Questões do ENEM: Faculdade Cásper Líbero

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462 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 24.

  • FE46DB8F-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O stress hídrico virou pauta de diferentes fóruns sociais e, nesse momento, aflige de forma inédita a população do Sudeste brasileiro.
    Os dados apresentados nos gráficos da ANA (Agência Nacional das Águas) retratam a distribuição da água no mundo e o consumo brasileiro. Com base na análise dos dados, conclui-se que

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    Escolha uma alternativa para a questão fe46db8f-e7
  • FE42D82B-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto, escrito por uma historiadora, aborda o papel da imprensa na passagem do século XIX para o XX:
    “O jornal O Estado de São Paulo pode ser visto como um dos protagonistas do projeto modernizador de uma elite que achava possível efetivar a substituição do mundo da superstição pelos valores racionais do nacionalismo. A palavra escrita e, sobretudo, a impressa é um dos componentes da formação da comunidade imaginada. É certo que não tínhamos uma comunidade formada majoritariamente por leitores e nossa elite letrada, além de igualmente reduzida, era grandemente tributária dos padrões europeus.” (Valéria Guimarães.Adaptado).
    Segundo o ponto de vista da autora, naquele período histórico, a imprensa
    Escolha uma alternativa para a questão fe42d82b-e7
  • FE3FFD1D-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Desde quando seus antepassados foram trazidos da África, o menino negro sabe quem manda e quem obedece. O tronco e a chibata no lombo de seus antepassados surraram também sua memória e lhe ensinaram as lições que sobrevivem 125 anos depois da liberdade sem conteúdo da Lei Áurea. Esse menino descende de homens livres há mais de um século. Mas a chibata ficou lá dentro da alma, ferindo, dobrando, humilhando, criando desconfiança, ensinando artimanhas de quilombo para sobreviver.” (José de Souza Martins. Estadão).
    Segundo o texto do sociólogo José de Souza Martins, o processo social após a abolição da escravatura no Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão fe3ffd1d-e7
  • FE3C871C-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    No brilhante artigo “Dos canibais”, Montaigne demonstra ter compreendido bem o significado do canibalismo tupinambá, que horrorizava os europeus: os inimigos aprisionados são honrados como grandes guerreiros ao serem mortos e devorados, transmitindo sua coragem aos vencedores. Sorrateiramente, compara a prática com as guerras civis que estavam ocorrendo entre huguenotes e católicos franceses, e seus horrendos métodos para obter informações, castigar ou simplesmente torturar os inimigos mútuos – todos franceses. (Mércio Pereira Gomes. Adaptado).
    No artigo, o escritor francês faz alusão ao comportamento cultural que, posteriormente, seria classificado pela antropologia como
    Escolha uma alternativa para a questão fe3c871c-e7
  • FE38F919-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Os melhores contos, de João Antônio, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe38f919-e7
  • FE30E68C-E7

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Cásper Líbero · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de A cidade e as serras, de Eça de Queirós.
    Escolha uma alternativa para a questão fe30e68c-e7
  • FE2DE576-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre A cidade e as serras, de Eça de Queirós, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe2de576-e7
  • FE2B197D-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Viagens na minha terra, de Almeida Garrett:
    Escolha uma alternativa para a questão fe2b197d-e7
  • FE28327E-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o tema da viagem em Viagens na minha terra, de Almeida Garrett, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe28327e-e7
  • FE20BAF2-E7

    Português

    Pontuação
    Faculdade Cásper Líbero · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    A vírgula em “Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres” foi usada para separar
    Escolha uma alternativa para a questão fe20baf2-e7
  • FE1C6528-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado do verbo “mitigar” em “... a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças”.
    Escolha uma alternativa para a questão fe1c6528-e7
  • FE192B90-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente, de acordo com o texto, duas consequências que a desigualdade econômica extrema pode provocar.
    Escolha uma alternativa para a questão fe192b90-e7
  • FE149A56-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Segundo o texto, para os que defendem o atual sistema econômico-financeiro, a única saída aponta para
    Escolha uma alternativa para a questão fe149a56-e7
  • FE110747-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Pode-se afirmar que no texto o autor aborda:
    Escolha uma alternativa para a questão fe110747-e7
  • D0315402-ED

    Matemática

    Probabilidade
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em tempos de Copa do Mundo, é muito comum estabelecimentos comerciais oferecerem prêmios àqueles clientes que acertarem os três ganhadores do campeonato, levando em consideração a sua colocação, ou seja: a aposta 1º Brasil, 2º Espanha e 3º Itália é diferente da aposta 1º Espanha, 2º Brasil e 3º Itália, por exemplo. Lembrando que estão na competição 32 times, e considerando que todos os inscritos têm o mesmo potencial de vitória, a chance de acertar uma aposta dessas é de:
    Escolha uma alternativa para a questão d0315402-ed
  • D02D6CB3-ED

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em 2014 os transgênicos completam 10 anos na agricultura e na mesa dos brasileiros. Enquanto os hectares de lavouras transgênicas seguiam aumentando, foram surgindo muitas controvérsias sobre os riscos sociais, políticos, ambientais, econômicos e à saúde humana.
    Segundo dados da Monsanto, indústria multinacional de agricultura e biotecnologia, em 2008, os agricultores brasileiros cultivaram 15,8 milhões de hectares de lavouras transgênicas, de acordo com levantamento da ISAAA (International Service for the Acquisition of Agri-biotech Applications). O país foi responsável por pouco mais de 12% dos hectares de culturas transgênicas plantadas no mundo, ocupando a terceira posição entre as nações que usam sementes geneticamente modificadas, atrás dos Estados Unidos e da Argentina.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2013

    Para se ter uma ideia desta área, lembrando que o Estado de São Paulo tem 25 milhões de hectares, apenas as lavouras de soja ocupam uma área equivalente
    Escolha uma alternativa para a questão d02d6cb3-ed
  • D0292BB0-ED

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o gráfico:


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2013


    “Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na última semana os dados sobre desemprego de janeiro a junho deste ano.”

    Fonte: Blog do Planalto em 29 de julho de 2013 A partir do gráfico, fica evidente que o período em que houve a mais acentuada diminuição na taxa de desemprego foi de

    Escolha uma alternativa para a questão d0292bb0-ed
  • D025FE7F-ED

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Faculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo, extraído de uma notícia de um site da internet, em 4 de julho de 2013:


    “No período de 2000 a 2012, o preço das tarifas do transporte público urbano subiu mais do que a inflação que o preço dos combustíveis e dos automóveis, segundo nota técnica divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na manhã desta quinta-feira (4), em Brasília.”
    “O relatório compilou dados do IPCA (Índice Geral de Preços ao Consumidor) e preços das tarifas de ônibus de nove capitais brasileiras. Enquanto o IPCA teve alta de 125% no período de janeiro 2000 a dezembro 2012, as tarifas dos ônibus aumentaram 192%, 67 pontos percentuais acima da inflação.”
    Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/07/04/de-2000-a-2012-tarifas-de-onibus-sobem67-pontos-acima-inflacao-diz-ipea.htm


    Considerando a cidade de São Paulo, onde a tarifa de ônibus foi de R$ 1,40 para R$ 3,00 no período citado, esse aumento foi de:
    Escolha uma alternativa para a questão d025fe7f-ed
  • D021BB6D-ED

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The ad on the left, produced by the Agency DDB, Paris, was considered one of the best print ads 2012-2013 and has earned it a Gold Lion. Read it and choose the alternative that best shows its main idea.



    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2013
    (Source: http://www.adweek.com/news-gallery/advertising-branding/ worlds-best-print-ads-2012-13-150758#gold-lion-anlci-1-of-6-42)
    Escolha uma alternativa para a questão d021bb6d-ed
  • D01DF359-ED

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the following text to answer question


    Spilt Milk by Chico Buarque: review
    A mishmash of influences gives rise to a vivid portrait of Brazil

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2013
    Chico Buarque, bossanovista and novelist, whose latest book is ‘Spilt Milk’ Photo: Sipa Press / Rex Features


    By Ian Thomson


    Back in the Sixties, Brazil thrilled to a new dance beat called bossa nova. With its languid jazz tones, the music had a hushed intensity and underlying air of sadness. Chico Buarque, a leading bossanovistasongwriter and novelist, is revered in Brazil as a political hero. In 1968, he was imprisoned by the military for “counter-culture activities”.
    Spilt Milk, Buarque’s fourth novel, displays a typically Brazilian mishmash of influences ranging from memoir to adventure to political diatribe. A crotchety old man, Eulálio d’Assumpção, lies moribund in a Rio de Janeiro hospital, musing on his life while lashing out at stenographers and “spiteful” orderlies. The food, we learn, reeks unpleasantly of garlic (“Wait till my mother finds out”).
    Aged 150, he has come down in the world wretchedly. In pages of rambling monologue, the improbably old narrator describes the decline of his family over generations of Brazilian history. Amid sagas of political tribalism and grievous dictatorship, plantation-owning forebears have squandered fortunes on drink, drugs and armament deals. A souring smell of “spilt milk” hangs over the narrative as it twists round half-remembered family feuds and hatreds.
    Along the way, Buarque paints an exceptionally vivid picture of Brazilian high society in the 1890s, with its German governesses, imported French clothes and Chopin waltzes. Though bedbound and drugged, Eulálio recalls the love of his life, Matilde, whose cinnamon-coloured skin and “Moorish eyes” had worked a fatal charm on him years ago. Where is she now? At first glance, Spilt Milk appears to be in narrative disarray, as the book wanders backwards and forwards in time. Eventually, though, the inchoate strands cohere into an absorbing, if bitter, meditation on Brazil.
    Just as bossa nova had borrowed from samba and West Coast jazz, so Buarque borrows from Samuel Beckett, Gabriel García Marquez and others. In a now-famous book of 1928, Manifesto Antropófago, Brazil’s leading modernist poet Oswald de Andrade had defined Brazilian literature as anthropophagic, or cannibalistic, “eating” other forms of European and African writing. Spilt Milk, brocaded with a range of literary influences, conforms to the ideal beautifully.
    Source: http://www.telegraph.co.uk/culture/books/fictionreviews/9573627/Spilt-Milk-by-Chico-Buarque-review.html

    Based on the book review, it is correct to affirm about Chico Buarque that
    Escolha uma alternativa para a questão d01df359-ed