Questões do ENEM 2009

Questões aplicadas na prova de 2009, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

384 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 20.

  • 6CF54998-EB

    Geografia

    Industrialização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf54998-eb
  • 6CF100DA-EB

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf100da-eb
  • 6CEC7667-EB

    Geografia

    Histórico
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    “Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cec7667-eb
  • 6CE90A4C-EB

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Observe atentamente a imagem ao lado e assinale a alternativa que apresenta correspondência de sentido entre ela, o texto “De volta à condição proletária” e o episódio do G-20.


    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009
    Imagem de uma das manifestações ocorridas em Londres, durante a Cúpula de Líderes do G-20 financeiro, em abril de 2009.
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce90a4c-eb
  • 6CDD3E72-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Choviam os aventureiros e os caçadores de fortuna. O Brasil tinha 300 mil habitantes em 1700; um século depois, (...) a população tinha-se multiplicado onze vezes. Não menos de 300 mil portugueses emigraram para o Brasil durante o século XVIII, um contingente maior de população (...) do que a Espanha levou a todas as suas colônias da América” (Eduardo Galeano, As veias abertas da América Latina). Assinale a alternativa que indica a causa do fluxo migratório de portugueses para o Brasil, no século XVIII.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cdd3e72-eb
  • 6CD84A73-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Veja a ilustração abaixo:



    Imagem da questão de História, da prova de 2009

    A batalha dos Guararapes, quadro pintado em 1879 por Victor Meirelles, MNBA


    Sobre as invasões holandesas do nordeste brasileiro, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 6cd84a73-eb
  • 6CD4C241-EB

    História

    Guerra Fria e as ditaduras militares
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    “Diz-se em Cuba que as grandes mudanças têm data certa para ocorrer: 1º de janeiro. Foi nesse dia, em 1899, que a bandeira da Espanha desceu dos mastros do país, e, após um longo movimento de independência, subiu aos céus caribenhos o símbolo dos novos donos da ilha: a bandeira listrada dos Estados Unidos. Os revolucionários cubanos já expulsavam praticamente os espanhóis quando 15 mil soldados americanos desembarcaram em Cuba e só saíram de lá três anos depois, quando incluíram na Constituição do novo país um artigo inusitado: a chamada Emenda Platt, que permitia que os americanos entrassem e saíssem como e quando quisessem da ilha – o que fizeram de forma direta e indireta durante 60 anos, até outro 1º de janeiro” (Alessandro Meiguins, Fidel e a Revolução: 45 anos depois. Revista Aventuras da História, 2004).

    A partir da leitura do texto e do conhecimento da história de Cuba, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 6cd4c241-eb
  • AD87D22D-E8

    História

    História Geral
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Dia “D” durante a II Guerra Mundial ocorreu quando:
    Escolha uma alternativa para a questão ad87d22d-e8
  • AD81CE0B-E8

    História

    História Geral
    UFAC · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o Estado no Antigo Regime, na Idade Moderna, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ad81ce0b-e8
  • AD7DDC99-E8

    História

    História Geral
    UFAC · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    O Mercantilismo europeu se deu a partir do século XVI, quando:
    Escolha uma alternativa para a questão ad7ddc99-e8
  • AD7AAF81-E8

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    O chamado “Cisma do Oriente” se deu em 1054, quando:
    Escolha uma alternativa para a questão ad7aaf81-e8
  • AD741CD3-E8

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um legislador, em 621 a.C., na Grécia Antiga, selecionou, organizou e registrou na forma escrita leis que, até então, eram transmitidas pela oralidade e sob o domínio apenas de alguns. Mesmo produzindo um Código bastante severo, mantinha privilégios políticos e sociais para alguns grupos. Assinale a alternativa correta que indica o nome desse legislador:
    Escolha uma alternativa para a questão ad741cd3-e8
  • 0C5FF001-E7

    Geografia

    Categorias de Análise da Geografia
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009

    Relacionando-se o poema aos conceitos de lugar, paisagem, espaço e território tratados pela geografia, é correto afirmar:


    ( ) Brejo da Cruz pode se caracterizar como um lugar, uma vez que sua identidade socioespacial é explicitada na letra do poema.

    ( ) Diante da falta de infraestrutura, serviços gerais e do predomínio de população excluída, não existe paisagem em Brejo da Cruz.

    ( ) Como não se consegue imaginar a paisagem, fica impossível relacionar o poema ao conceito de espaço.

    ( ) O conceito de território não se aplica a Brejo da Cruz, pois, devido à organização espacial precária, não vigoram leis institucionais e normas marginais.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5ff001-e7
  • 0C5D0666-E7

    Geografia

    Geografia Econômica
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Que país é este

    Nas favelas,no Senado
    Sujeira pra todo lado
    Ninguém respeita a Constituição
    Mas todos acreditam no futuro da nação
    Que país e este

    (Renato Russo)


    O trecho da música denuncia a


    ( ) postura neoliberal que sacrifica os mecanismos de mobilização social.

    ( ) ausência de comprometimento das oligarquias dominantes em relação aos interesses da sociedade.

    ( ) incompatibilidade entre democracia e crescimento econômico.

    ( ) permissividade da sociedade civil, fato que gera impunidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5d0666-e7
  • 0C5940B3-E7

    Geografia

    Agropecuária
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o agronegócio no Brasil, é correto afirmar:


    ( ) A inclusão dos adidos agrícolas, além de reforçar a defesa do setor nos países centrais da economia capitalista, também diminuiu o número de conflitos no campo antes existentes no país.

    ( ) A deficiência na infraestrutura, somada às altas cargas tributárias é o maior entrave para sustentar o crescimento do agronegócio no país.

    ( ) A expansão de áreas plantadas de cana-de-açúcar para a obtenção do etanol na região amazônica vem pondo em risco o ecossistema de floresta pluvial.

    ( ) O último superávit registrado no setor deve-se apenas ao consumo interno de seus produtos, já que o preço das principais commodities que o país exporta vem sofrendo crescente desvalorização.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5940b3-e7
  • 0C50B552-E7

    Geografia

    Industrialização
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Dentre as razões que justificam o processo de desconcentração industrial que vem ocorrendo no Brasil e, em geral, centradas na redução de custos, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c50b552-e7
  • 0C4BCEB8-E7

    Geografia

    Urbanização
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Região metropolitana é o conjunto de municípios contíguos e interligados socioeconomicamente a uma metrópole com serviços públicos e de infraestrutura comuns.


    Considerando-se o conceito descrito e os conhecimentos sobre a urbanização brasileira, pode-se afirmar que as regiões metropolitanas do Sudeste caracterizam-se
    Escolha uma alternativa para a questão 0c4bceb8-e7
  • 0C47E5FF-E7

    Geografia

    Migrações
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os conhecimentos relacionados às migrações internas no Brasil possibilitam afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c47e5ff-e7
  • 0C3DAABF-E7

    Geografia

    Regionalização Brasileira
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    De suas amêndoas sai um óleo de grande valor energético, por isso enquadra-se hoje na categoria de cultura potencial para o programa do biodiesel. O problema é que sua extração se mantém artesanal.


    Indique a alternativa em que o produto corresponde à sub-região nordestina que o produz:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3daabf-e7