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15.661 questões encontradas. Mostrando a página 350 de 784.
24526EC9-B9 A experiência de entrar num carrinho de uma montanha-russa não é para qualquer pessoa. Existe uma montanha-russa que sai de zero e atinge 180 km/h em menos de dois segundos. Essa aceleração estimula de forma involuntária o sistema nervoso simpático, que promove várias alterações fisiológicas, entre elas o aumento da frequência cardíaca e244F5195-B9 Biologia
Cadeias e teias alimentaresUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosUm estudante observou em uma fazenda algumas vacas pastando e, sobre elas, havia algumas aves, chamadas anus, retirando carrapatos que estavam na pele dos ruminantes. Considerando uma cadeia alimentar e a existência de algumas interações ecológicas entre esses animais, o nível trófico ocupado pelas vacas, a interação entre as vacas e os anus e a interação entre os carrapatos e as vacas são, respectivamente,24466D8D-B9 Geografia
Geografia FísicaUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosO domínio morfoclimático dos Mares de Morros possui como uma de suas características principais a presença de vegetação243F6E58-B9 Atualidades
América Latina na AtualidadeUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosHá cinco anos, morria o ex-presidente Hugo Chávez, um nome populista que promoveu melhorias na qualidade de vida dos venezuelanos, principalmente para as classes mais pobres. Quem assumiu o poder desde então foi Nicolás Maduro, que tentou aplicar em seu governo a mesma política de Chávez. As condições que o atual presidente encontrou, no entanto, eram bem diferentes das de quando Hugo assumiu: o preço do barril de petróleo, base da economia da Venezuela, baixou. Medidas de controle estatal próprias do chavismo, modelo de socialismo inspirado pelo bolivarianismo, mostraram-se insustentáveis dentro de um contexto de crise política e econômica.(https://www.opovo.com.br. Adaptado)A crise na Venezuela apresenta, como uma de suas consequências,2435BBAC-B9 História
História GeralUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosA Guerra dos Seis Dias foi a guerra mais curta que existiu dentre os conflitos árabes-israelenses. Em junho de 1967, as Forças Armadas israelenses realizaram um fulminante ataque aos três países. Em seis dias, os exércitos da Síria, do Egito e da Jordânia foram derrotados, demonstrando a imensa superioridade da força militar israelense em relação à de seus vizinhos. Com a vitória, o Estado de Israel incorporou a seu território Gaza, a Península do Sinai, as Colinas de Golã e a(https://brasilescola.uol.com.br/. Adaptado)242FB5CB-B9 História
História GeralUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
Por trás das forças inimigas, o judeu
(Disponível em:<https://goo.gl/QyNTd6>)
O cartaz de propaganda alemã, produzido em meio à Segunda Guerra Mundial, tem como fundamento uma característica central da doutrina nazista. Trata-se do
241FF5FE-B9 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosNa Antiguidade Clássica, a importância do Mediterrâneo, conhecido como Mare Nostrum (“nosso mar”, em latim) pelos romanos, devia-se2418F0F8-B9 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in southeastern Guatemala – a expressão em destaque introduz2415A625-B9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around – a expressão em destaque equivale, em português, a2411A80D-B9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
Leia o segundo parágrafo, em que se responde à pergunta “Why is Latin America so deadly?”. De acordo com o mesmo parágrafo, a resposta é:240E9AAA-B9 Inglês
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Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo – Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there –, o termo em destaque se refere a23F731E9-B9 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Til, romance de José de Alencar, para responder às questão.Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea. As formas da graciosa pubescência, que um corpinho justo debuxaria1 em doce e palpitante relevo, as dissimulava o frouxo corte de uma jaqueta de flanela escarlate com mangas compridas, e desabotoada sobre um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher: tinham a diáfana2 profundidade do céu, cheia de enlevos e mistérios.A boca mimosa e breve, conhecia-se que fora vazada no molde do beijo e do sorriso. Mas quando o brinco iluminava essa fisionomia, e o capricho quebrava-lhe a harmonia das linhas do suave perfil, era cobrir-se com a máscara do rapazinho estouvado, que ela teria sido sem dúvida, se a natureza não lhe trocasse o destino.(Til. www.dominiopublico.gov.br)1 um corpinho justo debuxaria: um corpete justo mostraria;2 diáfana: que permite a passagem da luz; transparente, límpida.Constata-se a presença de uma construção hipotética em:23EEACEA-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o parágrafo inicial do artigo de Washington Araujo, para responder às questão.A cultura de massa que temos está umbilicalmente conectada com a pauta apresentada instante a instante em algum dos veículos de comunicação em massa. Nada lhe escapa e, por isso mesmo, enorme é sua responsabilidade na criação da geração-consumo que temos “em nós” e também “diante de nós”. Tendo como cenário as mudanças climáticas, a degradação ambiental e os extremos corrosivos da riqueza e da pobreza, a transformação de uma cultura de consumismo irrestrito para uma cultura de sustentabilidade ganhou força em grande parte graças aos esforços das organizações da sociedade civil e agências governamentais no mundo inteiro. A par com essas forças, e mesmo permeando-as, temos o poder de influência e onipresença da mídia.