Questões do ENEM 2010

Questões aplicadas na prova de 2010, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.013 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 51.

  • 505F8E2A-F6

    História

    Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
    Universidade Federal do Ceará · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Analisando a inserção do Brasil durante o Primeiro e o Segundo Reinados no quadro econômico mundial, podemos afirmar corretamente que ele:
    Escolha uma alternativa para a questão 505f8e2a-f6
  • 50573A6C-F6

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    As capitanias hereditárias constituíam na doação de lotes de terras por Portugal com o intuito de dinamizar a ocupação das terras da colônia. Esse sistema caracterizava-se pela:
    Escolha uma alternativa para a questão 50573a6c-f6
  • 505461AD-F6

    História

    Período Colonial: produção de riqueza e escravismo
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O sincretismo religioso constitui uma importante característica da vida colonial brasileira. Sua formação esteve relacionada:
    Escolha uma alternativa para a questão 505461ad-f6
  • 136864B4-EC

    Geografia

    Amazônia
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O governo brasileiro publicou, em 2010, estudo sobre a atividade madeireira na Amazônia Legal, realizado pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). Alguns dos dados são apresentados na tabela seguinte: Evolução do setor madeireiro na Amazônia em 1998, 2004 e 2009.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    Com base na realidade amazônica atual e nas informações acima, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 136864b4-ec
  • 135CD6BD-EC

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo, extraído do Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008, produzido para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), traduzido para o português de Portugal, e responda à questão:

    “Baixos Rendimentos: há ainda cerca de um milhar de milhão de pessoas a viver no limiar da sobrevivência com menos de US$1 por dia, com 2,6 mil milhões – 40% da população mundial – a viver com menos de US$2 por dia. Fora da Ásia de Leste, a maioria das regiões em desenvolvimento estão a reduzir os índices de pobreza a um ritmo lento – demasiado lento para atingir os ODMs (Objectivos de Desenvolvimento do Milênio) de reduzir para metade a extrema pobreza em 2015. A não ser que se verifique uma aceleração na redução de pobreza a partir de 2008, o objectivo não deverá ser cumprido para cerca de 380 milhões de pessoas.”


    Para atingir os ODMs, o número de pessoas, por ano, que deve sair da situação de extrema pobreza, vivendo com menos de US$2 por dia, deve aumentar, aproximadamente (considerando o período em questão de sete anos), de:
    Escolha uma alternativa para a questão 135cd6bd-ec
  • 1348C0BB-EC

    Geografia

    Amazônia
    Faculdade Cásper Líbero · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    A trama de Dois irmãos, de Milton Hatoum, é ambientada em Manaus, entre as décadas de 1930 e 1960. O romance mostra a precariedade material da cidade e o acesso restrito de seus moradores a bens de consumo já disseminados em diferentes regiões do país, tais como eletrodomésticos e outros produtos industrializados. Acerca do desenvolvimento do Amazonas no período mencionado, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1348c0bb-ec
  • 13452644-EC

    História

    História Geral
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    A passagem seguinte foi extraída do texto “Os quedes vermelhos da Tchi”, que integra o livro Os da minha rua, de Ondjaki:


    “Chegou a nossa vez. Um camarada também aí num microfone tipo escondido aquecia a multidão:
    ‘Pioneiros de Agostinho Neto, na construção do socialismo...’
    e nós gritávamos, suados, contentes, meio a rir meio a berrar:
    ‘Tudo pelo Povo!’”


    O trecho acima narra a participação do personagem principal, Ndalu, em um desfile de Primeiro de Maio, em Luanda, na década de 1980, durante a vigência do regime socialista em Angola. Esse regime, implantado logo após a independência pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), com o apoio de Cuba e da antiga União Soviética, enfrentou uma guerra civil promovida por dois outros grupos armados: a União Nacional pela Libertação Total de Angola (UNITA) e a Frente Nacional de Libertação Angolana (FNLA). Os três grupos atuaram nas lutas pela independência do país, em 1975. Pode-se afirmar que um dos motivos da guerra civil em Angola foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 13452644-ec
  • 134187E4-EC

    História

    Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
    Faculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A seguinte passagem foi extraída do texto “O último carnaval da vitória”, que integra o livro Os da minha rua, do escritor angolano Ondjaki:


    “Ficamos todos a ver o desfile e era um mês de março. O locutor deu alguma informação errada sobre o carnaval, e um dos primos disse que não era assim, que aquele era o Carnaval da Vitória porque a 27 de março se comemorava o dia em que as forças armadas tinham expulsado o último sul-africano de solo angolano”.


    O trecho aborda a infância do personagem Ndalu, em Luanda, Angola, na década de 1980. No texto, o personagem principal lembra-se da festa que ganhou o nome de Carnaval da Vitória, após a independência do país, em 1975. Sobre a dominação portuguesa na África, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 134187e4-ec
  • 133DFD3C-EC

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Na época em que Manuel Antonio de Almeida publicou Memórias de um sargento de milícias, havia acirrada disputa entre os Partidos Conservador e Liberal. O livro saiu, primeiramente, em folhetim na seção humorística denominada “Pacotilha”, do Correio Mercantil, principal jornal ligado ao Partido Liberal, entre 1852 e 1853. Nesse período, cunhou-se uma célebre frase atribuída ao político pernambucano Antônio Francisco de Paula e Holanda Cavalcanti de Albuquerque: “Nada se assemelha mais a um ‘saquarema’ do que um ‘luzia’ no poder.” Sobre a vida econômica e política do período em questão, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 133dfd3c-ec
  • 133960B0-EC

