Questões do ENEM 2012

Questões aplicadas na prova de 2012, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

844 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 43.

  • EF481E88-36

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UNESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

    A vírgula no vestibular de português


    Mas, esta, não é suficiente.”

    “Porque, as respostas, não satisfazem.”

    “E por isso, surgem as guerras.”

    “E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    “Pois, o homem é um ser social.”

    “Muitos porém, se esquecem que...”

    “A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

    Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

        Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

        Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

    — A vírgula, ora, direis, a vírgula...

        Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

        Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

         As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

        Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

        Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

        Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

       Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

    Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu.O certo é que ele se formou no curso secundário.

    As palavras colocadas em negrito, nesta passagem,

    I. são pronomes pessoais.

    II. são pronomes pessoais do caso reto.

    III. apresentam no contexto o mesmo referente.

    IV. pertencem à terceira pessoa do singular.

    As afirmações corretas estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão ef481e88-36
  • EF42C7D5-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

    A vírgula no vestibular de português


    Mas, esta, não é suficiente.”

    “Porque, as respostas, não satisfazem.”

    “E por isso, surgem as guerras.”

    “E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    “Pois, o homem é um ser social.”

    “Muitos porém, se esquecem que...”

    “A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

    Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

        Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

        Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

    — A vírgula, ora, direis, a vírgula...

        Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

        Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

         As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

        Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

        Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

        Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

       Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

    Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado.

    Com base nesta previsão, o autor acredita que:

    Escolha uma alternativa para a questão ef42c7d5-36
  • EF3E230A-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

    A vírgula no vestibular de português


    Mas, esta, não é suficiente.”

    “Porque, as respostas, não satisfazem.”

    “E por isso, surgem as guerras.”

    “E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    “Pois, o homem é um ser social.”

    “Muitos porém, se esquecem que...”

    “A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

    Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

        Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

        Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

    — A vírgula, ora, direis, a vírgula...

        Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

        Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

         As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

        Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

        Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

        Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

       Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

    As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

    As quatro palavras destacadas nesta frase, se substituídas, na ordem adequada, pelas palavras da relação abaixo, produzem outra frase, de sentido oposto:

    I. disciplina.

    II. organização.

    III. bom.

    IV. corretas.

    Aponte a alternativa que indica a ordem em que se deve fazer a substituição:

    Escolha uma alternativa para a questão ef3e230a-36
  • EF2A9947-36

    Português

    Pontuação
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

    A vírgula no vestibular de português


    Mas, esta, não é suficiente.”

    “Porque, as respostas, não satisfazem.”

    “E por isso, surgem as guerras.”

    “E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    “Pois, o homem é um ser social.”

    “Muitos porém, se esquecem que...”

    “A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

    Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

        Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

        Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

    — A vírgula, ora, direis, a vírgula...

        Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

        Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

         As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

        Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

        Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

        Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

       Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

    As frases abaixo correspondem a tentativas de corrigir o erro de virgulação apontado por Celso Pedro Luft na série de exemplos que apresenta.

    I. “Porque as respostas não satisfazem.”

    II. “E, muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    III. “Pois o homem é, um ser social.”

    IV. “A sociedade deve, pois, lutar pela justiça social.”

    As frases em que o problema de virgulação foi resolvido adequadamente estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão ef2a9947-36
  • B8013341-13

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
                                     Amazonía en peligro porque congreso brasileño
                                                      ha relajado ley forestal

                                 Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2012
                      Dilma Rousseff, presidenta de Brasil, y Ollanta Humala, presidente
                                                 del Perú: ¿visión compartida?

             “La selva amazónica está en peligro. El Congreso brasileño ha relajado las leyes de protección forestal y valientes activistas brasileños están siendo asesinados por hablar. Es hora de que asumamos esta crítica batalla global contra la desamazonización – todos nosotros podemos hacer un llamado a la Presidenta Dilma Rousseff para vetar la ley y así se podría salvar la Amazonía"… dice el sentido manifiesto de la ONG Avaaz.org. “La Amazonía está en grave peligro, la  Cámara Baja del Congreso brasileño aprobó una evisceración de las leyes de protección de los bosques de Brasil. Si no actuamos ahora, vastas extensiones de los pulmones de nuestro planeta podrían estar abiertos a la tala y a la devastación"… advierte la ONG
              La medida ha provocado la ira y protestas en todo el Brasil. Y la tensión va en aumento – en las últimas semanas, varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales. El momento es crítico, se están tratando de silenciar las críticas justo cuando la ley que promueve la deforestación se discute en el Senado. Pero la presidenta Dilma puede vetar los cambios, si podemos convencerla de superar la presión política y de los lobbies.



