Questões do ENEM: Os Contratualistas (Hobbes, Locke e Rousseau)
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0A4D22D9-32 [...] Com isto torna-se manifesto que, durante o tempo em que os homens vivem sem um poder comum capaz de mantê-Ios todos em temor respeitoso, eles se encontram naquela condição a que se chama guerra; e uma guerra que é de todos os homens contra todos os homens. Pois a GUERRA não consiste apenas na batalha ou no ato de lutar, mas naquele lapso de tempo durante o qual a vontade de travar batalha é suficientemente conhecida. Portanto, a noção de tempo deve ser levada em conta na natureza da guerra, do mesmo modo que na natureza do clima. Porque tal como a natureza do mau tempo não consiste em dois ou três chuviscos, mas numa tendência para chover durante vários dias seguidos, também a natureza da guerra não consiste na luta real, mas na conhecida disposição para tal, durante todo o tempo em que não há garantia do contrário.THOMAS HOBBES. Leviatã ou matéria, forma e poder de uma República eclesiástica e civil. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p.109.Sobre o estado de guerra de todos contra todos, segundo Hobbes, considere as asserções abaixo.I. Não há a possibilidade do desenvolvimento contínuo do trabalho e do cultivo da terra, das artes e das letras.II. Seres humanos são dotados muito desigualmente de forças e habilidades, razão pela qual os mais fortes se tornam mais poderosos.III. Seres humanos podem obter prazer apenas do convívio com seus amigos próximos.IV. Não há as noções de certo e de errado, de justo e de injusto e do que é meu e do que é teu.Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.02F5A99E-03 Filosofia
A PolíticaUECE · 2023MédioEntre para guardar nos favoritosAtente para o seguinte excerto, que se refere a uma querela entre duas concepções puras do Direito:
“A descoberta da natureza ou da distinção fundamental entre natureza e convenção é a condição necessária para o aparecimento da ideia de direito natural. Mas não é condição suficiente: todo o direito poderia ser convencional”.
STRAUSS, Leo. Direito Natural e história. Lisboa:
Ed.70, 2009, p. 81.
Assinale a opção que corresponde a essas duas concepções.
DC2C37B4-8B Filosofia
A PolíticaUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosTambém conhecidas como Organizações Intergovernamentais, essas instituições são criadas por países (Estados soberanos), regidas por tratados, que buscam por meio da cooperação a melhoria das condições econômicas, políticas e sociais dos associados. Buscam soluções em comum para resolver conflitos de interesses entre os Estados membros. A Organização das Nações Unidas (ONU), fundada em 1945, é a maior organização internacional do mundo. Tem como objetivos principais a manutenção da paz mundial, o respeito aos direitos humanos e o progresso social da humanidade.(Benigno Núñez Novo. “Organizações internacionais”. www.direitonet.com.br, 08.02.2018. Adaptado.)A organização política intergovernamental mencionada no excerto assemelha-se à concepção de Estado da abordagem contratualista de Hobbes, caracterizada pelo dever do soberano deFA981C01-73 Filosofia
A PolíticaFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o trecho do discurso de Robespierre, proferido perante os deputados da Convenção Nacional, em maio de 1793.Cidadãos!O homem nasceu para a felicidade e para a liberdade, e em toda a parte é escravo e infeliz. Os progressos da razão humana preparam esta grande Revolução, e a vós especialmente é imposto o dever de acelerá-la. Até aqui, a arte de governar não foi mais que a arte de despojar e escravizar a maioria em benefício da minoria; e a legislação, o meio de reduzir esses atentados a um sistema. Os reis e os aristocratas exerceram muito bem seu ofício: cabe a vós agora exercer o vosso, isto é, tornar os homens felizes e livres através de leis que atendam a vontade geral do povo.Adaptado de ROBESPIERRE M. Discursos e relatórios na Convenção. Rio de Janeiro: EDUERJ. p. 95.Com base no trecho, assinale a afirmativa que interpreta corretamente o programa jacobino de Robespierre.B62CD722-A9 Filosofia
A PolíticaUECE · 2022Muito fácilEntre para guardar nos favoritos“Hobbes parte do estado de natureza, no qual não existiria lei, não existiria indústria humana, não existiria nada, e o homem é o lobo do próprio homem; e pelo fato de o homem ser antissocial por natureza, só se torna possível ele viver em sociedade com um Estado extremamente forte. Com Locke, a coisa é diferente. Locke diz que o homem não é um ser rebelde à vida política. No estado de natureza, mesmo com ausência de Estado, mesmo com ausência de leis, existe uma vida econômica que torna possível a integração dos indivíduos entre si. Então o Estado nasce para complementar, para tornar possível essa sociabilidade originária, que é a sociabilidade de mercado”.TEIXEIRA, F. J. S. Liberalismo clássico e neoliberalismo: Duas faces damesma moeda?. Curso on line, aula 02, em 12.09.2022. Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=TA9MUFoRtOo&t=2009s. Acesso em:9 out. 2022. (Texto adaptado)Essas duas concepções políticas são
A63EAD10-A2 Filosofia
A PolíticaUECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritosLeia com atenção a seguinte passagem da obra de Thomas Hobbes (1588-1679), sobre o estado de natureza.“E dado que a condição do homem [...] é uma condição de guerra de todos contra todos, sendo neste caso cada um governado pela sua própria razão, e nada havendo de que possa lançar mão que não lhe ajude na preservação da sua vida contra os seus inimigos, segue-se que numa tal condição todo homem tem direito a todas as coisas, até mesmo aos corpos uns dos outros. Portanto, enquanto durar este direito natural de cada homem a todas as coisas, não poderá haver para nenhum homem (por mais forte e sábio que seja) a segurança de viver todo o tempo que geralmente a natureza permite aos homens viver.”HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria, forma e poder de uma república eclesiástica e civil. São Paulo: Martins Fontes, 2014. (Texto adaptado).De acordo com o fragmento anterior, é correto afirmar que, para Hobbes,
26324010-7A Filosofia
A PolíticaENEM · 2022MédioEntre para guardar nos favoritosPolemizando contra a tradicional tese aristotélica, que via na sociedade o resultado de um instinto primordial, Hobbes sustenta que no gênero humano, diferentemente do animal, não existe sociabilidade instintiva. Entre os indivíduos não existe um amor natural, mas somente uma explosiva mistura de temor e necessidade recíprocos que, se não fosse disciplinada pelo Estado, originaria uma incontrolável sucessão de violências e excessos.
NICOLAU, U. Antologia ilustrada de filosofia: das origens à Idade Moderna.
São Paulo: Globo, 2005 (adaptado).
Referente à constituição da sociedade civil, considere, respectivamente, o correto posicionamento de Aristóteles e Hobbes:
2255FE9E-8B Filosofia
A PolíticaUNESP · 2021Entre para guardar nos favoritosÉ como se cada homem dissesse a cada homem: Autorizo e transfiro o meu direito de me governar a mim mesmo a este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição de transferires para ele o teu direito, autorizando de uma maneira semelhante todas as suas ações. Feito isso, à multidão assim unida numa só pessoa se chama Estado.(Thomas Hobbes. Leviatã, 2003. Adaptado.)No texto, o autor expressa sua teoria sobre a origem do Estado. Nessa teoria, o Estado tem sua origem naE6003DBE-75 Filosofia
A PolíticaUECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos“A extrema desigualdade na maneira de viver, o excesso de ociosidade por parte de uns, o excesso de trabalho de outros, [...] os alimentos demasiadamente requintados, que nos nutrem de sucos abrasantes e nos sobrecarregam de indigestões, a má alimentação dos pobres, [...]: eis, pois, as funestas garantias de que a maioria dos males é fruto de nossa própria obra, e de que seriam quase todos evitados se conservássemos a maneira simples, uniforme e solitária de viver, que nos foi prescrita pela Natureza.”
Rousseau, J.-J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo: Editora Nova Cultural, 1999, p. 61 – Coleção Os Pensadores.
Por meio do trecho acima, é correto concluir que, para Rousseau,
E5EEF292-75 Filosofia
A PolíticaUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos“Locke caracteriza como tirânico o governo que ignora as leis e se orienta apenas pela prepotência do governante. O único remédio que o povo tem contra um governo tirânico é o direito de resistir às suas ações até que se possa substituí-lo. Nesse caso, a lei da natureza, que mesmo após o estabelecimento do Estado político continua em vigor, representa uma espécie de permissão moral para a desobediência sempre que o povo entender que a ação do governante não tem em vista a preservação da sociedade.”
OTTONICAR, F. G. C. John Locke e o direito de resistência.
In: Investigação Filosófica, v. 10, nº 1, p. 75-85, 2019.
Segundo a citação acima, o direito de resistência à tirania se justificaria porque
680BAECD-7C Filosofia
A PolíticaENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosAntes que a arte polisse nossas maneiras e ensinasse nossas paixões a falarem a linguagem apurada, nossos costumes eram rústicos. Não era melhor, mas os homens encontravam sua segurança na facilidade para se reconhecerem reciprocamente, e essa vantagem, de cujo valor não temos mais a noção, poupava-lhes muitos vícios.ROUSSEAU, J.-J. Discurso sobre as ciências e as artes.São Paulo: Abril Cultural, 1983 (adaptado).No presente excerto, o filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) exalta uma condição que teria sido vivenciada pelo homem em qual situação?
