Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 54.

  • 5D80E0B4-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    Sobre o Classicismo, movimento literário surgido na época do Renascimento, ao qual a crítica vincula Luís de Camões, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d80e0b4-dc
  • 5D7DA012-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    Tendo como base o poema modernista brasileiro de Juó Bananere, é correto afirmar que o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d7da012-dc
  • 5D79D48A-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    A partir de Sete anos de pastor Jacob servia é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d79d48a-dc
  • 5D7694F8-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    John McCrone
    Assinale a alternativa que apresenta melhor paráfrase para o trecho abaixo, considerando a manutenção do sentido original e o uso da norma culta.

    Os bebês murmuram e balbuciam, ações que tornam as cordas vocais mais afinadas. Eles também viram a cabeça instintivamente por causa de um barulho e se extasiam com a voz da mãe ou do pai.
    Escolha uma alternativa para a questão 5d7694f8-dc
  • 5D724585-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    John McCrone
    O texto procura:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d724585-dc
  • 5D6D0B61-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    John McCrone
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5d6d0b61-dc
  • 5D6942D7-DC

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    John McCrone
    É predominante no texto a função:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d6942d7-dc
  • 5D64311E-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    John McCrone
    Pela leitura do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d64311e-dc
  • 1994DDEC-DC

    Literatura

    Escolas Literárias
    FAME · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise os versos a seguir.

    1. “As ondas são anjos que dormem no mar, Que tremem, palpitam, banhados de luz... São anjos que dormem, a rir e sonhar E em leito d'escuma revolvem-se nus!

    E quando de noite vem pálida a lua Seus raios incertos tremer, pratear, E a trança luzente da nuvem flutua, As ondas são anjos que dormem no mar!”

    2. “Era uma tarde triste, mas límpida e suave... Eu — pálido poeta — seguia triste e grave A estrada, que conduz ao campo solitário, Como um filho, que volta ao paternal sacrário,

    E ao longe abandonando o múrmur da cidade — Som vago, que gagueja em meio à imensidade,— No drama do crepúsculo eu escutava atento A surdina da tarde ao sol, que morre lento.”

    3. “Se sou pobre pastor, se não governo Reinos, nações, províncias, mundo, e gentes; Se em frio, calma, e chuvas inclementes Passo o verão, outono, estio, inverno;

    Nem por isso trocara o abrigo terno Desta choça, em que vivo, coas enchentes Dessa grande fortuna: assaz presentes Tenho as paixões desse tormento eterno.”

    4. “Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar de angústias conduzia O ramo da esperança. — Eras a estrela Que entre as névoas do inverno cintilava

    Apontando o caminho ao pegureiro. Eras a messe de um dourado estio. Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, — a inspiração, — a pátria,”


    Assinale a alternativa que os classifica de forma CORRETA quanto ao seu estilo de época da literatura brasileira.
    Escolha uma alternativa para a questão 1994ddec-dc
  • 198FC250-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os versos de “Se se morre de amor” de Gonçalves Dias e da letra de música “Não Se Morre de Mal de Amor”, de Taiguara.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Assinale a alternativa INCORRETA acerca da leitura dos textos.
    Escolha uma alternativa para a questão 198fc250-dc
  • 198826B1-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Decifrando os rolezinhos

    “Note-se que nas jornadas de junho os jovens se manifestaram nas ruas, que é o local mais adequado para esse tipo de mobilização. Não houve, em seu primeiro momento, nenhuma conotação anticapitalista, mas, ao contrário, uma indignação apartidária com os governos federal, estaduais e municipais pela péssima qualidade dos serviços públicos. Ademais, havia uma clara insatisfação com os partidos políticos e os movimentos sociais organizados.

    Agora há uma diferença essencial. As manifestações estão sendo feitas em shoppings, que são locais privados, empresariais. Isto é, os manifestantes, mesmo nos genuínos rolezinhos, apesar de gostarem de roupas de grife, já se dirigem a estabelecimentos privados apagando a distinção entre o público e o privado. De um lado, identificam-se com a economia de mercado e o consumo, procurando ter mais de seus produtos; são prócapitalistas nessa perspectiva. De outro, não respeitam a propriedade privada”.

    ROSENFIELD, Denis. Decifrando os rolezinhos. O Estado de São Paulo. 27 jan. 2014.(fragmento). Disponível em : < http://goo.gl/iUbWMG> .Acesso em 13 abr.2014.

    Ao relacionar os pontos de vista dos dois textos, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 198826b1-dc
  • 197F8B6A-DC

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    FAME · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Somos uma sociedade injusta e segregacionista

    O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitaram as mais disparatadas interpretações. (...)

    Eu, por minha parte, interpreto da seguinte forma tal irrupção:

    Em primeiro lugar, são jovens pobres, das grandes periferias, sem espaços de lazer e de cultura, penalizados por serviços públicos ausentes ou muito ruins como saúde, escola, infra-estrutura sanitária, transporte, lazer e segurança. Veem televisão cujas propagandas os seduzem para um consumo que nunca vão poder realizar. E sabem manejar computadores e entrar nas redes sociais para articular encontros. Seria ridículo exigir deles que teoricamente tematizem sua insatisfação.

    Mas sentem na pele o quanto nossa sociedade é malvada porque exclui, despreza e mantém os filhos e filhas da pobreza na invisibilidade forçada. O que se esconde por trás de sua irrupção? O fato de não serem incluídos no contrato social. Não adianta termos uma "constituição cidadã" que neste aspecto é apenas retórica, pois implementou muito pouco do que prometeu em vista da inclusão social. Eles estão fora, não contam, nem sequer servem de carvão para o consumo de nossa fábrica social (Darcy Ribeiro). Estar incluído no contrato social significa ter garantidos os serviços básicos: saúde, educação, moradia, transporte, cultura, lazer e segurança. Quase nada disso funciona nas periferias. O que eles estão dizendo com suas penetrações nos bunkers do consumo? "Oia nóis na fita"; "nois não tamo parado";"nóis tamo aqui para zoar"(incomodar). Eles estão com seu comportamento rompendo as barreiras do aparheid social.(...)

    Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre. Tudo isso os rolezinhos denunciam, por atos e menos por palavras.

    Em segundo lugar, eles denunciam a nossa maior chaga: a desigualdade social cujo verdadeiro nome é injustiça histórica e social. Releva constatar que, com as políticas sociais do governo do PT, a desigualdade diminuiu, pois, segundo o IPEA, os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%. Mas esta diferença não atingiu a raiz do problema, pois o que supera a desigualdade é uma infraestrutura social de saúde, escola, transporte, cultura e lazer que funcione e seja acessível a todos. Não é suficiente transferir renda; tem que criar oportunidades e oferecer serviços, coisa que não foi o foco principal no Ministério de Desenvolvimento Social.

    O "Atlas da Exclusão Social" de Márcio Poschmann (Cortez 2004) nos mostra que há cerca de 60 milhões de famílias no Brasil, das quais cinco mil famílias extensas detém 45% da riqueza nacional. Democracia sem igualdade, que é seu pressuposto, é farsa e retórica. Os rolezinhos denunciam essa contradição. Eles entram no "paraíso das mercadorias" vistas virtualmente na TV para vê-las realmente e senti-las nas mãos. Eis o sacrilégio insuportável pelos donos dos shoppings. Eles não sabem dialogar, chamam logo a polícia para bater e fecham as portas a esses bárbaros. Sim, bem o viu T.Todorov em seu livro "Os novos bárbaros": os marginalizados do mundo inteiro estão saindo da margem e indo rumo ao centro para suscitar a má consciência dos "consumidores felizes" e lhes dizer: esta ordem é ordem na desordem. Ela os faz frustrados e infelizes, tomados de medo, medo dos próprios semelhantes que somos nós.

    Por fim, os rolezinhos não querem apenas consumir. Não são animaizinhos famintos. Eles têm fome sim, mas fome de reconhecimento, de acolhida na sociedade, de lazer, de cultura e de mostrar o que sabem: cantar, dançar, criar poemas críticos, celebrar a convivência humana. E querem trabalhar para ganhar sua vida. Tudo isso lhes é negado, porque, por serem pobres, negros, mestiços sem olhos azuis e cabelos loiros, são desprezados e mantidos longe, na margem.

    Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convém mais. Os rolezinhos mexeram numa pedra que começou a rolar. Só parará se houver mudanças.

    BOFF, Leonardo. Jornal Zero Hora. 28 jan. 2014. (adaptado). Disponível em: <http://goo.gl/4UeRbD>. Acesso em 05 abr. 2014
    Observe a criação do neologismo Brasilíndia neste trecho:

    “Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre.”

