Questões do ENEM: Platão e o Mundo das Ideias

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39 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 2.

  • 56E493FD-A5

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o seguinte trecho

    “No diálogo Mênon, Platão faz Sócrates sustentar que a virtude não pode ser ensinada, consistindo-se em algo que trazemos conosco desde o nascimento, defendendo uma concepção, segundo a qual temos em nós um conhecimento inato que se encontra obscurecido desde que a alma encarnou-se no corpo. O papel da filosofia é fazer-nos recordar deste conhecimento”

    MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2000. p. 31.

    Nesse trecho, o autor descreve o que ficou conhecido como
    Escolha uma alternativa para a questão 56e493fd-a5
  • A8E01CD8-02

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A história da filosofia grega é geralmente dividida em períodos: período cosmológico, período antropológico-ético, período sistemático e, por fim, teria conhecido a decadência no período helenista. A filosofia de Platão representa bem o período
    Escolha uma alternativa para a questão a8e01cd8-02
  • 434FB107-ED

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UEL · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Eis com efeito em que consiste o proceder corretamente nos caminhos do amor ou por outro se deixar conduzir: em começar do que aqui é belo e, em vista daquele belo, subir sempre, como que servindo-se de degraus, de um só para dois e de dois para todos os belos corpos, e dos belos corpos para os belos ofícios, e dos ofícios para as belas ciências até que das ciências acabe naquela ciência, que de nada mais é senão daquele próprio belo, e conheça enfim o que em si é belo.
    (PLATÃO. Banquete, 211 c-d. José Cavalcante de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1972. (Os Pensadores) p. 48).

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Platão, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 434fb107-ed
  • A6590C5A-B2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    Universidade de Pernambuco · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir sobre a Filosofia e a Ética.

    Imagem da questão de Filosofia, da prova de 2016

    Toda a obra de Platão tem um profundo sentido ético. Três poderiam ser os eixos centrais, que comandam a ética platônica: primeiro, a justiça na ordem individual e social; segundo, a transcendência do Bem; terceiro, as virtudes humanas e a ordem política presididas pela justiça.

    PEGORARO, Olinto. Ética dos maiores mestres através da história. Petrópolis: Vozes, 2006, p. 25-26. (Adaptado).

    O autor acima demarca alguns pontos singulares dos temas centrais da ética de Platão. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão a6590c5a-b2
  • 8FBF5DF1-B0

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UEL · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Filosofia, da prova de 2016

    (Disponível em:<http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/files/2014/02/AngeliIdeologia.gif> . Acesso em: 20 abr. 2016.)


    Texto II

    Exercita-te primeiro, caro amigo, e aprende o que é preciso conhecer para te iniciares na política; antes, não. Então, primeiro precisarás adquirir virtude, tu ou quem quer que se disponha a governar ou a administrar não só a sua pessoa e seus interesses particulares, como a cidade e as coisas a ela pertinentes. Assim, o que precisas alcançar não é o poder absoluto para fazeres o que bem entenderes contigo ou com a cidade, porém justiça e sabedoria.

    (PLATÃO, O primeiro Alcebíades. Trad. Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2004. p.281-285.)

    Com base na tirinha, no texto II e nos conhecimentos sobre a ética e a política em Platão, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8fbf5df1-b0
  • 950EFD8E-31

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    ENEM · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Estamos, pois, de acordo quando, ao ver algum objeto, dizemos: “Este objeto que estou vendo agora tem tendência para assemelhar-se a um outro ser, mas, por ter defeitos, não consegue ser tal como o ser em questão, e lhe é, pelo contrário, inferior”. Assim, para podermos fazer estas reflexões, é necessário que antes tenhamos tido ocasião de conhecer esse ser de que se aproxima o dito objeto, ainda que imperfeitamente.

    PLATÃO. Fédon. São Paulo: Abril Cultural, 1972.


