Em relação à democracia, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas. ( ) A transparência deve fazer parte dos espaços democráticos. ( ) O poder autocrático é característica essencial dos regimes democráticos. ( ) A transparência nas ações políticas não é uma prerrogativa da democracia. ( ) O conflito e a abertura são componentes fundamentais dos processos democráticos. ( ) A produção cultural comumente é fomentada e faz parte das agendas dos governos democráticos.
Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre a crise da razão, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A crise da razão é também uma crise da subjetividade. ( ) A Filosofia dos frankfurtianos não se insere no contexto da crise da razão. ( ) A descrença na razão iluminista é um dos pilares da crise da razão ocidental. ( ) A Fenomenologia é uma filosofia gestada no contexto da crise da razão ocidental. ( ) O pensamento de Foucault não se insere no contexto da crise da razão ocidental.
Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre a filosofia antiga grega, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.
( ) O mundo das ideias perfeitas é criação filosófica dos sofistas. ( ) Sócrates, porque procurava a essência verdadeira das coisas, antecipa a teoria das ideias de Platão. ( ) A ética aristotélica implica uma reflexão sobre a conduta humana. ( ) O método socrático baseia-se em dois aspectos, a ironia e a maiêutica. ( ) Aristóteles foi discípulo de Platão e aceitou plenamente a Teoria das Ideias.
Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
A primeira escola filosófica grega é a de Mileto e seus principais representantes são Tales, Anaximandro e Anaxímenes. Esses filósofos são considerados monistas, pois propõem
No período arcaico (séculos VIII a VI a.C.), na Grécia antiga, alguns fatos contribuíram para o processo de ruptura com o pensamento mítico e a emergência do pensamento filosófico.
Com base nessa informação, a alternativa que contém alguns desses fatos é a
O sistema de “colonização” terá mais sucesso no Extremo-Sul do país (Rio Grande, Santa Catarina, Paraná), e em maiores proporções no Espírito Santo, longe, nestes casos, da ação perturbadora e absorvente da grande lavoura. Ele encontrará ai o interesse e o estímulo dos governos locais das províncias, que procurarão solucionar com ele o problema de seus territórios quase desertos e fomentar com o povoamento as atividades econômicas e as rendas públicas. (PRADO JR., 1969, p. 187-188).
A experiência de colonização, no Paraná, indicada no texto, concretizou-se com
[...] os primeiros socialistas faziam críticas interessantes e sonhavam longe. Mas não foram capazes de tirar as ideias do livro para a realidade. Seus projetos não passaram de belos sonhos irrealizáveis, ou seja, utopias. Por isso, receberam o apelido irônico de socialistas utópicos. Como se poderia então chegar ao socialismo? Esses socialistas eram utópicos por não poder responder direito à essa pergunta. Caberia a dois pensadores alemães do século XIX, Marx e Engels, criticar os utópicos (a expressão irônica foi inventada por eles). Para eles, o socialismo só seria possível (e necessário) depois que a sociedade tivesse alcançado um alto desenvolvimento capitalista. Mais ainda, a única força para a transformação social estaria na classe social criada e reforçada pelo capitalismo: o proletariado. (SCHMIDT, 2005, p. 388).
O socialismo difundido no Brasil, no período que antecedeu à II Guerra Mundial, diferia das características marxistas indicadas no texto, no que diz respeito
[...] ter consciência histórica significa ter consciência do nosso poder de transformação, do nosso poder de sermos os agentes da História e não seres passivos, acomodados, que sofrem a História. Por isso, ter consciência histórica significa sermos verdadeiramente homens, homens conscientes para podermos construir um mundo melhor – não como objetos, não como instrumentos de trabalho de uma classe dominante, mas como seres humanos inteiros e criativos que trabalham realizando tarefas produtivas, intelectuais ou braçais, que atendam às necessidades da coletividade. (AQUINO; FRANCO; LOPES, 1980, p. 17).
A leitura do texto e os conhecimentos de História permitem afirmar que a aquisição da consciência histórica