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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 728 de 2.904

  • Ciências Humanas

    Geografia

    Segundo a Empresa Brasileira de Agricultura e Pecuária (EMBRAPA), a região denominada de MATOPIBA compreende cerca de 73 milhões de hectares distribuídos em 31 microrregiões e 337 municípios. Nela há mais de 300 mil estabelecimentos agrícolas, 46 unidades de conservação, 35 terras indígenas e 781 assentamentos de reforma agrária e áreas quilombolas, num total de cerca de 14 milhões de hectares de áreas legalmente atribuídas, além de áreas de conservação ainda em regularização. Essa região denominada MATOPIBA corresponde à:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f6dd4f2-c4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Ao iniciar o texto com “Nem AIDS nem gripe suína” (linha 01), o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f6fbe04-f6
  • Linguagens

    Português

    eia o fragmento do primeiro capítulo de O vendedor de passados, do escritor angolano José Eduardo Agualusa, para responder a QUESTÃO.


    Nasci nesta casa e criei-me nela. Nunca saí. Ao entardecer encosto o corpo contra o cristal das janelas e contemplo o céu. Gosto de ver as labaredas altas, as nuvens a galope, e sobre elas os anjos, legiões deles, sacudindo as fagulhas dos cabelos, agitando as largas asas em chamas. É um espetáculo sempre idêntico. Todas as tardes, porém, venho até aqui e divirto-me e comovo-me como se o visse pela primeira vez. A semana passada Félix Ventura chegou mais cedo e surpreendeu-me a rir enquanto lá fora, no azul revolto, uma nuvem enorme corria em círculos, como um cão, tentando apagar o fogo que lhe abrasava a cauda.
    — Ai, não posso crer! Tu ris?!
    Irritou-me o assombro da criatura. Senti medo mas não movi um músculo. [Félix Ventura] tirou os óculos escuros, guardou-os no bolso interior do casaco, despiu o casaco, lentamente, melancolicamente, e pendurou-o com cuidado nas costas de uma cadeira. Escolheu um disco de vinil e colocou-o no prato do velho gira-discos. “Acalanto para um Rio”, de Dora, a Cigarra, cantora brasileira que, suponho, conheceu alguma notoriedade nos anos setenta. Suponho isto a julgar pela capa do disco. É o desenho de uma mulher em biquíni, negra, bonita, com umas largas asas de borboleta presas às costas. “Dora, a Cigarra – Acalanto para um Rio – O Grande Sucesso do Momento”. A voz dela arde no ar. Nas últimas semanas tem sido esta a banda sonora do crepúsculo. Sei a letra de cor. (...)


    Fonte: AGUALUSA, José Eduardo. O vendedor de passados. Rio de Janeiro: Gryphus, 2004, p. 03. [adaptado]


    Sobre o fragmento de O vendedor de passados é CORRETO afirmar que o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão 3f712bba-fc
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    A sociologia sempre tematizou os conflitos sociais. Eles assumem várias formas e foram abordados por diferentes perspectivas. A filosofia política, desde Hobbes, também tematizou os conflitos sociais. A sociedade brasileira contemporânea vem sendo perpassada por relações conflituosas que atingem questões políticas, morais, intelectuais, entre outras. A respeito dos conflitos sociais, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7132f9-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia este texto:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFMG 2008, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFMG 2008, Interpretação de Textos

    Com base na leitura desse texto, é cORRETO afrmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 3f717c42-5e
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    In the fragment “Is a cashless future actually desirable even if it is possible?” (lines 52-53), “actually” can be replaced, with no change in meaning, by
    Escolha uma alternativa para a questão 3f73155d-f7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    No trecho “A solução não está apenas em reduzir as emissões de CO2, mas tirar milhões da pobreza e mudar o padrão de vida da camada mais rica.” (linhas 03-04), o autor sugere mais de uma medida para resolver o problema das mudanças climáticas. Sobre tais medidas, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f73f0f4-f6
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    As ciências em geral, incluindo a sociologia, bem como a filosofia, sempre destacaram uma diferença entre a sua própria produção intelectual e aquilo que foi denominado por muitos como “senso comum”, “representações sociais”, “representações cotidianas”, “conhecimento comum”, “saber popular”. Sobre essa forma mais simples de consciência, que é geralmente apresentada como oposta à ciência e à filosofia, podemos dizer:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f746453-c4
  • Linguagens

