Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2017
- Universidade Estadual do Norte do Paraná
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: A3471DED-B1
Banco de questões
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What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty?
Donald Trump recently proposed to cut legal immigration to the US by half over in the next decade and to establish a merit-based immigration program. Under the plan, applicants with certain credentials, such as English proficiency, doctorates, high salaries, Olympic medalists and Nobel prizes winners would be given preference.
Many people viewed the proposal as an attack on American values like equality and opportunity. Trump’s plan also led to a heated exchange in a press briefing when CNN’s Jim Acosta asked White House aide Stephen Miller if the Emma Lazarus poem The New Colossus that is at the base of the Statue of Liberty is still relevant. In response, we’d like you to write poems that riff on the final lines Lazarus’s work:
Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!
We’d like to invite our readers to join the Guardian’s Lady Liberty poetry challenge What poem would Trump like to see at the base of the Statue of Liberty? How would Trump rewrite the message of American compassion? We’ll publish a selection of our favorite reader-submitted poems. The Guardian also asked 21 American poets to imagine in writing what type of poem would Trump like to see at the statue? For inspiration, read the submission from the poet John Yau below.
The New Colossus as Donald Trump
I don’t need more tired or poor
Let the mucky masses camp on their own dirty shore
Let them stay wretched, it is what they deserve
Send me only those who know how to bow, scrape and
serve
Or else I will close the gate to my golden hotel
— John Yau
(Adaptado de: What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty? The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2017/aug/10/trump-poem-statue-of-liberty#top Acesso em 10 ago. 2017.
Huddled masses? Losers! Trump v the Statue of Liberty. The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2017/aug/10/the-new-colossus-emma-lazarus-poems-donald-trump-immigration. Acesso em: 10 ago. 2017.)

What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty?
Donald Trump recently proposed to cut legal immigration to the US by half over in the next decade and to establish a merit-based immigration program. Under the plan, applicants with certain credentials, such as English proficiency, doctorates, high salaries, Olympic medalists and Nobel prizes winners would be given preference.
Many people viewed the proposal as an attack on American values like equality and opportunity. Trump’s plan also led to a heated exchange in a press briefing when CNN’s Jim Acosta asked White House aide Stephen Miller if the Emma Lazarus poem The New Colossus that is at the base of the Statue of Liberty is still relevant. In response, we’d like you to write poems that riff on the final lines Lazarus’s work:
Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!
We’d like to invite our readers to join the Guardian’s Lady Liberty poetry challenge What poem would Trump like to see at the base of the Statue of Liberty? How would Trump rewrite the message of American compassion? We’ll publish a selection of our favorite reader-submitted poems. The Guardian also asked 21 American poets to imagine in writing what type of poem would Trump like to see at the statue? For inspiration, read the submission from the poet John Yau below.
The New Colossus as Donald Trump
I don’t need more tired or poor
Let the mucky masses camp on their own dirty shore
Let them stay wretched, it is what they deserve
Send me only those who know how to bow, scrape and
serve
Or else I will close the gate to my golden hotel
— John Yau
(Adaptado de: What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty? The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2017/aug/10/trump-poem-statue-of-liberty#top Acesso em 10 ago. 2017.
Huddled masses? Losers! Trump v the Statue of Liberty. The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2017/aug/10/the-new-colossus-emma-lazarus-poems-donald-trump-immigration. Acesso em: 10 ago. 2017.)
A partir da leitura dos dois poemas presentes no texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Em seu poema, John Yau usou o mesmo eu-lírico do poema de Lazarus como estratégia para acrescentar ênfase às atuais mudanças ideológicas.
( ) No poema de Yau, o uso de “or else”, no início do último verso, reflete o temor do eu-lírico frente à ameaça da chegada de imigrantes.
( ) No verso “Give me your tired, your poor” do poema da Lazarus, a escolha verbal enfatiza o desejo de acolher os imigrantes. A oposição a essa vontade é expressa pelos versos “Let the mucky masses. . . ” e “Let them stay wretched...”, no poema de Yau.
( ) No último verso do poema de Lázarus, “the golden door” refere-se literalmente à passagem pelo departamento de imigração americano.
( ) No poema de John Yau, o verso “Let the mucky masses camp on their own dirty shore” denota o desprezo que o eu-lírico tem pelos imigrantes e suas origens.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.


No segundo parágrafo do trecho transcrito, Sérgio apresenta-se como “empoeirado e sujo como de rolar sobre os escarros”. A sujeira do protagonista é física, portanto, o adjetivo tem o sentido denotativo. Contudo, a sensação de sujeira pode ser estendida a outras circunstâncias relacionadas ao trecho e ao romance.
Neste sentido, considere as afirmativas a seguir.
I. O reconhecimento de tratamento diferente aos dois alunos denota, no narrador-personagem, a percepção de que a administração agiu de forma suja.
II. Os remorsos de Sérgio e as reprimendas de Aristarco, após o episódio com o diretor, levam o protagonista a sentir-se sujo.
III. O sentimento de sujeira experimentado pelo protagonista está vinculado ao fato de imputar a culpa no episódio ao colega Bento Alves.
IV. O desconforto do protagonista aproxima-se da sensação de sujeira após as relações homossexuais praticadas com os colegas e descritas com detalhes no romance.
Assinale a alternativa correta.

