Filosofia
Aspectos da Filosofia ContemporâneaUNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos(Immanuel Kant. A metafísica dos costumes, 2010.)
Em sua sentença dirigida à mentira, Kant
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27.392 questões encontradas. Mostrando a página 467 de 1370.
(Immanuel Kant. A metafísica dos costumes, 2010.)
Em sua sentença dirigida à mentira, Kant
Texto 1
Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. […] Nenhum [ofício] me parece mais útil e cabido que o de medalhão. […] Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. […] No entanto, podendo acontecer que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias, urge aparelhar fortemente o espírito. […] Em todo caso, não transcendas nunca os limites de uma invejável vulgaridade.
(Machado de Assis. Teoria do medalhão.
www.dominiopublico.gov.br.)
Texto 2
De fato, existem medalhões em todos os domínios da vida social brasileira: na favela e no Congresso; na arte e na política; na universidade e no futebol; entre policiais e ladrões. São as pessoas que podem ser chamadas de “homens”, “cobras”, “figuras”, “personagens” etc. […] Medalhões são frequentemente figuras nacionais. […] Ser o filho do Presidente, do Delegado, do Diretor conta como cartão de visitas.
(Roberto da Matta. Carnavais, malandros e heróis, 1983.)
Tanto no texto do escritor Machado de Assis como no do antropólogo Roberto da Matta, a figura do medalhão

O bioma esquematizado e a relevância das vegetações destacadas pelo número 1 correspondem
Leia o excerto e analise as três afirmações a seguir.
Todas as moléculas de uma parcela de ar contribuem para a pressão atmosférica. Como o vapor d’água é um gás, ele também contribui com um valor de pressão parcial, conhecido como pressão de vapor (e), aumentando ou diminuindo a pressão atmosférica. Quando a pressão de vapor (e) atinge seu valor máximo possível para uma determinada temperatura do ar, diz-se que o ar está saturado de umidade ou, em outras palavras, que o ar está cheio de vapor. Tem-se, portanto, a pressão de vapor de saturação (es ). A umidade relativa é a razão entre a pressão de vapor (e) e a pressão de vapor de saturação (es ).
(Ercília T. Steinke. Climatologia fácil, 2012. Adaptado.)
I. A temperatura caracteriza uma variável para determinarmos a pressão de vapor de saturação.
II. Os valores relativos à umidade do ar expressam a real quantidade de vapor d’água existente no ar, em milímetros.
III. Quanto maior a umidade relativa do ar, maiores são as chances de chuva, pois a atmosfera está próxima do ponto de saturação.
Está correto o que se afirma em

Se nos coloides do solo predominarem os cátions básicos, a solução do solo terá um pH próximo ao neutro. Se, ao contrário, ali predominarem o hidrogênio e o alumínio, na solução do solo também predominarão esses cátions, tornando-a ácida.
(Igo F. Lepsch. Formação e conservação dos solos, 2002. Adaptado.)
O processo de acidificação do solo é predominante em
áreas de
Analise o mapa.

Considerando a dinâmica urbana brasileira, as áreas vermelha e verde no mapa correspondem a

O mapa representa a divisão da África no final do século XIX.
Essa divisão
Analise a tela Marat assassinado, pintada por Jacques-Louis David em 1793.

Essa pintura apresenta estilo
– São uma formosura os governantes que tu modelaste, como se fosses um estatuário, ó Sócrates! [...]
– Ora pois! Concordais que não são inteiramente utopias o que estivemos a dizer sobre a cidade e a constituição; que, embora difíceis, eram de algum modo possíveis, mas não de outra maneira que não seja a que dissemos, quando os governantes, um ou vários, forem filósofos verdadeiros, que desprezem as honrarias atuais, por as considerarem impróprias de um homem livre e destituídas de valor, mas, por outro lado, que atribuem a máxima importância à retidão e às honrarias que dela derivam, e consideram o mais alto e o mais necessário dos bens a justiça, à qual servirão e farão prosperar, organizando assim a sua cidade?
(Platão. A República, 1987.)
O texto, concluído na primeira metade do século IV a.C.,
caracteriza
Leia o texto para responder às questões
Prescriptions for fighting epidemics

Epidemics have plagued humanity since the dawn of
settled life. Yet, success in conquering them remains patchy.
Experts predict that a global one that could kill more than 300
million people would come round in the next 20 to 40 years.
What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances
are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or
one that that has not yet hatched. The scariest are both highly
lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that
excel at the first tend to be weak at the other. But mutations
– ordinary business for germs – can change that in a blink.
Moreover, when humans get too close to beasts, either
wild or packed in farms, an animal disease can become a
human one.
A front-runner for global pandemics is the seasonal
influenza virus, which mutates so much that a vaccine must
be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of
1918, which killed 50 million to 100 million people, was a
potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The
H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about
in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump
to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.
(www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)
Leia o texto para responder às questões
Prescriptions for fighting epidemics

Epidemics have plagued humanity since the dawn of
settled life. Yet, success in conquering them remains patchy.
Experts predict that a global one that could kill more than 300
million people would come round in the next 20 to 40 years.
What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances
are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or
one that that has not yet hatched. The scariest are both highly
lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that
excel at the first tend to be weak at the other. But mutations
– ordinary business for germs – can change that in a blink.
Moreover, when humans get too close to beasts, either
wild or packed in farms, an animal disease can become a
human one.
A front-runner for global pandemics is the seasonal
influenza virus, which mutates so much that a vaccine must
be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of
1918, which killed 50 million to 100 million people, was a
potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The
H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about
in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump
to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.
(www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)
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Prescriptions for fighting epidemics

Epidemics have plagued humanity since the dawn of
settled life. Yet, success in conquering them remains patchy.
Experts predict that a global one that could kill more than 300
million people would come round in the next 20 to 40 years.
What pathogen would cause it is anybody’s guess. Chances
are that it will be a virus that lurks in birds or mammals, or
one that that has not yet hatched. The scariest are both highly
lethal and spread easily among humans. Thankfully, bugs that
excel at the first tend to be weak at the other. But mutations
– ordinary business for germs – can change that in a blink.
Moreover, when humans get too close to beasts, either
wild or packed in farms, an animal disease can become a
human one.
A front-runner for global pandemics is the seasonal
influenza virus, which mutates so much that a vaccine must
be custom-made every year. The Spanish flu pandemic of
1918, which killed 50 million to 100 million people, was a
potent version of the “swine flu” that emerged in 2009. The
H5N1 “avian flu” strain, deadly in 60% of cases, came about
in the 1990s when a virus that sickened birds made the jump
to a human. Ebola, HIV and Zika took a similar route.
(www.economist.com, 08.02.2018. Adaptado.)