundo desde a explosão até abandonar a arma, pode se pode-se afirmar que a sua aceleração escalar média nesse intervalo de tempo, vale:Dado: (1 milésimo de segundo = 0,001 s).D14F8CD2-E4 Física
CinemáticaPUC-GO · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 3
Escalada para o inferno
Iniciava-se ali, meu estágio no inferno. A ardida solidão corroía cada passo que eu dava. Via crucis vivida aos seis anos de idade, ao sol das duas horas. Vermelhidão por todos os lados daquela rua íngreme e poeirenta. Meus olhos pediam socorro mas só encontravam uma infinitude de terra e desolação. Tentava acompanhar os passos de meu pai. E eles eram enormes. Não só os passos mas as pernas. Meus olhos olhavam duplamente: para os passos e para as pernas e não alcançavam nem um nem outro. Apenas se defrontavam com um vazio empoeirado que entrava no meu ser inteiro. Eu queria chorar mas tinha medo. Tropeçava a cada tentativa de correr para alcançar meu pai. E eu tinha medo de ter medo. E eu tinha medo de chorar. E era um sofrimento com todos os vórtices de agonia. À minha frente, até onde meus olhos conseguiram enxergar, estavam os pés e as pernas de meu pai que iam firmes subindo subindo subindo sem cessar. À minha volta eu podia ver e sentir a terra vermelha e minha vida envolta num turbilhão de desespero. Na verdade eu não sabia muito bem para onde estava indo. Eu era bestializado nos meus próprios passos. Nas minhas próprias pernas. Tinha a impressão que o ponto de chegada era aquele redemoinho em que me encontrava e que dele nunca mais sairia. Na ânsia de ir sem querer ir eu gaguejava no caminhar. E olhava com sofreguidão para os meus pés e via ainda com mais aflição que os bicos de meus sapatos novos estavam sujos daquela poeira impregnante, vasculhante, suja. Eu sempre gostei de sapatos. Eu sempre gostei de sapatos novos. Novos e luzidios. E eles estavam sujos. Cobertos de poeira. E a subida prosseguia inalterada. Tentava olhar para o alto e só conseguia ver os enormes joelhos de meu pai que dobravam num ritmo compassado. Via suas pernas e seus pés. E só. Sentia, lá no fundo, um desejo calado de dizer alguma coisa. De dizer-lhe que parasse. Que fosse mais devagar. Que me amparasse. Mas esse desejo era um calo na minha pequenina garganta que jamais seria curado. E eu prossegui ao extremo de meus limites. Tinha de acontecer: desamarrou o cadarço de meu sapato. A loucura do sol das duas horas parece ter se engraçado pelo meu desatino. Tudo ficou muito mais quente. Tudo ficou mais empoeirado e muito mais vermelho. O desatino me levou ao choro. Não sei se chorei ou se choraminguei. Só sei que dei índices de que eu precisava de meu pai. E ele atendeu. Voltou-se para mim e viu que estava pisando no cadarço. Que estava prestes a cair. Então me socorreu. Olhou-me nos olhos com a expressão casmurra. Levou suas enormes mãos aos meus pés e amarrou o cadarço firmemente com um intrincado nó. A cena me levou a um estado de cegueira anestésica tão intensa que sofri uma espécie de amnésia passageira. Estado de torpor. Quando dei por mim, já tinha chegado ao meu destino: cadeira do barbeiro. Alta, prepotente e giratória. Ele, o barbeiro, cabeça enorme, mãos enormes, enormes unhas, sorriso nos lábios dos quais surgiam grandes caninos. Ele portava enorme máquina que apontava em minha direção. E ouvi a voz do pai: pode tirar quase tudo! deixa só um pouco em cima! Ali, finalmente, para lembrar Rimbaud, ia se encerrar meu estágio no inferno.
(GONÇALVES, Aguinaldo. Das estampas. São Paulo: Nankin, 2013. p. 45-46.)
Para chegar à barbearia, o menino de 6 anos, personagem do Texto 3, percorreu um longo caminho sobre ruas de chão batido. Supondo-se que a distância a percorrer pelo garoto, no intervalo [0, t], forme uma progressão aritmética de termo geral at , com t dado em minutos; supondo-se ainda que a soma das distâncias a percorrer nos instantes de tempo de dois, cinco e seis minutos dê 400 metros, e que a metade desse valor é obtida pela soma das distâncias a serem percorridas nos instantes de três, seis e sete minutos, pode-se afirmar que a distância percorrida pelo menino até a barbearia é de aproximadamente (assinale a resposta correta):815225C8-01 Física
CinemáticaCentro Universitário Christus · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosA trave talvez seja a prova mais difícil da ginástica artística feminina. Ela tem 1,2 metro de altura, 5 metros de comprimento e apenas 10 centímetros de largura. A ginasta deve executar toda a série, composta por movimentos de acrobacia e de dança, além de giros de 360 graus e saltos obrigatórios, em um período que varia entre 70 e 90 segundos.

Figura: http://rederecord.r7.com/segundos.
http://www.brasilescola.com
Uma ginasta da trave olímpica com massa de 48 kg está na extremidade do aparelho como mostra a figura. Sabe-se que a massa da barra sem os suportes vale 250 kg e que os suportes 1 e 2 estão a uma distância de 50 cm das bordas da trave. Dessa forma, considerando a aceleração da gravidade de 10 m/s2 , pode-se afirmar que a força que o suporte 1 faz sobre a barra vale
1D306A4D-E0 Física
CinemáticaCentro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosO gráfico mostra a velocidade como função do tempo de dois objetos em movimento retilíneo, que partem da mesma posição.
As acelerações dos móveis A e B no instante t = 2,5 s valem respectivamente:77DE3EF6-DE Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.Segurança nas Pistas AutomáticasPara evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:- Respeite o limite de velocidade máxima de 40 km/h ao passar pelo pedágio.- Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente.- Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos.- Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior à do seu veículo.- Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca alerta do seu veículo ligado até o atendimento.(Adaptado de http://www.artesp.sp.gov.br/ rodovias-uso-correto-seguro-pistas-automaticas.html)
A velocidade máxima dos veículos pesados numa rodovia é sempre inferior a dos veículos leves, como indicado pela imagem ao lado. O fato de possuírem maior massa deixa-os com uma “capacidade de frenagem inferior” à dos veículos leves, como consta no texto da Artesp – Agência Reguladora dos Transportes de São Paulo. Considerando as velocidades máximas indicadas na placa, qual deve ser, aproximadamente, o máximo valor da desaceleração, em módulo, dos veículos pesados, para que parem na mesma distância percorrida pelos leves?(dado: máxima desaceleração dos veículos leves tem módulo de 5m/s2)
(Adaptado de http://www.denatran.gov.br/ download/resolucoes/resolucao_contran_340_10.pdf)
77D5A273-DE Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.Segurança nas Pistas AutomáticasPara evitar acidentes e colisões nas praças de pedágio, os usuários das pistas automáticas devem estar atentos a algumas regras de segurança:- Respeite o limite de velocidade máxima de 40 km/h ao passar pelo pedágio.- Mantenha distância de pelo menos 30 metros do veículo que está a sua frente.- Na entrada e passagem pela pista automática, mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos.- Fique atento em relação a veículos pesados ou em alta velocidade na passagem pela pista automática, esses veículos podem ter capacidade de frenagem inferior à do seu veículo.- Caso a cancela não abra, aguarde as orientações de um funcionário da concessionária e mantenha o pisca alerta do seu veículo ligado até o atendimento.(Adaptado de http://www.artesp.sp.gov.br/ rodovias-uso-correto-seguro-pistas-automaticas.html)
O chamado “pedágio eletrônico” tem como principal finalidade reduzir o tempo gasto pelos motoristas para passarem por uma praça de pedágio. O dispositivo eletrônico – tag – instalado no para brisas troca um sinal com a cabine de pedágio para que a cancela seja levantada, evitando a parada do veículo e filas para pagamento. Se a rodovia por onde o veículo trafega tiver velocidade máxima de 110 km/h (aproximadamente 30 m/s), qual a mínima distância, em m, onde se deve colocar uma placa indicando a redução de velocidade, supondo que a máxima desaceleração a que o veículo pode ser submetido tem módulo de 5m/s2?Considere 40 km/h aproximadamente igual a 10 m/s.B2D9CB2C-DD Física
CinemáticaUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosUm atleta, muito veloz, mantém em uma corrida de 100,0 m, uma aceleração constante de 5,00 m/s2 durante os 2,00 s iniciais e no percurso restante sua velocidade permanece constante. O tempo total para percorrer os 100,0 m é121F891B-D8 Física
CinemáticaINSPER · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosCOM OS PÉS NA LUAComo foi a trajetória que levou à maior façanha tecnológica de todos os temposPOR Redação SuperFoi a maior conquista tecnológica de todos os tempos. Mesmo hoje, 35 anos depois que o homem chegou à Lua, a imagem ao lado ainda fascina e emociona. Foram nove dias de tensão e excitação, naquele julho de 1969. A saga começou no dia 16, com 1 bilhão de pessoas à frente da televisão. Na base de lançamento da Nasa, no Cabo Canaveral, o procedimento padrão dos lançamentos espaciais: contagem regressiva, ignição dos motores, decolagem do foguete. Na tela, um rastro de fumaça branca. (...)A AVENTURA DA IDA1. Adeus, atmosferaEm menos de 12 minutos, três estágios do Saturno V lançaram a Apollo 11 a 185 quilômetros de altitude, numa viagem a 28 mil quilômetros por hora2. No espaço sideralNa órbita da Terra, bastava pouca energia para a nave ser lançada em direção à Lua. Um único motor impulsionou‐a a 40 mil quilômetros por hora rumo ao satélite natural3. Temperaturas extremasDe um lado, o calor do Sol. Do outro, o frio do espaço escuro. Para equilibrar a temperatura, uma rotação de 180 graus sobre o próprio eixo a cada 20 minutos4. Alunissagem perigosaNeil Armstrong assumiu o controle manual do Eagle para evitar um pouso desastroso, num local cheio de pedras. Sua pulsação chegou a 150 batimentos por minutoAdaptado de: Revista Superinteressante. Edição 201a. Julho de 2004
