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58.062 questões encontradas. Mostrando a página 2106 de 2904.
3FA412A5-B0 I. A mídia leva a transformações na sociedade tanto quanto a sociedade leva a transformações na mídia.II. “Tostines vende mais porque é fresquinho; ou é fresquinho porque vende mais?”III. As coisas não andam porque ninguém confia no governo. E porque ninguém confia no governo as coisas não andam.“Círculo vicioso é a sucessão de períodos em que a troca entre causa e consequência resulta em continuação ininterrupta do enunciado. Para que se efetive o círculo, é preciso que a causa de um período passe a ser a consequência no outro, e vice-versa.”(Revista Língua Portuguesa, n. 95, set. 2013, p. 65.)Tendo em conta as três frases acima e a descrição de círculo vicioso, pode-se dizer que tal situação está caracterizada em:
3F976F1C-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A questão esta relacionada com a tabela e o gráfico a seguir, que tratam dos óbitos, no Brasil, segundo as causas mais comuns. Examine-os atentamente antes de responder a elas.Tabela 1 – Número absoluto (N) e proporção* (%) de óbitos segundo causas básicas – 2009
Gráfico 1 — Óbitos por 100.000 habitantes segundo causas básicas
Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2884/162/taxade-mortalidade-por-doencas-croni-cas-cai-26.html>. Acesso em: 28 ago. 2013.
I. A mortalidade por doenças cardiovasculares teve, no período total, uma redução de menos de 50%.II. Ao final da primeira década do século XXI, o diabetes e as doenças respiratórias têm a mesma letalidade.III. Em 2009, o número total de óbitos por doenças crônicas não transmissíveis e por outras causas situa-se próximo de um milhão.Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.3F8F8226-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A questão esta relacionada com a tabela e o gráfico a seguir, que tratam dos óbitos, no Brasil, segundo as causas mais comuns. Examine-os atentamente antes de responder a elas.Tabela 1 – Número absoluto (N) e proporção* (%) de óbitos segundo causas básicas – 2009
Gráfico 1 — Óbitos por 100.000 habitantes segundo causas básicas
Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2884/162/taxade-mortalidade-por-doencas-croni-cas-cai-26.html>. Acesso em: 28 ago. 2013.
I. No último ano do levantamento, diabetes e doenças respiratórias são responsáveis, em conjunto, por mais de cem mil óbitos.II. A tabela mostra que cerca de três em cada dez óbitos no Brasil em 2009 se deveram a doenças cardiovasculares.III. Durante a última década do século XX e a primeira do século XXI, o câncer matou quatro vezes mais que o diabetes.Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.3F8C5213-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosTendo em conta a tirinha a seguir, assinale a afirmativa INCORRETA.

Disponível em: <http://temtudobr.blogspot.com.br/2008/12/tirinhas-muito-engraadas.html>.
Acesso em 12 set. 2013.
3F8708CD-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO FASCÍNIO DO ÃORoberto Pompeu de Toledo1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.(Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)I. O emprego do itálico no texto atende a finalidades distintas.II. Os parênteses são usados pelo autor com funções diversas.III. As aspas são sistematicamente utilizadas pelo autor para indicar menções.Dentre as afirmativas acima, são VERDADEIRAS:3F829C38-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO FASCÍNIO DO ÃORoberto Pompeu de Toledo1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.(Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)I. pespegado (1º §): aplicadoII. emprestado (3º §): atribuídoIII. engatasse (3º §): acoplasseIV. propalado (6º §): propagadoTendo em conta as equivalências propostas para os termos acima, consideradas as circunstâncias em que são utilizados no texto, pode-se dizer que são VERDADEIRAS:3F7D6DEF-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO FASCÍNIO DO ÃORoberto Pompeu de Toledo1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.(Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)Assinale a alternativa em que a reformulação do trecho transcrito entre parênteses implique erro linguístico ou mudança de sentido.3F749861-B0 Português
Interpretação de TextosPUC-MINAS · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritosO FASCÍNIO DO ÃORoberto Pompeu de Toledo1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.(Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)Assinale a alternativa que traz consideração analítica adequada sobre o texto.13C8E138-B0 Geografia
Regionalização BrasileiraUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosA união entre ciência e técnica que, a partir dos anos 70, havia transformado o território brasileiro revigora-se com os novos e portentosos recursos da informação, a partir do período de globalização e sob a égide do mercado. SANTOS; SILVEIRA. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 2. Ed. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 52O atual estágio de desenvolvimento científico e tecnológico que vem acontecendo no território brasileiro é identificado por:13C5B7F5-B0 Geografia
ClimaUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosUma das camadas atmosféricas vai até cerca de 500 Km de altitude e é importante para as comunicações por conter grande quantidade de gases ionizados.A camada atmosférica a que o texto faz referência é:13C1EFF2-B0 Geografia
ClimaUFT · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosOs tipos de clima que atuam em nosso extenso território proporcionam a existência de paisagens variadas em cada uma das regiões brasileiras. De maneira geral, destacam-se, no Brasil, os climas quentes, uma característica que decorre do domínio de massas de ar equatoriais e tropicais e da posição geográfica de seu território, localizado quase que totalmente em baixas latitudes. BOLIGIAN, L.; BOLIGIAN, A. T. A. Geografia : espaço e vivência; volume único: ensino médio. São Paulo: atual, 2004, p. 79
