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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- Ciências HumanasO mito de Sísifo explora a noção de “o absurdo”, que Camus descreve alternativamente como sendo a condição humana e, ao mesmo tempo, uma difusa sensibilidade do nosso tempo. Sísifo, condenado pelos deuses a uma infindável e fútil tarefa de rolar uma pedra montanha acima (donde ela haveria de rolar montanha abaixo pelo seu próprio peso), torna-se, assim, um exemplar da condição humana, lutando desesperada e impotentemente para alcançar algo.SOLOMON, R. C. In: AUDI, R. Dicionário de filosofia de Cambridge.São Paulo: Paulus, 2006 (adaptado).O absurdo da condição humana, representado pela alegoria contida no texto, fundamenta-se na
- Ciências Humanas
História
- Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 0852F753-D9
O quilombo serviu para o desbravamento das florestas além da zona de penetração dos brancos e para a descoberta de novas fontes de riquezas. Na capitania e depois província do Rio de Janeiro, as fontes documentais sugerem que os quilombolas de Iguaçu mantinham um intenso comércio de madeira com a Corte e também empregavam-se como trabalhadores nas fazendas de proprietários que contratavam negro fugido.REIS, J. J. Quilombos e revoltas escravas no Brasil.Revista USP, n. 28, dez.-fev. 1996 (adaptado).De acordo com o texto, qual estratégia de resistência e sobrevivência foi utilizada por indivíduos quilombolas? - TEXTO IJustiça chilena condena ex-militares pelosequestro e assassinato de Victor JaraÀs vésperas dos 50 anos do golpe militar, a Justiça chilena condenou sete militares aposentados pelo sequestro e assassinato do cantor Victor Jara, em 1973. A Comissão Chilena de Direitos Humanos estima que 3,2 mil cidadãos morreram pelas mãos de agentes do Estado, sendo que, desses, 1192 permanecem desaparecidos. Cerca de 33 mil pessoas foram torturadas e presas por motivos políticos, além de cerca de 200 mil pessoas que precisaram se exilar durante o período de repressão de Augusto Pinochet.Disponível em: www.brasildefato.com.br.Acesso em: 17 out. 2023 (adaptado).TEXTO II“Justiça tardia não é justiça”, diz juiz que prendeuo ditador chileno Augusto PinochetDurante as cerimônias para lembrar os 50 anos do golpe de Estado no Chile, o magistrado que ordenou a prisão do general Augusto Pinochet, em 1998, admitiu que a justiça não foi feita e advertiu o mundo sobre o risco representado por golpes de Estado e ditaduras. “Minha leitura é a de que nunca mais haja golpes militares frente a uma democracia. Precisamos sempre defender a democracia, discordar dentro dela e dialogar por ela, a fim de consolidá-la. No entanto, em nenhum caso devemos acabar com ela e dar as costas para os cidadãos, que são os que sofrem as consequências”.Disponível em: www.correiobraziliense.com.br.Acesso em: 17 out. 2023 (adaptado).A situação mencionada nos textos ressalta a importância da justiça para a
- Ciências Humanas
Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 084341C3-D9
As principais culturas são as de soja e milho, mas o Matopiba tem potencial para crescer ainda mais em vários outros setores da agricultura. O preço baixo das terras, comparado a outros estados, e o terreno plano ideal para a agricultura são os principais atrativos dessa região. Os avanços tecnológicos que facilitam a produção em qualquer tipo de solo também permitiram o desenvolvimento dessa nova fronteira agrícola.Disponível em: www.embrapa.br. Acesso em: 20 out. 2021.A dinâmica socioespacial apresentada no texto baseia-se em características do seguinte modelo produtivo: - Ciências Humanas
Sociologia
TEXTO I
Por meio de diferentes movimentos sociais, pode-se romper as homogeneidades aparentes (por exemplo, a instituição, a comunidade ou o grupo social) e revelar os conflitos que presidiram a formação e a edificação das práticas culturais: penso nas inércias e na ineficácia normativas, mas também nas incoerências que existem entre as diferentes normas, e na maneira pela qual os indivíduos, “façam” eles ou não a história, moldam e modificam as relações de poder.LORIGA, S. A biografia como problema. In: REVEL, J.Jogos de escalas. A experiência da microanálise.Rio de Janeiro: FGV, 1998 (adaptado).TEXTO IINão adianta olhar pro céu com muita fé e pouca lutaLevanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greveVocê pode e você deve, pode crerNão adianta olhar pro chão, virar a cara pra não verSe liga aí que te botaram numa cruz e só porqueJesus sofreuNum quer dizer que você tenha que sofrerAté quando você vai ficar usando rédeaRindo da própria tragédia?Até quando você vai ficar usando rédeaPobre, rico ou classe média?GABRIEL, O PENSADOR. Até quando? In: Seja você mesmo(mas não seja sempre o mesmo). Rio de Janeiro:Sony Music, 2001 (fragmento).O Texto II enfatiza a seguinte ideia expressa no Texto I: - Ciências Humanas
Geografia
Na medida em que as mudanças climáticas ocasionam o degelo e revelam novas camadas de recursos energéticos, o impacto territorial nas dinâmicas securitárias em razão da mudança física das regiões e a permanência na atividade de rotas comerciais no Mar Ártico ficam mais evidentes. Em alguns anos, o Ártico poderá se tornar um palco de disputas econômicas e securitárias. Ainda assim, destaca-se que as disputas não terão o caráter ideológico, entre outros fatores presentes na Guerra Fria, e que a presença de novos atores na região, como a China e outros países com interesses na abertura de novas rotas marítimas e recursos situados no Ártico, podem tornar ainda mais complexas as dinâmicas regionais.SILVA, P. H. I.; COSSUL, N. I. Disponível em: https://revistas.ufpr.br.Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).A intensificação do uso da rota de comércio apresentada no texto resulta do(a) - Ciências Humanas
Geografia
- Geografia Política
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 08334248-D9
TEXTO INo final da década de 1960, o criativo engenheiro Giorgio Rosa decide construir uma plataforma marítima, fincá-la a míseros metros além do limite do mar territorial italiano (portanto, já em “águas internacionais”, que, em tese, não pertencem a país algum), e proclamá-la uma nação independente, livre de regras e burocracias.Logo, a exótica “ilha”, feita de tijolos e concreto sobre pilares de aço, que, na sua essência, traduzia o mais fiel significado da expressão de liberdade, virou uma espécie de Meca para os jovens daqueles acalorados anos de rebeldia social, e passou a ter cada vez mais movimento (além de pedidos de “cidadania”), o que incomodou demais o governo italiano, que decidiu agir com inesperado rigor.Apesar dos seus ideais de “completa independência e liberdade”, Rosa nunca negou que sua ilha desempenharia, também, papel comercial e turístico, gerando dinheiro para os envolvidos — razão pela qual se resumia a um bar, um pequeno restaurante e uma lojinha de souvenires — que, por estarem fora da jurisdição da Itália, tampouco pagavam impostos.Ilha das Rosas não foi destruída numa só investida da Marinha italiana. Ao contrário, foi preciso duas sequências de explosivos, ao longo de dois dias.SOUZA, J. O que há de real na história do homem queconstruiu uma ilha e virou filme. Disponível em:https://historiasdomar.blogosfera.uol.com.br.Acesso em: 5 nov. 2021 (adaptado).TEXTO IIEm 2 de setembro de 1967, Bates “tomou posse” de uma espécie de plataforma em pleno Mar do Norte, a cerca de sete milhas da costa inglesa e sem nenhum grão de terra firme, e declarou criado o Principado de Sealand. Em seguida, criou um hino, uma bandeira e passou a vender títulos de nobreza para quem quisesse virar cidadão da sua micronação, como forma de ganhar algum dinheiro.Para Bates, o fato de a pequena fortaleza de Roughs Tower ficar sobre águas internacionais e ter sido abandonada pela Inglaterra a tornava sem dono e, portanto, passível de ser pleiteada por qualquer pessoa, dentro dos princípios jurídicos de terra nullius.Obviamente, o governo inglês tentou reagir contra aquele absurdo. Mas a localização da plataforma, que havia sido construída de forma ilegal em águas internacionais, impedia uma ação mais efetiva. Mesmo assim, manobras militares inglesas nas proximidades tentaram intimidar os Bates. Mas eles não moveram os pés do “seu país” nem quando dois outros “invasores” tentaram conquistá-la à força.SOUZA, J. A plataforma marítima que virou país. Disponível em: https://historiasdomar.com. Acesso em: 5 nov. 2021 (adaptado).Nas histórias apresentadas, o exercício pleno da soberania nacional das plataformas mencionadas foi limitado pela ausência do seguinte fator: - Ciências Humanas