                                                                                                                                     (http://lamula.pe. Adaptado.)


    Quanto ao veto da presidente Dilma, o final do último parágrafo traz a informação de que ela
    Escolha uma alternativa para a questão b8013341-13
  • B8009F0A-13

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
                                     Amazonía en peligro porque congreso brasileño
                                                      ha relajado ley forestal

                                 Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2012
                      Dilma Rousseff, presidenta de Brasil, y Ollanta Humala, presidente
                                                 del Perú: ¿visión compartida?

             “La selva amazónica está en peligro. El Congreso brasileño ha relajado las leyes de protección forestal y valientes activistas brasileños están siendo asesinados por hablar. Es hora de que asumamos esta crítica batalla global contra la desamazonización – todos nosotros podemos hacer un llamado a la Presidenta Dilma Rousseff para vetar la ley y así se podría salvar la Amazonía"… dice el sentido manifiesto de la ONG Avaaz.org. “La Amazonía está en grave peligro, la  Cámara Baja del Congreso brasileño aprobó una evisceración de las leyes de protección de los bosques de Brasil. Si no actuamos ahora, vastas extensiones de los pulmones de nuestro planeta podrían estar abiertos a la tala y a la devastación"… advierte la ONG
              La medida ha provocado la ira y protestas en todo el Brasil. Y la tensión va en aumento – en las últimas semanas, varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales. El momento es crítico, se están tratando de silenciar las críticas justo cuando la ley que promueve la deforestación se discute en el Senado. Pero la presidenta Dilma puede vetar los cambios, si podemos convencerla de superar la presión política y de los lobbies.



                                                                                                                                     (http://lamula.pe. Adaptado.)


    No último parágrafo do texto, o trecho – varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales – está corretamente reescrito em:
    Escolha uma alternativa para a questão b8009f0a-13
  • B8002271-13

    Espanhol

    Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)
    UEA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                                     Amazonía en peligro porque congreso brasileño
                                                      ha relajado ley forestal

                                 Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2012
                      Dilma Rousseff, presidenta de Brasil, y Ollanta Humala, presidente
                                                 del Perú: ¿visión compartida?

             “La selva amazónica está en peligro. El Congreso brasileño ha relajado las leyes de protección forestal y valientes activistas brasileños están siendo asesinados por hablar. Es hora de que asumamos esta crítica batalla global contra la desamazonización – todos nosotros podemos hacer un llamado a la Presidenta Dilma Rousseff para vetar la ley y así se podría salvar la Amazonía"… dice el sentido manifiesto de la ONG Avaaz.org. “La Amazonía está en grave peligro, la  Cámara Baja del Congreso brasileño aprobó una evisceración de las leyes de protección de los bosques de Brasil. Si no actuamos ahora, vastas extensiones de los pulmones de nuestro planeta podrían estar abiertos a la tala y a la devastación"… advierte la ONG
              La medida ha provocado la ira y protestas en todo el Brasil. Y la tensión va en aumento – en las últimas semanas, varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales. El momento es crítico, se están tratando de silenciar las críticas justo cuando la ley que promueve la deforestación se discute en el Senado. Pero la presidenta Dilma puede vetar los cambios, si podemos convencerla de superar la presión política y de los lobbies.



                                                                                                                                     (http://lamula.pe. Adaptado.)


    A forma verbal han sido, em destaque no texto, no pretérit perfecto simple é
    Escolha uma alternativa para a questão b8002271-13
  • B7FF9973-13

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UEA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
                                     Amazonía en peligro porque congreso brasileño
                                                      ha relajado ley forestal

                                 Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2012
                      Dilma Rousseff, presidenta de Brasil, y Ollanta Humala, presidente
                                                 del Perú: ¿visión compartida?

             “La selva amazónica está en peligro. El Congreso brasileño ha relajado las leyes de protección forestal y valientes activistas brasileños están siendo asesinados por hablar. Es hora de que asumamos esta crítica batalla global contra la desamazonización – todos nosotros podemos hacer un llamado a la Presidenta Dilma Rousseff para vetar la ley y así se podría salvar la Amazonía"… dice el sentido manifiesto de la ONG Avaaz.org. “La Amazonía está en grave peligro, la  Cámara Baja del Congreso brasileño aprobó una evisceración de las leyes de protección de los bosques de Brasil. Si no actuamos ahora, vastas extensiones de los pulmones de nuestro planeta podrían estar abiertos a la tala y a la devastación"… advierte la ONG
              La medida ha provocado la ira y protestas en todo el Brasil. Y la tensión va en aumento – en las últimas semanas, varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales. El momento es crítico, se están tratando de silenciar las críticas justo cuando la ley que promueve la deforestación se discute en el Senado. Pero la presidenta Dilma puede vetar los cambios, si podemos convencerla de superar la presión política y de los lobbies.



