Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

3.347 questões encontradas. Mostrando a página 25 de 168.

  • 0B4ADD3C-F0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os trechos abaixo, marque a alternativa que apresenta a informação correta:


    "Quando o Nordeste tiver açudes para sanar sua falta de água, quando for mais alfabetizado, quando terminar essa semiescravidão em que o trabalhador vive, verás, Justino, tua terra florescer, dar frutos, as crianças felizes crescerem e se tornarem adultos conscientes de suas responsabilidades, como elos da nossa corrente humana." (MOTT, Odette de Barros; Justino, o retirante p. 134.)

    “E andavam para o Sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitória e os dois meninos." (Graciliano Ramos - Vidas secas, pág. 134)
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4add3c-f0
  • 0B4796B5-F0

    Português

    Crase
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Em “...quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração”, pode-se afirmar sobre a ausência do acento grave no termo em destaque:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4796b5-f0
  • 0B44DB07-F0

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    O uso da referenciação no trecho “Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos...”, (l 10 e 11) o termo em destaque chama de volta:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b44db07-f0
  • 0B41ED83-F0

    Português

    Colocação Pronominal
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    No segundo quadro da tirinha, uma das cobras apresenta um desvio da norma padrão, quando usa o pronome pessoal do caso reto no lugar do pronome pessoal do caso oblíquo. Assinale a alternativa que melhor explica o desvio, segundo a norma padrão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    VERÍSSIMO, LF. As cobras em: Se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 1997.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b41ed83-f0
  • 0B3F17AF-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Segundo o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b3f17af-f0
  • 0B3C65FA-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Do trecho “Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão, também, dobrados por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos”, entende-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b3c65fa-f0
  • 0B390A4F-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Sobre o texto é possível afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b390a4f-f0
  • 8DEA7FF8-EF

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Nos últimos anos, o mundo tem buscado, por meio de pesquisas em diversos setores, uma maior efetividade em todos os processos do nosso cotidiano.


    O gráfico abaixo mostra a porcentagem de consumo de energia dos equipamentos mais utilizados no dia a dia de uma residência.


    De acordo com o gráfico, uma residência que consome 400kWh de energia por mês está consumindo:

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015
    Escolha uma alternativa para a questão 8dea7ff8-ef
  • 8DE55F50-EF

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    A tabela abaixo mostra as médias mensais da chuva registrada no sistema Cantareira de outubro de 2013 a setembro de 2014, período que marcou o início da crise hídrica em São Paulo.


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015
    Fonte: Relatório da situação atual e previsão hidrológica para o sistema Cantareira – Cemaden


    Para o período registrado, a média e a mediana dos dados observados é de respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 8de55f50-ef
  • 8DBD1B1E-EF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the film review below and answer the questions that follow.


    INSIDE JOB – REVIEW - 4/5 STARS

    How did the financial crash of 2008 happen? This documentary, narrated by Matt Damon, does a good job of explaining a complex story of credit and discredit.


    (…)
    This film is as gripping as any thriller. Aided by some fascinating interviews, Ferguson lays out an awful story. In the 1980s, the markets and financial services were deregulated, and the driving force for this liberalisation was Alan Greenspan, formidable chairman of the US federal reserve board from 1987 to 2006. Banks and loan companies were freer to gamble with their depositors' money; they were themselves freer to borrow more; they were free to offer investors dizzyingly complex financial instruments, with income streams from different debts bundled up, including high-interest home loans offered to high-risk borrowers – the so-called "sub-prime" market that offered mouthwateringly high returns.

    (…)
    Perhaps the most sensational aspect of this film is Ferguson's contention that the crash corrupted the discipline of economics itself. Distinguished economists from America's Ivy League universities were drafted in by banks to compose reports sycophantically supporting reckless deregulation. They were massively paid for these consultancies. The banks bought the prestige of the academics, and their universities' prestige, too. Ferguson speaks to many of these economists, who clearly thought they were going to be interviewed as wry, dispassionate observers. It is really something to see the expression of shock, outrage and fear on their faces as they realise they're in the dock. One splutters with vexation; another gives vent to a ripe Freudian slip. Asked by Ferguson if he has any regrets about his behaviour, he says: "I have no comments … uh, no regrets."

    This is what Ferguson means by "inside job". There is a revolving door between the banks and the higher reaches of government, and to some extent the groves of academe. Bank CEOs become government officials, creating laws convenient for their once and future employers.

