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89AB80BF-DF Eu devia estar contentePorque eu tenho um empregoSou um dito cidadão respeitávelE ganho quatro mil cruzeirosPor mês...Eu devia agradecer ao SenhorPor ter tido sucessoNa vida como artistaEu devia estar felizPorque consegui comprar Um Corcel 73...[...]Eu devia estar sorrindoE orgulhosoPor ter finalmente vencido na vidaMas eu acho isso uma grande piadaE um tanto quanto perigosa...Eu devia estar contentePor ter conseguidoTudo o que eu quisMas confesso abestalhadoQue eu estou decepcionado...Porque foi tão fácil conseguirE agora eu me pergunto “e daí?” (SEIXAS, 2010).A obra artística muitas vezes funciona como um elemento de consciência política e social, apesar de sua mensagem não ser necessariamente explicita. A composição musical de Raul Seixas remete a uma crítica contudente ao89A39616-DF Conhecimentos Gerais
Guerras, Conflitos e TerrorismoUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA semana marcou ainda o 31° aniversário da revolução dos aiatolás do Irã, ocorrida apenas alguns meses antes da invasão do Afeganistão. Os iranianos derrubaram o regime do xá Reza Pahlevi, instalado em 1953, graças a golpe planejado pela mesma CIA, que usou as verbas secretas do deputado Wilson para recrutar e armar os radicais islâmicos do lado paquistanês da fronteira com o Afeganistão.O mínimo que se pode dizer é que, no Irã, Afeganistão e Paquistão, os EUA colhem hoje o que a CIA plantou com a colaboração de gente, como o deputado Wilson. [...] Osama Bin Laden foi treinado pela CIA para atacar os russos; gostou e atacou depois o World Trade Center, em Nova York. E as bombas atômicas do Paquistão (real) e do Irã (hipotética) devem-se, ao menos em parte, à igual cortesia da CIA. (A SEMANA..., 2010).As invasões ao Afeganistão e ao Iraque promovidas pelos Estados Unidos estão diretamente relacionadas com o ataque ao World Trade Center, em 2001, cujo contexto se explica pela89A09916-DF História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA semana marcou ainda o 31° aniversário da revolução dos aiatolás do Irã, ocorrida apenas alguns meses antes da invasão do Afeganistão. Os iranianos derrubaram o regime do xá Reza Pahlevi, instalado em 1953, graças a golpe planejado pela mesma CIA, que usou as verbas secretas do deputado Wilson para recrutar e armar os radicais islâmicos do lado paquistanês da fronteira com o Afeganistão.O mínimo que se pode dizer é que, no Irã, Afeganistão e Paquistão, os EUA colhem hoje o que a CIA plantou com a colaboração de gente, como o deputado Wilson. [...] Osama Bin Laden foi treinado pela CIA para atacar os russos; gostou e atacou depois o World Trade Center, em Nova York. E as bombas atômicas do Paquistão (real) e do Irã (hipotética) devem-se, ao menos em parte, à igual cortesia da CIA. (A SEMANA..., 2010).A política externa norte-americana se diferenciou, conforme o momento histórico, no que se refere às suas relações mantidas com o Irã, o Paquistão e o Afeganistão, o que se percebe pelo apoio dos Estados Unidos899DA82A-DF História
História do BrasilUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
A charge, que caracteriza o processo político eleitoral no Brasil, se adequa à situação vivida
8997CAC2-DF História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
A partir da análise da charge e dos conhecimentos sobre as relações entre o Ocidente e o Oriente, no decorrer do século XIX, pode-se afirmar:
8994817F-DF História
História do BrasilUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosCapitão de indústria
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça
Que passa e polui o lar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
(VALLE, 2010).
As condições de trabalho e os direitos sociais no Brasil variaram em momentos de conquistas e de revés nos direitos dos trabalhadores. A composição musical caracteriza uma situação vivenciada durante898EDA10-DF História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosCapitão de indústria
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
Eu não vejo além da fumaça
Que passa e polui o lar
Eu nada sei
Eu não vejo além disso tudo
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo pra trabalhar
Eu durmo pra trabalhar
Eu corro pra trabalhar
Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
(VALLE, 2010).
A situação descrita na composição musical retrata uma realidade vivenciada pela sociedade em geral, mas que pode identificar-se com89833272-DF História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosO modo de produção dessas sociedades [...] altamente civilizadas foi algumas vezes chamado de “asiático”. Talvez se possa defender essa tese, embora com dificuldade, na medida em que sua base social era constituída por comunidades aldeãs com propriedade comunal da terra, as quais eram, por sua vez, submetidas ao pagamento de tributos ao Estado ou ao poder dos conquistadores, que eram responsáveis pela organização de boa parte da infraestrutura, embora também se ligassem ao Estado ou ao trono, à propriedade da terra e à exploração direta do trabalho. (FRANK, 1977, p. 64).A existência da comunidade aldeã pressupõe, ao longo da história, uma variedade de relações entre o Estado e essas comunidades.
Dentre elas, pode-se destacar
89732F2B-DF História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosCarlos Magno dividiu [seus domínios] em circunscrições. As circunscrições fronteiriças chamavam-se marcas. [...] As marcas eram bem fortificadas e serviam para a proteção do Estado contra invasões posteriores.A frente de cada circunscrição estava um conde. O conde que chefiava uma marca chamava-se margrave. [...] Carlos Magno distribuía benefícios entre seus vassalos. Exigia deles não somente participação pessoal nas expedições militares, mas também a apresentação de homens armados. (KOMINSKY, [s.d.], p. 92).O reinado de Carlos Magno (768-814 d.C.), na Gália, concretizou-se por desenvolver uma política que culminou com896D5D36-DF História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
As manifestações culturais se expressam em um contexto histórico que o refletem e que, dialeticamente, produzem esse próprio contexto.A análise da escultura representada acima e os conhecimentos sobre as manifestações da arte, nas várias culturas, permitem inferir que essa escultura é representativa do período
CE97AE0E-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