Acerca das relações entre o romance e os estilos de época, considere as afirmativas a seguir.
I. O desmascaramento de Aristarco como um adulto que deixa de se guiar apenas pela retidão reflete o vínculo do romance com o Realismo.
II. O destemor do protagonista diante de colegas que representam a perversidade e sua ausência de nobreza perante autoridades aproximam o romance do Romantismo.
III. Os remorsos do protagonista e sua convicção no arrependimento, após o atrito com o diretor, mostram a identificação do romance com o Naturalismo.
IV. A representação do ambiente escolar como local em que a justiça é superada por interesses financeiros remete o romance à focalização de valores conforme certas práticas da ficção modernista.
Assinale a alternativa correta.


(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).
Acerca das personagens apresentadas no conto, considere as afirmativas a seguir.
I. O velho revela-se autoritário, desajeitado e falante, considerando suas atitudes ao longo do conto.
II. A mulher mostra-se inteligente, pacata e resignada diante dos acontecimentos que estão por vir.
III. A Morte é a personagem rancorosa, que aguarda o desfecho e o dia marcados para levar alguém.
IV. Os filhos do casal são indiferentes aos pais, o que dificulta a salvação da mulher ao final do conto.
Assinale a alternativa correta.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
O termo “pena”, utilizado no segundo verso de “Poesia”, tem o significado de peça que se adapta à caneta, ou é a própria caneta, ou ainda corresponde ao instrumento com que se escreve. A palavra, porém, tem outros sentidos dicionarizados.
Assinale a alternativa em que se estabelece a correta correlação entre a palavra empregada no poema e os demais sentidos.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Sobre os termos “já” e “nervosa”, presentes no segundo verso de “Poema do jornal”, considere as afirmativas a seguir.
I. O termo “já” é ligeiramente antecipado, pois se refere à transformação em notícia, mas essa antecipação garante maior ênfase à questão do tempo como marca expressiva do poema.
II. O termo “nervosa” contém, a princípio, um significado divergente do adjetivo “doce”, mas ambos os termos são associados com a agitação e a aceleração do cotidiano moderno.
III. O termo “já” é empregado como contraponto ao termo “ainda”, utilizado no verso anterior, embora ambos estejam subordinados ao fato citado no verso inicial.
IV. O termo “nervosa” indica que o repórter, assim como o poeta e como o sujeito lírico, exibe o desconforto para administrar emoções no acompanhamento da vida moderna.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Observe a imagem a seguir.

(Mulher Chorando, 1937. Pablo Picasso. Óleo sobre tela. 60,8 × 50 cm. Tate Gallery, Londres.)
Com base na imagem, nos conhecimentos sobre a filosofia da arte e a estética na contemporaneidade,
assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
As ciências sociais contemporâneas são herdeiras do pensamento dos séculos XVIII e XIX. Representam o resultado da elaboração de um conjunto de pensadores que se empenharam em compreender as novas situações de vida que estavam em curso nesse período. O rompimento desse tributo é árduo pela existência de contraposições e de complementaridades entre as teorias e os métodos. Em particular, a Sociologia do século XX e do início do novo milênio ainda não produziu uma síntese explicativa e, por isso, transita por diferentes abordagens e vertentes teórico-metodológicas inspiradas em seus pensadores clássicos.
(Adaptado de: ARAUJO, S. M.; BRIDI, M. A.; MOTIM, B. L. Sociologia: um olhar crítico. São Paulo: Contexto, 2015. p.29-31.)
Com base no texto e nos conhecimentos sociológicos sobre os métodos de investigação dos autores clássicos da Sociologia, considere as afirmativas a seguir.
I. Para o positivismo de Comte, método e doutrina, ciência e ação se opõem, dada a imprevisibilidade das leis sociais.
II. Em Marx, a análise da vida social fundamenta-se nos indivíduos reais, na historicidade das suas relações e condições de existência.
III. As análises de Durkheim priorizam o social, através da comparação e dos mesmos princípios das ciências naturais.
IV. A Sociologia compreensiva de Weber busca interpretar os sentidos atribuídos pelos indivíduos às ações sociais.
Assinale a alternativa correta.
Observe o mapa a seguir.

(Disponível em:<https://brasil.elpais.com/brasil/2014/01/24/internacional/1390589834_173330.htmll>. Acesso em: 21 set. 2017.)
Quanto aos pontos 1, 2, 3 e 4 indicados no mapa, assinale a alternativa correta.
Leia a manchete a seguir.
Brasil diminui uso de substâncias que afetam camada de ozônio
(Disponível em:<http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2017/07/brasil-diminui-uso-de-substancia-que-afetam-camada-de-ozonio>. Acesso em: 21 set. 2017.)