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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 200 de 784.

  • B38E8E88-06

    História

    História do Brasil
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        No concernente à mão de obra, a economia colonial hispano-americana baseou-se em variadas formas de trabalho compulsório.
         A escravidão indígena teve, no conjunto, escassa importância, salvo no “ensaio antilhano”, a inícios do século XVI, e nas regiões de “índios bravos”, reduzidos à escravidão quando aprisionados em guerra. A escravização dos rebeldes (“guerra justa”) era, aliás, a única via de legitimação da escravidão indígena, pois desde cedo a Coroa e a Igreja trataram, com relativo êxito, de combater tais práticas. Mas o sucesso desta política deveu-se, em grande medida, à existência de sistemas tributários pré-coloniais no México, na América Central e nos Andes.

    (Ronaldo Vainfas. Economia e sociedade na
    América Espanhola, 1984. Adaptado.) 
    Uma semelhança e uma diferença entre o panorama descrito no segundo parágrafo do texto e a experiência da colonização portuguesa no Brasil são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão b38e8e88-06
  • B3846A50-06

    História

    Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os egípcios viam a criação do mundo como uma espécie de ilha de ordem cercada pelas forças do caos, que a ameaçavam constantemente de aniquilação, da mesma forma como o Delta e o Vale férteis e organizados estavam cercados pelos desertos hostis e anárquicos.

    (Ciro F. S. Cardoso. O Egito Antigo, 1982. Adaptado.)

    O texto ajuda compreender o motivo de, no Egito Antigo, as práticas religiosas
    Escolha uma alternativa para a questão b3846a50-06
  • B380CA4E-06

    História

    História do Brasil
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os vestígios dessa época, entre 12000 e 8000 anos atrás, são agora inquestionáveis e ocorrem em várias partes do território brasileiro, o que significa que este já estava densamente ocupado. Quase todos os sítios são abrigos sob rocha — não porque os homens neles morassem normalmente, mas porque preservaram melhor os vestígios e são mais facilmente localizados pelos arqueólogos. Desconhecemos, portanto, as moradias principais, provavelmente edificadas a céu aberto.

    (André Prous. O Brasil antes dos brasileiros, 2007.)

    O excerto revela aspectos da pesquisa arqueológica sobre os primeiros habitantes do território do atual Brasil. Com base nas informações do texto, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b380ca4e-06
  • B375713E-06

    Geografia

    Geografia Física
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Rio Pinheiros em sua configuração natural,
    antes de ser retificado

    Figura 1 de 2 da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2019, Geografia Física

    (www.museudaenergia.org.br)

    Rio Pinheiros após retificação

    Figura 2 de 2 da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2019, Geografia Física

    (https://alosaopaulo.com.br)

    No processo de expansão das cidades, por vezes, ocorrem obras para a retificação dos rios que atravessam o perímetro urbano, como as realizadas no Rio Pinheiros, na cidade de São Paulo. Uma consequência dessa interferência nos rios é
    Escolha uma alternativa para a questão b375713e-06
  • B364C251-06

    Geografia

    Globalização
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    No período da globalização, os pedaços do território são valorizados e desvalorizados com grande velocidade. Assim, muitos lugares entram em uma competição para oferecer os melhores dados técnicos e políticos, visando atrair novas empresas ou manter as já existentes. Busca-se edificar neles uma densidade técnica. Todavia, para progredir nessa disputa, é preciso também construir uma densidade normativa que conceda e combine satisfatoriamente proteções e vantagens. O que ocorre com o setor automobilístico é emblemático de tal situação.

    (Milton Santos e María Laura Silveira.
    O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001. Adaptado.)

    No Brasil, um exemplo de medida tomada por estados e municípios, com vistas à participação no contexto citado, é
    Escolha uma alternativa para a questão b364c251-06
  • B35DA614-06

    Geografia

    Geografia Política
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2019, Geografia Política

    (http://g1.globo.com. Adaptado.)


    O mapa destaca países constituintes

    Escolha uma alternativa para a questão b35da614-06
  • B34B2425-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica de Ruy Castro para responder à questão. 