    História

    História Geral
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em Auto da barca do inferno (1516), de Gil Vicente, o “Judeu” é o único personagem que solicita entrar no batel infernal, mas mesmo assim sua alma é preterida pelo “Diabo”. Este se recusa a embarcar o bode que o “Judeu” traz consigo e indica-lhe o batel do “Anjo”. O “Judeu”, contudo, não consegue dirigir a palavra ao “Anjo”, e acaba indo a reboque no barco do “Diabo”, que, com estas palavras, aceita-o: “Vós, Judeu, ireis à toa, que sois mui ruim pessoa”. O mau juízo que a obra faz dos judeus tem origem em uma conjuntura histórica particular, vigente no final do século XV e início do século XVI. Assinale a alternativa que explicita essa conjuntura:
    Escolha uma alternativa para a questão 133960b0-ec
  • 13023A49-EC

    História

    História Geral
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O documentário Arquitetura da destruição, de Peter Cohen, mostra um dos programas criados pelo governo de Adolf Hitler (1933-1945) para os trabalhadores, denominado “beleza no trabalho”. No filme, o médico-chefe do programa declara: “Se a luta de classes morrer, ao menos o trabalho e a criatividade devem perder o estigma de sujeira. Se mostrarmos ao trabalhador como deve se lavar e o elevarmos ao nível da burguesia, ele entenderá que não há por que lutar”.
    A preocupação do governo de Hitler estava relacionada:
    Escolha uma alternativa para a questão 13023a49-ec
  • 12FE5C49-EC

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla, satiriza a atuação da grande mídia no período da ditadura militar no Brasil, indicando seu alinhamento ao regime. A respeito da atividade da imprensa no período em questão, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12fe5c49-ec
  • 12FB7D70-EC

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte trecho do texto “A piscina do tio Victor”, que integra o livro Os da minha rua, de Ondjaki:


    “(...) No meu quarto escuro quis ver, no teto, uma água que brilhava escura e tinha bolinhas de gás que faziam cócegas no corpo todo. Nessa noite eu pensei que o tio Victor só podia ser uma pessoa tão alegre e cheia de magias porque ele vivia em Benguela, e lá eles tinham uma piscina de Coca-Cola com bué de chuinga e chocolate também”


    O texto trata de uma piscina imaginária de Coca-Cola que existiria na casa do tio do protagonista. A história se passa em Angola, no começo dos anos 1980. Sobre a presença da Coca-Cola nos diversos países do mundo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12fb7d70-ec
  • 12F5A161-EC

    Geografia

    Agropecuária
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    O Brasil produziu, na safra 2009/2010, 4,9 milhões de toneladas de trigo. Nos últimos três anos, consumiu 10,7 milhões de toneladas, grande parte delas importadas de outros países. O Brasil também é dependente de importações no que diz respeito a outros produtos de primeira necessidade, como o arroz irrigado e a cebola. Entre os motivos que levaram o Brasil a não ser autosuficiente na produção de alguns alimentos que consome, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12f5a161-ec
  • 12F2AAF1-EC

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    Em meio à globalização, especialmente com o aumento da mobilidade internacional dos capitais exportados pelos países centrais, vários países da chamada semiperiferia e ou de origem colonial passam por processos de modernização econômica, como, por exemplo, a ampliação da participação dos produtos industrializados na pauta das exportações. Sobre o processo da globalização, na última década, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12f2aaf1-ec
  • 12EEFE13-EC

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    As três décadas que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial ficaram conhecidas como a “Era de Ouro” ou os “trinta anos gloriosos”. Na última destas décadas (1965-1975), a expansão capitalista dos países centrais (EUA, Japão e parcela da Europa) foi em parte sustentada pelos investimentos no exterior, ou pela exportação de capitais, o que estimulou o desenvolvimento da infraestrutura e ampliou a produtividade nos países que receberam esses investimentos. No Brasil, o período ficou conhecido como “Milagre Econômico” (1969-1973). A respeito dessa fase de crescimento econômico nacional, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12eefe13-ec
  • 12EABB6E-EC

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    Quando o autor afirma a existência de uma permanente “tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas” refere-se à posição subordinada em que o Brasil insere-se nas relações econômicas internacionais em dois momentos da história do país. Essa subordinação:
    Escolha uma alternativa para a questão 12eabb6e-ec
  • CDE5F2D4-EB

    Geografia

    História da Geografia
    Universidade Luterana do Brasil · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O relativo isolamento geográfico de determinadas comunidades fez com que cada grupo criasse mecanismos próprios para se relacionar com a natureza, estabelecer formas de relacionamento social e superar as dificuldades de sobrevivência. Sobre a diversidade cultural e geográfica do mundo, considere as afirmativas:

    I – O relativo isolamento geográfico favoreceu o aparecimento de culturas diversas que determinaram a formação e caracterização de povos diversos.
    II – Os choques culturais, com o passar do tempo, foram ficando menos intensos, em virtude das diásporas étnicas e das guerras.
    III – Países, geograficamente estratégicos como a Turquia, são considerados uma “ponte” entre a Europa e a Ásia e constitui um exemplo bastante significativo do que se pode chamar mosaico cultural.

    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão cde5f2d4-eb
  • CDDB486F-EB

    Geografia

    Migrações
    Universidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com relação às migrações, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão cddb486f-eb
  • CDD85538-EB

    Geografia

    Geografia Física
    Universidade Luterana do Brasil · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    A combinação de vários elementos naturais no Brasil gera uma grande diversidade de paisagens. Entretanto, atualmente, observam-se inúmeros impactos ambientais decorrentes das atividades econômicas e do processo de urbanização. Assinale a alternativa que relaciona corretamente cada fitogeografia brasileira aos seus respectivos impactos ambientais:
    Escolha uma alternativa para a questão cdd85538-eb