    Perhaps only the pen of Tom Wolfe could do justice to these harassed, bald, middle-aged masters of the universe, as they appear in Ferguson's film. The director shows how their body-language is always the same: somehow more guilty-looking when they are in the White House rose garden in their career pomp, being introduced to the press, than when they are facing openly hostile Senate hearings. They look uneasy, shifty, in weirdly ill-fitting suits, as if they are oppressed by the scrutiny, and worn out, possibly, by the strain of suppressing their own scruples. Their financial capacity far outstrips their capacity for enjoying themselves. They look very unhappy. Occasionally, British figures including Mervyn King and Alistair Darling are to be glimpsed in these photos, reminding us that we Brits have been ardent deregulators, as well.

    (…)
    I was reminded of Michael Lewis's Liar's Poker, his very funny book about the financial mentality of the 80s boom. He noted that if a regular person won the lottery, he might roll around on the floor, kicking his legs up with glee, but when bankers won their arbitrary lottery, they instead became solemn, pompous, overwhelmed with their own importance and stateliness. Their recklessness and excess coexisted with an almost priestly sense of worth. Even more than rich lawyers, rich bankers felt that their money proved their superior cleverness and also moral worthiness as the generators of prosperity. Yet that prosperity didn't trickle down very far.
    Source: http://www.theguardian.com/film/2011/feb/17/inside-job-review Access October 10, 2015.
    ‘The groves of academe’, on the review:
    Escolha uma alternativa para a questão 8dbd1b1e-ef
  • 8DB5E0AB-EF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the film review below and answer the questions that follow.


    INSIDE JOB – REVIEW - 4/5 STARS

    How did the financial crash of 2008 happen? This documentary, narrated by Matt Damon, does a good job of explaining a complex story of credit and discredit.


    (…)
    This film is as gripping as any thriller. Aided by some fascinating interviews, Ferguson lays out an awful story. In the 1980s, the markets and financial services were deregulated, and the driving force for this liberalisation was Alan Greenspan, formidable chairman of the US federal reserve board from 1987 to 2006. Banks and loan companies were freer to gamble with their depositors' money; they were themselves freer to borrow more; they were free to offer investors dizzyingly complex financial instruments, with income streams from different debts bundled up, including high-interest home loans offered to high-risk borrowers – the so-called "sub-prime" market that offered mouthwateringly high returns.

    (…)
    Perhaps the most sensational aspect of this film is Ferguson's contention that the crash corrupted the discipline of economics itself. Distinguished economists from America's Ivy League universities were drafted in by banks to compose reports sycophantically supporting reckless deregulation. They were massively paid for these consultancies. The banks bought the prestige of the academics, and their universities' prestige, too. Ferguson speaks to many of these economists, who clearly thought they were going to be interviewed as wry, dispassionate observers. It is really something to see the expression of shock, outrage and fear on their faces as they realise they're in the dock. One splutters with vexation; another gives vent to a ripe Freudian slip. Asked by Ferguson if he has any regrets about his behaviour, he says: "I have no comments … uh, no regrets."

    This is what Ferguson means by "inside job". There is a revolving door between the banks and the higher reaches of government, and to some extent the groves of academe. Bank CEOs become government officials, creating laws convenient for their once and future employers.

    Perhaps only the pen of Tom Wolfe could do justice to these harassed, bald, middle-aged masters of the universe, as they appear in Ferguson's film. The director shows how their body-language is always the same: somehow more guilty-looking when they are in the White House rose garden in their career pomp, being introduced to the press, than when they are facing openly hostile Senate hearings. They look uneasy, shifty, in weirdly ill-fitting suits, as if they are oppressed by the scrutiny, and worn out, possibly, by the strain of suppressing their own scruples. Their financial capacity far outstrips their capacity for enjoying themselves. They look very unhappy. Occasionally, British figures including Mervyn King and Alistair Darling are to be glimpsed in these photos, reminding us that we Brits have been ardent deregulators, as well.

    (…)
    I was reminded of Michael Lewis's Liar's Poker, his very funny book about the financial mentality of the 80s boom. He noted that if a regular person won the lottery, he might roll around on the floor, kicking his legs up with glee, but when bankers won their arbitrary lottery, they instead became solemn, pompous, overwhelmed with their own importance and stateliness. Their recklessness and excess coexisted with an almost priestly sense of worth. Even more than rich lawyers, rich bankers felt that their money proved their superior cleverness and also moral worthiness as the generators of prosperity. Yet that prosperity didn't trickle down very far.
    Source: http://www.theguardian.com/film/2011/feb/17/inside-job-review Access October 10, 2015.
    On the sentence ‘There is a revolving door between the banks and the higher reaches of government.’, the expression underlined and in italic means:
    Escolha uma alternativa para a questão 8db5e0ab-ef
  • 8D99F30D-EF

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Desde o início do século XX e durante toda a República Velha, a atividade policial no Rio de Janeiro estava voltada para o controle arbitrário das populações pobres. Seu foco, entretanto, não era ainda propriamente a repressão à criminalidade: atendia a demandas de ordem moral, como as numerosas prisões por “vadiagem”.