    Como um tumor

         Cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão, criaram uma rã transparente, cujas intimidades ficam expostas e podem ser perfeitamente observadas pelo lado de fora. Com isso, salvaram-se gerações inteiras de rãs, porque os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando. Outra vantagem é a de que poderão acompanhar uma rã por todo o seu ciclo de vida — o ciclo de vida da rã, claro, não dos cientistas.
        Para chegar à rã transparente, os japoneses, craques em engenharia genética, levaram anos cruzando exemplares de rãs albinas. E agora partiram para aperfeiçoá-la: vão fazer com que qualquer corpo estranho que apareça dentro da rã se acenda. Um tumor, por exemplo. 
         Já no Marrocos, também nesta semana, os cientistas da Universidade de Rabat conseguiram com que um pato nascesse no ovo de uma galinha. Se isso lhe parece meio mixo (afinal, no mesmo dia, em Recife, uma avó deu à luz seus próprios netos, lembra-se?), saiba que a proeza marroquina é considerada mais importante, pelo fato de os palmípedes e os galináceos constituírem famílias diferentes.
         Por coincidência, é o que se está discutindo em Brasília nos últimos dias: um político gerado num ovo destinado a palmípedes pode se baldear no meio do mandato para o terreiro dos galináceos, por ver neste mais oportunidades para ciscar? Em princípio, não. Mas e se o eleitor só quiser saber do pinto ou do pato, e não do ovo de onde ele saiu?
         Essas mudanças nunca são de graça. Assim, sugiro convocar os japoneses para cruzar nossos políticos com as rãs albinas e, com isso, criar políticos transparentes. Quando um deles recebesse um corpo estranho — uma propina, por exemplo —, esse corpo se acenderia. Como um tumor.

    (Crônicas para ler na escola, 2010.)
    Na frase “os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando” (1° parágrafo), o verbo “viver” foi empregado com a mesma acepção que se verifica em:
    Escolha uma alternativa para a questão b34b2425-06
  • B3472444-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade.

    Tudo tem limite
    exceto
    o amor de Brigitte.

    (Rodolfo Witzig Guttilla (org.). Boa companhia − Haicai, 2009.)

    Representa uma paráfrase do poema:
    Escolha uma alternativa para a questão b3472444-06
  • 797A1134-06

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entre 2011 e 2017, caíram, no Brasil, quase 78 milhões de raios, segundo levantamento do INPE. Muitos desses, infelizmente, foram fatais — para se ter ideia, a cada 50 mortes por raio no mundo, uma ocorre no país.

    (“9 coisas que você precisa saber sobre raios”.
    https://super.abril.com.br, 15.08.2018. Adaptado.)

    Os para-raios são essenciais para proteger pessoas e equipamentos elétricos de raios. Essa proteção é baseada
    Escolha uma alternativa para a questão 797a1134-06
  • 7975F951-06

    Física

    Acústica
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O nível de ruído produzido por turbinas eólicas é, em média, de 50 decibéis. Comparativamente, o nível de ruído produzido em clubes noturnos é, em alguns casos, de 70 decibéis. O nível de ruído β de determinada fonte sonora é calculado, em decibéis, por β = 10 . log(I/I0) , sendo I0 = 10–12 W/m2 a intensidade do limiar audível e I sendo a intensidade sonora da fonte, medida em W/m2 . Considerando as condições citadas, sendo I1 e I2 as intensidades sonoras para os ruídos gerados por um clube noturno e por uma turbina eólica, respectivamente, a razão I1 /I2 é
    Escolha uma alternativa para a questão 7975f951-06
  • 796F2284-06

    Física

    Eletricidade
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    O termostato bimetálico de encosto é muito utilizado para controlar a temperatura em alguns aquecedores elétricos de uso comercial e pode apresentar, em alguns modelos, uma corrente elétrica de 10 A para uma tensão de 250 V. Seu funcionamento baseia-se na dilatação térmica e pode ser representado pelo esquema a seguir, em que a lâmina bimetálica, formada pelos metais A e B, é fixa no suporte de apoio e se curva quando aquecida a uma temperatura T > T0 , afastando- -se da superfície de contato e interrompendo a passagem de corrente elétrica por eles.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Eletricidade
    Considerando que o modelo de termostato citado no texto fique ligado 24 horas por dia, a energia elétrica consumida diariamente por ele é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 796f2284-06
  • 796BA95B-06

