Questões do ENEM 2016

Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

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1.504 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 76.

  • F98E1823-E7

    Português

    Colocação Pronominal
    Faculdade Cásper Líbero · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda à questao:


    Os adolescentes e a filosofia

    Vladimir Safatle


        Há poucos anos, o ensino de filosofia tornou-se matéria obrigatória para os alunos de ensino médio. Uma decisão acertada que leva em conta a necessidade de estudantes adolescentes desenvolverem habilidades críticas, além de compreenderem a complexidade da gênese de conceitos fundamentais para nossas formas de vida.

        De fato, a filosofia, tal como a conhecemos hoje, é o discurso que permite à chamada “experiência do pensamento ocidental” criticar seus próprios valores morais, estéticos, normas sociais e evidências cognitivas. A cláusula restritiva relativa ao “ocidente” justifica-se pelo fato de conhecermos muito pouco a respeito dos sistemas não ocidentais de pensamento. Temos, em larga medida, uma visão estereotipada de que eles ainda seriam fortemente vinculados ao pensamento mítico e, por isso, não teriam algo parecido à nossa razão desencantada, que baseia seus princípios na confrontação das argumentações a partir da procura do melhor argumento. É provável que em alguns anos tenhamos de rever tal análise.

        De toda forma, que adolescentes sejam apresentados à filosofia, eis algo que vale a pena conservar. A adolescência transformou-se entre nós em um momento de revisão profunda do sistema de valores e crenças, de abertura e de profunda insegurança. Em sociedades com tendências a criticar modelos de autoridade baseados no legado da tradição e na repetição de experiências passadas, sociedades que incitam os indivíduos a tomar em seus ombros a responsabilidade pela construção de seus estilos de vida, inclusive como estratégia para apagar os impasses propriamente sociais de nossos modelos de conduta e julgamento, a adolescência será necessariamente vivenciada de forma mais angustiante. Nesse sentido, o contato com a filosofia encontra um terreno fértil de questionamento.

        A avaliação dos livros e projetos pedagógicos normalmente direcionados a nossos alunos revela, no entanto, que deveríamos procurar outras estratégias de ensino. Nossos livros didáticos e paradidáticos são, na sua grande maioria, manuais de exposição da história da filosofia a partir de seus personagens principais. Os melhores se organizam a partir de temas específicos e do seu desdobramento nos últimos dois mil anos (o que, convenhamos, não é pouco tempo). Nos dois casos, alcança-se, no máximo, uma visão geral da história das ideias. Normalmente muito bem ilustrada.

        Melhor seria focar o ensino na leitura dirigida de textos maiores da tradição filosófica. Um adolescente tem todas as condições de ter uma primeira leitura produtiva de textos como O banquete ou A república, de Platão, Discurso sobre a origem da desigualdade, de Rousseau, Meditações, de Descartes, Além do bem e do mal, de Nietzsche, ou mesmo um texto como O que é o esclarecimento?, de Kant, entre tantos outros. São obras que abrem parte de suas questões diante de uma primeira leitura dirigida. Eles permitem ainda uma problematização sobre questões maiores como o amor, a política, a autoidentidade, a injustiça social e as aspirações da razão.

        Nesse sentido, ganharíamos mais se os cursos fossem direcionados, por um lado, ao aprendizado sistemático da leitura e da interpretação. Nossos alunos chegam à universidade sem uma real capacidade de compreensão e problematização de textos. Os cursos de Filosofia poderiam colaborar em muito para mudar tal realidade.

        Por outro lado, e sei que isso pode estranhar alguns, ganharíamos muito se uma parte dos cursos de Filosofia para os adolescentes fosse dedicada ao ensino da lógica. Nossos alunos chegam às universidades com dificuldades de escrita e raciocínio que poderiam ser minoradas se eles tivessem cursos de lógica. Sei que esta é uma das disciplinas de que nossos alunos de filosofia menos gostam, mas eles ganhariam muito, em todas as áreas, se tivessem uma formação mais sistemática no campo da lógica e da teoria do conhecimento.

        Neste momento em que a sociedade brasileira se dá conta da importância da luta pela qualidade do ensino, deveríamos parar de desqualificar a capacidade de raciocínio de nossos adolescentes. Eles merecem conhecer diretamente os textos e ideias que constituíram nossa experiência social. Esta seria uma estratégia melhor do que lhes apresentar manuais.

    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/760/os-adolescentes-e-a-filosofia-9201.html

    Assinale a alternativa que completa, de acordo, com a norma-padrão, as lacunas do período organizado a partir do texto: Se os cursos de filosofia se voltassem ______ interpretação sistematizada dos textos filosóficos, os alunos não ______ da capacidade de raciocinar com lógica; exercício inviável, sem que se ______ os textos canônicos da filosofia.
    Escolha uma alternativa para a questão f98e1823-e7
  • 973135D5-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o poema James I, de Rudyard Kipling, para responder à questão.