Disponível: www.google.com/mapas/climas. Acesso: 02/02/2013Com base no mapa acima, segundo a classificação de STRAHELER, o clima predominante da região número 02 corresponde ao:
13BE9617-B0 Geografia
AgropecuáriaUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO avanço do agronegócio pode ser constatado a partir de vários enfoques, entre os quais o aumento da produção/produtividade e da área plantada com produtos de exportação, pela crescente mecanização e tecnificação dos processos produtivos no campo, pelo aumento da integração entre capitais agropecuários-industriais-financeiros, bem como pela ampliação das cadeias produtivas alimentares e de insumos sob controle de conglomerados econômicos (...)Campos, C. S. S. A face feminina da pobreza das mulheres em território do agronegócio: o caso de Cruz Alta –RS. Buenos Aires: CLACSO, 2001, p. 101Considerando o texto acima, pode-se constatar que, no Brasil, o agronegócio traz em seu cerne:13B8A900-B0 Geografia
Geografia FísicaUFT · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosOs relevos residuais são aqueles "que resistiram aos velhos processos desnudacionais, responsáveis pelas superfícies aplainadas dos sertões, ao fim do Terciário e início do Quaternário: superfície sertaneja velha e sertaneja moderna."AB'SABER. A. Os domínios de Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.São Paulo: ateliê editorial, 2003. p.90Considerando o texto, essa feição geomorfológica é denominada:13B48418-B0 Geografia
MigraçõesUFT · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosNa ótica de Singer, o fenômeno migratório é social, assume a dimensão de classe social, que estaria respondendo aos processos social, econômico e político ao migrar. Para o autor, "as migrações internas são sempre historicamente condicionadas, sendo resultado de um processo global de mudança, do qual elas não devem ser separadas"SINGER, P. in OLIVEIRA, A. T. R. Algumas abordagens teóricas a respeito do fenômeno migratório. Reflexões sobre os deslocamentos populacionais no Brasil: Estudos e análises, informação demográfica e socioeconômica. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.Partindo da realidade brasileira, o fenômeno migratório atual assume novas feições, quando se constata:13B03E4B-B0 Geografia
Hierarquia urbanaUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosAs cidades estão ligadas entre si por uma estrutura de transportes e de meios de comunicação, formando uma rede urbana onde se estabelecem fluxos de mercadorias, pessoas e informações. As relações nessa rede urbana são hierárquicas, pois algumas cidades exercem papel de comando, estando no topo da hierarquia urbana: são as cidades globais e as metrópoles.LUCCI, E. A. et all, Geografia Geral e do Brasil - ensino médio, 2005, p.262Considerando o texto, as cidades globais se distinguem das metrópoles em função:
13ABCCF6-B0 Conhecimentos Gerais
Conhecimentos Gerais Sobre a América LatinaUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: < http://www.idadecerta.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/07 >. Acesso em: 01. Fev. 2013.
A partir da década de 60 do século XX, surgiram regimes militares na América do Sul, em que milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas. A charge ilustra o período citado. Esses regimes foram incentivados por uma política externa fomentada pelo governo dos Estados Unidos e foi conhecida por:
13A8F19E-B0 Sociologia
Karl Marx e as Classes SociaisUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosEm 1848, foi editada uma obra de Karl Marx e Friedrich Engels em que os autores difundiram as bases políticas e ideológicas da chamada “Luta de Classes.” Trata-se do livro:13A1D77D-B0 História
Guerra Fria e as ditaduras militaresUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos“[...] nenhum estudo sobre o imaginário político norte-americano pode ignorar a verdadeira obsessão em torno dos propósitos nacionais, a convicção tão fortemente arraigada de que os EUA, por sua elevada moralidade cívica e política (...) inigualáveis, receberam da Providência a missão excelsa de redimir os povos não democráticos e desenvolvidos do planeta”. (Adaptado. AZEVEDO, Cecília. Em nome da “América: Os corpos da paz no Brasil (1961-1981). São Paulo, Tese (Doutorado em História) – USP. 1992. p. 31)Essa afirmativa, claramente percebida em diversos programas e doutrinas intervencionistas norte-americanas, sendo uma das que, diretamente, influenciou a América Latina durante o período da Guerra Fria, denomina-se:1391C135-B0 História
História GeralUFT · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://ebid.s3.amazonaws.com/upload_big/1/9/9/1324849575-18372-74.jpg Acesso em: 28. Jan. 2013
A imagem é a reprodução de um cartaz francês, de 1895, sobre a iluminação elétrica, símbolo da modernidade. Entre meados do século XIX até início do século XX, houve um grande desenvolvimento técnico e científico, que ficou conhecido como Segunda Revolução Industrial. Sobre esse período afirma-se que:
I. Os maiores destaques, ao contrário da Primeira Revolução Industrial, estavam relacionados aos inventos e às descobertas. Na Segunda Revolução Industrial, o que deu impulso técnico foi a utilização do petróleo, do motor a combustão e do aço;
II. O conjunto de novidades técnicas favoreceu uma flexibilização produtiva na atividade industrial e dinamizou a economia capitalista, incorporando também novos países, sobretudo os Estados Unidos e o Japão;
III. A Segunda Revolução Industrial caracterizou-se pela produção em indústrias de grande porte (siderúrgicas, metalúrgicas, químicas, transporte ferroviário e naval). Essa etapa da industrialização também provocou transformações no cotidiano e na mentalidade da sociedade capitalista.
Considerando as afirmativas, está (ão) CORRETA (S):
138CA526-B0 Biologia
Identidade dos seres vivosUFT · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosO esquema a seguir representa o mecanismo de ação de componentes do sistema imunitário.

As células representadas pelas letras A, B, C e D e os tipos de imunidade representados por I e II são, respectivamente: