Questões do ENEM 2016

Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.504 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 76.

  • D55EF21F-05

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.
    O trecho Cuando parece más cerca/Es cuando se aleja más (l. 19-20) tem o sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão d55ef21f-05
  • D55B4488-05

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.
    A palavra tesón (l. 18) poderia ser substituída, sem alteração gramatical e de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão d55b4488-05
  • D5580537-05

    Espanhol

    Análise Sintática | Análisis Sintáctico
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.
    Se a palavra horizonte, no trecho Con un horizonte abierto/Que siempre está más allá (l. 15-16), fosse colocada no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para fins de concordância?
    Escolha uma alternativa para a questão d5580537-05
  • D5537CB0-05

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.
    Assinale a alternativa correta em relação aos pronomes do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão d5537cb0-05
  • D54FE800-05

    Espanhol

    Antônimos | Antónimo
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.
    Assinale a alternativa que contém o sentido oposto para a expressão mano caliente (l. 11).
    Escolha uma alternativa para a questão d54fe800-05
  • D54C8038-05

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão esta relacionada ao texto abaixo.

    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2016

    Adaptado de: YUPANQUI, Atahualpa. Los Hermanos. Intérprete: Mercedes Sosa. Amsterdã: Philips Records, 1972.

    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.


    I - O texto, através da apresentação de diversas paisagens, pretende relacioná-las à heterogeneidade da população e da cultura da qual as pessoas fazem parte.

    II - O texto pressupõe a perda da identidade das pessoas que deixam seus países.

    III- O texto defende a necessidade de não esquecer o passado dos povos.


    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão d54c8038-05
  • D548A79A-05

    Português

    Gêneros Textuais
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a crônica O apagar da velha chama, de Luis Fernando Verissimo.


    Eu, você, nós dois, um cantinho, um violão... Da janela, mesmo em Porto Alegre, via-se o Corcovado, o Redentor (que lindo!) e um barquinho a deslizar no macio azul do mar. Tinha-se, geralmente, de vinte anos para menos quando, em 1958, chegou a Elizete com abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim e João Gilberto com o amor, o sorriso, a flor e aquela batida diferente, mas que era bossa-nova e era muito natural, mesmo que você não pudesse acompanhar e ficasse numa nota só, porque no peito dos desafinados também batia um coração, lembra? Na vida, uma nova canção, um doce balanço. Era carioca, era carioca, certo, mas a juventude que aquela brisa trazia também trazia pra cá e daqui se via a mesma luz, o mesmo céu, o mesmo mar, milhões de festas ao luar, e sempre se podia pegar um Electra e mandar descer no Beco das Garrafas, olha que coisa mais linda. Queríamos a vida sempre assim, si, dó, ré, mi, fá, sol, muito sol, e lá. Mas era preciso ficar e trabalhar, envelhecer, acabar com esse negócio de Rio, céu tão azul, ilhas do sul, muita calma pra pensar e ter tempo pra sonhar, onde já se viu? Até um dia, até talvez, até quem sabe. O amor, o sorriso e a flor se transformavam depressa demais. Quem no coração abrigou a tristeza de ver tudo isso se perder, para não falar nos seus vinte anos, nos seus desenganos e no seu violão, nem pode dizer ó brisa fica, porque nem mais se entende, nem mais pretende seguir fingindo e seguir seguindo. A realidade é que sem ela não há paz, não há beleza, é só a melancolia que não sai de mim, não sai de mim, não sai. E dê-lhe rock.


    Sobre a crônica, considere as seguintes afirmações.


    I - O autor, partindo de sua experiência pessoal, como é próprio da crônica, recupera o momento histórico de uma geração, através da música brasileira.

    II - O autor constrói a crônica a partir de diversas letras de músicas, mostrando como elas fazem parte de sua vivência de juventude.

    III- A melancolia, ao final da crônica, está ligada ao envelhecimento e à percepção de que aquele momento não volta mais.


    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão d548a79a-05
  • D53E23BD-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Anelise, protagonista e narradora do romance As parceiras, de Lya Luft, conta a própria história, recuperando a memória de sua família.

    No bloco superior, abaixo, estão listadas algumas personagens do romance; no inferior, a relação de parentesco que têm com a protagonista.

    Associe adequadamente o bloco inferior ao bloco superior.

    1 - Catarina
    2 - Sibila
    3 - Vânia
    4 - Otávio
    5 - Tiago

    ( ) Irmã de Anelise.
    ( ) Avó de Anelise.
    ( ) Tia anã de Anelise.
    ( ) Primo de Anelise.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão d53e23bd-05
  • D53AA593-05

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os trechos abaixo, retirados do capítulo Ana Terra, de O continente, da trilogia O tempo e o vento, de Erico Verissimo.