                                                                                                                                     (http://lamula.pe. Adaptado.)


    O texto demonstra a preocupação diante de um problema no Brasil, que pode ser relacionado ao termo desamazonización, referindo-se
    Escolha uma alternativa para a questão b7ff9973-13
  • 588DBFA6-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-133.jpg



    No texto, a palavra “viral” refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 588dbfa6-e4
  • 56E22ACF-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-133.jpg



    De acordo com o texto, a indústria publicitária
    Escolha uma alternativa para a questão 56e22acf-e4
  • 55405865-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                Morro da Babilônia

    À noite, do morro
    descem vozes que criam o terror
    (terror urbano, cinquenta por cento de cinema,
    e o resto que veio de Luanda ou se perdeu na língua
                                                                             [geral).
    Quando houve revolução, os soldados se espalharam
                                                                            [no morro,
    o quartel pegou fogo, eles não voltaram.
    Alguns, chumbados, morreram.
    O morro ficou mais encantado.

    Mas as vozes do morro
    não são propriamente lúgubres.
    Há mesmo um cavaquinho bem afinado
    que domina os ruídos da pedra e da folhagem
    e desce até nós, modesto e recreativo,
    como uma gentileza do morro.

                                        Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo.


    Guardadas as diferenças que separam as obras a seguir comparadas, as tensões a que remete o poema de Drummond derivam de um conflito de
    Escolha uma alternativa para a questão 55405865-e4
  • 53AC72E3-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
                Morro da Babilônia

    À noite, do morro
    descem vozes que criam o terror
    (terror urbano, cinquenta por cento de cinema,
    e o resto que veio de Luanda ou se perdeu na língua
                                                                             [geral).
    Quando houve revolução, os soldados se espalharam
                                                                            [no morro,
    o quartel pegou fogo, eles não voltaram.
    Alguns, chumbados, morreram.
    O morro ficou mais encantado.

    Mas as vozes do morro
    não são propriamente lúgubres.
    Há mesmo um cavaquinho bem afinado
    que domina os ruídos da pedra e da folhagem
    e desce até nós, modesto e recreativo,
    como uma gentileza do morro.

                                        Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo.


    Leia as seguintes afirmações sobre o poema de Drummond, considerado no contexto do livro a que pertence:

    I. No conjunto formado pelos poemas do livro, a referência ao Morro da Babilônia n feita no título do texto n mais as menções ao Leblon e ao Méier, a Copacabana, a São Cristóvão e ao Mangue, n presentes em outros poemas n, sendo todas, ao mesmo tempo, espaciais e de classe, constituem uma espécie de discreta topografia social do Rio de Janeiro.
    II. Nesse poema, assim como ocorre em outros textos do livro, a atenção à vida presente abre-se também para a dimensão do passado, seja ele dado no registro da história ou da memória.
    III. A menção ao “cavaquinho bem afinado”, ao cabo do poema, revela ter sido nesse livro que o poeta finalmente assumiu as canções da música popular brasileira como o modelo definitivo de sua lírica, superando, assim, seu antigo vínculo com a poesia de matriz culta ou erudita.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 53ac72e3-e4
  • 52173092-E4

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os momentos históricos em que se desenvolvem os enredos de Viagens na minha terra, Memórias de um sargento de milícias e Memórias póstumas de Brás Cubas (quanto a este último, em particular no que se refere à primeira juventude do narrador) são, todos, determinados de modo decisivo por um antecedente histórico comum – menos ou mais imediato, conforme o caso. Trata-se da
    Escolha uma alternativa para a questão 52173092-e4
  • 4EC882E3-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte texto.

    O autor pensava estar romanceando o processo brasileiro de guerra e acomodação entre as raças, em conformidade com as teorias racistas da época, mas, na verdade, conduzido pela lógica da ficção, mostrava um processo primitivo de exploração econômica e formação de classes, que se encaminhava de um modo passavelmente bárbaro e desmentia as ilusões do romancista.

    Roberto Schwarz. Adaptado.