    Na epistemologia platônica, conhecer um determinado objeto implica

    Escolha uma alternativa para a questão 950efd8e-31
  • C264CEF2-C2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNESPAR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A República de Platão é uma das obras mais lidas e reconhecidas da História da humanidade. Seu tema principal é:
    Escolha uma alternativa para a questão c264cef2-c2
  • C261F8BF-C2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNESPAR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Platão, filósofo grego e um dos pensadores mais influentes da história da filosofia, deixou quase toda sua filosofia escrita em forma de diálogos. Na maioria deles, Sócrates é a personagem principal que debate com demais interlocutores os temas relevantes que constituem, de certa forma, o todo da filosofia de Platão. A forma de diálogo pode ser caracterizada como:
    Escolha uma alternativa para a questão c261f8bf-c2
  • 8566C81A-C0

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    PUC - PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na primeira parte da Apologia de Sócrates, escrita por Platão, Sócrates apresenta a sua defesa diante dos cidadãos atenienses, afirmando que: “(...) considerai o seguinte e só prestai atenção a isto: se o que digo é justo ou não. Essa de fato é a virtude do juiz, do orador (...)” (PLATÃO, 2000\2003, p.4). A partir da análise do fragmento, qual é, segundo Sócrates, a virtude do juiz, do orador, a que se refere o texto em questão?
    Escolha uma alternativa para a questão 8566c81a-c0
  • 41218710-BE

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    ENEM · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os andróginos tentaram escalar o céu para combater os deuses. No entanto, os deuses em um primeiro momento pensam em matá-los de forma sumária. Depois decidem puni-los da forma mais cruel: dividem-nos em dois. Por exemplo, é como se pegássemos um ovo cozido e, com uma linha, dividíssemos ao meio. Desta forma, até hoje as metades separadas buscam reunir-se. Cada um com saudade de sua metade, tenta juntar-se novamente a ela, abraçando-se, enlaçando-se um ao outro, desejando formar um único ser.

    PLATÃO. O banquete. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

    No trecho da obra O banquete, Platão explicita, por meio de uma alegoria, o

    Escolha uma alternativa para a questão 41218710-be
  • FAF4C405-06

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNICENTRO · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Os argumentos expostos por Descartes no intuito de fundamentar sua filosofia têm como ponto basilar a noção do cogito, ergo sum: a partir de um ato de consciência (a dúvida), instaura-se um processo que vai culminar com a certeza não apenas do eu, como também da possibilidade de, a partir dele, deduzir o mundo.

    (HANSEN, G. L. Modernidade, Utopia e Trabalho. Londrina: Edições CEFIL, 1999. p.52.)

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a construção do cogito, conforme elaborado na filosofia cartesiana, considere as afirmativas a seguir.

    I. O cogito é uma autoevidência originária revelada pela própria razão.
    II. O cogito é o ponto de partida da dúvida enquanto recurso metodológico.
    III. O cogito assegura o fundamento para a certeza do mundo exterior independente de Deus.
    IV. O cogito é a superação do ceticismo e da demonstração de certeza irrefutável.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão faf4c405-06
  • 6EE3E371-34

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 6

    [...]
    Arandir (numa alucinação) – Dália, faz o seguinte. Olha o seguinte: diz à Selminha. (violento) Diz que, em toda minha vida, a única coisa que salva é o beijo no asfalto. Pela primeira vez. Dália, escuta! Pela primeira vez, na vida! Por um momento, eu me senti bom! (furioso) Eu me senti quase, nem sei! Escuta, escuta! Quando eu te vi no banheiro, eu não fui bom, entende? Desejei você. Naquele momento, você devia ser a irmã nua. E eu desejei. Saí logo, mas desejei a cunhada. Na praça da Bandeira, não. Lá, eu fui bom. É lindo! É lindo, eles não entendem. Lindo beijar quem está morrendo! (grita) Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!

    Dália – Selminha te odeia! (Arandir volta para a cunhada, cambaleante. Passa a mão na boca encharcada.)

    Arandir (com voz estrangulada) – Odeia. (muda de tom) Por isso é que recusou. Recusou o meu beijo. Eu quis beijar e ela negou. Negou a boca. Não quis o meu beijo.

    Dália – Eu quero!

    Arandir (atônito) – Você?Dália (sofrida) – Selminha não te beija, mas eu.

