Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 54.

  • B7B6D95F-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o texto para responder à questão.


    Sem esforço e sem exemplo


        Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
        O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente e nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
        Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problemas de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumenta (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
        A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em questão vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com o que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou os carinhosos profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.    
        Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
        Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos, melhor: importamos a de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema (a condenação). É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
        Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
        O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
        Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade. Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula, na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão, como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela diretoria e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
        Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
        A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches, além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
        Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
    Lya Luft. Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
    Segundo o texto, serão consequências futuras do baixo nível do ensino hoje, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão b7b6d95f-e1
  • BC4C48C2-E0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Cycling


    What's the furthest you have ever cycled?


    Perhaps you cycle to school or to work, or maybe at most a short cycling trip with friends? How would you feel about spending months on the road travelling solo from the UK to China, by bike?
    For British cyclist Pete Jones, camping rough and cycling long distances through inhospitable terrain are second nature. Mr Jones is currently undertaking a mammoth trip across the Eurasian continent from Britain to China.
    Pete Jones is no stranger to China. But he says many people there are puzzled by his passion for cycling, asking why he would choose to cycle when he can afford a car. Indeed, while there are an estimated 400 million bicycles in China, where it has long been the preferred form of transport, rapid economic growth has fuelled an explosive expansion in car ownership.
    Edward Genochio, another British cyclist who completed a 41,000km trip to China and back, said one of his aims was to "promote cycling as a safe, sustainable and environmentally benign means of getting about".
    In the UK, the last few years have seen a rise in the number of people choosing two wheels over four, with some estimates saying the number of people cycling to work has almost doubled in the last five years.
    Politicians also see cycling as a way to boost their eco-credentials, with people such as London mayor Boris Johnson often riding to work under his own steam. But we may have to wait some time before we see him emulating Pete Jones in attempting to cycle all the way to China!
    Fonte: www.bbc.co.uk/worldservice/... 
    According to the text, judge the items and choose the CORRECT answer.


    I- People are cycling more because they want to lose weight.
    II- In the UK, people are choosing two wheels over four just because it’s cheaper.
    III- Cycling is a sustainable way of getting about and this means that cause no damage to the environment.
    IV- China has grown economically because of its major transportation method.
    Escolha uma alternativa para a questão bc4c48c2-e0
  • BC437B55-E0

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Cycling


    What's the furthest you have ever cycled?


    Perhaps you cycle to school or to work, or maybe at most a short cycling trip with friends? How would you feel about spending months on the road travelling solo from the UK to China, by bike?
    For British cyclist Pete Jones, camping rough and cycling long distances through inhospitable terrain are second nature. Mr Jones is currently undertaking a mammoth trip across the Eurasian continent from Britain to China.
    Pete Jones is no stranger to China. But he says many people there are puzzled by his passion for cycling, asking why he would choose to cycle when he can afford a car. Indeed, while there are an estimated 400 million bicycles in China, where it has long been the preferred form of transport, rapid economic growth has fuelled an explosive expansion in car ownership.
    Edward Genochio, another British cyclist who completed a 41,000km trip to China and back, said one of his aims was to "promote cycling as a safe, sustainable and environmentally benign means of getting about".
    In the UK, the last few years have seen a rise in the number of people choosing two wheels over four, with some estimates saying the number of people cycling to work has almost doubled in the last five years.
    Politicians also see cycling as a way to boost their eco-credentials, with people such as London mayor Boris Johnson often riding to work under his own steam. But we may have to wait some time before we see him emulating Pete Jones in attempting to cycle all the way to China!
    Fonte: www.bbc.co.uk/worldservice/... 
    According to the text, the underlined word “rough” is:
    Escolha uma alternativa para a questão bc437b55-e0
  • BC3EB6B7-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a Obra de Alvares de Azevedo, “Meu sonho”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc3eb6b7-e0
  • BC34570B-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
        No conto “O grande assalto” (Macho não ganha flor) de Dalton Trevisan, aparece a figura do pequeno criminoso típico dos grandes centros urbanos modernos gerado por vários problemas sociais. Assinale entre os trechos retirados do conto, abaixo, um que apresenta uma possível causa para a formação desse criminoso.
    Escolha uma alternativa para a questão bc34570b-e0
  • BC315FBF-E0

    Português

    Pontuação
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III


    Os problemas de escrita nas empresas que podem tornar a comunicação profissional um inferno


