Questões do ENEM: Faculdade Adventista da Bahia
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125 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 7.
DEB5C27A-F1 “É triste sabermos que a natureza tenta nos falar, e que o ser humano não a ouve”Miguel Justen RockenbachSobre a importância da questão ambiental é CORRETO afirmar que:DEB221B0-F1 Geografia
CrescimentoFaculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosObserve o gráfico:

Com base na análise do gráfico acima assinale a proposição CORRETA.
DEADDBBC-F1 Geografia
Geografia FísicaFaculdade Adventista da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosObserve o gráfico:

(Fonte: Grassi, 2001)
O gráfico mostra a distribuição aproximada da água doce existente no planeta. Com base nos dados sobre este recurso natural podemos afirmar que:
DEAA7FEF-F1 Geografia
GlobalizaçãoFaculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosQuando se fala em globalização, logo se pensa na economia, no comércio mundial e na indústria articulada com grandes conglomerados econômicos. Mas a globalização é mais do que isso” Edna Amancio de Souza (Coord). Geografia. Curitiba: SEED-PR, 2007. p. 52.Sobre o processo de globalização é INCORRETO afirmar que:DEA78905-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosOBSERVE A IMAGEM PARA REPONDER À QUESTÃO.

O humor da propaganda reside:
DEA4CB9F-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOEnquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.(...)Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.(...)Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.(...)Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.(...)Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.(...)O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.Porque há o direito ao grito.Então eu grito.Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.(...)Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.(Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.htmlacesso em 20 de setembro de 2014A temática de A Hora da Estrela é recorrente na literatura brasileira. Considerando os fragmentos em seus respectivos contextos, o único que NÃO SE RELACIONA com a temática da obra em questão é:DEA1754C-F1 Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOEnquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.(...)Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.(...)Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.(...)Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.(...)Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.(...)O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.Porque há o direito ao grito.Então eu grito.Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.(...)Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.(Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.htmlacesso em 20 de setembro de 2014A Hora da Estrela é o penúltimo romance e último livro publicado em vida pela escritora brasileira Clarice Lispector. O romance narra a história da datilógrafa alagoana Macabéa, que migra para o Rio de Janeiro, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.Sobre a composição da obra, pode-se afirmar que se trata de uma obra cuja função da linguagem predominante seja:DE9EB776-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOEnquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.(...)Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.(...)Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.(...)Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.(...)Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.(...)O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.Porque há o direito ao grito.Então eu grito.Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.(...)Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.(Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.htmlacesso em 20 de setembro de 2014A Hora da Estrela é um romance social que denuncia, ainda que poeticamente, uma realidade social. Pode-se afirmar que Macabéa, protagonista da obra, representa, essencial e majoritariamente:DE9BF0D1-F1 Português
Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e AbreviaçãoFaculdade Adventista da Bahia · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOGravidez indesejada e violência urbanaDRAUZIO VARELLAA irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.(...)Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/acesso em 15 de agosto de 2014.As palavras PLANEJAMENTO e SEXUALMENTE são formadas por derivação:DE9883AC-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOGravidez indesejada e violência urbanaDRAUZIO VARELLAA irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.(...)Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/acesso em 15 de agosto de 2014.Pode-se afirmar, baseado no texto, que:DE952BD3-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOGravidez indesejada e violência urbanaDRAUZIO VARELLAA irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.(...)Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/acesso em 15 de agosto de 2014.O autor elabora sua tese, baseado, principalmente:DE8E8E7A-F1 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOGravidez indesejada e violência urbanaDRAUZIO VARELLAA irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.(...)Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/acesso em 15 de agosto de 2014.Tese é a ideia central, principal do texto, defendida pelo autor, resumindo a razão de todo ele ter sido produzido.No texto Gravidez indesejada e violência urbana, a tese defendida é:71B40BEC-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosPrimary Intelligence of High-Intermediate ESL Students at Stone Valley Community College
The primary intelligence of the largest group of students is……………..
71B03EE4-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosPrimary Intelligence of High-Intermediate ESL Students at Stone Valley Community College
Musical intelligence is primary for………..students.
71AD0092-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosPrimary Intelligence of High-Intermediate ESL Students at Stone Valley Community College
This chart tells about the………………
71A93AA4-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritosSurvey of Student Behaviors at La Costa Community College, 2007.Have lied to their parents 45%Have copied a friend’s term paper 20%Have a body piercing 25%Share music files 65%Have a tattoo 40%Exercise weekly 80%Conforme os dados acima, marque as respostas corretas.Which of the following statements is true?71A5F0A5-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosSurvey of Student Behaviors at La Costa Community College, 2007.Have lied to their parents 45%Have copied a friend’s term paper 20%Have a body piercing 25%Share music files 65%Have a tattoo 40%Exercise weekly 80%Conforme os dados acima, marque as respostas corretas.According to the survey, the lowest percentage of students……………..71A2304D-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosSurvey of Student Behaviors at La Costa Community College, 2007.Have lied to their parents 45%Have copied a friend’s term paper 20%Have a body piercing 25%Share music files 65%Have a tattoo 40%Exercise weekly 80%Conforme os dados acima, marque as respostas corretas.According to the survey, the highest percentage of student…………….719E702E-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosSurvey of Student Behaviors at La Costa Community College, 2007.Have lied to their parents 45%Have copied a friend’s term paper 20%Have a body piercing 25%Share music files 65%Have a tattoo 40%Exercise weekly 80%Conforme os dados acima, marque as respostas corretas.what percentage of the people in the survey said they exercise weekly?719B84B1-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2013Entre para guardar nos favoritosSurvey of Student Behaviors at La Costa Community College, 2007.Have lied to their parents 45%Have copied a friend’s term paper 20%Have a body piercing 25%Share music files 65%Have a tattoo 40%Exercise weekly 80%Conforme os dados acima, marque as respostas corretas.What was the population surveyed in this study?