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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.188 de 2.904

  • Ciências da Natureza

    Física

    Imagem da questão de Física, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2017, Conteúdos Básicos

    É necessário prestar muita atenção quando se opera com grandezas vetoriais, pois o mecanismo da operação é diferente daquela com grandezas escalares, uma vez que não envolve apenas valores numéricos, mas também orientações espaciais.

    Na figura, estão representados dois vetores A e B, e as dimensões x e y são idênticas, com valores iguais a 2,0cm. Com base nas informações fornecidas, é correto afirmar que o módulo do vetor resultante entre os vetores A e B, em cm, é igual a

    Escolha uma alternativa para a questão c3ece58f-ca
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Quando estudamos em genética mais de uma característica ao mesmo tempo, devemos produzir os gametas de cada indivíduo envolvido no cruzamento.

    Indique a probabilidade de um casal de duplo heterozigotos para dois pares de genes autossômicos com segregação independente vir a ter um descendente com apenas uma característica dominante?
    Escolha uma alternativa para a questão c3ed7e38-30
  • Matemática

    Matemática

    Durante a Segunda Guerra Mundial, para decifrarem as mensagens secretas, foi utilizada a técnica de decomposição em fatores primos. Um número N é dado pela expressão 2X • 5y • 7z, na qual x , y e z são números inteiros não negativos. Sabe-se que N é múltiplo de 10 e não é múltiplo de 7.

    O número de divisores de N, diferentes de N, é
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef1aaa-7c
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O Texto 2 se inicia com uma:

    1) metáfora: o casamento entre o texto e o papel.

    2) antítese: a distinção entre fala e escrita.

    3) relação de hiperonímia entre o papel e a era digital.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão c3efaccf-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Podemos identificar como uma passagem fundamental para a coerência global do Texto 2, o segmento:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f3de50-b5
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um corpo de massa igual a 4,0kg é abandonado de uma altura igual a 180,0m.

    Considerando-se desprezível qualquer tipo de forças dissipativas e sendo a aceleração da gravidade local igual a 10m/s2 , é correto afirmar que a potência média desenvolvida pela força-peso desse corpo até chegar ao solo, em kW, é igual a

    Escolha uma alternativa para a questão c3f56c01-ca
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O teor argumentativo do Texto 2 é reforçado também:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f6e076-b5
  • Ciências Humanas

    História

    A maior parte dos 2,3 milhões de habitantes de Gaza foram deslocados das suas casas, segundo as Nações Unidas, enquanto a sua estreita faixa de terra foi em grande parte reduzida a um deserto de escombros.

    "Estamos exaustos. Esta é a décima vez que eu e minha família tivemos que deixar nosso abrigo", disse Zaki Mohammad, 28 anos, que mora no conjunto habitacional Hamad, no oeste de Khan Younis, onde vivem os ocupantes de dois edifícios de vários andares.


    https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-emite-nova-ordem-par a-evacuacao-de-gaza-apos-ataque-em-escola-matar-dezenas/


    A crise no Oriente Médio retratada no texto tem suas raízes históricas na:
    Escolha uma alternativa para a questão c3f8f1a2-30
  • Linguagens

    Inglês

    As questões de 4 a 6 referem-se às imagens e aos textos abaixo.

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, UEG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Texto A
    Society has always used punishment to discourage would-be criminals from unlawful action. Since society has
    the highest interest in preventing murder, it should use the strongest punishment available to deter murder, and
    that is the death penalty. If murderers are sentenced to death and executed, potential murderers will think twice
    before killing for fear of losing their own life.
    The death penalty certainly "deters" the murderer who is executed. Strictly speaking, this is a form of
    incapacitation, similar to the way a robber put in prison is prevented from robbing on the streets. Both as a
    deterrent and as a form of permanent incapacitation, the death penalty helps to prevent future crime.

    Disponível em: Figura 2 de 3 da questão de Inglês, UEG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension. Acesso em: 20 ago. 2010. (Adaptado).

    Texto B
    Before I get into comedic related issues, a quick statement on the death penalty (due to some Facebook chatter
    on my page). I am against the death penalty in all cases. The recent revelation in Texas that an innocent man
    was executed for arson and capital murder in 2004 for allegedly setting fire to his home, which killed his two
    young children should be huge news. Can you imagine the man’s anguish (he never pleaded guilty)? But I am
    against it even when the person is actually guilty (yes even if DNA and videotape corroborate it). I think it is
    barbaric. China, parts of the Middle East and the U.S. are the world’s executors. No one else I believe.

    Disponível em: Figura 3 de 3 da questão de Inglês, UEG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension. Acesso em: 20 ago. 2010. (Adaptado).