    Esse texto crítico refere-se ao livro

    Escolha uma alternativa para a questão 4ec882e3-e4
  • 4D131AC8-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
                                        Ata


                Acredito que o mau tempo haja concorrido para que os sabadoyleanos* hoje não estivessem na casa de José Mindlin, em São Paulo, gozando das delícias do cuscuz paulista aqui amavelmente prometido. Depois do almoço, visita aos livros dialogantes, na expressão de Drummond, não sabemos se no rigoroso sistema de vigilância de Plínio Doyle, mas de qualquer forma com as gentilezas das reuniões cariocas. Para o amigo de São Paulo as saudações afetuosas dos ausentes- presentes, que neste instante todos nos voltamos para o seu palácio, aquele que se iria desvestir dos ares aristocráticos para receber camaradescamente os descamisados da Rua Barão de Jaguaribe.
                Guarde, amigo Mindlin, para breve o cuscuz da tradição bandeirante, que hoje nos conformamos com os biscoitos à la Plínio Doyle.

                                                                                        Rio, 20-11-1976.


    Signatários: Carlos Drummond de Andrade, Gilberto de Mendonça Teles, Plínio Doyle e outros.

    Cartas da biblioteca Guita e José Mindlin. Adaptado.


    * “sabadoyleanos”: frequentadores do sabadoyle, nome dado ao encontro de intelectuais, especialmente escritores, realizado habitualmente aos sábados, na casa do bibliófilo Plínio Doyle, situada no Rio de Janeiro.



    As expressões “ares aristocráticos” e “descamisados” relacionam-se, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 4d131ac8-e4
  • 4B6C5732-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
                                        Ata


                Acredito que o mau tempo haja concorrido para que os sabadoyleanos* hoje não estivessem na casa de José Mindlin, em São Paulo, gozando das delícias do cuscuz paulista aqui amavelmente prometido. Depois do almoço, visita aos livros dialogantes, na expressão de Drummond, não sabemos se no rigoroso sistema de vigilância de Plínio Doyle, mas de qualquer forma com as gentilezas das reuniões cariocas. Para o amigo de São Paulo as saudações afetuosas dos ausentes- presentes, que neste instante todos nos voltamos para o seu palácio, aquele que se iria desvestir dos ares aristocráticos para receber camaradescamente os descamisados da Rua Barão de Jaguaribe.
                Guarde, amigo Mindlin, para breve o cuscuz da tradição bandeirante, que hoje nos conformamos com os biscoitos à la Plínio Doyle.

                                                                                        Rio, 20-11-1976.


    Signatários: Carlos Drummond de Andrade, Gilberto de Mendonça Teles, Plínio Doyle e outros.

    Cartas da biblioteca Guita e José Mindlin. Adaptado.


    * “sabadoyleanos”: frequentadores do sabadoyle, nome dado ao encontro de intelectuais, especialmente escritores, realizado habitualmente aos sábados, na casa do bibliófilo Plínio Doyle, situada no Rio de Janeiro.



    Da leitura do texto, depreende-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 4b6c5732-e4
  • 49C64F85-E4

    Literatura

    Escolas Literárias
    USP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em Viagens na minha terra, assim como em

    Escolha uma alternativa para a questão 49c64f85-e4
  • 4845A473-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Considerada no contexto histórico a que se refere Til, a desenvoltura com que os escravos, no excerto, se entregam à dança é representativa do fato de que
    Escolha uma alternativa para a questão 4845a473-e4
  • 46C36366-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Ao comentar o romance Til e, inclusive, a cena do capítulo “O samba”, aqui reproduzida, Araripe Jr., parente do autor e estudioso de sua obra, observou que esses são provavelmente os textos em que Alencar “mais se quis aproximar dos padrões” de uma “nova escola”, deixando, neles, reconhecível que, “no momento” em que os escreveu, “algum livro novo o impressionara, levando-o pelo estímulo até superfetar* a sua verdadeira índole de poeta”. Alguns dos procedimentos estilísticos empregados na cena aqui reproduzida indicam que a “nova escola” e o “livro novo” a que se refere o crítico pertencem ao que historiadores da literatura chamaram de

    (*) “superfetar” = exceder, sobrecarregar, acrescentar-se (uma coisa a outra).

    Escolha uma alternativa para a questão 46c36366-e4
  • 45496BC5-E4

    Português

    Análise sintática
    USP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Na composição do texto, foram usados, reiteradamente,

    I. sujeitos pospostos;
    II. termos que intensificam a ideia de movimento;
    III. verbos no presente histórico.

    Está correto o que se indica em
    Escolha uma alternativa para a questão 45496bc5-e4