    THE child of Mary Queen of Scots,

    A shifty mother’s shiftless son,

    Bred up among intrigues and plots,

    Learned in all things, wise in none.

    Ungainly, babbling, wasteful, weak,

    Shrewd, clever, cowardly, pedantic,

    The sight of steel would blanch his cheek.

    The smell of baccy drive him frantic.

    He was the author of his line –

    He wrote that witches should be burnt;

    He wrote that monarchs were divine,

    And left a son who – proved they weren’t!


    (http://www.kiplingsociety.co.uk/poems_james.htm - acesso em 11/08/2016)

    Segundo o poema, o neto de Mary Queen of Scots:
    Escolha uma alternativa para a questão 973135d5-e6
  • 972D40C1-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o poema James I, de Rudyard Kipling, para responder à questão.


    THE child of Mary Queen of Scots,

    A shifty mother’s shiftless son,

    Bred up among intrigues and plots,

    Learned in all things, wise in none.

    Ungainly, babbling, wasteful, weak,

    Shrewd, clever, cowardly, pedantic,

    The sight of steel would blanch his cheek.

    The smell of baccy drive him frantic.

    He was the author of his line –

    He wrote that witches should be burnt;

    He wrote that monarchs were divine,

    And left a son who – proved they weren’t!


    (http://www.kiplingsociety.co.uk/poems_james.htm - acesso em 11/08/2016)

    Sobre os monarcas descritos no poema, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 972d40c1-e6
  • 9727E4CD-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Is some Olympic commentary sexist?
    By Claire Bates, 11 August 2016

        According to a recent study by Cambridge University Press. Researchers analysed millions of words relating to men and women and Olympic sports in the Cambridge English Corpus (CEC) and the Sport Corpus - massive databases that include news articles and posts on social media.
        The study revealed common word combinations for female athletes included aged, older, pregnant and married or unmarried. In contrast, top word combinations for male athletes included fastest, strong, big and great.
        It also found that the language around women in sport also focussed disproportionately on appearance, clothes and personal lives.
        It’s not just language where there is a difference in attitude - female Olympic athletes are still garnering far fewer column inches and given less TV airtime than their male counterparts. Researchers found men were mentioned twice as often in the CEC and three times more often in the Sports Corpus.
        However, some things are changing. The proportion of female athletes competing at the Olympics has increased with every games since 1964 when it was 13.2%. By 1988, 26.1% of competitors were women and in Rio 2016 it is 45%.

    (Adaptado de www.bbc.com - acesso em 11/08/2016)
    Em relação aos dados apresentadas no texto, pode-se citar como positivo, o aumento:
    Escolha uma alternativa para a questão 9727e4cd-e6
  • 97230CA3-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Is some Olympic commentary sexist?
    By Claire Bates, 11 August 2016

        According to a recent study by Cambridge University Press. Researchers analysed millions of words relating to men and women and Olympic sports in the Cambridge English Corpus (CEC) and the Sport Corpus - massive databases that include news articles and posts on social media.
        The study revealed common word combinations for female athletes included aged, older, pregnant and married or unmarried. In contrast, top word combinations for male athletes included fastest, strong, big and great.
        It also found that the language around women in sport also focussed disproportionately on appearance, clothes and personal lives.
        It’s not just language where there is a difference in attitude - female Olympic athletes are still garnering far fewer column inches and given less TV airtime than their male counterparts. Researchers found men were mentioned twice as often in the CEC and three times more often in the Sports Corpus.
        However, some things are changing. The proportion of female athletes competing at the Olympics has increased with every games since 1964 when it was 13.2%. By 1988, 26.1% of competitors were women and in Rio 2016 it is 45%.

    (Adaptado de www.bbc.com - acesso em 11/08/2016)
    Sobre as publicações acerca de atletas olímpicos, o texto informa que:
    Escolha uma alternativa para a questão 97230ca3-e6
  • 971EBBA5-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Is some Olympic commentary sexist?
    By Claire Bates, 11 August 2016

        According to a recent study by Cambridge University Press. Researchers analysed millions of words relating to men and women and Olympic sports in the Cambridge English Corpus (CEC) and the Sport Corpus - massive databases that include news articles and posts on social media.
        The study revealed common word combinations for female athletes included aged, older, pregnant and married or unmarried. In contrast, top word combinations for male athletes included fastest, strong, big and great.
        It also found that the language around women in sport also focussed disproportionately on appearance, clothes and personal lives.
        It’s not just language where there is a difference in attitude - female Olympic athletes are still garnering far fewer column inches and given less TV airtime than their male counterparts. Researchers found men were mentioned twice as often in the CEC and three times more often in the Sports Corpus.
        However, some things are changing. The proportion of female athletes competing at the Olympics has increased with every games since 1964 when it was 13.2%. By 1988, 26.1% of competitors were women and in Rio 2016 it is 45%.