VAZQUEZ. Maestro. Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_H3uQvpZPI9A/SxPwuGWWtwI/AAAAAAAADlc/4EhZCRfWmIY/s1600/carta+muy+triste+y+no+tiene+ilusiones.jpg>Acesso em: 7jun.2010.
Lo que se afirma sobre el lenguaje de la viñeta es correcto enCE946AA6-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

VAZQUEZ. Maestro. Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_H3uQvpZPI9A/SxPwuGWWtwI/AAAAAAAADlc/4EhZCRfWmIY/s1600/carta+muy+triste+y+no+tiene+ilusiones.jpg>Acesso em: 7jun.2010.
De la lectura de los dos textos, es correcto afirmar queCE90F336-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

VAZQUEZ. Maestro. Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_H3uQvpZPI9A/SxPwuGWWtwI/AAAAAAAADlc/4EhZCRfWmIY/s1600/carta+muy+triste+y+no+tiene+ilusiones.jpg>Acesso em: 7jun.2010.
De la observación y lectura de la viñeta, es correcto afirmar que el personajeCE8D3DC6-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

VAZQUEZ. Maestro. Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/_H3uQvpZPI9A/SxPwuGWWtwI/AAAAAAAADlc/4EhZCRfWmIY/s1600/carta+muy+triste+y+no+tiene+ilusiones.jpg>Acesso em: 7jun.2010.
Se puede afirmar que el personaje de la viñeta es unCE885D3F-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
Sobre el lenguaje del texto, es correcto afirmarCE83D2D1-DF Espanhol
Flexão do Nome | Flexíon de las PalabrasUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
La alternativa en la que se indica correctamente el singular de la expresión transcrita es laCE7CB27F-DF Espanhol
Adjetivos em Espanhol | AdjetivosUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
Hay una definición correcta de la clase gramatical de la palabra transcrita enCE78C21C-DF Espanhol
Acentuação | El Acento y la TildeUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
Están acentuados por el mismo motivo los vocablos transcritosCE75505E-DF Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
La forma “pese a” (l. 46) podría sustituirse, sin ocasionar cambios semánticos o estructurales porCE71B94B-DF Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:



CASTAÑEDA, Javier. Patologías urbanas. Ilusionarte. Disponível em:<http://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.htmlhttp://www.lavanguardia.es/lv24h/20100506/53923068932.html> Acesso em: 01 jun.2010.
El término “tan” (l. 30) expresa