    Fonte: MISSE, Michel e outros. Licença para Matar. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos-revista/licenca-para- -matar Publicado 01-10-2015. Acessado 08-10-2015.


    O texto mostra como a relação da polícia com as populações pobres no Rio de Janeiro é historicamente polêmica. A situação descrita no texto é representativa da
    Escolha uma alternativa para a questão 8d99f30d-ef
  • 8D9257A7-EF

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Pasquim não nasceu para fazer jornalismo político e procurou, através de um jornalismo de humor, criticar o comportamento da classe média brasileira, a partir da moral e dos bons costumes, defendidos pelos Militares. Sendo assim, O Pasquim começou a despertar a atenção dos Militares e dos órgãos responsáveis pela Censura.

    Fonte: VAUCHER, Thiago Araújo. O Pasquim: Alternativa e Corajoso. file:///C:/Users/Eliane/Downloads/4378-14796-1-PB.pdf Acesso 08-10-2015.


    Imagem da questão de História, da prova de 2015
    Imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=272658292796469&set=a.124625930933040.20000.100001569022 672&type=3&l=a3c7ff9f95&theater. Acesso em 08-20-2015. BLOCO C - PESO 2


    Nascido no âmbito da Ditadura Militar Brasileira, O Pasquim teve como propósito fazer humor, mas foi assumindo, ao longo da sua história, um importante papel político. Segundo o conteúdo do texto e da imagem, um dos fatos que contribuíram para a expansão do jornal foi
    Escolha uma alternativa para a questão 8d9257a7-ef
  • 8D8B20CD-EF

    Atualidades

    Questões Sociais
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A terceirização é um fenômeno intimamente ligado à teoria da flexibilização do Direito do Trabalho, na medida em rompe com a bilateralidade nas relações de trabalho (empresa e trabalhador), surgindo um terceiro elemento (empresa tomadora, empresa de prestação de serviços e trabalhador) para participar dessa relação...

    Fonte: CAMPOS, José Ribeiro. ASPECTOS DA TERCEIRIZAÇÃO E O DIREITO DO TRABALHO. www.metodista.br/revistas/revistas- -ims/index.php/RFD/article/viewFile/496/494 Acesso 8-10-2015 Adaptado Acesso 11-10-2015


    A terceirização do trabalho, descrita no texto, é tema polêmico que envolve as relações de trabalho no sistema capitalista atual, pois
    Escolha uma alternativa para a questão 8d8b20cd-ef
  • 8D840261-EF

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Ateliê Arte nas Cotas faz parte do programa de recuperação socioambiental da Serra do Mar, que promove através da CDHU intercâmbio entre práticas e conhecimentos artísticos com a população dos bairros cota, de Cubatão. Seus objetivos são gerar vivências e debates sobre as artes; ressignificar o uso dos espaços públicos; contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades e instigar o olhar crítico à produção artística, através da noção de pertencimento comunitário para a população em geral.

    Fonte: http://atelieartenascotas.flavors.me/#facebook Acesso

    A relação entre arte e questão ambiental, que norteia o Ateliê Arte nas Cotas, explicita que, nesse caso específico, a arte
    Escolha uma alternativa para a questão 8d840261-ef
  • 8D7DACBB-EF

    História

    História Geral
    Faculdade Cásper Líbero · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Denominada guerra para acabar com todas as guerras, a Primeira Guerra Mundial não resolveu nenhum dos problemas que a causaram. A Segunda Grande Guerra foi o maior e mais violento conflito armado que opôs, de 1939 a 1945, os países Aliados, de feição ideológica democrática, à coligação do Eixo, de cunho totalitário. As principais causas do conflito estão relacionadas aos acordos feitos depois da Primeira Guerra Mundial, com a política de apaziguamento, que foi dirigida pelo Reino Unido e pela França, depois da Primeira Guerra Mundial, e com o expansionismo da Alemanha e Japão.