Se o tempo que a Apollo 11 levou para sair da órbita terrestre e iniciar a aproximação para o pouso na Lua foi de cerca de 8 horas, a quantidade de voltas completas que a nave precisou dar em torno do próprio eixo para equilibrar as temperaturas extremas foi002610D8-B8 Física
CinemáticaUECE · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosUm elevador, durante os dois primeiros segundos de sua subida, sofre uma aceleração vertical para cima e de módulo 1 m/s2 . Sabe-se que também age sobre o elevador a força da gravidade, cuja aceleração associada é 10 m/s2 . Durante esses dois primeiros segundos do movimento, a aceleração resultante no elevador é, em m/s2 ,4B444513-30 Física
CinemáticaPUC - RS · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão 1, analise o gráfico abaixo. Ele representa as posições x em função do tempo t de uma partícula que está em movimento, em relação a um referencial inercial, sobre uma trajetória retilínea. A aceleração medida para ela permanece constante durante todo o trecho do movimento.

Considerando o intervalo de tempo entre 0 e t2 , qual das afirmações abaixo está correta?
6B6DE2CC-24 Física
CinemáticaPUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
Queimada
À fúria da rubra língua
do fogo
na queimada
envolve e lambe
o campinzal
estiolado em focos
enos
sinal.
É um correr desesperado
de animais silvestres
o que vai, ali, pelo mundo
incendiado e fundo,
talvez,
como o canto da araponga
nos vãos da brisa!
Tambores na tempestade
[...]
E os tambores
e os tambores
e os tambores
soando na tempestade,
ao efêmero de sua eterna idade.
[...]
Onde?
Eu vos contemplo
à inércia do que me leva
ao movimento
de naufragar-me
eternamente
na secura de suas águas
mais à frente!
Ó tambores
ruflai
sacudi suas dores!
Eu
que não me sei
não me venho
por ser
busco apenas ser somenos
no viver,
nada mais que isso!
(VIEIRA, Delermando. Os tambores da tempestade. Goiânia: Poligráfica, 2010. p. 164, 544, 552.)
O fragmento do Texto 1 “à inércia do que me leva / ao movimento” faz uma menção figurada a movimento. Uma partícula se movimenta ao longo de uma linha reta, obedecendo à função horária S = 80 + 30t - 5t2 , com S dado em metros e t em segundos. Sobre esse fenômeno são feitas as seguintes afirmações:
I-No intervalo de 0 a 2 segundos, o movimento é retilíneo progressivo retardado.
II-No intervalo de 0 a 8 segundos, a distância percorrida e o módulo do deslocamento da partícula são iguais.
III-Após 3 segundos, a partícula descreve um movimento retilíneo retrógrado retardado.
IV-A velocidade da partícula no instante t = 10 segundos terá um módulo igual a 70 m/s.
Com base nas sentenças anteriores, marque a alternativa em que todos os itens estão corretos:
67E29F3A-19 Física
CinemáticaUNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosA demanda por trens de alta velocidade tem crescido em todo o mundo. Uma preocupação importante no projeto desses trens é o conforto dos passageiros durante a aceleração. Sendo assim, considere que, em uma viagem de trem de alta velocidade, a aceleração experimentada pelos passageiros foi limitada a amax = 0,09g, onde g=10 m/s2 é a aceleração da gravidade. Se o trem acelera a partir do repouso com aceleração constante igual a amax, a distância mínima percorrida pelo trem para atingir uma velocidade de 1080 km/h corresponde a5624D2F6-36 Física
CinemáticaPUC - RS · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
Para responder à questão , considere a afirmativa referente à figura e ao texto abaixo.

Na figura acima, está representada uma pista sem atrito, em um local onde a aceleração da gravidade é constante. Os trechos T1, T2 e T3 são retilíneos. A inclinação de T1 é maior do que a inclinação de T3, e o trecho T2 é horizontal. Um corpo é abandonado do repouso, a partir da posição A.
Com base nessas informações, afirma-se:
I. O movimento do corpo, no trecho T1, é uniforme.
II. No trecho T3, o corpo está em movimento com aceleração diferente de zero.
III. No trecho T2, a velocidade e a aceleração do corpo têm a mesma direção e o mesmo sentido.
Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s)