    Maneco Terra era um homem que falava pouco e trabalhava demais. Severo e sério, exigia dos outros muito respeito e obediência, e não admitia que ninguém em casa discutisse com ele. (...)

    D. Henriqueta respeitava o marido, nunca ousava contrariá-lo. A verdade era que, afora aquela coisa de terem vindo para o Rio Grande e umas certas casmurrices, não tinha queixa dele. Maneco era um homem direito, um homem de bem, e nunca a tratara com brutalidade. (...)
    Mas havia épocas em que não aparecia ninguém. E Ana só via a seu redor quatro pessoas: o pai, a mãe e os irmãos. Quanto ao resto, eram sempre aqueles coxilhões a perder de vista, a solidão e o vento. Não havia outro remédio — achava ela — senão trabalhar para esquecer o medo, a tristeza, a aflição... Acordava e pulava da cama, mal raiava o dia. Ia aquentar a água para o chimarrão dos homens, depois começava a faina diária: ajudar a mãe na cozinha, fazer pão, cuidar dos bichos do quintal, lavar a roupa. Por ocasião das colheitas ia com o resto da família para a lavoura e lá ficava mourejando de sol a sol.

    Comparando os trechos acima com o conto Dois guaxos, de Sergio Faraco, considere as seguintes afirmações.

    I - Há confluências entre os dois textos, como as condições precárias de vida em um rancho isolado no interior do Rio Grande do Sul, o nome da irmã de Maninho e seu envolvimento com um agregado da família.
    II - Há semelhanças nas considerações sobre os maridos, feitas pela mãe de Maninho e por D. Henriqueta, mãe de Ana Terra.
    III- Há o contraste em relação à estrutura familiar: no romance, pai, mãe e filhos; no conto, uma família marcada pela ausência da mãe e pela figura paterna degradada.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão d53aa593-05
  • D536D529-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre o conto Café Paris, do livro Dançar tango em Porto Alegre, de Sergio Faraco.
    Escolha uma alternativa para a questão d536d529-05
  • D533A480-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas.
    Escolha uma alternativa para a questão d533a480-05
  • D53027AF-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o segmento abaixo.


    Há um fragmento do romance O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas, que se destacou do conjunto: o episódio em que Dorival encarou a guarda. Nesse trecho, Dorival, ........, enfrenta o soldado, o cabo, o sargento e o tenente. Fica visível ........ da guarda e ........ de Dorival.


    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas na ordem em que aparecem.

    Escolha uma alternativa para a questão d53027af-05
  • D52D05F4-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia as seguintes afirmações sobre os contos de Murilo Rubião.

    I - O conto O edifício é narrado em primeira pessoa pelo próprio engenheiro, João Gaspar, que é contratado para a construção de um arranha-céu.
    II - O conto O convidado, narrado em terceira pessoa, conta a história de José Alferes, que, embora tenha recebido um convite estranho para uma festa à fantasia, decide ir mesmo assim.
    III- O conto O homem do boné cinzento é narrado em primeira pessoa por Roderico, que responsabiliza o homem do boné cinzento pela intranquilidade que se estabelece desde que se mudou para a vizinhança.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão d52d05f4-05
  • D529DCEE-05

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia abaixo a letra da canção Mamãe Coragem – composição de Caetano Veloso e Torquato Neto, interpretação de Gal Costa – que integra o álbum Tropicália ou Panis et Circencis.

    Mamãe, mamãe, não chore
    A vida é assim mesmo
    Eu fui embora
    Mamãe, mamãe, não chore
    Eu nunca mais vou voltar por aí
    Mamãe, mamãe, não chore
    A vida é assim mesmo
    Eu quero mesmo é isto aqui
    Mamãe, mamãe, não chore
    Pegue uns panos pra lavar
    Leia um romance
    Veja as contas do mercado
    Pague as prestações
    Ser mãe
    É desdobrar fibra por fibra
    Os corações dos filhos
    Seja feliz
    Seja feliz

    Mamãe, mamãe, não chore
    Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz
    Mamãe, seja feliz
    Mamãe, mamãe, não chore
    Não chore nunca mais, não adianta
    Eu tenho um beijo preso na garganta
    Eu tenho um jeito de quem não se espanta
    (Braço de ouro vale 10 milhões)
    Eu tenho corações fora do peito
    Mamãe, não chore
    Não tem jeito
    Pegue uns panos pra lavar
    Leia um romance
    Leia “Alzira morta virgem”
    “O grande industrial”

    Eu por aqui vou indo muito bem
    De vez em quando brinco Carnaval
    E vou vivendo assim: felicidade
    Na cidade que eu plantei pra mim
    E que não tem mais fim
    Não tem mais fim
    Não tem mais fim

    Considere as seguintes afirmações sobre a canção.