        A comunicação é um ato diário e constante, que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso de relações profissionais, pessoais e familiares. No entanto, muitas pessoas preferem transferir o problema ao leitor ou interlocutor, afirmando que ele não é capaz de entender a sua mensagem. Nunca param para analisar que a limitação pode estar na maneira como se expressam.
        Para eliminar essa barreira comportamental rumo ao sucesso na comunicação, temos de deixar de lado a postura egoísta que registramos na infância. Ainda bebês, mesmo com muita dificuldade, limitações e erros, nossos pais e familiares conseguem nos entender, passando a falsa imagem de que é fácil sermos entendidos e não há necessidade de nos esforçarmos.
        No mundo corporativo, há anos já não existe mais a figura da secretária de departamento responsável pela elaboração e revisão de comunicados, apresentações e relatórios. Na era do conhecimento e da internet, em que qualquer funcionário escreve e-mails para toda a empresa, fornecedores e clientes, e não raro escreve em nome da empresa, a exigência da comunicação eficiente em português tornou-se fundamental.
        O e-mail se consolidou como uma ferramenta de comunicação corporativa, mas também é um documento que, na maioria das empresas, ficará arquivado por muito tempo, um registro de erros. Por isso, é preciso que as pessoas dediquem uma especial atenção a essa modalidade de interação.
    (Lígia Velozo Crispino)  
    Em qual das opções abaixo, a retirada da(s) vírgula(s) não acarretaria alteração semântica:
    Escolha uma alternativa para a questão bc315fbf-e0
  • BC2E3CD7-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III


    Os problemas de escrita nas empresas que podem tornar a comunicação profissional um inferno


        A comunicação é um ato diário e constante, que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso de relações profissionais, pessoais e familiares. No entanto, muitas pessoas preferem transferir o problema ao leitor ou interlocutor, afirmando que ele não é capaz de entender a sua mensagem. Nunca param para analisar que a limitação pode estar na maneira como se expressam.
        Para eliminar essa barreira comportamental rumo ao sucesso na comunicação, temos de deixar de lado a postura egoísta que registramos na infância. Ainda bebês, mesmo com muita dificuldade, limitações e erros, nossos pais e familiares conseguem nos entender, passando a falsa imagem de que é fácil sermos entendidos e não há necessidade de nos esforçarmos.
        No mundo corporativo, há anos já não existe mais a figura da secretária de departamento responsável pela elaboração e revisão de comunicados, apresentações e relatórios. Na era do conhecimento e da internet, em que qualquer funcionário escreve e-mails para toda a empresa, fornecedores e clientes, e não raro escreve em nome da empresa, a exigência da comunicação eficiente em português tornou-se fundamental.
        O e-mail se consolidou como uma ferramenta de comunicação corporativa, mas também é um documento que, na maioria das empresas, ficará arquivado por muito tempo, um registro de erros. Por isso, é preciso que as pessoas dediquem uma especial atenção a essa modalidade de interação.
    (Lígia Velozo Crispino)  
    Está presente no texto III a ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão bc2e3cd7-e0
  • BC246F24-E0

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II


        Nenhum país é tão pequeno como o nosso. Nele só existem dois lugares: a cidade e a Ilha. A separá-los, apenas um rio. Aquelas águas, porém, afastam mais que a sua própria distância. Entre um e outro lado reside um infinito. São duas nações, mais longínquas que planetas. Somos um povo, sim, mas de duas gentes, duas almas.
        As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronando. Ainda vejo numa parede o letreiro já sujo pelo tempo: “A nossa terra será o túmulo do capitalismo”. Na guerra, eu tivera visões que não queria repetir. Como se essas lembranças viessem de uma parte de mim já morta.
        Tudo está sendo queimado pela cobiça dos novos-ricos. É isso que sucede em sua opinião. A Ilha é um barco que funciona às avessas. Flutua porque tem peso. Tem gente feliz, tem árvore, tem bicho e chão parideiro. Quando tudo isso lhe for tirado, a Ilha se afunda. A Ilha é o barco, nós somos o rio.
    (Mia Couto)

    A questão tem com referência a charge abaixo:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Disponível em: <http://blog.educacional.com.br/glaucegrar>


    Em relação à acentuação gráfica do vocábulo varêia, empregado com tal grafia de maneira intencional pelo autor da charge, para que não houvesse confusão em relação à sua pronúncia e significação, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão bc246f24-e0
  • BC2032CE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II


