Questões do ENEM 2016
Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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4.687 questões encontradas. Mostrando a página 75 de 235.
DD75F688-D8 Em uma olimpíada de Matemática, que será realizada em três dias com 10 etapas, um participante, no primeiro dia, realizou 3/7 , e, no segundo dia, realizou 1/8 da etapa restante. Para que esse participante conclua todas as etapas no terceiro dia, terá que realizar:DD71BBA3-D8 Matemática
Aritmética e ProblemasIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosUm estudante do IFTO, para alcançar sua média bimestral, necessita ter nota 6,0. Um professor dividiu a nota dos estudantes em três etapas. Sabendo que um determinado estudante, na primeira etapa, ficou com nota 6,3, e na segunda etapa ficou com nota 4,7, para alcançar sua média, que é 6,0, esse estudante terá que alcançar, na terceira etapa, no mínimo:DD6C71F3-D8 Matemática
CilindroIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosO dono de uma fábrica de reservatórios de água recebeu um pedido de um cliente: ele queria um reservatório de 96π m3 no formato de um cilindro reto com uma altura de 6 m. Para não desagradar o cliente, ele propôs fazer o reservatório com as medidas solicitadas. O raio desse cilindro deve ser de:DD67F84F-D8 Matemática
Análise Combinatória em MatemáticaIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosUm grupo de 10 amigas se reuniu no fim do ano, e organizou um jogo de vôlei beneficente. Elas convidaram um amigo para ser o técnico. O técnico deve escolher 6 delas para iniciar o jogo. Todas estão preparadas para iniciar. O número de maneiras diferentes que o técnico terá, sem considerar a posição de cada, para iniciar o jogo é de:DD6334B3-D8 Matemática
Aritmética e ProblemasIFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosUm empresário pagará a um banco uma dívida de R$ 40.000,00, em prestações mensais, até quitar a dívida. A cada prestação, ele pagará R$ 1.000,00 mais 2% de juros do saldo devedor. O valor, em reais, que o banco receberá nas três primeiras prestações é de:DD5E6CA2-D8 Matemática
Aritmética e ProblemasIFF · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosA produção de grão no Tocantins espera ter aumento considerável na próxima safra. Na safra 2015/16, a produção foi de 2.922,0 mil toneladas. Para a safra 2016/17, é esperada uma produção de 3.952,0 mil toneladas.Disponível em: CONAB/SEPLAN – Diretoria de Pesquisa e Informações Econômicas.O aumento previsto é de, aproximadamente:DD59A8CB-D8 Matemática
ProbabilidadeIFF · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosNo Brasileirão 2016, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) alterou a quantidade de vagas para a Copa Libertadores da América, passando de 4 vagas para 6 vagas, no total. O Brasileirão é composto por 20 times, e todos têm a mesma chance de conquistar uma vaga na Copa Libertadores. A probabilidade de um desses times conquistar uma vaga é:DD557613-D8 Matemática
CilindroIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA altura de um cone de raio r é o dobro da altura de um cilindro reto de raio R. Para obter o mesmo volume nos dois sólidos é preciso que:DD40EEAF-D8 Português
Coesão e coerênciaIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosNas frases a seguir, estão sublinhadas algumas palavras que podem ser substituídas por pronomes. Selecione a alternativa que contém os pronomes adequados, respectivamente, quando feita a substituição desses nomes.
I – Marta esteve presente na festa do seu professor.
II – A menina de olhos azuis é filha do meu irmão.
III – Minha irmã emprestou a mim um casaco.
IV – Dei aos meus filhos presentes úteis.
