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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.318 de 2.904

  • Ciências Humanas

    Geografia

    Suponha que o seguinte gráfico representa a evolução populacional de uma determinada região do globo.

    Imagem da questão de Geografia, UEG 2011, Crescimento

    Com base no gráfico, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão cde542dd-6d
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O relativo isolamento geográfico de determinadas comunidades fez com que cada grupo criasse mecanismos próprios para se relacionar com a natureza, estabelecer formas de relacionamento social e superar as dificuldades de sobrevivência. Sobre a diversidade cultural e geográfica do mundo, considere as afirmativas:

    I – O relativo isolamento geográfico favoreceu o aparecimento de culturas diversas que determinaram a formação e caracterização de povos diversos.
    II – Os choques culturais, com o passar do tempo, foram ficando menos intensos, em virtude das diásporas étnicas e das guerras.
    III – Países, geograficamente estratégicos como a Turquia, são considerados uma “ponte” entre a Europa e a Ásia e constitui um exemplo bastante significativo do que se pode chamar mosaico cultural.

    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão cde5f2d4-eb
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    O alvo principal da crítica contida no excerto é
    Escolha uma alternativa para a questão cde6dc77-29
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O hormônio chamado _____________ controla o teor de açúcar no corpo dos mamíferos. Ele é produzido pelo _________________ e sua deficiência pode provocar uma doença chamada _________________. O hormônio responsável por estimular e manter os processos metabólicos recebe o nome de ___________________; é produzido pela glândula ____________, e o aumento do volume dessa glândula por carência de iodo na dieta é chamado de ______________.


    A alternativa que completa corretamente as lacunas é:

    Escolha uma alternativa para a questão cde6f0a3-af
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2014, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2014, Interpretação de Textos

    Luís Nassif. Coluna Econômica.07/09/2013. 

    Um dos enunciados dispostos a seguir é redundante. O articulista usa excesso de palavra, insistindo em uma ideia. Reconheça e assinale esse enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão cde70817-b8
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A Bacia do São Francisco é uma das mais importantes do Brasil. Quanto ao seu regime hidroclimático, é correto dizer que essa bacia
    Escolha uma alternativa para a questão cde7eb87-b8
  • Ciências Humanas

    História

    Considere o texto a seguir:

    As cidades-Estado [...] eram muito diferentes entre si: nas dimensões territoriais, nas riquezas, em suas histórias particulares e nas diferentes soluções obtidas ao longo dos séculos para os conflitos de interesses entre seus componentes. A maioria delas nunca ultrapassou a dimensão de pequenas unidades territoriais, abrigando alguns milhares de habitantes – não mais do que 5 mil, quase todos envolvidos com o meio rural. Outras, de porte médio, chegaram a congregar 20 mil pessoas. Algumas poucas, portos comerciais ou centros de grandes impérios, atingiram a dimensão de verdadeiras metrópoles, com mais de 100 mil habitantes [...].
    (GUARINELLO, Norberto Luiz. Cidades-Estado na Antiguidade Clássica. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (Orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2008. p. 30.)

    De acordo com o texto, na Grécia antiga, as cidades-Estado
    Escolha uma alternativa para a questão cde860ae-b0
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Luterana do Brasil 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to the text,
    Escolha uma alternativa para a questão cde8c656-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    No Ceará, os maciços residuais estão associados a litologias do pré-Cambriano e as formas que compõem o relevo têm uma forte relação com eventos tectônicos estruturais. São exemplos dessas áreas a(o)
    Escolha uma alternativa para a questão cdea8562-b8
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2014, Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2014, Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)

    Luís Nassif. Coluna Econômica.07/09/2013. 

    Atente ao que se diz sobre o seguinte enunciado: “No entanto, não se considere um modelo consolidado” (linhas 56-57).


    I. Para ser entendido, o enunciador exige a cooperação do leitor, que deverá, por inferência, saber de qual modelo ele fala.

    II. Ao enunciado falta uma expressão que desempenhe o papel de sujeito da voz passiva do verbo considerar.

    III. Dependendo do contexto, a não explicitação do sujeito do verbo considerar torna o enunciado passível de duas leituras: 1. No entanto, não considere a si mesmo um modelo consolidado. 2. No entanto, não seja considerado (o modelo da Internet) como um modelo consolidado.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão cdeab55a-b8
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    Implícita à argumentação do autor está a defesa da
    Escolha uma alternativa para a questão cdeb94c3-29
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Luterana do Brasil 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to the text, it is possible to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão cdebb280-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    No Brasil, as classes latossolos e argissolos ocupam aproximadamente 58% da área superficial. Dentre as principais características desses solos encontra(m)-se
    Escolha uma alternativa para a questão cdedb964-b8
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Em um rio, quando o volume e a velocidade da água aumentam de maneira considerável, a atividade predominante que o curso fluvial tende a apresentar em seu leito é de
    Escolha uma alternativa para a questão cdedd2de-b8
  • Ciências Humanas

    História

    De acordo com o historiador Boris Fausto,

    A grande marca deixada pelos paulistas na vida colonial do século XVII foram as bandeiras. ,
    (FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial e Edusp, 2001. p. 51.)

    A afirmação pode ser considerada correta, pois
    Escolha uma alternativa para a questão cdeff828-b0
  • Ciências da Natureza

    Física

    O choque elétrico caracteriza-se pela passagem da corrente elétrica através do corpo (animal ou humano), podendo apresentar vários efeitos, conforme a região atravessada pela referida corrente. O quadro, a seguir, indica a intensidade da corrente e o respectivo efeito causado no organismo:

                            INTENSIDADE DE CORRENTE (mA)                 EFEITO 
                                                1 a 10                                         “formigamento”
                                               10 a 20                                   sensações dolorosas
                                             20 a 100                                dificuldades respiratórias
                                           100 a 200                                      fibrilação cardíaca
                                        Acima de 200                     graves queimaduras e parada cardíaca 

    Uma pessoa com a pele seca apresenta uma resistência de 100.000 Ω. Com o corpo molhado, essa resistência diminui para cerca de 1.000 Ω. Considerando que uma pessoa, ao sair do banheiro, molhada, sofra um choque em uma tomada de 220 V, é correto afirmar que ela estará submetida ao efeito correspondente a 

    Escolha uma alternativa para a questão cdf10d48-b8
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Considere a cadeia alimentar abaixo.


    Capim → gafanhoto → sapo → cobra


    Assinale a alternativa correta em relação à cadeia alimentar acima.

    Escolha uma alternativa para a questão cdf121bf-af
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    No sermão, o autor recorre a uma construção que contém um aparente paradoxo em:
    Escolha uma alternativa para a questão cdf29d01-29
  • Ciências Humanas

    Geografia

    As formações vegetais que vivem em solos profundos, em áreas submetidas à influência de climas úmidos correspondem à
    Escolha uma alternativa para a questão cdf2a24b-b8
  • Ciências Humanas

    História

    Considere a charge a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de História, FATEC 2010, História do Brasil

    A FÓRMULA DEMOCRÁTICA OS DETENTORES – TENHAM PACIÊNCIA, MAS AQUI NÃO SOBE MAIS NINGUÉM!

    (http://novahistorianet.blogspot.com/2009/01/republica-velha. html. Acesso em 05.03.2010.)


    A charge do caricaturista e ilustrador gaucho Storni, publicada na revista Careta, em 1925, é uma crítica referente

    Escolha uma alternativa para a questão cdf49b73-b0