    A criação do neologismo Brasilíndia ocorreu por
    Escolha uma alternativa para a questão 197f8b6a-dc
  • 6DB450DB-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o infográfico para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    (www.medicalnewstoday.com. Adaptado.)

    No primeiro quadro, Breads & Rolls, a expressão even though pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 6db450db-d9
  • 6DB1875E-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o infográfico para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    (www.medicalnewstoday.com. Adaptado.)

    De acordo com o infográfico, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6db1875e-d9
  • 6DAB4BBF-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    No trecho do segundo parágrafo – The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. –, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 6dab4bbf-d9
  • 6DA879C1-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    Em relação ao primeiro parágrafo, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6da879c1-d9
  • 6DA56A5D-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    Sobre o texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6da56a5d-d9
  • 6DA231AD-D9

    Português

    Morfologia
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto Uma vela para Dario, do escritor curitibano Dalton Trevisan, para responder à questão.


        Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
        Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
        Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
        Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
        A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
        Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria.
        Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
        Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
        Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo – os bolsos vazios.

    (Herberto Sales (org.). Antologia escolar de contos brasileiros, s/d. Adaptado.)
    Considere as frases a seguir.

    A calçada _______ que Dario se sentou ao passar mal ainda estava úmida da chuva.
    O cachimbo _______ que Dario soprava fumaça ficou sobre o calçamento.
    O motorista de táxi _______ quem as pessoas requisitaram ajuda questionou-as sobre o pagamento da corrida.
    A farmácia _______ que pretendiam conduzir Dario era no fim do quarteirão.

    As preposições que preenchem, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as frases são
    Escolha uma alternativa para a questão 6da231ad-d9
  • 6D9EF15C-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto Uma vela para Dario, do escritor curitibano Dalton Trevisan, para responder à questão.


        Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
        Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
        Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
        Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
        A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
        Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria.
        Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
        Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
        Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo – os bolsos vazios.

    (Herberto Sales (org.). Antologia escolar de contos brasileiros, s/d. Adaptado.)
    Afirma-se sobre a obra de Dalton Trevisan que seus personagens vivenciam situações banais, porém carregadas de significação, pois o autor insere em seus contos a crítica ao processo de desumanização do ser humano.

    É correto concluir que o trecho do conto
    Escolha uma alternativa para a questão 6d9ef15c-d9
  • 6D9BEAA0-D9

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto No Moinho, do escritor português Eça de Queirós, em que Maria da Piedade é a personagem central do enredo.

    Refugiava-se então naquele amor como uma compensação deliciosa. Julgando-o todo puro, todo de alma, deixava-se penetrar dele e da sua lenta influência. Adrião tornara-se, na sua imaginação, como um ser de proporções extraordinárias, tudo o que é forte, e que é belo, e que dá razão à vida. […] Leu todos os seus livros, sobretudo aquela Madalena que também amara, e morrera de um abandono. Estas leituras calmavam-na, davam-lhe como uma vaga satisfação ao desejo. Chorando as dores das heroínas de romance, parecia sentir alívio às suas.
    Lentamente, esta necessidade de encher a imaginação desses lances de amor, de dramas infelizes, apoderou-se dela. Foi durante meses um devorar constante de romances. Ia-se assim criando no seu espírito um mundo artificial e idealizado. A realidade tornava-se-lhe odiosa, sobretudo sob aquele aspecto da sua casa, onde encontrava sempre agarrado às saias um ser enfermo. Vieram as primeiras revoltas. Tornou-se impaciente e áspera. Não suportava ser arrancada aos episódios sentimentais do seu livro, para ir ajudar a voltar o marido e sentir-lhe o hálito mau. Veio-lhe o nojo das garrafadas, dos emplastros, das feridas dos pequenos a lavar. Começou a ler versos. Passava horas só, num mutismo, à janela, tendo sob o seu olhar de virgem loura toda a rebelião duma apaixonada. Acreditava nos amantes que escalam os balcões, entre o canto dos rouxinóis: e queria ser amada assim, possuída num mistério de noite romântica…
    (Eça de Queirós. Contos, s/d.)

    Nesse trecho do conto, evidencia-se a ligação do escritor à estética realista, pois ele
    Escolha uma alternativa para a questão 6d9beaa0-d9