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Questões do ENEM: nível médio

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27.392 questões encontradas. Mostrando a página 529 de 1370.

  • 119C1ECA-FD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Sobre as regras gramaticais de concordância, assinale o que estiver incorreto.
    Escolha uma alternativa para a questão 119c1eca-fd
  • 11990E24-FD

    Português

    Adjetivos
    UNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 11990e24-fd
  • 118505EF-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa incorreta em relação à leitura e à interpretação do texto 01.
    Escolha uma alternativa para a questão 118505ef-fd
  • 3032B6EC-FC

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos 8 e 9.



    Figura 1 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2017, Coesão e coerência

    Figura 2 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2017, Coesão e coerência
    Figura 3 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2017, Coesão e coerência

    Supondo-se que fosse possível uma conversa entre Carlos Drummond de Andrade e João Gilberto Noll, tendo em vista o conteúdo dos textos 8 e 9, qual das alternativas a seguir NÃO seria coerente com o ponto de vista dos autores nos segmentos apresentados?
    Escolha uma alternativa para a questão 3032b6ec-fc
  • 302FBC6C-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos


    Sobre este trecho da obra de Noll, Adelaide Calhman de Miranda comenta:


    “Normalmente a reação das pessoas à diferença é hostil; o melhor que se pode esperar é a tolerância. Uma crítica a este fenômeno pode ser encontrada no deboche do narrador de Bandoleiros à sociedade utópica teorizada por Ada e suas colegas, a “Sociedade Minimal”, “um núcleo comunitário mínimo, onde só circulassem suas próprias mercadorias”. Os princípios absurdos da Sociedade Minimal e a ironia com que o narrador se refere a ela podem ser considerados uma crítica à estética minimalista, que extingue o supérfluo e elimina as diferenças.”

    Adaptado de: MIRANDA, Adelaide Calhman de. Abscesso na cidade desencontro, violência e esquecimento em Bandoleiros, de João Gilberto Noll. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 14, p. 01-20, 2001. Disponível em: http:// periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/2230/1788


    Considerando os excertos de Noll e de Miranda, analise as afirmativas abaixo, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).


    ( ) O trecho de Noll bem representa o estilo prosa poética associado a sua escrita.

    ( ) Em ambos os textos há dados consistentes sobre a forma particular de circulação de mercadorias nas Sociedades Minimais.

    ( ) A expressão “princípios absurdos” e a referência à ironia do narrador utilizadas pela crítica literária podem ser identificadas no excerto de Bandoleiros de forma sutil.

    ( ) Miranda associa a ironia de Noll à ideia de falta de tolerância das pessoas em relação à diferença. O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 302fbc6c-fc
  • 30098591-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Sobre o poema de Olavo Bilac, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 30098591-fc
  • 30059BB7-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Adaptado de: SILVA, Gislene. O imaginário rural do leitor urbano: o sonho mítico da casa no campo. UFSC, Brasil. Disponível em: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/200.

    Assinale a alternativa correta sobre a composição e o conteúdo do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 30059bb7-fc
  • 30022D91-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 4 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003. Disponível em:<http://seer.bce.unb.br/index.php/estudos/article/viewfile/2200/1757>.


    Figura 2 de 4 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 4 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos


    Figura 4 de 4 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.

    Assinale a alternativa correta acerca da relação que se pode estabelecer entre os textos 1, 2, 3 e 4.
    Escolha uma alternativa para a questão 30022d91-fc
  • 2FFE451A-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.


    As conversas entre os dois meninos – personagens de Edgar Vasques – permitem inferir que

    Escolha uma alternativa para a questão 2ffe451a-fc
  • 2FFA85BD-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder às questão com base no texto.


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Os sentidos sugeridos pelo poema se fundamentam em torno do campo semântico relacionado ao verbo “ver” – “vista”, “olhar”, “olhos” –, que
    Escolha uma alternativa para a questão 2ffa85bd-fc
  • 2FDB6888-FC

    Geografia

    Impactos e soluções no meio urbano
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Nas sociedades de consumo, interligadas pelo meio técnico-científico globalizado, a necessidade de obtenção de matérias-primas é uma constante, comprometendo muitas vezes a conservação das condições de natureza e da cultura dos povos originários. Nesse contexto, as empresas de mineração têm se destacado negativamente, afetando comunidades e ambiente.


    Considerando o texto, relacione a coluna 1 (Minério e sua localização) à coluna 2 (Comprometimento socioambiental).