    Português

    O FASCÍNIO DO ÃO
    Roberto Pompeu de Toledo

    1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.
    2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.
    3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.
    4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...
    5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.
    6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.
    (Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)
    Assinale a alternativa que traz consideração analítica adequada sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f749861-b0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    De acordo com o texto, é correto afirmar sobre as mudanças climáticas:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f76c977-f6
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    O trecho abaixo revela alguns aspectos da noção de justiça em Platão:


    A missão do verdadeiro Estado não é tornar o mais feliz possível a classe dominante da população, uma vez que tal Estado deve velar pela felicidade de todos, e isto depende de que cada indivíduo cumpra o melhor possível a sua função específica, e somente ela (JAEGER, Werner. A Paideia. São Paulo: Martins Fontes, 1995, p. 807).


    Nesse Estado, proposto por Platão, quem eram aqueles destinados a governar e realizar a justiça na Polis?

    Escolha uma alternativa para a questão 3f7770d1-c4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    No trecho “Sistemas de saúde de muitos países poderão ser colocados sob alta pressão” (linha 07), o autor expressa:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f799f31-f6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    According to Monika Halan, editor of the Delhi-based financial newspaper Mint, in India,
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7a1068-f7
  • Ciências Humanas

    História

    Durante as décadas de 1920 a 1940 aconteceu uma experiência política sem precedentes na história: o aparecimento do totalitarismo, que se deu pelo viés de duas práticas políticas, o fascismo (Itália) e o nazismo (Alemanha). Hoje assistimos a um certo ressurgimento do conservadorismo e dos fundamentalismos religioso e político que tentam recuperar alguns dos aspectos do nazifascismo, tais como:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7acce1-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento do início da parte II de O tronco, do goiano Bernardo Élis, para responder a QUESTÃO.


    (...) O sertão é triste e feio em julho, as queimadas borrando o céu de fumaça, a vegetação já amarelecida, crestada pelo sol e pelo fogo, as árvores despidas de suas folhas pelo rigor da seca. Pelos ermos e descampados o vento galopa seu febrento bafo de morte, arrastando folhas secas, levantando a poeira fina, erguendo-a nos espaços em funis de redemunhos. (...)


    Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 61.


    De acordo com o fragmento de O tronco, é CORRETO afirmar que o autor apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 3f7b17ea-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Ao dizer “essa desigualdade será uma ‘fonte de vergonha histórica para nossa geração, se nada for feito’” (linha 09), o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7cd824-f6
  • Linguagens

    Português

    O FASCÍNIO DO ÃO
    Roberto Pompeu de Toledo

    1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.
    2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.
    3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.
    4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...
    5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.
    6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.
    (Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)
    Assinale a alternativa em que a reformulação do trecho transcrito entre parênteses implique erro linguístico ou mudança de sentido.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7d6def-b0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2009, Interpretação de Textos(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    O termo destacado em “uma elevação de 2°C já seria desastrosa” (linhas 12-13) tem sentido similar ao sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7f9816-f6
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento de Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, e observe a imagem para responder a QUESTÃO.


    ...As oito e meia da noite eu já estava na favela respirando o odor dos excrementos que mescla com o barro podre. Quando estou na cidade tenho a impressão que estou na sala de visita com seus lustres de cristais, seus tapetes de viludos, almofadas de sitim. E quando estou na favela tenho a impressão que sou um objeto fora de uso, digno de estar num quarto de despejo.
    (...)

    Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, Ática, 2000, p. 33.

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos

    Em relação ao fragmento do romance de Carolina Maria de Jesus e à imagem, é CORRETO afirmar que ambos:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7fa275-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    The boldfaced expression introduces an idea of IMPLICATION in
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7fe135-f7