(Observatório da imprensa. no 623. http://observatoriodaimprensa.com.br. 04.01.2011)Assinale a alternativa que apresenta uma palavra empregada no texto com sentido figurado, acompanhada, entre parênteses, de um sinônimo que se ajusta ao contexto.23EBCBDA-B9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o parágrafo inicial do artigo de Washington Araujo, para responder às questão.A cultura de massa que temos está umbilicalmente conectada com a pauta apresentada instante a instante em algum dos veículos de comunicação em massa. Nada lhe escapa e, por isso mesmo, enorme é sua responsabilidade na criação da geração-consumo que temos “em nós” e também “diante de nós”. Tendo como cenário as mudanças climáticas, a degradação ambiental e os extremos corrosivos da riqueza e da pobreza, a transformação de uma cultura de consumismo irrestrito para uma cultura de sustentabilidade ganhou força em grande parte graças aos esforços das organizações da sociedade civil e agências governamentais no mundo inteiro. A par com essas forças, e mesmo permeando-as, temos o poder de influência e onipresença da mídia.(Observatório da imprensa. no 623. http://observatoriodaimprensa.com.br. 04.01.2011)Opõem-se, no texto, os conceitos de23E20905-B9 Português
PontuaçãoUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho da notícia publicada no site da Revista Galileu, em julho de 2017, para responder à questão.Marvel criará primeiro super-herói chinês protagonista em HQsA Marvel vai criar, em parceria com a chinesa NetEase, o primeiro super-herói chinês a estrelar nos quadrinhos. Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários, como Benedict Wong, de Doutor Estranho, e o vilão Mandarim, em Homem de Ferro.A franquia criadora de Homem-Aranha e X-Men, porém, já arrecadou US$ 1,175 bilhão na China com suas adaptações para o cinema. Por esse e por outros motivos, a ideia é que a parceria das empresas não fique só nas HQs, mas futuramente se transforme em outros produtos, como livros e jogos.(https://revistagalileu.globo.com. 11.07.2017. Adaptado)Em “Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários”, a expressão que pode estar entre vírgulas, sem que se comprometa a correção gramatical, é:0FE500EC-B7 História
História do BrasilIFN-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosConsiderando as informações contidas na charge (TEXTO 07) acerca da História do Brasil, marque a opção correta.TEXTO 07
(Fonte: ). <NOVAIS, Carlos Eduardo; LOBO, César. História do Brasil para Principiantes. De Cabral a Cardoso 500 anos de Novela. SãoPaulo: Ática, 2000, p.98>).0FDAFC3D-B7 História
História do BrasilIFN-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do TEXTO 06 publicado no jornal O Globo.
TEXTO 06

(Fonte:< MARINHO, Roberto, et.al. Ressurge a Democracia. Jornal O Globo. Rio de Janeiro, 1º de abril de 1964. >Disponível em:< https://jornalggn.com.br/tag/blogs/golpe-de-64>. Acesso em: 05/09/2018).
Analise as alternativas seguintes e marque aquela que estiver INCORRETA.
0FCD24D5-B7 História
História GeralIFN-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os TEXTOS 02 e 03, bem como as afirmações seguintes.
TEXTO 02
"Toda propaganda deve ser popular e estabelecer o seu nível espiritual de acordo com a capacidade de compreensão do mais ignorante dentre aqueles a quem ela pretende se dirigir. Assim a sua elevação espiritual deverá ser mantida tanto mais baixa quanto maior for a massa humana que ela deverá abranger". Adolf Hitler.
(Fonte:< HITLER, Adolf. Minha Luta. São Paulo: Centauro, 2005. Titulo original: Mein Kampf, p.135>)
TEXTO 03
"Claro que a propaganda tem um propósito, mas esse propósito deve ser hábil e engenhosamente oculto, de modo que a mensagem seja transmitida sem ser notada". Joseph Goebbels - Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista.
(Fonte: KITCHEN, Martin. O Terceiro Reich. São Paulo: Madras, 2009. Título original: The Third Reich, p. 201).
I. É possível compreender que os TEXTOS 02 e 03 salientam a importância da propaganda como instrumento político do Partido Nazista.
II. O uso da propaganda com a finalidade política destacada pelos TEXTOS 02 e 03 não ocorre nos regimes democráticos, nos quais a imprensa atua de modo ético, livre e imparcial, como no caso brasileiro.
III. Os TEXTOS 02 e 03 apontam falta de coesão em relação à propaganda nazista, pois, enquanto para Hitler ela deveria ser populista e espírita, para Goebbels deveria ser erudita e ocultista.
IV. Ao contrário do que pretendia Hitler, tal tipo de propaganda nazista não teve aceitação popular, fato que conduziu seu governo à ditadura militar.
Considerando os TEXTOS 02 e 03 e seus conhecimentos acerca do assunto por eles abordado, é possível afirmar que:
3E752C6F-B6 Física
DinâmicaUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosUm fazendeiro deseja aproveitar a água da chuva para gerar energia elétrica. O sistema consiste em deixar um certo volume de água cair de uma determinada altura e atingir as pás do gerador. A eficiência de geração é de 50%, ou seja, apenas 50% da energia mecânica da água será transformada em energia elétrica pelo gerador. Para iluminar um galinheiro, o fazendeiro precisa gerar 4,9 W, que equivale a 4,9 J em um segundo. Sabe-se que em um dia de chuva torrencial, a água despejada pela calha é de 15,0 L/min, onde 1,0 L de água = 1,0 kg.Considerando a aceleração da gravidade 9,8 m/s² , para que o fazendeiro consiga gerar energia bastante para iluminar o galinheiro, em um dia de chuva torrencial, a altura entre a saída da calha e a entrada do gerador será de:3E61809B-B6 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosEste quadro, elaborado pelo historiador Philippe Fabry, apresenta informações acerca da noção de direita e esquerda na França, após a Revolução Francesa.Fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/esquerda-e-direita-rotulos/Acesso em 29 de maio 2017.Considerando as informações desse quadro, pode-se afirmar que: