Questões do ENEM: Universidade de São Paulo (USP)

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1.072 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 54.

  • D1A9E7DC-F2

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe as imagens das duas charges de Angelo Agostini publicadas no periódico Vida Fluminense. Ambas oferecem representações sobre a Guerra do Paraguai, que causaram forte impacto na opinião pública. A imagem I retrata Solano López como o “Nero do século XIX”; a imagem II figura um soldado brasileiro que retorna dos campos de batalha.


    Imagem da questão de História, da prova de 2018


    Sobre as imagens, é correto afirmar, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão d1a9e7dc-f2
  • D1A6470D-F2

    História

    Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Em junho de 1995, a seleção de rugby da África do Sul conquistou a Copa do Mundo dessa modalidade esportiva ao vencer a equipe da Nova Zelândia por 15 a 12, na cidade de Johannesburgo. O capitão sul‐africano, François Pienaar, recebeu a taça destinada à seleção campeã das mãos de Nelson Mandela.


    Esse acontecimento esportivo

    Escolha uma alternativa para a questão d1a6470d-f2
  • D1A27853-F2

    História

    Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa
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    É difícil acreditar que a Revolução Francesa teria sido muito diferente, mesmo que a Revolução Americana nunca tivesse acontecido. É fácil mostrar que os americanos não tentaram uma semelhante ruptura substancial com o passado, como fizeram os franceses. No entanto, (...) as duas revoluções foram muito parecidas.

    Robert R. Palmer, The Age of The Democratic Revolution: The Challenge, Princeton, Princeton University Presse, vol I, 1959, p.267.


    Com base no texto e em seus conhecimentos acerca da Revolução Francesa e do revolucionário processo de independência dos Estados Unidos, assinale a afirmação correta.

    Escolha uma alternativa para a questão d1a27853-f2
  • D19E076F-F2

    História

    História do Brasil
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    Imagem da questão de História, da prova de 2018


    Produzida no contexto da implantação da ordem republicana no Brasil, esta imagem

    Escolha uma alternativa para a questão d19e076f-f2
  • D199C4A8-F2

    História

    História Geral
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    Sob qualquer aspecto, este [a Revolução Industrial] foi provavelmente o maisimportante acontecimento na história do mundo, pelo menos desde a invenção da agricultura e das cidades. E foi iniciado pela Grã‐Bretanha. É evidente que isto não foi acidental.

    Eric Hobsbawm, A Era das Revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 2005. 19ª edição, p. 52.


    A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra nos decênios finais do século XVIII,

    Escolha uma alternativa para a questão d199c4a8-f2
  • D195E41B-F2

    História

    História do Brasil
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    Examine a tabela.


    Imagem da questão de História, da prova de 2018


    Os dados da tabela referem‐se a anos transcorridos durante a Ditadura Militar no Brasil. O desempenho econômico nesse período entrelaçou‐se ao panorama político do país. Nesse sentido, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão d195e41b-f2
  • D1920757-F2

    História

    História Geral
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a revolução cultural ocorrida na China, a partir de 1966, é correto afirmar que se tratou de
    Escolha uma alternativa para a questão d1920757-f2
  • D18DC99B-F2

    História

    História Geral
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    Imagem da questão de História, da prova de 2018


    Esta imagem é a reprodução de

    Escolha uma alternativa para a questão d18dc99b-f2
  • D18A0604-F2

    História

    História Geral
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    Os comentadores do texto sagrado (…) reconhecem a submissão da mulher ao homem como um dos momentos da divisão hierárquica que regula as relações entre Deus, Cristo e a humanidade, encontrando ainda a origem e o fundamento divino daquela submissão na cena primária da criação de Adão e Eva e no seu destino antes e depois da queda.

    CASAGRANDE, C., A mulher sob custódia, in: História das Mulheres, Lisboa: Afrontamento, 1993, v. 2, p. 122‐123.


    O excerto refere‐se à apreensão de determinadas passagens bíblicas pela cristandade medieval, especificamente em relação à condição das mulheres na sociedade feudal. A esse respeito, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão d18a0604-f2
  • D1864347-F2

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
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    (…) o “arco do triunfo” é um fragmento de muro que, embora isolado da muralha, tem a forma de uma porta da cidade. (...) Os primeiros exemplos documentados são estruturas do século II a.C., mas os principais arcos de triunfo são os do Império, como os arcos de Tito, de Sétimo Severo ou de Constantino, todos no foro romano, e todos de grande beleza pela elegância de suas proporções.

    PEREIRA, J. R. A., Introdução à arquitetura. Das origens ao século XXI. Porto Alegre: Salvaterra, 2010, p. 81.


    Dentre os vários aspectos da arquitetura romana, destaca‐se a monumentalidade de suas construções. A relação entre o “arco do triunfo” e a História de Roma está baseada

    Escolha uma alternativa para a questão d1864347-f2
  • D18266B6-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Com base no texto e nos fatos que envolveram a política imigratória dos EUA em junho de 2018, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d18266b6-f2
  • D17E453B-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Segundo o texto, após ingresso nos Estados Unidos, os migrantes que requerem asilo
    Escolha uma alternativa para a questão d17e453b-f2
  • D17AB622-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    A frase nominal “this kind of barrier” (L. 14‐15) refere‐se
    Escolha uma alternativa para a questão d17ab622-f2
  • D176E693-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    De acordo com o texto, para ingresso nos Estados Unidos, o cruzamento da fronteira entre este país e o México, no local denominado The Gateway International Bridge, é
    Escolha uma alternativa para a questão d176e693-f2
  • D172F55C-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    De acordo com o texto, considera‐se contraditório, em relação à percepção humana do tempo,
    Escolha uma alternativa para a questão d172f55c-f2
  • D16F0AE0-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a expressão que melhor representa o caráter supostamente exato do tempo é:
    Escolha uma alternativa para a questão d16f0ae0-f2
  • D16B1341-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a pergunta “What time is it?” (L. 1), inserida no debate da ciência moderna sobre a noção de tempo,
    Escolha uma alternativa para a questão d16b1341-f2
  • D167BC9F-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    I. Cinquenta anos! Não era preciso confessá‐lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto* como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial da marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou‐me dançar uma polca, embriagar‐ me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos.  

    *ágil


    II. Meu caro crítico,

         Algumas páginas atrás, dizendo eu que tinha cinquenta anos, acrescentei: “Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias”. Talvez aches esta frase incompreensível, sabendo‐se o meu atual estado; mas eu chamo a tua atenção para a sutileza daquele pensamento. O que eu quero dizer não é que esteja agora mais velho do que quando comecei o livro. A morte não envelhece. Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente. Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.

                              Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.

    A passagem final do texto II – “Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.” – denota um elemento presente no estilo do romance, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão d167bc9f-f2
  • D163DBF6-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    I. Cinquenta anos! Não era preciso confessá‐lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto* como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial da marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou‐me dançar uma polca, embriagar‐ me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos.  

    *ágil


    II. Meu caro crítico,

         Algumas páginas atrás, dizendo eu que tinha cinquenta anos, acrescentei: “Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias”. Talvez aches esta frase incompreensível, sabendo‐se o meu atual estado; mas eu chamo a tua atenção para a sutileza daquele pensamento. O que eu quero dizer não é que esteja agora mais velho do que quando comecei o livro. A morte não envelhece. Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente. Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.

                              Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.

    Entre os doistrechos do romance, nota‐se o movimento que vai da memória de vivências à revisão que o defunto autor faz de um mesmo episódio. A citação, pertencente a outro capítulo do mesmo livro, que melhor sintetiza essa duplicidade narrativa, é:
    Escolha uma alternativa para a questão d163dbf6-f2
  • D1604F71-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    E grita a piranha cor de palha, irritadíssima:

    – Tenho dentes de navalha, e com um pulo de ida‐e‐volta resolvo a questão!...

    – Exagero... – diz a arraia – eu durmo na areia, de ferrão a prumo, e sempre há um descuidoso que vem se espetar.

    – Pois, amigas, – murmura o gimnoto*, mole, carregando a bateria – nem quero pensar no assunto: se eu soltar três pensamentos elétricos, bate‐poço, poço em volta, até vocês duas boiarão mortas...

    *peixe elétrico.


    Esse texto, extraído de Sagarana, de Guimarães Rosa,

    Escolha uma alternativa para a questão d1604f71-f2