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Questões do ENEM: nível difícil

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Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 214 de 489.

  • D7B0B835-B7

    Português

    Gêneros Textuais
    IFN-MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos 5 e 6 para responder à questão.

    TEXTO 5 

    A língua de que usam, por toda a costa, carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não têm Fé, nem Lei, nem Rei, e essa maneira vivem desordenadamente, sem terem além disto conta, nem peso, nem medida. 

    GÂNGAVO, P. M.. A primeira história do Brasil: história da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2004 (Adaptado)


    TEXTO 6 

    Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo; por causa das águas que tem!

    Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parece-me que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar. E que não houvesse mais do que ter Vossa Alteza aqui esta pousada para essa navegação de Calicute bastava. Quanto mais, disposição para se ela cumprir e fazer o que Vossa Alteza tanto deseja, a saber, acrescentamento da nossa fé! [...]”.(Fragmento da Carta de Pero Vaz de Caminha).

    Disponível em: <http://escolakids.uol.com.br/carta-de-pero-vaz-de-caminha.htm>. Acesso em: 24 ago. 2016. 

    A literatura nascente no Brasil compreende os textos com objetivo informativo e formativo. Sobre os dois trechos, apresentados nos TEXTOS 5 e 6, que compõem as crônicas do “Descobrimento do Brasil”, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d7b0b835-b7
  • D7912653-B7

    Português

    Análise sintática
    IFN-MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “[...] Logo, pode-se dizer que, a não ser pela linguagem, pelas palavras, não conseguimos compreendê-lo. O que é o real? Não saberemos senão através da linguagem. Isto é, não saberemos – ao menos não completamente.” (linhas 4–7)

    Considerando o trecho do TEXTO 1, destacado anteriormente, o discurso se organiza, sequencialmente, por elementos linguísticos que, além de estabelecerem a coesão, introduzem ideias de:
    Escolha uma alternativa para a questão d7912653-b7
  • D78C8649-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    O autor do TEXTO 1 utiliza-se de argumentos de autoridade, fatos, exemplos e constrói suas opiniões para fortalecer a argumentação. Dos trechos a seguir, a única opção em que se recorreu ao fato é:
    Escolha uma alternativa para a questão d78c8649-b7
  • D7878321-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    Segundo o TEXTO 1, os discursos autoritários, ao redor do mundo, trazem como consequência:
    Escolha uma alternativa para a questão d7878321-b7
  • D77C0893-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “[...] a linguagem não é uma entidade objetiva e atemporal, mas, pelo contrário, essencialmente intersubjetiva e historicamente determinada.” (linhas 19-21)

    Ao defender que a linguagem não é uma entidade objetiva e atemporal, o autor do TEXTO 1 reconhece que:
    Escolha uma alternativa para a questão d77c0893-b7
  • B3A73997-B6

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    “Meus heróis morreram de overdose

    Meus inimigos estão no poder

    Ideologia

    Eu quero uma pra viver

    Ideologia

    Eu quero uma pra viver”

                                                                                               Fonte: Ideologia, 1988. Cazuza


    No trecho da música Ideologia, o cantor Cazuza trata de um dos efeitos sociais relacionados aos momentos finais da Guerra Fria. Esse efeito associa-se à

    Escolha uma alternativa para a questão b3a73997-b6
  • B3497DBF-B6

    Inglês

    Tradução | Translation
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Tradução | Translation
    A palavra “scholarship” (linha 1) pode ser traduzida como
    Escolha uma alternativa para a questão b3497dbf-b6
  • 5E705187-B6

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I


    ME EXPLICA

    Entenda o zika vírus e seus sintomas

    Doença é transmitida pelo mosquito 'Aedes aegypti', o mesmo vetor da dengue e da febre chikungunya

    O que é o zika?

    É uma infecção causada pelo zika vírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya.

    Posso ser contaminado se entrar em contato com alguém contaminado pelo vírus?

    Não. A transmissão acontece pelo picada do mosquito, que após picar alguém contaminado, pode transportar o vírus durante toda a sua vida.

    Como é o processo de transmissão?

    A fêmea do mosquito deposita seus ovos em locais com água parada. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas.

    Quais são os sintomas?

    Os maiores incômodos são febre baixa e comichão na pele, além de manchas avermelhadas. O mosquito adulto do Aedes aegypti vive em média 45 dias, e depois que a pessoa é picada leva de 3 a 12 dias para os sintomas aparecerem.

