Questões do ENEM 2009

Questões aplicadas na prova de 2009, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.722 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 87.

  • 3F824C39-F6

    Português

    Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a ideia principal do último parágrafo do texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f824c39-f6
  • 3F7F9816-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    O termo destacado em “uma elevação de 2°C já seria desastrosa” (linhas 12-13) tem sentido similar ao sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7f9816-f6
  • 3F7CD824-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Ao dizer “essa desigualdade será uma ‘fonte de vergonha histórica para nossa geração, se nada for feito’” (linha 09), o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7cd824-f6
  • 3F799F31-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    No trecho “Sistemas de saúde de muitos países poderão ser colocados sob alta pressão” (linha 07), o autor expressa:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f799f31-f6
  • 3F76C977-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    De acordo com o texto, é correto afirmar sobre as mudanças climáticas:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f76c977-f6
  • 3F73F0F4-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    No trecho “A solução não está apenas em reduzir as emissões de CO2, mas tirar milhões da pobreza e mudar o padrão de vida da camada mais rica.” (linhas 03-04), o autor sugere mais de uma medida para resolver o problema das mudanças climáticas. Sobre tais medidas, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f73f0f4-f6
  • 3F6FBE04-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009(Agência Estado- 15/05/2009 - Disponível em http://www.opovo.com.br/saude/877865.html)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Ao iniciar o texto com “Nem AIDS nem gripe suína” (linha 01), o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f6fbe04-f6
  • 6D1B90EC-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Choose the alternative that best translates the words: coup, boost, overthrew, issued, covert.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d1b90ec-eb
  • 6D182422-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Choose the alternative that best explains the meaning of the following words from the text above: chaired, charges, guild, mogul, currency.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d182422-eb
  • 6D115C9E-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Say which sentence is true according to the text above.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d115c9e-eb
  • 6D0E9595-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the article below and answer question.


    The El Mercurio File
    By Peter Kornbluh


    “For the better part of two years, a group of editors, journalism students, and human rights lawyers in Santiago, Chile, have been gathering evidence against their country’s leading media mogul, Agustín Edwards, to, at minimum, have him expelled from the press guild, the Academy of Chilean Journalists. The editor of the leftist magazine Puncto Final, Manuel Cabieses, has filed a formal petition accusing Edwards of violating the academy’s code of ethics by conspiring with the Nixon White House and the CIA between 1970 and 1973 to foment the military coup that overthrew the elected government of Salvador Allende and brought General Augusto Pinochet to power, thirty years ago this month. ‘Doonie’, as Edwards is known to his closest friends, is the patriarch of the press – a Chilean Rupert Murdoch. His media empire encompasses Chile’s renowned national newspaper, El Mercurio, a second national paper, Ultimas Noticias, and Santiago’s leading afternoon paper, La Segunda, along with a dozen smaller regional journals. In September 1970, when Chileans narrowly elected Allende, a Socialist, to the presidency, Edwards was widely considered to be the richest man in Chile – and the individual with the most to lose financially from Allende’s election.
    The ethics charges against Edwards are likely to receive a boost from a careful analysis of formerly secret U.S. documents that shed considerable new light on CIA covert media operations in Chile. Since 1975, when a special congressional committee chaired by Idaho Senator Frank Church issued its report, Covert Action in Chile: 1963-1973, it has been no secret that the CIA provided significant funding to El Mercurio, put reporters and editors on its payroll, and used the paper, in the committee’s words, as ‘the most important channel for anti-Allende propaganda.’ But with the declassification of thousands of CIA and White House records at the end of Clinton administration, the history of the ‘El Mercurio Project’ emerges in far greater detail. Among the key revelations in the documents:
    • Even before Allende was inaugurated as president of Chile, Edwards came to Washington and discussed with the CIA the ‘timing for possible military action’ to prevent Allende from taking office. • President Nixon directly authorized massive funding in the newspaper. The White House approve close to $2 million dollars – a significant sum when turned into Chilean currency on the black market.
    • Secret CIA cables from mid-1973 identified El Mercurio as among the ‘most militant parts of the opposition’ pushing for military intervention to overthrow Allende.
    • In the aftermath of the coup, the CIA continued to covertly finance media operations in order to influence Chilean public opinion in favor of the new military regime, despite General Pinochet’s brutal repression.”
    From: KORNBLUH, Peter. “The El Mercurio File”. Columbia Journalism Review. New York, p.14-15, September/October 2007.
    Say which sentence is true according to the text above.
    Escolha uma alternativa para a questão 6d0e9595-eb
  • 6D0A9D1F-EB

    Matemática

    Problemas
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para produzir uma mercadoria, uma empresa gasta R$ 1,80 por unidade. Além disso, há um custo fixo de R$ 3.000,00, independentemente da quantidade produzida. O preço de venda é de R$ 2,00 por unidade. O número mínimo de unidades a partir do qual a empresa começa a ter lucro é de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d0a9d1f-eb
  • 6D02FF15-EB

    Matemática

    Geometria Plana
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na figura abaixo, ABC é um triângulo equilátero de lado igual a 4. MN, NP e PM são arcos de circunferências com centro nos vértices A, B e C, respectivamente, e de raios todos iguais a 2. A área da região sombreada é:


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2009
    Escolha uma alternativa para a questão 6d02ff15-eb
  • 6CF54998-EB

    Geografia

    Industrialização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf54998-eb
  • 6CF100DA-EB

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf100da-eb
  • 6CEC7667-EB

    Geografia

    Histórico
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    “Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cec7667-eb
  • 6CE90A4C-EB

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Observe atentamente a imagem ao lado e assinale a alternativa que apresenta correspondência de sentido entre ela, o texto “De volta à condição proletária” e o episódio do G-20.


    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009
    Imagem de uma das manifestações ocorridas em Londres, durante a Cúpula de Líderes do G-20 financeiro, em abril de 2009.
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce90a4c-eb
  • 6CE4D04E-EB

    Conhecimentos Gerais

    Questões Sociais
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre as transformações ocorridas, nos últimos anos, no âmbito do trabalho no Brasil:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce4d04e-eb
  • 6CDD3E72-EB

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Choviam os aventureiros e os caçadores de fortuna. O Brasil tinha 300 mil habitantes em 1700; um século depois, (...) a população tinha-se multiplicado onze vezes. Não menos de 300 mil portugueses emigraram para o Brasil durante o século XVIII, um contingente maior de população (...) do que a Espanha levou a todas as suas colônias da América” (Eduardo Galeano, As veias abertas da América Latina). Assinale a alternativa que indica a causa do fluxo migratório de portugueses para o Brasil, no século XVIII.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cdd3e72-eb