    Fonte: http://pt.worldwar-two.net/introducao/ Adaptado. Acesso 23-09-2015


    A respeito da Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 8d7dacbb-ef
  • 8D76B4D1-EF

    Atualidades

    América Latina na Atualidade
    Faculdade Cásper Líbero · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Na sequência de 18 meses de negociações secretas, mediadas pelo Papa Francisco e o Canadá, os líderes dos EUA e Cuba anunciaram, em dezembro de 2014, que planejavam reabrir embaixadas nas capitais um do outro e normalizar as relações. Com as relações diplomáticas restauradas, os Estados Unidos e Cuba têm pela frente a mais difícil tarefa, que é a normalização das relações globais.

    Fontes: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/obama-anuncia-volta-de-relacoes-com-cuba-e-abertura-de-embaixada.html Adaptado. Publicado em 1-7-2015.


    Sobre esse tema, observe a charge a seguir:

    Imagem da questão de Atualidades, da prova de 2015
    Fonte: Imagem: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/22340 Acesso 23-09-2015


    A mudança política, informada pela matéria, foi tema para o chargista produzir sua versão sobre o assunto. Na interpretação do artista, Cuba
    Escolha uma alternativa para a questão 8d76b4d1-ef
  • 8D65EBB3-EF

    Conhecimentos Gerais

    Política
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Dia que Durou 21 anos é um filme que começa com a renúncia de Jânio Quadros em 1961. Mostra como havia interesses em impedir a posse do então vice, João Goulart, posse defendida por Leonel Brizola e sua rede da legalidade. Jango aceita a imposição do parlamentarismo, mas logo o país retorna ao presidencialismo e, com um discurso considerado radical, assusta os setores mais conservadores do país e dos EUA.

    Fonte: CANDIOTO, Fábio Z. http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-dia-que-durou-21-anos/ Adaptado. Acesso 22/09/2015


    A abordagem do diretor da obra cinematográfica está relacionada ao contexto político descrito no texto e analisa
    Escolha uma alternativa para a questão 8d65ebb3-ef
  • 8D5E5462-EF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os dois textos que seguem.

    TEXTO I

    Nas últimas décadas do século XIX, as pessoas consideradas loucas eram equiparadas aos indivíduos classificados como desordeiros, unindo-se ao grupo dos incômodos e perigosos, que deveriam ser postos longe da dita boa sociedade. A loucura adquiria ares de moléstia social.

    Fonte: SOUSA, Fábio Henrique Gonçalves. A loucura no século XIX: questão de saúde ou moléstia social? http://www.outrostempos.uema.br/curso/anaisampuh/anaisfabio.htm Acesso 17-09-2015.


    TEXTO II

    Na obra, O Alienista, Machado de Assis narra a história do Dr. Simão Bacamarte. Leia a paráfrase a seguir:

    Após conquistar respeito em sua carreira de médico na Europa e no Brasil, o Dr. Simão Bacamarte retorna à sua terra-natal, Itaguaí, para se dedicar ainda mais a sua profissão. Certo dia, o Dr. Bacamarte resolve se dedicar aos estudos da psiquiatria e constrói na cidade um manicômio chamado Casa Verde, para abrigar todos os loucos da cidade e região.

    Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/alienista-resumo-analise-conto-machado-assis-701990.shtml Adaptado. Acesso 17-09-2015


    Os textos referem-se ao contexto histórico do final do século XIX. A partir desse cenário e da obra de Machado de Assis, é possível afirmar que a sociedade dessa época
    Escolha uma alternativa para a questão 8d5e5462-ef
  • 8D57E8B5-EF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Aqui jaz um grande poeta. / Nada deixou escrito. / Este silêncio, acredito, / são suas obras completas”. Autoepitáfio. Paulo Leminski.

    Pouco antes de morrer, em 1989, aos 44 anos, Leminski já se sabia, como poeta, um peixe fora d’água no panorama cultural brasileiro, um sobrevivente de uma época. Morreu cercado de um quase-silêncio, com uma aura de dinossauro porra-louca.

    Fonte: TRIGO, Luciano. Máquina de Escrever, um olhar crítico sobre literatura, cinema e artes plásticas. http://g1.globo.com/ platb/maquinadeescrever/2013/03/30/toda-poesia-mostra-a-forca-e-a-fraqueza-de-paulo-leminski/ Adaptado. Publicado em 30-03-2013. Acesso 17-09-2015.


    O autoepitáfio de Leminski, publicado na obra Toda Poesia, relaciona a sua produção com a (o):
    Escolha uma alternativa para a questão 8d57e8b5-ef