FA5BEDD9-6B Filosofia
A PolíticaENEM · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosO fim último, causa final e desígnio dos homens, ao introduzir uma restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita; quer dizer, o desejo de sair da mísera condição de guerra que é a consequência necessária das paixões naturais dos homens, como o orgulho, a vingança e coisas semelhantes. É necessário um poder visível capaz de mantê-los em respeito, forçandoos, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito às leis, que são contrárias a nossas paixões naturais.HOBBES, T. M. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).Para o autor, o surgimento do estado civil estabelece as condições para o ser humano
1273F2A6-6A Filosofia
A PolíticaUniversidade de Pernambuco · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosNa modernidade, a principal preocupação dos filósofos que pensavam o problema da política era a de descobrir a origem do Estado. Para chegar até essa origem, tiveram que imaginar um estado pré-político da humanidade, assim como as razões pelas quais os homens saíram desse estado e se organizaram em sociedade. Surge assim a famosa hipótese do Estado de Natureza x Estado Civil ou Estado Político. De maneira geral, o argumento consistia na ideia de que, a partir de um pacto primitivo, a humanidade decide, em consenso, delegar certo poderes a uma instituição que estivesse acima de todos: o Estado. Encontramos esses argumentos principalmente nas obras de Hobbes, Locke e Rousseau.Esses pensadores, mais tarde, acabaram ficando conhecidos como
9D9B3983-5F Filosofia
A PolíticaENEM · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosA sociedade como um sistema justo de cooperação social consiste em uma das ideias familiares fundamentais, que dá estrutura e organização à justiça como equidade. A cooperação social guia-se por regras e procedimentos publicamente reconhecidos e aceitos por aqueles que cooperam como sendo apropriados para regular a sua conduta. Diz-se que a cooperação é justa porque seus termos são tais que todos os participantes podem razoavelmente aceitar, desde que todos os demais também o aceitem.FERES JR. J, POGREBINSCH1, T. Teoria politica contemporânea uma introdução.Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.No contexto do pensamento político, a ideia apresentada mostra-se consoante o(a)C917C33A-32 Filosofia
A PolíticaUEL · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise a figura 1 a seguir e responda à questão.

Leia o texto a seguir.
A “Querela do luxo” foi um dos mais intensos debates do século XVIII na França e consistiu em defender o luxo como sinal do progresso da humanidade, ou em atacá-lo como signo de decadência. Rousseau, partidário da segunda via, num dos seus textos, afirma:
A vaidade e a ociosidade, que engendram nossas ciências, também engendram o luxo. [...] Eis como o luxo, a dissolução e a escravidão foram [...] o castigo dos esforços orgulhosos que fizemos para sair da ignorância feliz na qual nos colocara a sabedoria eterna. [...] Crêem embaçar- -me terrivelmente perguntando-me até onde se deve limitar o luxo. Minha opinião é que absolutamente não se precisa dele. Para além da necessidade física, tudo é fonte de mal.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre as ciências e as artes. Trad. Lourdes Santos Machado, 3ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. p.395; 341; 410.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria política e antropológica de Rousseau e a compreensão do autor acerca das ciências, das artes e do luxo, considere as afirmativas a seguir.
I. A crítica de Rousseau às ciências e às artes e, por extensão, ao luxo, resulta da sua compreensão da natureza humana, na qual a necessidade física é o critério decisivo sobre o que é bom para a humanidade.
II. Em sua teoria política, Rousseau dirige a crítica às ciências, às artes e ao luxo, por identificar neles a vigência de um princípio que sacrifica a possibilidade da criação de uma sociedade minimamente justa.
III. A vaidade e a ociosidade, que engendram o luxo, são uma constante da natureza humana, razão pela qual também as ciências e as artes são expressões necessárias da natureza humana.
IV. A defesa da feliz ignorância, na qual nasce cada ser humano, leva Rousseau a legitimar formas de governo caracterizadas pelo sacrifício da inteligência e da crítica e pela obediência a um poder soberano.
Assinale a alternativa correta.