História
- Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 0830B390-D9
Roma foi imaginada e construída, de diferentes maneiras, nos mais distintos lugares e épocas, legitimando ou desautorizando grupos, práticas e políticas. Mas de todos os seus legados, apropriados ou frutos de invenções, a ideia de império e sua perenidade, assim como tudo o que ela acarreta, talvez seja o que mais tenha marcado o Ocidente.SILVA, G. J. História antiga e usos do passado: um estudo deapropriações da Antiguidade sob o regime de Vichy (1940-1944).São Paulo: Annablume; Fapesp, 2007 (adaptado).Uma apropriação significativa do legado mencionado foi realizada pelo movimento simbolizado no slogan: - Ciências Humanas
Geografia
- Conceitos Demográficos
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 082DDF51-D9
Quem foram os primeiros europeus?Novas pesquisas apontam que os atuais europeus, de qualquer país do continente, resultam de uma mistura de antigos legados da África, do Oriente Médio e da estepe russa. Os indícios vêm de objetos coletados em sítios arqueológicos, da análise de dentes e ossos antiquíssimos ali exumados e dos estudos linguísticos. Numa época tão preocupada com as migrações e as fronteiras nacionais, a ciência comprova que a Europa é um continente de imigrantes — e sempre foi assim. “Os exames de DNA estão solapando o paradigma nacionalista de que sempre vivemos aqui e nunca nos misturamos com outros povos”, diz Kristian Kristiansen. “Não há dinamarqueses, suecos ou alemães”. Em vez disso, “somos todos russos, somos todos africanos”.CURRY, A. National Geographic, ago. 2019 (adaptado).Em relação à Europa, as descobertas científicas destacadas no texto desconstroem um discurso de - Ciências Humanas
Sociologia
As primeiras noções de cidadania estiveram apoiadas nos estudos clássicos das civilizações antigas, sobretudo a greco-romana, tendo sido, a partir de então, incorporados e criados outros termos que também se aprimoraram com os debates que se sucederam. Embora tenham sido gestados no período clássico, foram no período iluminista melhor aprimorados e adquirindo sentidos mais próximos dos quais temos hoje.BODART, C. N.; FIGUEIREDO, C. A. S. Ciência política para oensino médio. Maceió: Café com Sociologia, 2021 (adaptado).Em sua origem, o conceito descrito no texto era associado ao seguinte grupo social: - Ciências Humanas
Filosofia
- Filosofia e Conhecimento
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 0820928B-D9
Observações: Cisne n. 1 é branco.Cisne n. 2 é branco....Cisne n. 534 é branco....Conclusão: Todos os cisnes são brancos.FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia.Porto Alegre: Artmed, 2009 (adaptado).A sequência de proposições apresentada no texto indica uma - Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 0818FF64-D9
Vertigem e aceleração do tempo: essa seria a sensação mais forte experimentada pelos homens e mulheres que viviam ou circulavam pelas ruas do Rio de Janeiro na virada do século XIX para o século XX. O mesmo sentimento estaria presente nas principais cidades brasileiras, que recebiam levas de imigrantes europeus que atravessavam o Atlântico em busca do sonho de fazer a América. O progresso tudo parecia arrebatar em sua corrida desenfreada. Marasmo: assim, nas fazendas, nas vilas do interior e nos sertões do país, essa mesma virada do século seria percebida. Ali, nada parecia romper uma rotina secular, firmemente alicerçada no privilégio, na inviolabilidade da vontade senhorial dos coronéis.NEVES, M. S. Os cenários da República: o Brasil na viradado século XIX para o século XX. In: DELGADO, L. A. N.;FERREIRA, J. L. (Org.). Brasil republicano: Estado,sociedade civil e cultura política. Rio de Janeiro:Civilização Brasileira, 2003 (adaptado).Os cenários descritos no texto, referentes à Primeira República no Brasil, evidenciam a(s) - Ciências Humanas