    Coluna 1

    1. Exploração de ferro / MG

    2. Exploração de bauxita / PA

    3. Exploração de ouro / AP

    4. Exploração de nióbio / RR


    Coluna 2

    ( ) Cursos d’água contaminados com mercúrio em áreas de reserva

    ( ) Desmatamento de áreas de comunidades quilombolas

    ( ) Degradação de recifes de corais em Abrolhos

    ( ) Favelização dos indígenas da Reserva Raposa do Sol


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é



    Escolha uma alternativa para a questão 2fdb6888-fc
  • 2FD7E925-FC

    Geografia

    Agropecuária
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na organização do espaço rural e urbano do Brasil, são evidenciados pontos críticos de tensão social, política e ambiental. Esse contexto, difícil de ser solucionado, tem origem, entre outros fatores, na(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 2fd7e925-fc
  • 2FD4FD0A-FC

    Geografia

    Agricultura brasileira
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A produção agrícola brasileira mais uma vez apresentou uma supersafra de soja. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir.


    I. A produção de soja brasileira está vinculada à demanda do mercado externo, de modo a contribuir para o equilíbrio da balança comercial do País.

    II. As áreas rurais voltadas ao plantio deste grão podem extrapolar características climáticas específicas de cultivo, pois as sementes são resultado de avanços tecnológicos que minimizam as condições naturais.

    III. Considerando as características da alimentação da população urbana do País, há um desencontro entre a produção de soja e trigo e a demanda do mercado interno.

    IV. Ainda que economicamente esse produto agrícola gere grandes dividendos, em relação à DIT (Divisão Internacional do Trabalho) não proporciona significativa geração de emprego para o trabalhador rural.


    Estão corretas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 2fd4fd0a-fc
  • 2FCDCF0E-FC

    Geografia

    Urbanização
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Encravada ao lado do Morumbi, um dos bairros mais nobres de São Paulo, na zona sul, Paraisópolis é a segunda maior favela da capital paulista em termos habitacionais (tem cerca de 100.000 habitantes) e certamente a mais famosa do Estado – mesmo antes de estar diariamente na televisão dos brasileiros, com a novela “I Love Paraisópolis” (TV Globo), em 2015. Vizinha de mansões e prédios de luxo do Morumbi e um dos símbolos da desigualdade da cidade, sempre foi valorizada, sobretudo, pela proximidade com áreas como a Berrini e a Juscelino Kubitschek, onde multinacionais têm sede. Embora especialistas não sejam unânimes em apontar para a gentrificação da região, ouve-se pelas ruas uma queixa frequente: ficou mais caro morar por lá. Agora, seus moradores pretendem aproveitar o efeito novela para reivindicar que as melhorias no bairro alcancem o ritmo do aumento do custo de vida.

    Fonte: Jornal El País, Espanha. Site: https://brasil.elpais.com/ brasil/2015/06/01/politica/1433185554_574794.html


    Considerando o texto, é correto afirmar que o aprofundamento da desigualdade de condições de vida e moradia nas cidades brasileiras na segunda metade do século XX e no início do século XXI foi marcado

    Escolha uma alternativa para a questão 2fcdcf0e-fc
  • 2FC97CD2-FC

    Geografia

    Urbanização
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Responda à questão a partir da interpretação da letra da canção Despejo na Favela, de Adoniran Barbosa.


    Quando o oficial de justiça chegou

    Lá na favela

    E, contra seu desejo

    Entregou pra seu Narciso

    Um aviso, uma ordem de despejo

    Assinada, seu doutor

    Assim dizia a ‘pedição’

    “Dentro de dez dias

    Quero a favela vazia

    E os barracos todos no chão”

    É uma ordem superior

    Ô, ô, ô, ô, ô!, meu senhor! (...)

    Não tem nada não

    Amanhã mesmo vou deixar meu barracão

    Não tem nada não, seu doutor

    Vou sair daqui

    Pra não ouvir o ronco do trator

    Pra mim não tem ‘probrema’

    Em qualquer canto eu me arrumo

    De qualquer jeito eu me ajeito

    Depois, o que eu tenho é tão pouco

    Minha mudança é tão pequena

    Que cabe no bolso de trás

    Mas essa gente aí, hein?

    Como é que faz? (...)

    Adaptado de Adoniran Barbosa. Despejo na Favela. (1969)


    O processo de mudança social no espaço urbano descrito na letra da canção pode ser associado ao contexto dos anos 60 e 70, que se caracterizou pela


    I. migração do nordeste para o sudeste e pela autoconstrução de casas em áreas periféricas das grandes cidades.

    II. resistência das classes populares às tentativas de modernização habitacional, com a implantação de equipamentos urbanos adequados à melhoria de sua qualidade de vida.

