Questões do ENEM: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação
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464 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 24.
96BC1B00-E6 Em um estudo realizado durante uma partida de golfe, observou-se que a distância horizontal L(t), em jardas, percorrida por uma bola em função do tempo t, em segundos, a partir do instante em que a bola foi lançada (t = 0), era dada por L(t) = 300(1− 3−0,1t ).A partir dessa informação, conclui-se que a bola percorre uma distância horizontal de 150 jardas, a partir do instante do lançamento, em cerca de:(Use: log102 ≈ 0,3 e log103 ≈ 0,48).
96A3C7E9-E6 Matemática
Análise Combinatória em MatemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosQuando alteramos a ordem das letras de uma palavra, obtemos seus anagramas. Por exemplo: TIA, TAI, ITA, IAT, ATI e AIT são os anagramas da palavra TIA. Ao escrevermos todos os anagramas da palavra ESAMC em ordem alfabética, pode-se afirmar que “ESAMC” aparecerá em qual posição?96975587-E6 Matemática
MatrizesEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosDadas as matrizes A =
, sabe-se que A . B = C. Está correto afirmar que xy
é igual a:969145B2-E6 Matemática
Aritmética e ProblemasEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosCarlos contraiu um empréstimo de R$ 1 200,00 a juros compostos de 10% ao mês. Um mês depois, Carlos pagou R$ 500,00 e, dois meses após esse pagamento, liquidou o empréstimo. Qual das alternativas a seguir é a que mais se aproxima do valor do último pagamento?968C7254-E6 Matemática
Geometria PlanaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosUm procedimento utilizado para o cálculo de áreas de polígonos não regulares é a soma das áreas de triângulos não-sobrepostos internos ao polígono cuja reunião seja equivalente ao próprio polígono. Nesses casos, é de grande valia a utilização da “fórmula de Herão”, dada por A = √ S.(s - a) . (s - b) . (s - c) em que s = a + b +c/2 que determina a área A do triângulo cujos lados medem a, b e c.Utilizando o procedimento descrito acima, pode-se afirmar que a área (em m²) da figura abaixo, construída fora de escala, pertence a qual dos intervalos?
9688BF7A-E6 Matemática
Geometria AnalíticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA reta r possui coeficiente angular igual a √3 e intercepta o eixo das ordenadas do ponto (0, -√3). Sabendo-se que a reta t contém os pontos A(6,0) e B(0,6), pode-se afirmar que o ângulo agudo formado por r e t no plano cartesiano mede:9683E074-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o diálogo a seguir:
Dormir é com o Seu Soronho, escanchado beato, logo atrás do pigarro.
De lá do coice, voz nasal, cavernosa, rosna Realejo. E todos falam.
— Se o carro desse um abalo maior...
— Se nós todos corrêssemos, ao mesmo tempo...
— O homem-do-pau-comprido rolaria para o chão.
— Ele está na beirada...— Está cai-não-cai, na beiradinha...
— Se o bezerro, lá na frente, de repente gritasse, nós teríamos de correr, sem pensar, de supetão...
— E o homem cairia...— Daqui a pouco... Daqui a pouco...— Cairia... Cairia... — Agora! Agora!— Môung! Mûng!— ...rolaria para o chão.
— Namorado, vamos!!!...
Tiãozinho deu um grito e um salto para o lado, e a vara assobiou no ar...
E os oito bois das quatro juntas se jogaram para diante, de uma vez... E o carro pulou forte, e craquejou, estrambelhado, com um guincho do cocão.
— Virgem, minha Nossa Senhora!... Ôa, ôa, boi!... Ôa, meu Deus do céu!...
Agenor Soronho tinha o sono sereno, a roda esquerda lhe colhera mesmo o pescoço, e a algazarra não deixou que se ouvisse xingo ou praga — assim não se pôde saber ao certo se o carreiro despertou ou não, antes de desencarnar.
(ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana.
Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 234-235.)