        Nenhum país é tão pequeno como o nosso. Nele só existem dois lugares: a cidade e a Ilha. A separá-los, apenas um rio. Aquelas águas, porém, afastam mais que a sua própria distância. Entre um e outro lado reside um infinito. São duas nações, mais longínquas que planetas. Somos um povo, sim, mas de duas gentes, duas almas.
        As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronando. Ainda vejo numa parede o letreiro já sujo pelo tempo: “A nossa terra será o túmulo do capitalismo”. Na guerra, eu tivera visões que não queria repetir. Como se essas lembranças viessem de uma parte de mim já morta.
        Tudo está sendo queimado pela cobiça dos novos-ricos. É isso que sucede em sua opinião. A Ilha é um barco que funciona às avessas. Flutua porque tem peso. Tem gente feliz, tem árvore, tem bicho e chão parideiro. Quando tudo isso lhe for tirado, a Ilha se afunda. A Ilha é o barco, nós somos o rio.
    (Mia Couto)
    Podemos caracterizar como expressões de ideias opostas no texto II:
    Escolha uma alternativa para a questão bc2032ce-e0
  • AE5D515C-E0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Most people would agree that learning a second language in a natural acquisition contexto or “on the street” is not the same as learning it in the classroom. Many believe that learning “on the street” is more effective.The traditional instruction environment is one where the language is being taught to a group of second or foreign language learners. In this case, the focus is on the language itself, rather than on information which is carried by the language. The teacher´s goal is to see to it that the students learn the vocabulary and grammatical rules of the target language. The goal of learners in such courses is often to pass an examination rather than to use the language for daily communicative interaction. Communicative instruction environments also involve learners whose goal is learning the language itself, but the style of instruction places an emphasis on interaction, conversation, and language use, rather than on learning about the language. The topics which are discussed in the communicative instruction environment are often topics of general interest to the learner. In these classes, the focus is not selected on the basis of teaching a specific feature of the language, but on teaching learners to use the language in a variety of contexts. Students´ success in these courses is measured in terms of their ability to “get things done” in the second language, rather than on their accuracy in using certain grammatical features.
    (How Languages Are Learned, Oxford University Press, 1998)
    In the text, the expression target language means:
    Escolha uma alternativa para a questão ae5d515c-e0
  • AE5A5A18-E0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Most people would agree that learning a second language in a natural acquisition contexto or “on the street” is not the same as learning it in the classroom. Many believe that learning “on the street” is more effective.The traditional instruction environment is one where the language is being taught to a group of second or foreign language learners. In this case, the focus is on the language itself, rather than on information which is carried by the language. The teacher´s goal is to see to it that the students learn the vocabulary and grammatical rules of the target language. The goal of learners in such courses is often to pass an examination rather than to use the language for daily communicative interaction. Communicative instruction environments also involve learners whose goal is learning the language itself, but the style of instruction places an emphasis on interaction, conversation, and language use, rather than on learning about the language. The topics which are discussed in the communicative instruction environment are often topics of general interest to the learner. In these classes, the focus is not selected on the basis of teaching a specific feature of the language, but on teaching learners to use the language in a variety of contexts. Students´ success in these courses is measured in terms of their ability to “get things done” in the second language, rather than on their accuracy in using certain grammatical features.
    (How Languages Are Learned, Oxford University Press, 1998)
    According to the text, lessons taught in communicative instruction environments focus on:
    Escolha uma alternativa para a questão ae5a5a18-e0
  • AE577680-E0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Most people would agree that learning a second language in a natural acquisition contexto or “on the street” is not the same as learning it in the classroom. Many believe that learning “on the street” is more effective.The traditional instruction environment is one where the language is being taught to a group of second or foreign language learners. In this case, the focus is on the language itself, rather than on information which is carried by the language. The teacher´s goal is to see to it that the students learn the vocabulary and grammatical rules of the target language. The goal of learners in such courses is often to pass an examination rather than to use the language for daily communicative interaction. Communicative instruction environments also involve learners whose goal is learning the language itself, but the style of instruction places an emphasis on interaction, conversation, and language use, rather than on learning about the language. The topics which are discussed in the communicative instruction environment are often topics of general interest to the learner. In these classes, the focus is not selected on the basis of teaching a specific feature of the language, but on teaching learners to use the language in a variety of contexts. Students´ success in these courses is measured in terms of their ability to “get things done” in the second language, rather than on their accuracy in using certain grammatical features.
    (How Languages Are Learned, Oxford University Press, 1998)
    Consider the following statements:


    I. Learning a language in a natural environment is similar to learning it in a traditional classroom.
    II. Traditionally, learning a language in the classroom means focusing on the language itself, that is, its grammar and vocabulary.
    III. Communicative instruction environments focus on using the language.
    IV. In communicative instruction environments, learners´ mistakes are often corrected.



