Questões do ENEM 2009

Questões aplicadas na prova de 2009, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

576 questões encontradas. Mostrando a página 10 de 29.

  • ED85C852-DF

    Português

    Crase
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Assim como nas três situações que o fragmento apresenta (linhas 4, 6 e 7), o acento grave também está usado adequadamente na opção:
    Escolha uma alternativa para a questão ed85c852-df
  • ED81C7C2-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Tanto na linha 1 como na linha 5, os colchetes são empregados
    Escolha uma alternativa para a questão ed81c7c2-df
  • ED7888CC-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Admitindo-se que se pode dividir esse fragmento textual em dois momentos, é correto afirmar que, no segundo, o narrador se detém em informar o leitor sobre a
    Escolha uma alternativa para a questão ed7888cc-df
  • ED74B16C-DF

    Português

    Análise sintática
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Corresponde a uma forma desenvolvida da oração reduzida “Atravessando-o certa tarde [...]” (linha 5):
    Escolha uma alternativa para a questão ed74b16c-df
  • ED70D362-DF

    Português

    Sintaxe
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Leia o período abaixo.


    Mal se congestiona o tráfego [...], o fagócito move-se [...].”


    Nesse período, o conector Mal exprime noção de

    Escolha uma alternativa para a questão ed70d362-df
  • ED6D1150-DF

    Português

    Coesão e coerência
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    “[...] vi formar-se ali um bolo de gente [...]” (linha 5)

    O segmento textual em destaque está reescrito corretamente, mantendo-se a informação original, na opção:

    Escolha uma alternativa para a questão ed6d1150-df
  • ED697DF1-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Conotativamente, o narrador estabelece um paralelo entre funções da célula denominada fagócito e funções do soldado, tendo em vista que é tarefa de um policial
    Escolha uma alternativa para a questão ed697df1-df
  • ED65F543-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Pode-se subentender da fala do interrogado:
    Escolha uma alternativa para a questão ed65f543-df
  • ED613A9D-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Na situação retratada pelo quadrinho, a resposta do interrogado
    Escolha uma alternativa para a questão ed613a9d-df
  • C7A4017E-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXT III


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009


    SCHULZ, Charlie M. Good ol’ Snoopy. 15

    ed. Greenwich: Fawcett Publications Inc.,

    1970. s. p. 

    In the third square, the sentence Neither means that:
    Escolha uma alternativa para a questão c7a4017e-de
  • C79E9497-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT III


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009


    SCHULZ, Charlie M. Good ol’ Snoopy. 15

    ed. Greenwich: Fawcett Publications Inc.,

    1970. s. p. 

    The question ‘Is Snoopy a hunting dog?’ in the first square of the cartoon expresses:
    Escolha uma alternativa para a questão c79e9497-de
  • C796B4C2-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXT II


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009 

    In the letter, Jeff Owens uses an informal manner to open and close his message. The most appropriated level of language in formal style to write the opening Dear Phil (line 1) and the closing Your Cordially (line 12) would be:
    Escolha uma alternativa para a questão c796b4c2-de
  • C78ECC7E-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXT II


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009 

    The Agriculture Consultant, Jeff Owens reports to Phil some suggestions about planting rice. These suggestions are based in weather specialists who forecast a dry caused by the increasing of Earth’s temperature. Based on this statement and in the text II, consider the solutions pointed by Jeff Owens to reduce plant rice problems of Phil.
    Escolha uma alternativa para a questão c78ecc7e-de
  • C78B5709-DE

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT I 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    The text is full of grammatical elements that compose its structure to offer a plain reading comprehension. Based on this idea and in the text I, judge the CORRECT following statements:
    Escolha uma alternativa para a questão c78b5709-de
  • C784AD90-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT I 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    In the sentence, ‘The activities of the MIT visionary pioneers of the digital revolution are part of an integrated approach to technology.’ (lines 21 – 23) it can be deduced that:
    Escolha uma alternativa para a questão c784ad90-de
  • C7583FD2-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    *Endogamia: os casamentos e relações se dão no mesmo grupo.