    Arandir (contido) – Você é uma criança. (Dália aperta entre as mãos o rosto de Arandir.)

    Arandir – Dália. (Dália beija-o, de leve, nos lábios.)

    Dália – Te beijei.

    Arandir (maravilhado) – Menina!

    Dália (quase sem voz) – Agora me beija. Você. Beija.

    Arandir (desprende-se com violência) – Eu amo Selminha!

    Dália (desesperada) – Eu me ofereço e. Selminha não veio e eu vim.

    Arandir – Dália, eu mato tua irmã. Amo tanto que. (muda de tom) Eu ia pedir. Pedir à Selminha para morrer comigo.

    Dália – Morrer?

    Arandir (desesperado) – Eu e Selminha! Mas ela não veio!

    Dália (agarra o cunhado. Quase boca com boca, sôfrega) – Eu morreria.

    Arandir – Comigo?

    Dália (selvagem) – Contigo! Nós dois! Contigo! Eu te amo!

    [...]

    (RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 98-100.)


       O Texto 6 faz menção a desejo. É curioso observar como o ato de desejar está sempre presente na vida humana desde o nascimento. O desejo de se descobrir, o desejo de viver, o desejo de passar no vestibular, o desejo de ser feliz e o desejo de ter. O desejo é força propulsora que nos move. Nada nos empurra mais à ação que a vontade de possuir. O capitalismo, sabendo dessa nossa fraqueza de querer possuir, acabou por se apoderar dela. Ele lucra cada dia mais com o consumismo dos indivíduos. Esse consumo alicerçado numa fome insaciável de comprar nasce muitas vezes no subconsciente do homem, com a alienação imposta pela chamada “indústria cultural". A ideia de que o consumo não é desejo natural, mas antinatural, está alicerçada na filosofia de um filósofo grego da antiguidade. Ele defende que o maior prazer só é alcançável por meio do conhecimento, da amizade e de uma vida moderada, livre do medo e da dor. E que o homem sábio busca a realização dos desejos naturais e necessários, combate os desejos antinaturais e artificiais e evita com todas as suas forças os desejos dispensáveis.


    Marque a alternativa que apresenta o autor desse pensamento:

    Escolha uma alternativa para a questão 6ee3e371-34
  • 0E1DDD1A-4E

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    ENEM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Mas, sendo minha intenção escrever algo de útil para quem por tal se interesse, pareceu-me mais conveniente ir em busca da verdade extraída dos fatos e não à imaginação dos mesmos, pois muitos conceberam repúblicas e principados jamais vistos ou conhecidos como tendo realmente existido.

    MAQUIAVEL, N. O príncipe. Disponível em: www.culturabrasil.pro.br. Acesso em: 4 abr. 2013.


    A partir do texto, é possível perceber a crítica maquiaveliana à filosofia política de Platão, pois há nesta a

    Escolha uma alternativa para a questão 0e1ddd1a-4e
  • 17EE5DBA-4D

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    ENEM · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Pode-se viver sem ciência, pode-se adotar crenças sem querer justificá-las racionalmente, pode-se desprezar as evidências empíricas. No entanto, depois de Platão e Aristóteles, nenhum homem honesto pode ignorar que uma outra atitude intelectual foi experimentada, a de adotar crenças com base em razões e evidências e questionar tudo o mais a fim de descobrir seu sentido último.

    ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2002.


    Platão e Aristóteles marcaram profundamente a formação do pensamento Ocidental. No texto, é ressaltado importante aspecto filosófico de ambos os autores que, em linhas gerais, refere-se à

    Escolha uma alternativa para a questão 17ee5dba-4d
  • CAEDDCDF-B0

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UFU-MG · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte trecho da Alegoria da Caverna.

    Agora imagine que por esse caminho as pessoas transportam sobre a cabeça objetos de todos os tipos: por exemplo, estatuetas de figuras humanas e de animais. Numa situação como essa, a única coisa que os prisioneiros poderiam ver e conhecer seriam as sombras projetadas na parede a sua frente.
    CHALITA, G. Vivendo a Filosofia. São Paulo: Ática, 2006, p. 50.


