Questões do ENEM: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação

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Resultados

464 questões encontradas. Mostrando a página 21 de 24.

  • 2963C237-DE

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Em ’’O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo, agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura’’, a função de linguagem predominante seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 2963c237-de
  • 295FBAC9-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Wisnik rejeita o termo utilizado pela comissão técnica, “apagão”, preferindo “implosão” para caracterizar a derrota para a Alemanha. Tal escolha:
    Escolha uma alternativa para a questão 295fbac9-de
  • 295BC2D7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com a análise de Wisnik, o grau altíssimo de “expectativa futebolístico-messiânica” deve-se à incapacidade de o torcedor brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 295bc2d7-de
  • 2957D329-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com o texto, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2957d329-de
  • 4B3A06B2-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o cartoon abaixo para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2013

    O cartoon apresenta uma crítica ao processo democrático. Apoiando-se nas informações do cartoon, indique a alternativa que apresenta essa crítica.
    Escolha uma alternativa para a questão 4b3a06b2-dc
  • 4B355DF6-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder a questão.


    Democracy and hypocrisy


        REMEMBER the opprobrium heaped on Recep Tayyip Erdogan, Turkey’s prime minister, in June for using tear gas and water-cannon against his people? Imagine the outrage if Vladimir Putin ordered Russian troops to fire live ammunition into demonstrators on the streets of Moscow. But over the weekend, when Egypt’s generals set about killing scores of protesters, the West responded with furrowed brows and pleas for all sides to refrain from violence. Such meekness betrays not only a lack of moral courage, but also a poor sense of where Egypt’s—and the West’s—real interests lie.
        The shooting took place in Cairo early on July 27th near the parade ground where, three decades earlier, President Anwar Sadat had been assassinated. Supporters of Muhammad Morsi, ousted in a coup at the beginning of July, were marching to demand that the army should restore him to the presidency. Riot police (and their civilian supporters) opened fire. More than 80 members of the Muslim Brotherhood, Mr Morsi’s party, died; many more were injured.
    [...]
    (www.economist.com - acesso em 07/08/2013)
    De acordo com o texto, é verdadeiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b355df6-dc
  • 4B31D4EC-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto abaixo para responder a questão.


    Democracy and hypocrisy


        REMEMBER the opprobrium heaped on Recep Tayyip Erdogan, Turkey’s prime minister, in June for using tear gas and water-cannon against his people? Imagine the outrage if Vladimir Putin ordered Russian troops to fire live ammunition into demonstrators on the streets of Moscow. But over the weekend, when Egypt’s generals set about killing scores of protesters, the West responded with furrowed brows and pleas for all sides to refrain from violence. Such meekness betrays not only a lack of moral courage, but also a poor sense of where Egypt’s—and the West’s—real interests lie.
        The shooting took place in Cairo early on July 27th near the parade ground where, three decades earlier, President Anwar Sadat had been assassinated. Supporters of Muhammad Morsi, ousted in a coup at the beginning of July, were marching to demand that the army should restore him to the presidency. Riot police (and their civilian supporters) opened fire. More than 80 members of the Muslim Brotherhood, Mr Morsi’s party, died; many more were injured.
    [...]
    (www.economist.com - acesso em 07/08/2013)
    A reação do Ocidente à atitude do governo do Egito, citada no primeiro parágrafo do texto, foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b31d4ec-dc
  • 4B2DF4C2-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto sobre as manifestações ocorridas em meados de 2013 no Brasil para responder a questão.


    Brazil Leader Suffers Setback on Overhaul



        While the president and other politicians have publicly sympathized with the protesters, passing major changes remains daunting and demonstrations continue to simmer across the country. Still, some changes have come at a surprising pace, including harsher penalties for government corruption and rollbacks of transit fares. Legislation to put 75 percent of oil royalties toward education and 25 percent toward health care — two areas that have been a focus of the protests — is moving quickly through Congress.
        But political change has proved sticky for Ms. Rousseff. She first called for a constituent assembly, but withdrew the proposal under criticism from politicians and legal experts. Then she proposed a plebiscite to be held in time for changes to take effect by next year’s election, meaning the vote would have to be held, and subsequent congressional legislation enacted, by early October.
    (www.nytimes.com - acesso em 08/07/2013)
    No texto, são mencionadas mudanças reivindicadas pelas manifestações. Assinale a alternativa que apresente uma mudança efetivamente em curso:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b2df4c2-dc
  • 4B29915C-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto sobre as manifestações ocorridas em meados de 2013 no Brasil para responder a questão.


    Brazil Leader Suffers Setback on Overhaul



        While the president and other politicians have publicly sympathized with the protesters, passing major changes remains daunting and demonstrations continue to simmer across the country. Still, some changes have come at a surprising pace, including harsher penalties for government corruption and rollbacks of transit fares. Legislation to put 75 percent of oil royalties toward education and 25 percent toward health care — two areas that have been a focus of the protests — is moving quickly through Congress.
        But political change has proved sticky for Ms. Rousseff. She first called for a constituent assembly, but withdrew the proposal under criticism from politicians and legal experts. Then she proposed a plebiscite to be held in time for changes to take effect by next year’s election, meaning the vote would have to be held, and subsequent congressional legislation enacted, by early October.
    (www.nytimes.com - acesso em 08/07/2013)
    De acordo com o primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b29915c-dc
  • 4B264620-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto sobre as manifestações ocorridas em meados de 2013 no Brasil para responder a questão.