    (Adaptado de www.bbc.com - acesso em 11/08/2016)
    Segundo o estudo apresentado no texto, as referências a atletas femininas:
    Escolha uma alternativa para a questão 971ebba5-e6
  • 9719B839-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Is some Olympic commentary sexist?
    By Claire Bates, 11 August 2016

        According to a recent study by Cambridge University Press. Researchers analysed millions of words relating to men and women and Olympic sports in the Cambridge English Corpus (CEC) and the Sport Corpus - massive databases that include news articles and posts on social media.
        The study revealed common word combinations for female athletes included aged, older, pregnant and married or unmarried. In contrast, top word combinations for male athletes included fastest, strong, big and great.
        It also found that the language around women in sport also focussed disproportionately on appearance, clothes and personal lives.
        It’s not just language where there is a difference in attitude - female Olympic athletes are still garnering far fewer column inches and given less TV airtime than their male counterparts. Researchers found men were mentioned twice as often in the CEC and three times more often in the Sports Corpus.
        However, some things are changing. The proportion of female athletes competing at the Olympics has increased with every games since 1964 when it was 13.2%. By 1988, 26.1% of competitors were women and in Rio 2016 it is 45%.

    (Adaptado de www.bbc.com - acesso em 11/08/2016)
    De acordo com as informações do texto, as bases de dados citadas, reúnem palavras retiradas de:
    Escolha uma alternativa para a questão 9719b839-e6
  • 97154117-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Economic Recession Has Impact on
    Museums And Cultural Centres
    SILAS MARTÍ - 03/22/2016

         Long gone is the golden age of blockbuster exhibitions that marked the past few years of Brazil’s cultural scene. The country’s museums have maintained an ominous silence in relation to their plans for this year of recession. This is not owing to any desire for secrecy, but rather due to the dominating sense of uncertainty. For many months, the economic crisis has been quietly gnawing away at cultural institutions, resulting in devastating staff cuts in almost all of the country’s museums. However, it is only now that the effects of the downturn are rearing their ugly head in the public eye, with the start of what ought to be the exhibition season with the arrival of the São Paulo art fair in two weeks time.

    (Adaptado de www1.folha.uol.com.br - acesso em 27/06/2016)
    Entre as consequências apresentadas no texto que justificam o título do artigo, podemos citar:
    Escolha uma alternativa para a questão 97154117-e6
  • 9710987D-E6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Economic Recession Has Impact on
    Museums And Cultural Centres
    SILAS MARTÍ - 03/22/2016

         Long gone is the golden age of blockbuster exhibitions that marked the past few years of Brazil’s cultural scene. The country’s museums have maintained an ominous silence in relation to their plans for this year of recession. This is not owing to any desire for secrecy, but rather due to the dominating sense of uncertainty. For many months, the economic crisis has been quietly gnawing away at cultural institutions, resulting in devastating staff cuts in almost all of the country’s museums. However, it is only now that the effects of the downturn are rearing their ugly head in the public eye, with the start of what ought to be the exhibition season with the arrival of the São Paulo art fair in two weeks time.

    (Adaptado de www1.folha.uol.com.br - acesso em 27/06/2016)
    De acordo com o texto, o cenário cultural no Brasil, há alguns anos:
    Escolha uma alternativa para a questão 9710987d-e6
  • 9683E074-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o diálogo a seguir:


         Dormir é com o Seu Soronho, escanchado beato, logo atrás do pigarro.

         De lá do coice, voz nasal, cavernosa, rosna Realejo. E todos falam.

         — Se o carro desse um abalo maior...

         — Se nós todos corrêssemos, ao mesmo tempo...

         — O homem-do-pau-comprido rolaria para o chão.

         — Ele está na beirada...— Está cai-não-cai, na beiradinha...

         — Se o bezerro, lá na frente, de repente gritasse, nós teríamos de correr, sem pensar, de supetão...

        — E o homem cairia...— Daqui a pouco... Daqui a pouco...— Cairia... Cairia... — Agora! Agora!— Môung! Mûng!— ...rolaria para o chão.

         — Namorado, vamos!!!...

        Tiãozinho deu um grito e um salto para o lado, e a vara assobiou no ar... 

        E os oito bois das quatro juntas se jogaram para diante, de uma vez... E o carro pulou forte, e craquejou, estrambelhado, com um guincho do cocão.

        — Virgem, minha Nossa Senhora!... Ôa, ôa, boi!... Ôa, meu Deus do céu!...

        Agenor Soronho tinha o sono sereno, a roda esquerda lhe colhera mesmo o pescoço, e a algazarra não deixou que se ouvisse xingo ou praga — assim não se pôde saber ao certo se o carreiro despertou ou não, antes de desencarnar.