    According to the text:
    Escolha uma alternativa para a questão ae577680-e0
  • AE54A6DB-E0

    Literatura

    Arcadismo
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que não se refere ao Arcadismo:
    Escolha uma alternativa para a questão ae54a6db-e0
  • AE4B5EFC-E0

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo, para responder a questão.


    O apanhador de desperdícios


    Uso a palavra para compor meus silêncios.
    Não gosto de palavras fatigadas de informar.
    Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo.
    Entendo bem o sotaque das águas.
    Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes.
    Prezo insetos mais que aviões.
    Prezo a velocidade das tartarugas mais que a dos mísseis.
    Tenho em mim esse atraso de nascença.
    Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
    Tenho abundância de ser feliz por isso.
    Meu quintal é maior do que o mundo.
    Sou um apanhador de desperdícios:
    Amo os restos como as boas moscas.
    Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
    Porque eu não sou da invencionática.Só uso a palavra para compor meus silêncios.

    Manuel de Barros. Memórias Inventadas: a infância. São Paulo: Planeta do Brasil, 2003.
    Neologismo é o emprego de uma palavra nova, criada ou inventada, que poderá ser incorporada aos dicionários. Marque a alternativa que contenha um neologismo usado pelo autor no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão ae4b5efc-e0
  • AE48A5B1-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo, para responder a questão.


    O apanhador de desperdícios


    Uso a palavra para compor meus silêncios.
    Não gosto de palavras fatigadas de informar.
    Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo.
    Entendo bem o sotaque das águas.
    Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes.
    Prezo insetos mais que aviões.
    Prezo a velocidade das tartarugas mais que a dos mísseis.
    Tenho em mim esse atraso de nascença.
    Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
    Tenho abundância de ser feliz por isso.
    Meu quintal é maior do que o mundo.
    Sou um apanhador de desperdícios:
    Amo os restos como as boas moscas.
    Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
    Porque eu não sou da invencionática.Só uso a palavra para compor meus silêncios.

    Manuel de Barros. Memórias Inventadas: a infância. São Paulo: Planeta do Brasil, 2003.
    Para o eu lírico, algumas palavras não lhe são prazerosas, enquanto outras merecem seu respeito. Para explicá-las usa-as em sentido figurado que sugerem ao leitor imagens diferentes e criativas. Que alternativa explica o sentido dos seguintes versos: “Não gosto de palavras fatigadas de informar.
    Escolha uma alternativa para a questão ae48a5b1-e0
  • AE44EF5D-E0

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Identifique a frase em que há erro de acentuação:
    Escolha uma alternativa para a questão ae44ef5d-e0
  • AE41F35C-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão têm como base a charge abaixo.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    No 3º quadrinho, a expressão “a gente” refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão ae41f35c-e0
  • AE35D871-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o texto para responder à questão.


    Sem esforço e sem exemplo


        Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
        O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente e nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
        Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problemas de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumenta (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
        A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em questão vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com o que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou os carinhosos profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
        Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
        Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos, melhor: importamos a de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema (a condenação). É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
        Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
        O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
        Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
        Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula, na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão, como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela diretoria e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
        Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
        A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches, além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
        Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
    Lya Luft. Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
    Em todos os trechos, percebe-se a inclusão da locutora, demonstrando sua participação no cenário atual, EXCETO em:
    Escolha uma alternativa para a questão ae35d871-e0
  • AE3260D7-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o texto para responder à questão.


    Sem esforço e sem exemplo


        Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
        O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente e nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
        Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problemas de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumenta (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
        A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em questão vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com o que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou os carinhosos profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
        Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
        Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos, melhor: importamos a de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema (a condenação). É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
        Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
        O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
        Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
        Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula, na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão, como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela diretoria e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
        Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
        A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches, além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
        Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
    Lya Luft. Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
    O que motivou a locutora a escrever o texto foi:
    Escolha uma alternativa para a questão ae3260d7-e0
  • 2A09BF86-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a tirinha abaixo para responder a questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    (www.phdcomics.com - 19/08/2014)

    Apoiado nos elementos da tirinha, pode-se concluir mais coerentemente que o professor:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a09bf86-de