    Brazil Leader Suffers Setback on Overhaul



        While the president and other politicians have publicly sympathized with the protesters, passing major changes remains daunting and demonstrations continue to simmer across the country. Still, some changes have come at a surprising pace, including harsher penalties for government corruption and rollbacks of transit fares. Legislation to put 75 percent of oil royalties toward education and 25 percent toward health care — two areas that have been a focus of the protests — is moving quickly through Congress.
        But political change has proved sticky for Ms. Rousseff. She first called for a constituent assembly, but withdrew the proposal under criticism from politicians and legal experts. Then she proposed a plebiscite to be held in time for changes to take effect by next year’s election, meaning the vote would have to be held, and subsequent congressional legislation enacted, by early October.
    (www.nytimes.com - acesso em 08/07/2013)
    Baseado nas informações contidas no texto, é correto afirmar que a Presidenta Dilma Roussef
    Escolha uma alternativa para a questão 4b264620-dc
  • 4B222F13-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere as definições de democracia do humorista Johnny Carson para responder a questão:



    “What Democracy Means to Me”


        Democracy is people of all races, colors, and creeds united by a single dream: to get rich and move to the suburbs away from people of all races, colors, and creeds. [...]

        Democracy is buying a big house you can’t afford with money you don’t have to impress people you wish were dead. And, unlike communism, democracy does not mean having just one ineffective political party; it means having two ineffective political parties. [...]

        Yes, democracy means fighting every day for what you deserve, and fighting even harder to keep other weaker people from getting what they deserve. Democracy means never having the Secret Police show up at your door. Of course, it also means never having the cable guy show up at your door. It’s a tradeoff. Democracy means free television. Not good television, but free.

    (www.thefaulkingtruth.com - acesso em 07/08/2013)
    Em relação às informações sobre o acesso à informação em um sistema democrático, pode-se afirmar mais corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 4b222f13-dc
  • 4B1F0E2E-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere as definições de democracia do humorista Johnny Carson para responder a questão:



    “What Democracy Means to Me”


        Democracy is people of all races, colors, and creeds united by a single dream: to get rich and move to the suburbs away from people of all races, colors, and creeds. [...]

        Democracy is buying a big house you can’t afford with money you don’t have to impress people you wish were dead. And, unlike communism, democracy does not mean having just one ineffective political party; it means having two ineffective political parties. [...]

        Yes, democracy means fighting every day for what you deserve, and fighting even harder to keep other weaker people from getting what they deserve. Democracy means never having the Secret Police show up at your door. Of course, it also means never having the cable guy show up at your door. It’s a tradeoff. Democracy means free television. Not good television, but free.

    (www.thefaulkingtruth.com - acesso em 07/08/2013)
    Segundo o que é afirmado sobre os sistemas democrático e comunista, pode-se inferir que o humorista
    Escolha uma alternativa para a questão 4b1f0e2e-dc
  • 4B1ACB5F-DC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere as definições de democracia do humorista Johnny Carson para responder a questão:



    “What Democracy Means to Me”


        Democracy is people of all races, colors, and creeds united by a single dream: to get rich and move to the suburbs away from people of all races, colors, and creeds. [...]

        Democracy is buying a big house you can’t afford with money you don’t have to impress people you wish were dead. And, unlike communism, democracy does not mean having just one ineffective political party; it means having two ineffective political parties. [...]

        Yes, democracy means fighting every day for what you deserve, and fighting even harder to keep other weaker people from getting what they deserve. Democracy means never having the Secret Police show up at your door. Of course, it also means never having the cable guy show up at your door. It’s a tradeoff. Democracy means free television. Not good television, but free.

    (www.thefaulkingtruth.com - acesso em 07/08/2013)
    Segundo Johnny Carson, a democracia
    Escolha uma alternativa para a questão 4b1acb5f-dc
  • 4B1795CB-DC

    Atualidades

    Atualidades do ano de 1994 ao ano de 2013
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os dois excertos abaixo tratam da questão da espionagem praticada pelos Estados Unidos em diferentes momentos históricos. Analiseos, bem como os períodos aos quais se referem, para responder a questão:


    Texto 1:


    Durante o meio século de paz tensa, a “Guerra Fria” entre URSS e EUA, as informações sobre suas forças armadas permitiam elaborar políticas e estratégias. Voos de aviões-espiões como o U-2 puderam mostrar, por exemplo, que os soviéticos tinham bem menos bombardeiros do que se imaginava. Muito do esforço da espionagem acaba se concentrando, porém, em combater os espiões inimigos - a “contra espionagem”.
    (Fonte: BONALUME, Ricardo. Os bastidores da guerra entre CIA e KGB. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Galileu/ 0,6993,ECT938495-3029-4,00.html. Acesso em: 03 set. 2013.)