    Mas zika é dengue? Qual a diferença entre um e outro?

    Os sintomas do zika vírus são bastante parecidos (febre, mal-estar, dores nas articulações) com os da dengue, mas menos intensos. E, claro, o vírus da dengue não causa microcefalia.

    Zika pode causar microcefalia?

    Sim. Foram encontrados vírus no líquido que envolve o bebê durante a gravidez e também no líquido do sistema nervoso central dos bebês diagnosticados com microcefalia.

    Como isso acontece?

    O vírus invade a placenta, entra na corrente sanguínea do bebê e vai direto para o cérebro. Ali, o vírus pode provocar uma inflamação que retarda a multiplicação dos neurônios e prejudica a formação do cérebro da criança.

    Existe algum tratamento para o zika? Como posso me prevenir?

    Ainda não há tratamento específico para a doença, apenas para o alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, a pessoa deve ser mantida sob mosquiteiros durante o estado febril, para evitar que algum Aedes aegypti a pique.

    Mas alguém já está pesquisando a cura para o vírus?

    Claro. Alguns cientistas da Universidade do Texas estão em busca de uma vacina contra o zika.

    É verdade que o vírus se espalhou pela América Latina?

    Sim. Ao menos 21 países já estão contaminados. A OMS, por sua vez, estima que pelo menos 4 milhões de pessoas serão infectadas pelo zika vírus na América em 2016.

    E ele pode se espalhar pelo mundo?

    Sim. No dia 1º de fevereiro a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência mundial por conta dos casos de microcefalia causados pelo zika.

    Fonte: ME EXPLICA, de 29 de fevereiro de 2016. Disponível em <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/me-explica/entenda-o-zika-virus-e-seus-sintomas/>. Acessado em 07/03/2016.

    O título do texto I “ME EXPLICA” deve ser considerado
    Escolha uma alternativa para a questão 5e705187-b6
  • 49299AA4-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    A nova parceria entre as redes sociais surgiu após:
    Escolha uma alternativa para a questão 49299aa4-b6
  • 4924B5A2-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    Assinale a alternativa que expressa a ideia principal do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 4924b5a2-b6
  • 4920E953-B6

    História

    Construção de Estados e o Absolutismo
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O interesse de Napoleão Bonaparte em decretar o Bloqueio Continental, em 1806, deve-se ao fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 4920e953-b6
  • 4919C8EA-B6

    História

    História do Brasil
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “Em toda esta área não há, talvez, uma cidade ou povoado onde não tenha aparecido: Inhambupe, Bom Conselho, Jeremoabo, Cumbe, Mocambo, Maçará, Pombal, Monte Santo, Tucano e outros viram-no chegar, acompanhado da farândola de fiéis. Em quase todas deixava um traço da passagem: aqui um cemitério arruinado de muros reconstruídos; além de uma Igreja renovada; adiante uma capela que se erguia; elegante sempre.”

    Trata-se de excerto do escritor Euclides da Cunha, em Os Sertões, destacando a atuação de Antônio Conselheiro, que, posteriormente, no movimento de Canudos,
    Escolha uma alternativa para a questão 4919c8ea-b6
  • 48F30F48-B6

    Atualidades

    Desastres Naturais e Humanos na Atualidade
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    IMPACTOS AMBIENTAIS DO ACIDENTE EM MARIANA (MG)
    Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na economia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.

    No dia 05 de novembro de 2015, a barragem de Fundão da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. A lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.                                 
    <http://brasilescola.uol.com.br/biologia/impactos-ambientais-acidente-marianamg.htm>. Acesso em 20 de outubro de 2016.
    Com base no texto acima, assinale a alternativa correta: 
    Escolha uma alternativa para a questão 48f30f48-b6
  • 48E9C353-B6

    Biologia

    Evolução biológica
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A Seleção Natural é a peça central da Teoria da Evolução de Darwin. Ela fornece uma explicação natural para as origens da adaptação, incluindo todos os atributos anatômicos, comportamentais, ontogenéticos e fisiológicos que aumentam a capacidade de um organismo de utilizar recursos ambientais para sobreviver e reproduzir-se. Darwin desenvolveu sua teoria de Seleção Natural como uma série de observações, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão 48e9c353-b6
  • 48E0F945-B6

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Tanto a comunidade científica internacional quanto governos e entidades não-governamentais ambientalistas vêm alertando para a perda da diversidade biológica em todo o mundo, e, particularmente nas regiões tropicais. A degradação biótica que está afetando o planeta encontra raízes na condição humana contemporânea, agravada pelo crescimento explosivo da população humana e pela distribuição desigual da riqueza. A perda da diversidade biológica envolve aspectos sociais, econômicos, culturais e científicos. Dos principais processos responsáveis pela perda da Biodiversidade, qual não está correto?
    Escolha uma alternativa para a questão 48e0f945-b6
  • 48A0BAC1-B6

    Física

    Eletricidade
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Conforme especificado por um vendedor de lâmpadas, os valores nominais para lâmpadas incandescentes, fluorescentes e LED (diodo emissor de luz), são:

    LUMEN INCANDESCENTES FLUORESCENTES LED
    450 lm 40 W / 110 V 11 W / 110 V 5 W / 110 V
    800 lm 60 W / 110 V 15 W / 110 V 7 W / 110 V
    1400 lm 80 W / 110 V 19 W / 110 V 9 W / 110 V
    1600 lm 100 W / 110 V 25 W / 110 V 12 W / 110 V
    1760 lm 115 W / 110 V 30 W / 110 V 16 W / 110 V

    Supondo que o intuito do quadro comparativo é informar ao comprador o "efeito luminoso", por meio do fluxo luminoso, em "lumen", relacionado com a potência das lâmpadas, podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 48a0bac1-b6
  • 4870E799-B6

    Matemática

    Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Dadas as funções f(x) = x/ x+3, definida para R – {-3} e g(x) = x + 2/x, definida para R – {0}. Então o conjunto de todas as soluções da desigualdade f(g(x)) ˃ f(x) está no intervalo da alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4870e799-b6
  • 484F19C1-B6

    Português

    Análise sintática
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere o fragmento do conto O Enfermeiro, de Machado de Assis, da obra Várias Histórias.

         Parece-lhe então que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição única de que não há de divulgar nada antes da minha morte. Não esperará muito, pode ser que oito dias, se não for menos; estou desenganado. 
        Olhe, eu podia mesmo contar-lhe a minha vida inteira, em que há outras cousas interessantes, mas para isso era preciso tempo, ânimo e papel, e eu só tenho papel; o ânimo é frouxo, e o tempo assemelha-se à lamparina de madrugada. Não tarda o sol do outro dia, um sol dos diabos, impenetrável como a vida. Adeus, meu caro senhor, leia isto e queira-me bem; perdoe-me o que lhe parecer mau, e não maltrate muito a arruda, se lhe não cheira a rosas. Pediu-me um documento humano, ei-lo aqui. Não me peça também o império do Grão-Mogol, nem a fotografia dos Macabeus; peça, porém, os meus sapatos de defunto e não os dou a ninguém mais.
        Já sabe que foi em 1860. No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo, — quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava, delicadamente, casa, cama e mesa. Naquele mês de agosto de 1859, recebeu ele uma carta de um vigário de certa vila do interior, perguntando se conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao coronel Felisberto, mediante um bom ordenado. O padre falou-me, aceitei com ambas as mãos, estava já enfarado de copiar citações latinas e fórmulas eclesiásticas. Vim à Corte despedir-me de um irmão, e segui para a vila.
         Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.
        Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!
        — Você é gatuno?
        — Não, senhor
       Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão somente Procópio, ao que respondi que estaria pelo que fosse de seu agrado. Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor idéia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.
         No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores. Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião. Não tardou a ocasião.
          Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dous ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.
          — Estou na dependura, Procópio, dizia-me ele à noite; não posso viver muito tempo. Estou aqui, estou na cova. Você há de ir ao meu enterro, Procópio; não o dispenso por nada. Há de ir, há de rezar ao pé da minha sepultura. Se não for, acrescentou rindo, eu voltarei de noite para lhe puxar as pernas. Você crê em almas de outro mundo, Procópio?
          — Qual o quê!
         — E por que é que não há de crer, seu burro? redargüiu vivamente, arregalando os olhos.
        Eram assim as pazes; imagine a guerra. Coibiu-se das bengaladas; mas as injúrias ficaram as mesmas, se não piores. Eu, com o tempo, fui calejando, e não dava mais por nada; era burro, camelo, pedaço d’asno, idiota, moleirão, era tudo. Nem, ao menos, havia mais gente que recolhesse uma parte desses nomes.
          Não tinha parentes; tinha um sobrinho que morreu tísico, em fins de maio ou princípios de julho, em Minas. Os amigos iam por lá às vezes aprová-lo, aplaudi-lo, e nada mais; cinco, dez minutos de visita. Restava eu; era eu sozinho para um dicionário inteiro. Mais de uma vez resolvi sair; mas, instado pelo vigário, ia ficando. Não só as relações foram-se tornando melindrosas, mas eu estava ansioso por tornar à Corte. Aos quarenta e dois anos não é que havia de acostumar-me à reclusão constante, ao pé de um doente bravio, no interior.
         Para avaliar o meu isolamento, basta saber que eu nem lia os jornais; salvo alguma notícia mais importante que levavam ao coronel, eu nada sabia do resto do mundo. Entendi, portanto, voltar para a Corte, na primeira ocasião, ainda que tivesse de brigar com o vigário. Bom é dizer (visto que faço uma confissão geral) que, nada gastando e tendo guardado integralmente os ordenados, estava ansioso por vir dissipá-los aqui. Era provável que a ocasião aparecesse.
         O coronel estava pior, fez testamento, descompondo o tabelião, quase tanto como a mim. O trato era mais duro, os breves lapsos de sossego e brandura faziam-se raros. Já por esse tempo tinha eu perdido a escassa dose de piedade que me fazia esquecer os excessos do doente; trazia dentro de mim um fermento de ódio e aversão.
         No princípio de agosto resolvi definitivamente sair; o vigário e o médico, aceitando as razões, pediram-me que ficasse algum tempo mais. Concedi-lhes um mês; no fim de um mês viria embora, qualquer que fosse o estado do doente. O vigário tratou de procurar-me substituto. Vai ver o que aconteceu. Na noite de vinte e quatro de agosto, o coronel teve um acesso de raiva, atropelou-me, disse-me muito nome cru, ameaçou-me de um tiro, e acabou atirando-me um prato de mingau, que achou frio, o prato foi cair na parede onde se fez em pedaços.
             — Hás de pagá-lo, ladrão! bradou ele. Resmungou ainda muito tempo.
           Às onze horas passou pelo sono. Enquanto ele dormia, saquei um livro do bolso, um velho romance de d’Arlincourt, traduzido, que lá achei, e pus-me a lê-lo, no mesmo quarto, a pequena distância da cama; tinha de acordá-lo à meia-noite para lhe dar o remédio. Ou fosse de cansaço, ou do livro, antes de chegar ao fim da segunda página adormeci também. Acordei aos gritos do coronel, e levantei-me estremunhado. Ele, que parecia delirar, continuou nos mesmos gritos, e acabou por lançar mão da moringa e arremessá-la contra mim. Não tive tempo de desviar-me; a moringa bateu-me na face esquerda, e tal foi a dor que não vi mais nada; atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o. (...)
    Analise o trecho abaixo:
    Olhe, eu podia mesmo contar-lhe a minha vida inteira, em que há outras cousas interessantes, mas para isso era preciso tempo, ânimo e papel, e eu só tenho papel.

    Do ponto de vista da construção sintática, é correto afirmar que esse período é composto por:
    Escolha uma alternativa para a questão 484f19c1-b6
  • 484A4D09-B6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IF-RR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere o fragmento do conto O Enfermeiro, de Machado de Assis, da obra Várias Histórias.