Sociologia
- Desigualdades de raça, classe e gênero
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 08168E1F-D9
A dona de casa está investida de todos os tipos de função. Primeiramente, dar à luz e criar filhos e, a partir do momento em que sabem andar, acompanharem-na por toda a parte. A mulher e seus filhos são figuras familiares profusamente reproduzidas pela iconografia da época. Segunda função: a manutenção da família, as “tarefas domésticas”, expressão que tem um sentido muito amplo, incluindo a alimentação, a educação, a limpeza da casa etc. A sociedade do século XIX não poderia crescer e se reproduzir sem a contribuição dessas mulheres.PERROT, M. Os excluídos da história: operários, mulherese prisioneiros. São Paulo: Paz e Terra, 1992 (adaptado).A condição social, discutida no texto, demonstra que a ordem burguesa tinha como pressuposto a - Ciências Humanas
Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 080EC84D-D9
Buscando assegurar a manutenção e a disponibilidade de sementes adaptadas às suas condições de cultivo, muitos grupos de agricultores desenvolveram uma diversidade de estratégias baseadas nos seus conhecimentos sobre as características das variedades locais, formas de armazenamento e manejo. Os bancos de sementes familiares constituem uma tradição importante em muitas comunidades rurais. Nesses casos, as sementes, que são ano após ano selecionadas e melhoradas, são mantidas na propriedade rural e os conhecimentos a elas associados são passados de geração para geração.LONDRES, F. As sementes da paixão e as políticas de distribuiçãode sementes na Paraíba. Rio de Janeiro: AS-PTA, 2014.O processo descrito apresenta um conhecimento milenar, fruto da relação sociedade-natureza, fundamental para - Ciências Humanas
Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 0809B6F3-D9
Um dos grandes desafios no combate ao desmatamento no Brasil consiste na intensificação das atividades agropecuárias. Uma maior produtividade por hectare reduziria a necessidade da incorporação de novas áreas agrícolas para o aumento de produção, diminuindo a pressão sobre o desmatamento. Concilia-se assim a expansão da produção de alimentos, fibras e biocombustíveis com a necessidade de preservação ambiental.FÉRES, J. G.; FERREIRA, M. D. P. Sustentabilidade da agropecuáriabrasileira: o desafio da intensificação. In: VIEIRA FILHO, J. E. R.;GASQUES, J. G. (Org.). Uma jornada pelos contrastesdo Brasil: cem anos do Censo Agropecuário.Brasília: Ipea; IBGE, 2020.Qual prática é capaz de atender ao tipo de conciliação entre economia e ambiente defendida no texto? - Ciências Humanas
Geografia
- Migrações
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 0801936D-D9
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) foi criada em 1951 e tem 173 Estados-membros. Desde 2019, a OIM coordena e é secretariado executivo da Rede da Organização das Nações Unidas (ONU) para migração. A OIM está comprometida com o princípio de que a migração ordenada beneficia a todos.Objetivos:• Promover a migração regular;• Reduzir a migração forçada e irregular;• Proteger os direitos de todos os migrantes.Disponível em: https://brazil.iom.int.Acesso em: 6 out. 2021 (adaptado).A relação da OIM com uma organização mais abrangente, como apresentada no texto, resulta do(a) - Ciências Humanas
Sociologia
- Desigualdades de raça, classe e gênero
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 07FC5A94-D9
TEXTO IFazendeiro branco, escravo negro: a imagem icônica produz a ilusão de que a escravidão moderna foi um sistema de dominação racial. De fato, porém, foi um sistema econômico. A escravidão acompanhou a humanidade durante milênios. Nas mais diferentes sociedades, inclusive na África, gente de todas as cores escravizou gente de todas as cores. O capitalismo mercantil acelerou a produção e o comércio de incontáveis mercadorias — e, também, de escravos. Na sua moldura, o tráfico atlântico forneceu africanos escravizados para as Américas.MAGNOLI, D. Uma ilusão de cor. Disponível em: www1.folha.uol.com.br.Acesso em: 9 nov. 2021 (adaptado).TEXTO IIO que