    Com base na leitura do trecho acima e em seus conhecimentos sobre a obra de Platão (428 a.C. – 348 a.C.), assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão caeddcdf-b0
  • 9EF42D47-B6

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    Universidade do Estado do Amapá · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    As figuras abaixo são um fragmento da obra do cartunista Maurício de Souza em que aborda ludicamente o Mito da Caverna de Platão. Acerca do referido mito, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.

    Imagem da questão de Filosofia, da prova de 2010


    I- Apesar da “distância histórica” da obra de Platão (427-347 a.C), a mesma continua exercendo influência nos dias de hoje devido aos temas que suscita, relacionados à liberdade, alienação, ceticismo, dentre outros.

    II- No Mito da Caverna, Platão demonstra, alegoricamente, a dualidade da existência humana, o conflito entre realidade e aparência.

    III- O papel do filósofo no Mito da Caverna é desmistificar as diversas construções da “realidade”.

    IV- Para Platão, a condição de quem vive nas sombras é digna da compaixão do filósofo.
    Escolha uma alternativa para a questão 9ef42d47-b6
  • 10A3D8A0-36

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

                                            Texto 1


          Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar para um outro. Se, de fato, não há sensação alguma, mas é como um sono, a morte seria um maravilhoso presente. […] Se, ao contrário, a morte é como uma passagem deste para outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, qual o bem que poderia existir, ó juízes, maior do que este? Porque, se chegarmos ao Hades, libertando-nos destes que se vangloriam serem juízes, havemos de encontrar os verdadeiros juízes, os quais nos diria que fazem justiça acolá: Monos e Radamante, Éaco e Triptolemo, e tantos outros deuses e semideuses que foram justos na vida; seria então essa viagem uma viagem de se fazer pouco caso? Que preço não seríeis capazes de pagar, para conversar com Orfeu, Museu, Hesíodo e Homero?

                                                                                     (Platão. Apologia de Sócrates, 2000.)


                                             Texto 2


          Ninguém sabe quando será seu último passeio, mas agora é possível se despedir em grande estilo. Uma 300C Touring, a versão perua do sedã de luxo da Chrysler, foi transformada no primeiro carro funerário customizado da América Latina. A mudança levou sete meses, custou R$ 160 mil e deixou o carro com oito metros de comprimento e 2340 kg, três metros e 540 kg além da original. O Funeral Car 300C tem luzes piscantes na já imponente dianteira e enormes rodas, de aro 22, com direito a pequenos caixões estilizados nos raios. Bandeiras nas pontas do capô, como nos carros de diplomatas, dão um toque refinado. Com o chassi mais longo, o banco traseiro foi mantido para familiares acompanharem o cortejo dentro do carro. No encosto dos dianteiros, telas exibem mensagens de conforto. O carro faz parte de um pacote de cerimonial fúnebre que inclui, além do cortejo no Funeral Car 300C, serviços como violinistas e revoada de pombas brancas no enterro.

                                                                   (Funeral tunado. Folha de S.Paulo, 28.02.2010.)

    Após análise dos dois textos, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 10a3d8a0-36
  • E31ECEE9-49

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 015.jpg

    Platão avalia o valor das produções da escultura e da pintura em função do conceito de um conhecimento verdadeiro, isto é, de uma conformidade com a ideia e acaba, necessariamente, delimitando, de maneira bastante restrita, o círculo das produções artísticas que ele podia, de seu ponto de vista, aprovar.

    Relacionando essa interpretação de Platão ao que propõe Augusto Boal no texto precedente, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão e31ecee9-49
  • 3BB51F57-47

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Segundo Platão, as opiniões dos seres humanos sobre a realidade são quase sempre equivocadas, ilusórias e, sobretudo, passageiras, já que eles mudam de opinião de acordo com as circunstâncias. Como agem baseados em opiniões, sua conduta resulta quase sempre em injustiça, desordem e insatisfação, ou seja, na imperfeição da sociedade.

    Em seu livro A República, ele, então, idealizou uma sociedade capaz de alcançar a perfeição, desde que seu governo coubesse exclusivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 3bb51f57-47