    Física

    Dilatações
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    O termostato bimetálico de encosto é muito utilizado para controlar a temperatura em alguns aquecedores elétricos de uso comercial e pode apresentar, em alguns modelos, uma corrente elétrica de 10 A para uma tensão de 250 V. Seu funcionamento baseia-se na dilatação térmica e pode ser representado pelo esquema a seguir, em que a lâmina bimetálica, formada pelos metais A e B, é fixa no suporte de apoio e se curva quando aquecida a uma temperatura T > T0 , afastando- -se da superfície de contato e interrompendo a passagem de corrente elétrica por eles.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Dilatações
    De acordo com as informações, para que o termostato funcione corretamente, é necessário que
    Escolha uma alternativa para a questão 796ba95b-06
  • 79680299-06

    Física

    Dinâmica
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A cremalheira é um sistema de transporte ferroviário que auxilia as locomotivas a subir ou descer percursos com grande inclinação. Esse sistema é utilizado em uma rampa de 8 km de extensão na Serra do Mar paulista, que possui inclinação tal que o trem sobe 1 m na vertical para cada 10 m percorridos ao longo dessa rampa. Com uma potência de 5 mil KW, as locomotivas garantem a segurança operacional contendo a carga na descida e empurrando-a na subida.


    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Dinâmica
    (www.mrs.com.br. Adaptado.)

    Considere que a locomotiva do texto utilize 100% da sua potência para levar uma carga de 500 toneladas Serra do Mar acima a uma velocidade constante. Desprezando-se o tempo de aceleração inicial, que é feita antes do trecho de subida, e utilizando-se g = 10 m/s² , o tempo total de subida é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 79680299-06
  • 794FBAF9-06

    Inglês

    Tradução | Translation
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Tradução | Translation
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    No trecho “But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society” (7° parágrafo), a expressão sublinhada tem sentido equivalente, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 794fbaf9-06
  • 7940AFF7-06

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
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    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Adjetivos | Adjectives
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    O trecho sublinhado em “the genre is as broad as the imagination” (3° parágrafo) expressa uma
    Escolha uma alternativa para a questão 7940aff7-06
  • 793C3B32-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    According to the author, the “unprecedented fantasy boom” (2nd paragraph) is related to the fact that
    Escolha uma alternativa para a questão 793c3b32-06
  • 793474EE-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    According to the first paragraph, the author reveals that he first got interested in the literary fantasy genre
    Escolha uma alternativa para a questão 793474ee-06
  • 79201CFB-06

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
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    A conciliação dos anos 1850 mostrou ser uma estratégia eficiente de estabilização da monarquia e constituiu-se numa experiência clássica da vida política brasileira: os setores hegemônicos das elites equilibraram suas divergências internas e mantiveram o controle do Estado — sem conceder nenhuma grande mudança na ordem social e institucional.

    (Francisco M. P. Teixeira. História concisa do Brasil, 1993. Adaptado.)

    Os “setores hegemônicos das elites” mencionados pelo historiador eram
    Escolha uma alternativa para a questão 79201cfb-06
  • 791CA5E4-06

    História

    História do Brasil
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    O processo de independência do Brasil é, comumente, datado a partir de 1808, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil. A verdade dessa proposição reside, em especial, na montagem pelo príncipe, e depois rei, João VI, de um aparelho governamental no Brasil. Ao mesmo tempo, são substituídos os institutos de caráter colonial.

    (Hamilton de Mattos Monteiro. “Da independência à vitória da ordem”.
    In: Maria Yedda Linhares. História geral do Brasil, 2016.)

    As afirmações do excerto podem ser exemplificadas pela
    Escolha uma alternativa para a questão 791ca5e4-06
  • 7917D1D9-06

    História

    História do Brasil
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    No plano socioeconômico, [os indígenas] foram cruciais na montagem do complexo açucareiro na Bahia quinhentista, e mesmo no avançar o século XVII, pois a escravidão de origem africana só tomou impulso após exaurirem-se gerações de indígenas pelo trabalho escravo, pela guerra e por doenças. No planalto paulista, a mão de obra indígena escravizada foi a base para o que se chamou, com certo exagero, de “celeiro do Brasil”, labutando na produção de trigo e, sobretudo, de milho.

    (João Fragoso e Roberto Guedes. “Apresentação”. In: João Luís R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (org.). O Brasil Colonial, vol. 3, 2014. Adaptado.)

    O excerto faz referência
    Escolha uma alternativa para a questão 7917d1d9-06