    I - A inversão apresentada na canção – é o/a filho/a jovem que consola a mãe e não o contrário – manifesta-se nas expressões comumente relacionadas ao vocabulário materno como “A vida é assim mesmo” e “Não chore nunca mais, não adianta”.
    II - A sirene ouvida na abertura da canção é uma provável referência às fábricas da cidade, para onde o sujeito cancional se desloca em busca de oportunidades que superem o trabalho doméstico, a rotina e os passatempos provincianos.
    III- O uso de “beijo” em vez de “grito”, no verso “Eu tenho um beijo preso na garganta”, expõe a ternura, apesar da rebeldia, que caracteriza o sujeito cancional.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão d529dcee-05
  • D5189B9F-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema abaixo, presente em Mensagem, de Fernando Pessoa.


    Noite

    A nau de um deles tinha-se perdido

    No mar indefinido.

    O segundo pediu licença ao Rei

    De, na fé e na lei

    Da descoberta, ir em procura

    Do irmão no mar sem fim e a névoa escura.


    Tempo foi. Nem primeiro nem segundo

    Volveu do fim profundo

    Do mar ignoto à pátria por quem dera

    O enigma que fizera.

    Então o terceiro a El-Rei rogou

    Licença de os buscar, e El-Rei negou.


    Como a um cativo, o ouvem a passar

    Os servos do solar.

    E, quando o veem, veem a figura

    Da febre e da amargura,

    Com fixos olhos rasos de ânsia

    Fitando a proibida azul distância.


    Senhor, os dois irmãos do nosso Nome

    — O Poder e o Renome —

    Ambos se foram pelo mar da idade

    À tua eternidade;

    E com eles de nós se foi

    O que faz a alma poder ser de herói.


    Queremos ir buscá-los, desta vil

    Nossa prisão servil:

    É a busca de quem somos, na distância

    De nós; e, em febre de ânsia,

    A Deus as mãos alçamos.


    Mas Deus não dá licença que partamos.


    Considere as seguintes afirmações sobre o poema e suas relações com o livro Mensagem.


    I - As três primeiras estrofes estão relacionadas a um episódio real: a história dos irmãos Gaspar e Miguel Corte Real que desapareceram em expedições marítimas, no início do século XVI, para desespero do terceiro irmão, Vasco, que queria procurá-los, mas não obteve a autorização do rei.

    II - O sujeito lírico, na quarta e na quinta estrofes, assume a primeira pessoa do plural, sugerindo que o drama individual dos irmãos pode representar um problema coletivo: a perda de poder e renome de Portugal, perda esta já associada à difícil situação do país no início do século XX, momento da escritura do poema.

    III- O diagnóstico das perdas de Portugal está ausente em outros poemas de Mensagem, por exemplo, Mar português, Autopsicografia e Nevoeiro, que apresentam a visão eufórica e confiante do sujeito lírico em relação ao futuro de Portugal.


    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão d5189b9f-05
  • D514FFAB-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta a respeito da vida e da obra do poeta português Fernando Pessoa.
    Escolha uma alternativa para a questão d514ffab-05
  • D51186E9-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    O cortiço (1890) e Dom Casmurro (1899) foram publicados na mesma década, porém apresentam registros de linguagem diferentes, como se pode ver nos trechos abaixo.

    No bloco superior, estão listados nomes de personagens de O cortiço e de Dom Casmurro; no inferior, os trechos dos romances em que essas personagens são descritas.

    Associe adequadamente o bloco inferior ao bloco superior.

    1 - Firmo (O cortiço)
    2 - Escobar (Dom Casmurro)
    3 - Jerônimo (O cortiço)
    4 - José Dias (Dom Casmurro)

    ( ) [...] viera da terra, com a mulher e uma filhinha ainda pequena, tentar a vida no Brasil, na qualidade de colono de um fazendeiro, em cuja fazenda mourejou durante dois anos, sem nunca levantar a cabeça, e de onde afinal se retirou de mãos vazias e uma grande birra pela lavoura brasileira. Para continuar a servir na roça tinha que sujeitar-se a emparelhar com os negros escravos e viver com eles no mesmo meio degradante, encurralado como uma besta, sem aspirações, nem futuro, trabalhando eternamente para outro.
    ( ) [...] era um mulato pachola, delgado de corpo e ágil como um cabrito; capadócio de marca, pernóstico, só de maçadas, e todo ele se quebrando nos seus movimentos de capoeira. Teria seus trinta e tantos anos, mas não parecia ter mais de vinte e poucos. Pernas e braços finos, pescoço estreito, porém forte; não tinha músculos, tinha nervos.
    ( ) Era um rapaz esbelto, olhos claros, um pouco fugitivos, como as mãos, como os pés, como a fala, como tudo. Quem não estivesse acostumado com ele podia acaso sentir-se mal, não sabendo por onde lhe pegasse. Não fitava de rosto, não falava claro nem seguido; as mãos não apertavam as outras, nem se deixavam apertar delas, porque os dedos, sendo delgados e curtos, quando a gente cuidava tê-los entre os seus, já não tinha nada.
    ( ) [...] apareceu ali vendendo-se por médico homeopata; levava um Manual e uma botica. Havia então um andaço de febres; [...] curou o feitor e uma escrava, e não quis receber nenhuma remuneração. Então meu pai propôs-lhe ficar ali vivendo, com pequeno ordenado. [...] recusou, dizendo que era justo levar a saúde à casa de sapé do pobre.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão d51186e9-05
  • D50E2780-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerando os estudos sobre o romance Dom Casmurro, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.

    ( ) No final do século XIX e início do XX, a interpretação do romance tende à aderência ao ponto de vista do narrador. Assim, em geral, os leitores aceitam os fatos narrados por Bentinho sem muita desconfiança da sua narração comprometida.
    ( ) Em torno de 1960, talvez por influência de leituras feministas, críticos problematizam a visão unilateral de Bentinho e passam a ponderar que o ponto de vista de Capitu não vinha sendo considerado e que a sua traição deveria ser ao menos discutida.
    ( ) Perto de 1980, são comuns as leituras que desviam o foco do debate sentimental para o social, e a diferença de classe entre o filho do deputado (Bentinho) e a filha do vizinho pobre (Capitu) passa a figurar como um dos tópicos do romance.
    ( ) Atualmente, e por obra das muitas adaptações do romance para o cinema e para a televisão, que revelaram conteúdos da narrativa antes ocultos, é consenso que a traição de Capitu é o centro do enredo e que esta pode ser comprovada pelas pistas deixadas no texto por Machado de Assis.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão d50e2780-05
  • D509982D-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere as seguintes afirmações sobre o livro Dom Casmurro, de Machado de Assis.

    I - O romance de Machado de Assis, narrado em terceira pessoa, expõe o triângulo amoroso entre Bentinho, Capitu e Escobar. O narrador, que ingressa na consciência de todas as personagens, revela ao leitor a traição de Capitu e a paternidade de seu filho Ezequiel.
    II - O livro está estruturado em forma de diário, por isso guarda as lembranças mais íntimas de Dom Casmurro. A personagem registra que não quer ter suas memórias reveladas, pois isso macularia sua imagem ante a sociedade fluminense.
    III- O agregado da família Santiago, José Dias, desempenha funções elevadas de conselheiro e rebaixadas de mandalete. Sua acomodação nessa família dá mostras dos arranjos sociais entre homens livres e classe dominante.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão d509982d-05
  • D5067C56-05

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte trecho de O cortiço.


    A criadagem da família do Miranda compunha-se de Isaura, mulata ainda moça, moleirona e tola, que gastava todo o vintenzinho que pilhava em comprar capilé na venda de João Romão; uma negrinha virgem, chamada Leonor, muito ligeira e viva, lisa e seca como um moleque, conhecendo de orelha, sem lhe faltar um termo, a vasta tecnologia da obscenidade, e dizendo, sempre que os caixeiros ou os fregueses da taverna, só para mexer com ela, lhe davam atracações: “Óia, que eu me queixo ao juiz de orfe!”; e finalmente o tal Valentim, filho de uma escrava que foi de Dona Estela e a quem esta havia alforriado.


    Sobre o texto acima, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.


    ( ) O fragmento reflete o tom geral do romance, no qual o narrador em terceira pessoa distancia-se das personagens populares – especialmente as negras –, pois está atrelado às reduções do cientificismo naturalista que antepõe raça superior a raça inferior.

    ( ) A linguagem do narrador é diferente da linguagem da personagem: a fala de Leonor não segue o registro linguístico adotado pelo narrador.

    ( ) As personagens femininas descritas no trecho – e no romance de maneira geral – são estereotipadas, respondem ao imaginário da mulata sensual e ociosa, especialmente Bertoleza e Rita Baiana.

    ( ) O narrador em terceira pessoa simpatiza com as personagens populares; tal simpatia está presente em todo o romance, nas inúmeras vezes em que a narração em terceira pessoa cede espaço para o diálogo entre escravos.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão d5067c56-05