nasceu primeiro, a escravidão ou o racismo? O tema é complexo, mas há consenso de que o racismo estrutural na Afro-América é consequência da escravidão atlântica. No Brasil, o racismo foi inscrito na própria linguagem, que definia o comércio de escravizados como tráfico “negreiro” e qualificava a maioria de livres não brancos como pessoas “de cor”. Existiam como sujeitos racializados mesmo quando conseguiam ter acesso a algum capital econômico e simbólico para lutar contra o racismo, até mesmo quando se tornavam senhores (ou senhoras) de escravos.MATTOS, H. O negacionismo como erudição. Disponível em:www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 9 nov. 2021 (adaptado).No Texto II, o posicionamento crítico ao argumento presente no Texto I sobre a relação entre escravidão africana e racismo na América colonial baseia-se no seguinte aspecto: - Ciências Humanas
Filosofia
- Conceitos Filosóficos
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 07F9A03A-D9
Ubuntu é um sistema de crenças, uma epistemologia, uma ética coletiva e uma filosofia humanista espiritual do sul da África. É mais um fundamento ético coletivo do que qualquer outra coisa, embora também seja considerado uma forma de filosofia e epistemologia africanas nativas. É uma forma ética de conhecer e de ser em comunidade. É muito menos um conceito abstrato do que uma expressão coletiva cotidiana de experiências vividas, centradas em uma ética comunitária do que significa ser humano. Ubuntu é uma abreviação de um provérbio da África do Sul: uma pessoa é uma pessoa por meio de seu relacionamento com outros.SWANSON, D. Ubuntu, uma alternativa ecopolítica à globalizaçãoeconômica neoliberal. IHU Revista do InstitutoHumanitas Unisinos, n. 353, dez. 2010.A perspectiva filosófica africana apresentada no texto contrasta com as formulações éticas da tradição eurocêntrica porque - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 07DDF42F-D9
O compartilhamento de fake news nas redes sociais é um fenômeno que vem crescendo nos últimos anos. Com a velocidade proporcionada pela internet, a informação — verdadeira ou não — circula com mais facilidade e, em muitos casos, gera grande impacto, mesmo o fato não sendo verídico. Além de sites especializados em propagar notícias falsas, as correntes de WhatsApp contendo informações falsas ou distorcidas têm se tornado cada vez mais comuns.Preocupado com isso, o Conselho Nacional de Justiça publicou em sua página no Facebook uma série de dicas para evitar que boatos se espalhem. São elas:• sempre ler a notícia inteira;• checar quem publicou a matéria;• conferir a data da publicação;• pesquisar a mesma informação em outras fontes;• não acreditar em tudo o que está nas redes;• desconfiar de notícias que tenham muitos adjetivos.É fundamental checar a veracidade das informações para não correr o risco de contribuir com a propagação de mentiras e boatos.FERNANDES, D. Disponível em: https://claudia.abril.com.br.Acesso em: 15 out. 2021 (adaptado).As informações dessa reportagem auxiliam no combate a um problema social por orientarem quanto - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2024
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 07DB50FB-D9
Dois países, três cidades, uma só comunidade
Cidades separadas por fronteira seca reúnem paranaenses, catarinenses e argentinos em uma integração. Essa irmandade entre os municípios é perceptível não apenas pela relação geográfica. Nas ruas ou no comércio, é fácil encontrar quem trabalhe em uma cidade e viva na outra. É comum perceber um sotaque quase indefinido, misturando português e espanhol, resultado da convivência entre brasileiros e argentinos. Palavras como camiáu (caminhão) não são encontradas nem no espanhol nem no português vernáculos, apenas no portunhol. Tal situação, de contato linguístico, é muito comum nas fronteiras de países ou até mesmo dentro de um país em que duas línguas coexistem, em regiões próximas a países fronteiriços ou em comunidades bilíngues.
Disponível em: www.gazetadopovo.com.br.
Acesso em: 12 dez. 2023 (adaptado).
De acordo com esse texto, a palavra “camiáu” é um exemplo de fenômeno que revela a