V – O médico abraçou seu antigo paciente.DD3D115B-D8 Português
Interpretação de TextosIFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para as questão
21 de maio
Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.[...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento).No decorrer do texto, a autora revela sua opinião a respeito de assuntos como a realidade na favela, o desempenho do governo e o papel da sociedade civil. A partir do ponto de vista de Carolina de Jesus sobre esses assuntos, analise as afirmativas a seguir:
I – Apesar das dificuldades que a autora enfrenta, ela gosta de viver na favela.II – Na opinião da autora, os governantes ignoram as necessidades dos pobres.III – A mobilização da sociedade civil é vista, pela autora, como a solução para os problemas sociais.IV – A autora considera amarga sua realidade na favela, e não acha que o lugar em que mora seja adequado para viver.V – Na opinião da autora, os eleitores não devem votar em políticos que fazem falsas promessas (“políticos açambarcadores”).Estão corretas as afirmativas:
DD38F6BD-D8 Português
Interpretação de TextosIFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para as questão
21 de maio
Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.[...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento).A autora, embora tenha tido baixa escolaridade, revela ter certo grau de contato com as práticas da escrita, provavelmente por meio da leitura de livros e jornais. Apesar das várias inadequações ortográficas identificadas no texto, percebe-se um esforço de Carolina no sentido de adequar sua linguagem ao contexto da norma escrita padrão, sofisticando, assim, sua linguagem. Dos excertos abaixo extraídos do texto, todos servem como exemplo desse esforço da autora para adequar seu texto à norma-padrão da Língua Portuguesa, exceto:DD3457BC-D8 Português
OrtografiaIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para as questão
21 de maio
Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.[...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento).O texto é um fragmento do livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus (1914 – 1977). A autora registra em um diário o cotidiano cruel de que é testemunha. São histórias reais vividas por essa mulher negra, moradora da favela do Canindé, na cidade de São Paulo, de origem humilde, que estudou apenas até o segundo ano do Ensino Fundamental, mas fez da escrita um instrumento para refletir sobre a sua condição. Os editores do livro respeitaram fielmente a linguagem da autora, que, muitas vezes, contraria a gramática, mas que, por isso mesmo, traduz com realismo a forma do povo enxergar e expressar seu mundo. Das alternativas abaixo, marque aquela em que todas as palavras extraídas do texto contrariam as regras ortográficas:DD302FF8-D8 Português
OrtografiaIFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosParônimos e homônimos são palavras que possuem semelhanças no som e na grafia, porém se constituem de significados diferentes. Assinale a alternativa em que a palavra destacada possui grafia e significado corretos, de acordo com o contexto da frase.DD2C183A-D8 Português
Concordância verbal, Concordância nominalIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.
Uma campanha alegre
O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
Não é uma existência, é uma expiação.Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960.
As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
V – Tu ___________ ao acaso. (viver)
DD2649E2-D8 Português
Coesão e coerênciaIFF · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.
Uma campanha alegre
O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
Não é uma existência, é uma expiação.Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960.
O trecho Não é uma existência, é uma expiação, que compõe o último parágrafo do texto, poderia ser substituído, sem perda de sentido, pela seguinte alternativa:DD1FB325-D8 Português
Interpretação de TextosIFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.
Uma campanha alegre
O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
Não é uma existência, é uma expiação.Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960.
O texto, do escritor português Eça de Queiroz, retrata a realidade de Portugal do século XIX, mas muitas das situações que o texto aborda ainda fazem parte da realidade brasileira atual. Com base nas informações textuais, aponte os itens verdadeiros (V) ou falsos (F), e marque a alternativa correspondente.( ) Cidadãos de moral duvidosa debochavam das instituições públicas.
( ) A classe média, por dispor de melhores condições culturais e econômicas, era vista como a salvação.
( ) O Fisco Estadual, no ato de cobrança de impostos e tributos, é considerado como se fosse um fora da lei.
( ) Em momentos de crise, até a atividade da agiotagem fica comprometida.
( ) A intriga política se prolifera facilmente quando não encontra ação efetiva do cidadão cansado.
EA6BC25B-D7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.The placebo effect: amazing and realNovember 2, 2015Robert H. Shmerling
The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.The placebo effect is for realRecent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.Nocebo: Placebo’s evil twinThe power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.(www.health.harvard.edu. Adaptado.)
can be exemplified by actually feeling the side effects of medication or placebo.EA67F36D-D7 Inglês
Tradução | TranslationFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.The placebo effect: amazing and realNovember 2, 2015Robert H. Shmerling
The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.The placebo effect is for realRecent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.Nocebo: Placebo’s evil twinThe power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.(www.health.harvard.edu. Adaptado.)
No trecho do quinto parágrafo “The power of suggestion is a double-edged sword.”, a expressão em destaque equivale, em português, aEA64626A-D7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.The placebo effect: amazing and realNovember 2, 2015Robert H. Shmerling
The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.The placebo effect is for realRecent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.Nocebo: Placebo’s evil twinThe power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.(www.health.harvard.edu. Adaptado.)
No trecho do quarto parágrafo “Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the ‘holy grail’ of placebo research.”, a expressão em destaque tem sentido equivalente, em português, aEA60349A-D7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.The placebo effect: amazing and realNovember 2, 2015Robert H. Shmerling
The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.The placebo effect is for realRecent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.Nocebo: Placebo’s evil twinThe power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.(www.health.harvard.edu. Adaptado.)
No trecho do quarto parágrafo “Instead, we could simply wield the power of suggestion.”, o termo em destaque equivale, em português, a