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A PolíticaUECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosAtente para o seguinte trecho de Locke sobre o pacto social:“Se todos os homens são, como se tem dito, livres, iguais e independentes por natureza, ninguém pode ser retirado deste estado e se sujeitar ao poder político de outro sem o seu próprio consentimento. A única maneira pela qual alguém se despoja de sua liberdade natural e se coloca dentro das limitações da sociedade civil é através de acordo com outros homens para se associarem e se unirem em uma comunidade para uma vida confortável, segura e pacífica uns com os outros, desfrutando com segurança de suas propriedades e melhor protegidos contra aqueles que não são daquela comunidade”.LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. Petrópolis:Vozes, 1994, p. 139. Coleção clássicos do pensamentopolítico. – Citação adaptada.No que diz respeito ao estabelecimento da sociedade civil em John Locke, considere as seguintes afirmações:I. O estabelecimento da sociedade civil amplia a liberdade dos homens.II. O estabelecimento da sociedade civil funda-se no consentimento.III. O estabelecimento da sociedade civil funda-se na liberdade e igualdade que existe entre todos os homens.É correto o que se afirma em
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A PolíticaUECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos“Em situações de crise econômica, social, institucional, moral, aquilo que era aceito porque não havia outra possibilidade deixa de sê-lo. E aquilo que era um modelo de representação desmorona na subjetividade das pessoas. Só resta o poder descarnado de que as coisas são assim, e aqueles que não aceitarem que saiam às ruas, onde a polícia os espera. Essa é a crise de legitimidade.”CASTELLS, Manuel. Ruptura: a crise da democracia liberal. Trad. Joana Angélica d’Avila Melo. Rio de Janeiro: Zahar, 2018, p.14.O texto acima adverte para a crise do modelo político representativo pensado e legitimado por pensadores como Thomas Hobbes, Locke e outros. Trata-se da crise da república representativa, na qual o poder é exercido por representantes eleitos.Considerando o texto de Castells, é correto dizer que o modelo representativo está em crise de legitimidade, o que quer dizer que697D9608-FF Filosofia
A PolíticaUECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos“O massacre físico do povo palestino se sustenta na sua eliminação simbólica. Armas, imagens e palavras são dispositivos bélicos, cada um com sua especificidade, mas todos articulados em torno de um objetivo estratégico: o povo palestino deve desaparecer. É da imaterialidade das palavras e imagens que Israel estrutura a legitimação da violência. Em que consiste esta violência simbólica? Há dois eixos discursivos conectados: o não reconhecimento da existência de um povo que habitava as terras que serviriam para o território-cemitério de Israel (‘cemitério’ porque em cada pedaço de metro quadrado construído por Israel há uma história assassinada, memórias negadas, corpos palestinos enterrados). Por outro, a ressignificação do ‘árabe’ como ser genérico, sem rosto, sem singularidade.”BENTO, Berenice. Os muros que separam os palestinos domundo. In: Outras palavras. Publicado em 28/05/2019.Disponível em:https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/cartilhapara-riscar-os-palestinos-do-mapa/Na passagem acima, as expressões “imagens e palavras são dispositivos bélicos” e “eixos discursivos conectados” correspondem à concepção de poder
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A PolíticaUECE · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos“É um dito corrente que todas as leis silenciam em tempos de guerra, e é verdade, não apenas se falarmos de leis civis, mas também naturais [...] E entendemos que tal guerra é de todos os homens contra todos os homens.
”HOBBES, Thomas. Do Cidadão.Trad. Raul Fiker. São Paulo: Edipro, 2016, p. 83s.
O Texto de Hobbes se refere a um estado de guerra de todos contra todos, que enseja, pelo medo da morte, um estado civil. O nome dado por Hobbes a esse estado anterior ao pacto social é
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A PolíticaUECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosTrês pensadores modernos marcaram a reflexão sobre a questão política: Hobbes, Locke e Rousseau. Um ponto comum perpassa o pensamento desses três filósofos a respeito da política: a origem do Estado está no contrato social. Partem do princípio de que o Estado foi constituído a partir de um contrato firmado, entendendo o contrato como um acordo. Portanto, o Estado deve ser gerado a partir do consenso entre as pessoas em torno de alguns elementos essenciais para garantir a existência social. Todavia, há nuances entre eles. Considerando o enunciado acima, atente para o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( )Em comum, esses pensadores buscavam justificar reformas do Estado para limitar o poder despótico dos monarcas absolutos.( )Para Hobbes, o contrato social é a renúncia dos direitos individuais ao soberano em nome da paz civil.( )Para Locke, o contrato social é a renúncia parcial dos direitos naturais em favor da liberdade e da propriedade.( )Para Rousseau, contrato social é a transferência dos direitos individuais para a vontade geral em favor da liberdade e da igualdade civis.
A sequência correta, de cima para baixo, é: