Questões do ENEM: Universidade Estadual de Goiás (UEG)

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1.285 questões encontradas. Mostrando a página 40 de 65.

  • 6A3974C6-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    A leitura, tanto da imagem quanto do poema apresentados, metaforiza o caráter
    Escolha uma alternativa para a questão 6a3974c6-c4
  • 6A330D30-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    No enunciado “É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas”, a parte “afinal descoberta pelas massas” estabelece o seguinte pressuposto:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a330d30-c4
  • 6A2BDB63-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    Considere o seguinte recorte: “As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.

    O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma
    Escolha uma alternativa para a questão 6a2bdb63-c4
  • 6A291128-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O processo argumentativo do texto é construído a partir do seguinte procedimento:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a291128-c4
  • 6A25E84C-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a25e84c-c4
  • 6A22D47C-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Escolha uma alternativa para a questão 6a22d47c-c4
  • 6A203C8B-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em termos de sentido, verifica se que
    Escolha uma alternativa para a questão 6a203c8b-c4
  • 6A1A83E8-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão. 

    The true potential of technology to change behavior

        Technology could successfully change behaviours where decades of campaigns and legislation have failed. With the quantified self already walking among us and the internet of things within easy reach, digital technology is creating unprecedented opportunities to encourage, enable and empower more sustainable behaviours.
        If we are to unlock the power of technology we must be more ambitious than simply digitising analogue strategies or creating another communications channel.
        The true potential of technology lies in its ability to do things that nothing else can do. In behaviour change terms, the potential to succeed where decades of education programmes, awareness campaigns and product innovation have failed; to make a difference where government policy and legislation has had limited impact.
        Using behavioural insights, it is possible to highlight the bottlenecks, drop out points and achilles heels of traditional behaviour change efforts — the reasons why we have failed in the past — and apply the unique possibilities of technology to these specific challenges.

    Overcoming our limitations

        Luckily, the history of the human race is almost defined by its ability to invent stuff that bolsters its feeble capabilities. That stuff is, of course, what we generically refer to as 'technology'. And in the same way that the internal combustion engine and the light bulb allow us to overcome our relatively feeble powers of motion and perception, so digital technology can be directed to overcoming our relatively feeble powers of reasoning, selfcontrol, motivation, self-awareness and agency—the factors that make behaviour change so difficult.
        Herein lies the true potential of technology: not in the laboratory or the workshop, but in an understanding of the behavioural dynamics that define the human condition, both generally and within the context of a specific user-group, market segment or community.

    Fonte: JOHNSON, Steven. Recognising the true potential of technology to change behaviour. Disponível em: . Acesso em: 23 ago. 2017. (Adaptado).
    Considering the ideas expressed in the text, technology
    Escolha uma alternativa para a questão 6a1a83e8-c4
  • BBD175A7-F7

    Conhecimentos Gerais

    Sociedade e Comportamento
    UEG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A mercantilização é um dos fenômenos característicos da modernidade. O mercado foi tematizado pelas ciências humanas e cada vez mais vem sendo abordado por filósofos, especialmente o fenômeno que alguns denominam “idolatria do mercado”.

    Partindo das análises sociológicas e filosóficas a respeito da relação entre mercantilização das relações sociais e consciência, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão bbd175a7-f7
  • BBCE07C9-F7

    Sociologia

    Conceito de poder
    UEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    O poder político é um dos temas fundamentais da filosofia e da sociologia. Na história do pensamento social, tanto filosófico quanto sociológico, diversas concepções de poder foram produzidas. A esse respeito, nota-se que
    Escolha uma alternativa para a questão bbce07c9-f7
  • BBCB278F-F7

    Filosofia

    A Política
    UEG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fenômeno da ideologia é um dos temas fundamentais tanto da reflexão filosófica quanto da sociológica. A esse respeito, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão bbcb278f-f7
  • BBC84A16-F7

    Filosofia

    A Política
    UEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    O ser humano é explicado por diversas abordagens sociológicas e filosóficas que propõem diferentes concepções de natureza humana, chegando mesmo a negá-la.

    Em relação a tais concepções, tem-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão bbc84a16-f7
  • BBBA68E0-F7

    Geografia

    Cartografia
    UEG · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a figura a seguir.


    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2016

    Fonte: <http://www.geografiaparatodos.com.br/index.prp?pag=cap_3_geoprocessamento_e_mapas>. Acesso em: 17 ago. 2016.


    Os tipos de projeções cartográficas representados na figura são, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão bbba68e0-f7
  • BBB6AE5E-F7

    Sociologia

    Política, poder e Estado
    UEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Árabes, Turcos, Mongóis, que sucessivamente invadiram a Índia, cedo ficaram indianizados, uma vez que, segundo uma lei eterna da história, os conquistadores bárbaros são eles próprios conquistados pela superior civilização dos seus súditos. Os Britânicos foram os primeiros conquistadores superiores e, por conseguinte, inacessíveis à civilização hindu. Destruíram-na, rebentando com as comunidades nativas, arrancando pela raiz a indústria nativa e nivelando tudo o que era grande e elevado na sociedade nativa.

    Karl Marx. In. PRAXEDES, Walter. Eurocentrismo e racismo nos clássicos da filosofia e das ciências sociais. Revista Espaço Acadêmico. n. 83. Abril de 2008. Disponível em: <http://www.espacoacademico.com.br/083/83praxedes.html>. Acesso em: 02 set. 2016.

    O autor do texto citado foi Karl Marx (1818-1883), um dos mais destacados intelectuais da segunda metade do século XIX. Como documento histórico de uma época, o texto revela que
    Escolha uma alternativa para a questão bbb6ae5e-f7
  • BBB344CA-F7

    Conhecimentos Gerais

    Guerras, Conflitos e Terrorismo
    UEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise as imagens a seguir.


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, da prova de 2016


    As duas fotografias representam dois momentos de reação de civis ao poder militar, sendo que

    Escolha uma alternativa para a questão bbb344ca-f7
  • BBACB436-F7

    Conhecimentos Gerais

    Sociedade e Comportamento
    UEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Ao vencer sua 13º medalha de ouro em competições olímpicas individuais – 200 m medley – o americano Michael Phelps superou Leônidas de Rodes, um dos mais famosos atletas olímpicos da Antiguidade. Leônidas competiu nos jogos de 164 a. C. e conquistou a coroa de louros em três corridas – o estádio (cerca de 180 metros), o diaulo (cerca do dobro do estádio) e na corrida hoplitódromo, na qual os participantes tinham que usar proteção nas pernas, elmo e escudo [...]. O recorde de Leônidas durou cerca de 2.160 anos, atravessando milênios, guerras e mudanças.

    Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-37028519>. Acesso em: 01 set. 2016.

    Os Jogos Olímpicos da Antiguidade surgiram de um acordo de paz travado em 776 a. C., na cidade de Olímpia, entre reis de diversas regiões da Grécia. Comparando o contexto histórico dos feitos de Phelps ao de Leônidas destaca-se
    Escolha uma alternativa para a questão bbacb436-f7
  • BBA95D22-F7

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre a América Latina
    UEG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    As guerras estrangeiras, como métodos políticos, sempre foram encaradas pelo país como importunas e até criminosas, e nesse sentido especialmente a Guerra do Paraguai não deixou de sê-lo; os voluntários que a ela acudiram eram, de fato, muito pouco por vontade própria.

    LIMA, Oliveira. In. HOLANDA, Sérgio B. de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995. p. 177.

    O texto citado, do embaixador Oliveira Lima, tematiza a política belicista brasileira e corrobora a ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão bba95d22-f7