    Observe o parágrafo abaixo:


    “Mas que sensibilidade! Agora não apenas por causa do quadro de uvas e peras e peixe morto brilhando nas escamas. Sua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebrada. E se quisesse podia permitir-se o luxo de se tornar ainda mais sensível, ainda podia ir mais adiante: porque era protegida por uma situação, protegida como toda a gente que atingiu uma posição na vida. Como uma pessoa a quem lhe impedem de ter a sua desgraça. Ai que infeliz que sou, minha mãe. Se quisesse podia deitar ainda mais vinho no copo e, protegida pela posição que alcançara na vida, emborrachar-se ainda mais, contanto que não perdesse o brio. E assim, mais emborrachada ainda, percorria os olhos pelo restaurante, e que desprezo pelas pessoas secas do restaurante, nenhum homem que fosse homem a valer, que fosse triste. Que desprezo pelas pessoas secas do restaurante, enquanto ela estava grossa e pesada, generosa a mais não poder. E tudo no restaurante tão distante um do outro como se jamais um pudesse falar com o outro. Cada um por si, e lá Deus por toda a gente.” (LISPECTOR, C. Devaneio e embriaguez de uma rapariga. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 14-5)


    Clarice Lispector se caracterizou por uma escrita bastante sensível e precisa, em busca de uma revelação maior do sujeito, na sua inglória afirmação de ser. Sua capacidade de percepção do mínimo dava a ela uma condição bastante elegante na hora de tecer elementos capazes de propor uma leitura da condição humana em luta consigo mesma. No conto, Clarice se esmerou na capacidade de atingir o alvo com mais brevidade e ambição econômica de espaço. No parágrafo do conto acima, o personagem é descrito tentando juntar duas pontas, a dele e a dos outros à sua volta, no restaurante, mas, enquanto se embriaga, não deixa de cavar um imenso abismo entre ele e o próprio mundo. Isso significa que:

    Escolha uma alternativa para a questão c7583fd2-de
  • C7519AC7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o trecho do poema abaixo:


    “ASSISTE AO ENTERRO DE UM TRABALHADOR DE EITO E OUVE O QUE DIZEM DO MORTO OS AMIGOS QUE O LEVARAM AO CEMITÉRIO

    – Essa cova em que estás,

    com palmos medida

    é a conta menor

    que tiraste em vida.

    – É de bom tamanho,

    nem largo nem fundo

    é a parte que te cabe

    deste latifúndio.

    – Não é cova grande,

    é cova medida,

    é a terra que querias

    ver dividida.

    – É uma cova grande

    para teu pouco defunto

    mas estarás mais ancho

    que estavas no mundo.

    – É uma cova grande

    para teu defunto parco,

    porém mais que no mundo

    te sentirás largo.

    – É uma cova grande

    para tua carne pouca,

    mas a terra dada

    não se abre a boca.”

    (MELO NETO, J.C. Morte e vida severina: auto de natal pernambucano. Serial e antes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. p. 159-160)


    Em “Morte e vida severina”, João Cabral de Melo Neto recupera uma tradição medieval para traçar o percurso de mais um nordestino tangido pela seca. Por meio dele temos o duro testemunho de um personagem anônimo que percorre o agreste até o Capibaribe, mostrando-nos uma geografia de escassez e desolação que, ao final, é atenuada com um nascimento que representa a esperança cristã na vida. O trecho acima dramatiza o funeral de um lavrador e as vozes declamando representam:

    Escolha uma alternativa para a questão c7519ac7-de
  • C747EFF7-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o trecho abaixo:

    “Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. E a cova era que nem marca dum pé gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão de Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava louro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.” (ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. 22.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 29- 30)

    Na passagem acima, Mário de Andrade retoma uma tradição de contar histórias, onde Macunaíma, o herói da nossa gente, representa uma espécie de símbolo de afirmação da nossa mestiçagem que até então, antes do modernismo, era vista como sinal de inferioridade. Ao sair da água encantada, porém, ele consegue ficar branco, enquanto seus dois irmãos, mais adiante, continuam com os traços indígenas e negroides. Essa metáfora compõe, junto com a forma de contar histórias:
    Escolha uma alternativa para a questão c747eff7-de
  • C744351A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:

    “Começo arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás íntimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...” (ASSIS, J.M.M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro, Tecnoprint, s.d. p. 126)

    Ao final do parágrafo, o narrador trabalha com elementos polares (pressa de envelhecer versus o livro que anda devagar; estilo regular versus estilo ébrio) e termina com uma gradação às avessas, pois o seu estilo e o livro “caem”, por fim. Essa qualidade crítica que ele dá à sua obra corresponde:
    Escolha uma alternativa para a questão c744351a-de