    Texto 2:


    Em carta de 2009, o atual embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, à época subsecretário de Estado] agradece à NSA [Agência de Segurança Nacional] pelas informações repassadas à diplomacia americana antes da 5ª Cúpula das Américas - um encontro entre os chefes de estado do continente para discutir assuntos comerciais e diplomáticos da região. Na carta, Thomas Shannon escreveu: “mais de 100 relatórios que recebemos da agência nos deram uma compreensão profunda dos planos e intenções dos outros participantes da cúpula e permitiram que nossos diplomatas estivessem bem preparados para aconselhar o presidente Obama em como lidar com questões controversas”. [...] “[O Brasil ficou] mais independente, mais forte, competindo com os Estados Unidos, com empresas americanas. E, por causa disso, o governo americano está pensando diferente sobre o Brasil”, afirmou [o jornalista] Glenn [Greenwald, que teve acesso aos documentos secretos referentes à espionagem dos Estados Unidos sobre o Brasil.
    (Fonte: Documentos da NSA apontam Dilma Rousseff como alvo de espionagem. Disponível em: http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/09/documentosda-nsa-apontam-dilma-rousseff-como-alvo-de-espionagem.html. Acesso em: 03 set. 2013.)



    Sobre a função do sistema de espionagem do governo dos Estados Unidos (EUA), nos períodos retratados, é verdadeiro:

    Escolha uma alternativa para a questão 4b1795cb-dc
  • 4B131FBF-DC

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo:


    A relação entre as sociedades indígenas e o ambiente amazônico não é a de uma adaptação passiva das primeiras ao segundo, mas a de uma história comum, onde sociedade e ambiente se transformaram em conjunto. [...] As relações com a natureza não são nunca, tratando-se de sociedades humanas, relações naturais, mas relações sociais. [...] Daí não se segue que qualquer atividade humana ou qualquer intervenção cultural seja compatível com o ambiente amazônico; para dizê-lo de maneira crua, o fato da floresta não ser mais virgem não autoriza ninguém a violentá-la.

    (adaptado de: CASTRO, Eduardo Viveiros de. NATUREZA EM PESSOA: SOBRE OUTRAS PRÁTICAS DE CONHECIMENTO. Encontro “Visões do Rio Babel. Conversas sobre o futuroda bacia do Rio Negro”. Instituto Socioambiental e a Fundação Vitória Amazônica, Manaus, 22 a 25 de maio de 2007).


    O texto aborda a idealização simbólica da sintonia indígena com a natureza e faz crítica direta
    Escolha uma alternativa para a questão 4b131fbf-dc
  • 4B0F38EE-DC

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem abaixo, divulgada nas redes sociais:


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, da prova de 2013


    (http://freakybrain.net/2013/07/01/marketing-decausa-ao-contrario-protestos-cirandadeblogs-2/)



    Sobre a série de movimentos de junho de 2013, é verdadeiro:

    Escolha uma alternativa para a questão 4b0f38ee-dc
  • 4B0BBE31-DC

    Atualidades

    Atualidades do ano de 1994 ao ano de 2013
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a charge abaixo:


    Imagem da questão de Atualidades, da prova de 2013

    (Paulo Caruso/Reprodução/TV Cultura)



    A charge acima se refere:

    Escolha uma alternativa para a questão 4b0bbe31-dc
  • 4B07AA51-DC

    Conhecimentos Gerais

    Guerras, Conflitos e Terrorismo
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe a conhecida imagem abaixo:

    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, da prova de 2013

    (http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/desejei-ter-morrido)


    Esta é uma das imagens clássicas da Guerra do Vietnã. Nela, vê-se uma criança correndo sob o efeito do Napalm, uma arma química. Durante o ano de 2013, um país em guerra civil vem sendo acusado pela ONU e OTAN de fazer uso deste mesmo tipo de arma. Sobre isso, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b07aa51-dc
  • 4B0326C3-DC

    Conhecimentos Gerais

    Economia
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a frase abaixo, de James Cameron, atual Primeiro Ministro da Inglaterra:


    “A verdade sobre Margaret Thatcher é que ela não apenas liderou o nosso país. Ela salvou o nosso país”.

    (http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/04/08/ morre-a-ex-primeira-ministra-britanica-margaret-thatcher.htm)



    O grande legado de Thatcher para a Inglaterra é a implantação do modelo de Estado:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b0326c3-dc
  • 4AFC4CFD-DC

    Conhecimentos Gerais

    Política
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a frase abaixo:


    “Comandante Chávez, obrigado por tudo o que fez por esse povo” Nicolas Maduro.

    (http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/morte-hugo-chavez/aos-58-anos-morre-o-presidente-da-venezuela-hugochavez,42103c1da8c3d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html acesso em 30/08/2013)


    A frase, dita ainda no hospital em que Hugo Chávez veio a falecer, contrasta fortemente com muitas das manchetes que noticiaram o assunto. A respeito da morte do presidente da Venezuela e da cobertura na mídia, é verdade:
    Escolha uma alternativa para a questão 4afc4cfd-dc