    De acordo com as ideias expressas pelas imagens e pelos textos acima, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão c3fa6d50-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Considerando a coerência requerida para o Texto 2, pode-se reconhecer uma ligação, historicamente sequenciada, entre quatro elementos referidos no texto, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão c3fa89da-b5
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    O que muito permeia o pensamento coletivo desde a pós-abolição, é que as oportunidades existem de forma equilibrada na sociedade brasileira. Se um negro não as desfruta, a culpa seria exclusivamente dele por não "saber aproveitar" para tal. Portanto, uma das dimensões psicológicas do mito da democracia racial é ter introjetado, tanto nos negros quanto nos não negros, a ideia de incapacidade e inferioridade, resultando em uma completa absolvição do branco e culpabilização do negro pelos seus infortúnios.


    https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/mito-da-democracia-r acial-no-brasil-e-suas-consequencias/


    O mito da democracia racial, defendido na obra de Gilberto Freire, contribuiu para:
    Escolha uma alternativa para a questão c3fb94ab-30
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    No Texto 2, o fragmento: “Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.”, o autor, implicitamente:

    1) atribui uma função menos efêmera à atividade da escrita.
    2) declara sua inteira preferência pelo uso da língua falada.
    3) crê que a escrita pode ser mais favorável à produção da literatura.
    4) reitera o saber popular, que diz: a palavra voa, a escrita permanece.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão c3ff034b-b5
  • Ciências da Natureza

    Física

    A máquina térmica é um dispositivo capaz de converter calor em trabalho e é constituída por dois reservatórios a temperaturas distintas.

    Com relação às máquinas térmicas e à Segunda Lei da Termodinâmica, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão c3ff260a-ca
  • Linguagens

    Inglês

    What you do first thing in the morning could put you well on your way if you get it right, according to the mountains of advice and research into how our bodies wake up. Here’s a roundup of the best advice on how to spend your first few hours of every day:


                   Don’t drink coffee

              Our bodies naturally produce a hormone called cortisol, which makes us feel more awake. But the caffeine in coffee can interfere with our body’s cortisol production, and over time this can lead us to become more dependent on caffeine and produce less cortisol naturally — so save it until after around 10 a.m.

                Don’t stay in bed
     
        Exercise is always part of the answer when the question is about being healthier/happier/more productive. But more specifically, pre-breakfast exercise can have its own benefits. A study in Belgium found that exercising before breakfast can help you lose weight by burning more fat than you would later on in the day.

             ...but do eat cake

            Saving the best until last: eat cake: a study of 193 obese adults found that eating cookies or chocolate as part of breakfast stems craving sweet foods later on in the day. In other words, incorporating cake into your morning routine can actually make you healthier for the rest of the day. It’s science; don’t question it.


    Disponível em: www.indy100.com.
    Acesso em: nov. 2016 (adaptado). 


    No trecho “stems craving sweet foods”, o termo “stems” significa  
    Escolha uma alternativa para a questão c401c314-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Buscando o sentido do fragmento: “Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido”, podemos perceber um caso de:
    Escolha uma alternativa para a questão c402a1d3-b5
  • Ciências da Natureza

    Física

    O espelho esférico é constituído de uma superfície lisa e polida com formato esférico, e as características das imagens formadas são modificadas a depender da posição do objeto na frente do espelho.

    Considerando-se um objeto de 5,6cm de altura colocado a uma distância de 70,0cm de um espelho produzindo uma imagem real de 2,24cm de altura, o raio de curvatura do espelho, em cm, é igual a

    Escolha uma alternativa para a questão c40350ad-ca
  • Linguagens

    Inglês

             When we think of deadly poisons, most of our minds will jump instantly to arsenic. George III of England, Napoleon Bonaparte and the Gaungxu Emperor of China are all thought to have died from its effects — either from a deliberate assassination or accidental exposure. Just 200 milligrams — around the weight of a raindrop — is enough to kill someone within two hours. The first sign is a metallic taste in your mouth, followed by vomiting and seizures, and death. It sounds horrific — but arsenic is positively innocuous compared to other substances.

             Consider tetrodotoxin (TTX), a poison found in puffer fish and blue-ringed octopuses that leaves you paralysed as your body goes through some agonising reactions. “Your lips and tongue will begin to burn, your mouth will erupt with saliva and you’ll get very sweaty,” Dominic Burgess from BritLab explains. “You’ll no longer be able to speak, swallow, seizures will begin and your body will slowly shut down — all while you are completely lucid but unable to move.” Death comes after six hours of symptoms and there is no antidote.

          Often these poisons are alarmingly close to home. One lethal chemical — cardiac glycoside digoxin — can be found in a common garden flower, while the deadliest can be seen in many hospitals; just 2 kg would be enough to wipe out the whole of the human race.


    Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: out. 2016 (adaptado).


    O objetivo do texto apresentado é
    Escolha uma alternativa para a questão c40530f0-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:


    1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.

    2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.

    Escolha uma alternativa para a questão c405dff3-b5
  • Em 2000, uma onda de choque atingiu a Europa: o Partido da Liberdade da Áustria (FPO), fundado em 1956 por ativistas nacional-socialistas, tinha entrado no governo. Liderado por Jörg Haider (1950-2008), figura que se destacou por elogiar as políticas trabalhistas de Hitler, o partido tinha acabado de alcançar o melhor resultado para qualquer sigla de extrema direita numa democracia europeia desde a Segunda Guerra Mundial. A condenação internacional foi rápida, e líderes acreditavam que a experiência austríaca era uma aberração. Passados 24 anos, e após quatro dias de votação para o Parlamento Europeu, no entanto, os eleitores confirmaram uma nova guinada à direita.


    https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2024/06/10/entenda-o-avancoda-extrema-direita-na-eleicao-para-o-parlamento-europeu.ghtml


    Um importante fator que estimulou o crescimento dos movimentos descritos no texto foi o (a):
    Escolha uma alternativa para a questão c4067f22-30