         Parece-lhe então que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição única de que não há de divulgar nada antes da minha morte. Não esperará muito, pode ser que oito dias, se não for menos; estou desenganado. 
        Olhe, eu podia mesmo contar-lhe a minha vida inteira, em que há outras cousas interessantes, mas para isso era preciso tempo, ânimo e papel, e eu só tenho papel; o ânimo é frouxo, e o tempo assemelha-se à lamparina de madrugada. Não tarda o sol do outro dia, um sol dos diabos, impenetrável como a vida. Adeus, meu caro senhor, leia isto e queira-me bem; perdoe-me o que lhe parecer mau, e não maltrate muito a arruda, se lhe não cheira a rosas. Pediu-me um documento humano, ei-lo aqui. Não me peça também o império do Grão-Mogol, nem a fotografia dos Macabeus; peça, porém, os meus sapatos de defunto e não os dou a ninguém mais.
        Já sabe que foi em 1860. No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo, — quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava, delicadamente, casa, cama e mesa. Naquele mês de agosto de 1859, recebeu ele uma carta de um vigário de certa vila do interior, perguntando se conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao coronel Felisberto, mediante um bom ordenado. O padre falou-me, aceitei com ambas as mãos, estava já enfarado de copiar citações latinas e fórmulas eclesiásticas. Vim à Corte despedir-me de um irmão, e segui para a vila.
         Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.
        Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!
        — Você é gatuno?
        — Não, senhor
       Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão somente Procópio, ao que respondi que estaria pelo que fosse de seu agrado. Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor idéia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.
         No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores. Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião. Não tardou a ocasião.
          Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dous ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.
          — Estou na dependura, Procópio, dizia-me ele à noite; não posso viver muito tempo. Estou aqui, estou na cova. Você há de ir ao meu enterro, Procópio; não o dispenso por nada. Há de ir, há de rezar ao pé da minha sepultura. Se não for, acrescentou rindo, eu voltarei de noite para lhe puxar as pernas. Você crê em almas de outro mundo, Procópio?
          — Qual o quê!
         — E por que é que não há de crer, seu burro? redargüiu vivamente, arregalando os olhos.
        Eram assim as pazes; imagine a guerra. Coibiu-se das bengaladas; mas as injúrias ficaram as mesmas, se não piores. Eu, com o tempo, fui calejando, e não dava mais por nada; era burro, camelo, pedaço d’asno, idiota, moleirão, era tudo. Nem, ao menos, havia mais gente que recolhesse uma parte desses nomes.
          Não tinha parentes; tinha um sobrinho que morreu tísico, em fins de maio ou princípios de julho, em Minas. Os amigos iam por lá às vezes aprová-lo, aplaudi-lo, e nada mais; cinco, dez minutos de visita. Restava eu; era eu sozinho para um dicionário inteiro. Mais de uma vez resolvi sair; mas, instado pelo vigário, ia ficando. Não só as relações foram-se tornando melindrosas, mas eu estava ansioso por tornar à Corte. Aos quarenta e dois anos não é que havia de acostumar-me à reclusão constante, ao pé de um doente bravio, no interior.
         Para avaliar o meu isolamento, basta saber que eu nem lia os jornais; salvo alguma notícia mais importante que levavam ao coronel, eu nada sabia do resto do mundo. Entendi, portanto, voltar para a Corte, na primeira ocasião, ainda que tivesse de brigar com o vigário. Bom é dizer (visto que faço uma confissão geral) que, nada gastando e tendo guardado integralmente os ordenados, estava ansioso por vir dissipá-los aqui. Era provável que a ocasião aparecesse.
         O coronel estava pior, fez testamento, descompondo o tabelião, quase tanto como a mim. O trato era mais duro, os breves lapsos de sossego e brandura faziam-se raros. Já por esse tempo tinha eu perdido a escassa dose de piedade que me fazia esquecer os excessos do doente; trazia dentro de mim um fermento de ódio e aversão.
         No princípio de agosto resolvi definitivamente sair; o vigário e o médico, aceitando as razões, pediram-me que ficasse algum tempo mais. Concedi-lhes um mês; no fim de um mês viria embora, qualquer que fosse o estado do doente. O vigário tratou de procurar-me substituto. Vai ver o que aconteceu. Na noite de vinte e quatro de agosto, o coronel teve um acesso de raiva, atropelou-me, disse-me muito nome cru, ameaçou-me de um tiro, e acabou atirando-me um prato de mingau, que achou frio, o prato foi cair na parede onde se fez em pedaços.
             — Hás de pagá-lo, ladrão! bradou ele. Resmungou ainda muito tempo.
           Às onze horas passou pelo sono. Enquanto ele dormia, saquei um livro do bolso, um velho romance de d’Arlincourt, traduzido, que lá achei, e pus-me a lê-lo, no mesmo quarto, a pequena distância da cama; tinha de acordá-lo à meia-noite para lhe dar o remédio. Ou fosse de cansaço, ou do livro, antes de chegar ao fim da segunda página adormeci também. Acordei aos gritos do coronel, e levantei-me estremunhado. Ele, que parecia delirar, continuou nos mesmos gritos, e acabou por lançar mão da moringa e arremessá-la contra mim. Não tive tempo de desviar-me; a moringa bateu-me na face esquerda, e tal foi a dor que não vi mais nada; atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o. (...)
    Assinale a alternativa cuja frase apresenta concordância correta, obedecendo à regra empregada em "Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada".
    Escolha uma alternativa para a questão 484a4d09-b6