O trecho acima, do conto “Conversa de bois”, de Guimarães Rosa, além da consciência dos bois, que dialogam entre si, revela a seguinte ação contra um homem, que está dormindo e é carregado por estes bois:
967C6945-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosO trecho abaixo pertence ao conto “Conversa de bois”, do livro Sagarana, de Guimarães Rosa, cujo recurso narrativo é o diálogo entre boisde-carga, que conversam entre si enquanto trabalham:Todavia, ninguém boi tem culpa de tanta má-sorte, e lá vai ele tirando, afrontado pela soalheira, com o frontispício abaixado, meio guilhotinado pela canga-de-cabeçada, gangorrando no cós da brocha de couro retorcido, que lhe corta em duas a barbela; pesando de-quina contra as mossas e os dentes dos canzis hiselados; batendo os vazios; arfando ao ritmo do costelame, que se abre e fecha como um fole; e com o focinho, glabro, largo e engraxado, vazando baba e pingando gotas de suor. Rebufa e sopra:— Nós somos bois... Bois-de-carro.. Os outros, que vêm em manadas, para ficarem um tempo-das-águas pastando na invernada, sem trabalhar, só vivendo e pastando, e vão-se embora para deixar lugar aos novos que chegam magros, esses todos não são como nós...— Eles não sabem que são bois... — apoia enfim Brabagato, acenando a Capitão com um esticão da orelha esquerda.(ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana. Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 214.)No trecho citado, há uma diferenciação entre os “bois-de-carro” e os “outros, que vêm em manadas”. De acordo com o boi Brabagato, estes “outros” “não sabem que são bois…”. Brabagato presumiu isso, pois:
966BE5D5-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o excerto:Sentiu o cheiro bom dos preás que desciam do morro, mas o cheiro vinha, fraco e havia nele partículas de outros viventes. Parecia que o morro se tinha distanciado muito. Arregaçou o focinho, aspirou o ar lentamente, com vontade de subir a ladeira e perseguir os preás, que pulavam e corriam em liberdade. Começou a arquejar penosamente, fingindo ladrar. Passou a língua pelos beiços torrados e não experimentou nenhum prazer. O olfato cada vez mais se embotava: certamente os preás tinham fugido.[…]Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Editora Record, São Paulo: p. 89; 91)No trecho acima, de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, observa-se que a cachorra Baleia está prestes a morrer. Neste momento, ela sente o cheiro de preás e os relaciona a um mundo feliz. Tendo isto em vista, pode-se entender que os preás:
965F1A70-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente a charge abaixo, para a questão:

“Enfim, aprovaram o fim das touradas!”
No contexto da charge, o termo “enfim” expressa:
96596BB2-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente a charge abaixo, para a questão:

O humor da charge ocorre porque ela:9652BCDF-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosCientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais
(Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)
[...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.
“Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.
Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.
[...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.
Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.
Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.
Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]
Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.
Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.
[...]
(Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)
Releia o trecho abaixo:
O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.
Para tomar a decisão de passar fome, foi preciso que o macaco:
9644AC86-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosCientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais
(Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)
[...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.
“Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.
Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.
[...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.
Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.
Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.
Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]
Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.
Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.
[...]
(Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)
Leia os trechos:Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”.“Segundo Saussure, o significante é a tradução fônica do conceito; o significado é a contrapartida mental do significante” (1953, Émile Benveniste apud Perrot)A partir da leitura conjunta dos dois trechos, é correto:
963CD9D0-E6 Português
Interpretação de TextosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritosCientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais
(Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)
[...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.
“Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.
Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.
[...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.
Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.
Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.
Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]
Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.
Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.
[...]
(Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)
O terceiro parágrafo do texto apresentado, ao comparar o universo de leitura de mundo dos cães ao dos seres humanos, estabelece também uma relação de equivalência entre:518CEA52-DF Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
O valor da velocidade máxima para veículos pesados, como caminhões e ônibus, é menor do que para veículos leves na pista expressa. Esse fato também é observado em várias rodovias. Qual o motivo da velocidade máxima permitida para veículos pesados ser menor do que a de veículos leves:5189D727-DF Física
DinâmicaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
A redução da velocidade também diminui a intensidade do impacto entre os corpos, em caso de acidentes. Suponha que um veículo de 800kg trafegando com velocidade máxima pela pista central da Marginal Tietê colida contra um obstáculo fixo e pare completamente em 0,5 s. Determine, aproximadamente, a intensidade da força, em kN, aplicada pelo obstáculo sobre o carro:5186E1DA-DF Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
Uma pessoa, que utiliza essas vias todos os dias para ir trabalhar, deseja calcular quanto tempo ela precisa sair mais cedo de casa. No seu trajeto, ela acessa a Marginal Tietê e percorre 3 km na pista local, 2 km na central e 10 km na expressa. Chega na Marginal Pinheiros e anda mais 5km na expressa e 2 km na local. Quanto tempo mais cedo, em minutos, essa pessoa vai precisar sair de casa, aproximadamente:51836A6C-DF Física
CinemáticaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
Reduzir os limites de velocidade significa também percorrer uma distância menor até a parada total do veículo. Obtenha, em metros, aproximadamente, a nova distância percorrida por um veículo pesado que trafega em velocidade máxima pela pista local até a parada completa, após uma frenagem. Dado: módulo da aceleração = 5 m/s2:51804226-DF Física
DinâmicaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a notícia abaixo, para a questão:Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.“À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.(Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:
Um dos argumentos utilizados pela Prefeitura de São Paulo para justificar essa redução é que trafegar a velocidades menores possibilita que os veículos fiquem a uma distância menor daquele que está a sua frente, ocasionando maior fluidez no tráfego. A distância de segurança, conhecida como “regra dos 2 segundos”, sugere que a distância entre dois veículos seja equivalente àquela que seria percorrida durante esse tempo. Calcule, em metros, a variação aproximada dessa distância para veículos leves que trafegam em velocidade máxima pela pista expressa com a mudança dos limites:517CBFEB-DF Biologia
Identidade dos seres vivosEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosOs testes de gravidez comercializados em farmácias consistem em detectar, na urina da mulher, a presença ou não do hormônio secretado pela ocorrência de nidação – implantação do embrião no útero. Além da secreção deste, ocorrem alterações nas concentrações de dois outros hormônios ovarianos, durante a gravidez.Assinale, a seguir, a alternativa que contenha o nome do hormônio detectado no teste farmacêutico e o gráfico que melhor representa as concentrações de hormônios ovarianos durante uma gestação.