    (ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana.

    Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 234-235.)



    O trecho acima, do conto “Conversa de bois”, de Guimarães Rosa, além da consciência dos bois, que dialogam entre si, revela a seguinte ação contra um homem, que está dormindo e é carregado por estes bois:

    Escolha uma alternativa para a questão 9683e074-e6
  • 967C6945-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho abaixo pertence ao conto “Conversa de bois”, do livro Sagarana, de Guimarães Rosa, cujo recurso narrativo é o diálogo entre boisde-carga, que conversam entre si enquanto trabalham:

        Todavia, ninguém boi tem culpa de tanta má-sorte, e lá vai ele tirando, afrontado pela soalheira, com o frontispício abaixado, meio guilhotinado pela canga-de-cabeçada, gangorrando no cós da brocha de couro retorcido, que lhe corta em duas a barbela; pesando de-quina contra as mossas e os dentes dos canzis hiselados; batendo os vazios; arfando ao ritmo do costelame, que se abre e fecha como um fole; e com o focinho, glabro, largo e engraxado, vazando baba e pingando gotas de suor. Rebufa e sopra:
        — Nós somos bois... Bois-de-carro.. Os outros, que vêm em manadas, para ficarem um tempo-das-águas pastando na invernada, sem trabalhar, só vivendo e pastando, e vão-se embora para deixar lugar aos novos que chegam magros, esses todos não são como nós...
         — Eles não sabem que são bois... — apoia enfim Brabagato, acenando a Capitão com um esticão da orelha esquerda.

    (ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana. Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 214.)


    No trecho citado, há uma diferenciação entre os “bois-de-carro” e os “outros, que vêm em manadas”. De acordo com o boi Brabagato, estes “outros” “não sabem que são bois…”. Brabagato presumiu isso, pois:
    Escolha uma alternativa para a questão 967c6945-e6
  • 966BE5D5-E6

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o excerto:


        Sentiu o cheiro bom dos preás que desciam do morro, mas o cheiro vinha, fraco e havia nele partículas de outros viventes. Parecia que o morro se tinha distanciado muito. Arregaçou o focinho, aspirou o ar lentamente, com vontade de subir a ladeira e perseguir os preás, que  pulavam e corriam em liberdade. Começou a arquejar penosamente, fingindo ladrar. Passou a língua pelos beiços torrados e não experimentou nenhum prazer. O olfato cada vez mais se embotava: certamente os preás tinham fugido.
         […]
        Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.

    (RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Editora Record, São Paulo: p. 89; 91)


    No trecho acima, de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, observa-se que a cachorra Baleia está prestes a morrer. Neste momento, ela sente o cheiro de preás e os relaciona a um mundo feliz. Tendo isto em vista, pode-se entender que os preás:
    Escolha uma alternativa para a questão 966be5d5-e6
  • 965F1A70-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente a charge abaixo, para a questão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    “Enfim, aprovaram o fim das touradas!”


    No contexto da charge, o termo “enfim” expressa:

    Escolha uma alternativa para a questão 965f1a70-e6
  • 96596BB2-E6

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia atentamente a charge abaixo, para a questão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    O humor da charge ocorre porque ela:
    Escolha uma alternativa para a questão 96596bb2-e6
  • 9652BCDF-E6

    Português

    Interpretação de Textos
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    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    Releia o trecho abaixo:


    O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.


    Para tomar a decisão de passar fome, foi preciso que o macaco:

    Escolha uma alternativa para a questão 9652bcdf-e6
  • 9644AC86-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    Leia os trechos:

        Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”.

        “Segundo Saussure, o significante é a tradução fônica do conceito; o significado é a contrapartida mental do significante” (1953, Émile Benveniste apud Perrot)


    A partir da leitura conjunta dos dois trechos, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 9644ac86-e6
  • 963CD9D0-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    O terceiro parágrafo do texto apresentado, ao comparar o universo de leitura de mundo dos cães ao dos seres humanos, estabelece também uma relação de equivalência entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 963cd9d0-e6
  • B9C5B9A5-E2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    No texto, Astro Teller estima que o Projeto Loon
    Escolha uma alternativa para a questão b9c5b9a5-e2
  • B9C1D786-E2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2016

    Assinale a opção correta.

    I. Os balões do Projeto Loon podem permanecer no ar por até cem dias.
    II. Nos próximos cem dias, os balões do Projeto Loon serão testados nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Brasil.
    III.Os aparelhos eletrônicos dos balões do Projeto Loon são alimentados por painéis solares.
    IV.Os balões do Google já viajaram por mais de dois milhões de quilômetros.
    V. Cada balão do Google tem autonomia para viajar dois milhões de quilômetros.
    Escolha uma alternativa para a questão b9c1d786-e2