    III. segregação residencial no espaço urbano, com expulsão das classes populares de áreas centrais e sua realocação em áreas distantes do centro da cidade.

    IV. produção de vazios urbanos para a valorização dos terrenos centrais pelo mercado imobiliário, impedindo que a população de baixa renda tivesse acesso à moradia digna.


    Estão corretas apenas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 2fc97cd2-fc
  • 2FBA0DC6-FC

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Um fluxo intenso de mudanças, atingindo todos os níveis da experiência social, transformou o cotidiano das populações urbanas do ocidente, marcado pelo desenvolvimento e uso da eletricidade, do petróleo, da siderurgia e pelos avanços dos transportes, das comunicações e da medicina. No ritmo dessas mudanças, surgiram os grandes complexos industriais e as metrópoles modernas, nas quais se observa uma nova temporalidade, marcada pelo ritmo de produção das máquinas, pela racionalização dos usos do tempo, com a implantação de relógios em espaços públicos.

    (SEVCENKO, Nicolau. Introdução. In: NOVAIS, Fernando (org.). História da Vida Privada no Brasil. Vol.III. São Paulo: Cia. das Letras, 1998). Adaptado.


    O contexto internacional da Revolução Técnico-Científica ao qual o texto se refere está relacionado à mudança institucional e à recomposição social e política da sociedade brasileira no período

    Escolha uma alternativa para a questão 2fba0dc6-fc
  • 2FB4F31A-FC

    Conhecimentos Gerais

    Economia
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Ampliando-se o público, ampliaram-se os jornais e as revistas em circulação. Fundaram-se associações artísticas e musicais em várias cidades. Aumentou a sociabilidade. Atenuou-se a disciplina rígida do patriarcalismo que segregava no lar a mulher de classe média e alta. A crescente diversificação ocupacional nos grandes centros urbanos tornou mais complexa a estrutura social.

    (VIOTTI DA COSTA, Emília. Da monarquia à República. Momentos decisivos. São Paulo: Grijaldo, 1977).


    Considerando o texto acima, é correto afirmar que, no contexto do final do século XIX, na região sudeste do Brasil, a urbanização estava associada às mudanças econômicas e sociais de uma/do _________ para uma/a _________, baseada na mão de obra _________.

    Escolha uma alternativa para a questão 2fb4f31a-fc
  • 2FB0224B-FC

    Geografia

    Urbanização
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    O gráfico a seguir apresenta uma estimativa da população urbana e rural no mundo, no período 1950-2050.


    Imagem da questão de Geografia, PUC - RS 2017, Urbanização


    Considerando os dados e o contexto a eles relacionado, NÃO é correto afirmar o que segue.

    Escolha uma alternativa para a questão 2fb0224b-fc
  • 2FABA5AD-FC

    Geografia

    Clima
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considerando que os furacões são eventos climáticos que devastam a paisagem de áreas urbanas e rurais, analise as sentenças a seguir, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).


    ( ) Furacões como Harvey e Irma, que atingiram a costa sudeste dos EUA destruindo prédios e arrancando árvores, são eventos característicos do final do verão do Hemisfério Norte, pois é nas baixas latitudes que estes se formam e ganham força enquanto se deslocam sobre o oceano.

    ( ) A ascensão de grandes volumes de vapor d’água é resultado da elevada temperatura dos oceanos, que forma, na porção central da estrutura, um centro de baixa pressão, alterando significativamente o nível do mar nas linhas de costa afetadas.

    ( ) Os tornados, assim como os furacões, ocorrem no final do verão, porém em áreas continentais, onde a influência do evento El Niño é mais significativa.

    ( ) A costa brasileira tem reduzida probabilidade de sofrer a ação dos ciclones tropicais, em virtude da relação entre massa continental e águas oceânicas, que dificulta a elevação da temperatura das águas superficiais.


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 2faba5ad-fc
  • 2FA8AD05-FC

    Geografia

    Geografia Política
    PUC - RS · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o mapa e analise as afirmativas referentes à região indicada.


    Imagem da questão de Geografia, PUC - RS 2017, Geografia Política

    Todas as afirmativas abaixo apresentam informações corretas sobre esta região, EXCETO:

    Escolha uma alternativa para a questão 2fa8ad05-fc