Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 90.

  • 488470DD-F9

    Português

    Coesão e coerência
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2: Quando a carne é fraca!


         A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.

         Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas. Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!

         Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?

        Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima. Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?

        Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.

         Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.

         Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial. Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio. Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros? Há que se inverter essa ordem! 

    DALTO, Carlos Eduardo. Disponível em: https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8>. Acesso em: 15 de mai. 2017. Adaptado. 

    Assinale a alternativa em que a modificação sugerida não altera o sentido original do texto 2.
    Escolha uma alternativa para a questão 488470dd-f9
  • 487FB69F-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2: Quando a carne é fraca!


         A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.

         Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas. Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!

         Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?

        Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima. Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?

        Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.

         Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.

         Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial. Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio. Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros? Há que se inverter essa ordem! 

    DALTO, Carlos Eduardo. Disponível em: https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8>. Acesso em: 15 de mai. 2017. Adaptado. 

    Sobre o texto 2, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 487fb69f-f9
  • 487AA4E1-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIVILLE Universidade · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?


        Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista. Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980. Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

         Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral. Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”. Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

         Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa. Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

         Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”?

    MELO, Demian. Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje. Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/. Acesso em: 10 de mai. de 2017. Fragmento adaptado.

    Considere o texto 1 e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 487aa4e1-f9
  • 48778CE9-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?


        Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista. Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980. Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

         Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral. Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”. Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

         Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa. Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

         Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”?

    MELO, Demian. Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje. Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/. Acesso em: 10 de mai. de 2017. Fragmento adaptado.

    Assinale a definição de “fascismo” que está coerente com a definição dada pelo texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 48778ce9-f9
  • 4873F65F-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?


        Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista. Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980. Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

         Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral. Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”. Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

         Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa. Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

         Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”?

    MELO, Demian. Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje. Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/. Acesso em: 10 de mai. de 2017. Fragmento adaptado.

    Sobre o texto 1, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 4873f65f-f9
  • F9186F8A-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Após a leitura das tiras cômicas, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão f9186f8a-f9
  • F90E6DD4-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    Dinner and a movie. A walk in a park after a picnic for two. They might not be original, but these are classic date ideas.

    Do people your age go out on dates? Or are you more likely to hang out with a big group of people that includes people who are seeing each other exclusively?

    In "The End of Courtship?" Alex Williams writes about Shani Silver, who recently waited to hear from the guy who had asked her on a "date" that evening: at 10 p.m., he texted to ask if she wanted to join him and "a bunch of friends from college" at the place where they were hanging out:

    Turned off, she fired back a text message, politely declining. But in retrospect, she might have adjusted her expectations. "The word 'date‘ should almost be stricken from the dictionary," Ms. Silver said. "Dating culture has evolved to a cycle of text messages, each one requiring the code-breaking skills of a cold war spy to interpret."

    "It‘s one step below a date, and one step above a high-five," she added. Dinner at a romantic new bistro? Forget it. Women in their 20s these days are lucky to get a last-minute text to tag along. Raised in the age of so-called "hookup culture," millennials — who are reaching an age where they are starting to think about settling down — are subverting the rules of courtship.

    Instead of dinner and a movie, which seems as obsolete as a rotary phone, they rendezvous over phone texts, Facebook posts, instant messages and other "non-dates" that are leaving a generation confused about how to land a boyfriend or girlfriend.

    "The new date is 'hanging out,' " said Denise Hewett, 24, an associate television producer in Manhattan, who is currently developing a show about this frustrating new romantic landscape. As one male friend recently told her: "I don‘t like to take girls out. I like to have them join in on what I‘m doing — going to an event, a concert." 

    (…) Relationship experts point to technology as another factor in the upending of dating culture.

    Traditional courtship — picking up the telephone and asking someone on a date — required courage, strategic planning and a considerable investment of ego (by telephone, rejection stings). Not so with texting, e-mail, Twitter or other forms of "asynchronous communication," as techies call it. In the context of dating, it removes much of the need for charm; it‘s more like dropping a line in the water and hoping for a nibble.

    "I‘ve seen men put more effort into finding a movie to watch on Netflix Instant than composing a coherent message to ask a woman out," said Anna Goldfarb, 34, an author and blogger in Moorestown, N.J. A typical, annoying query is the last-minute: "Is anything fun going on tonight?" (…)

    BY SHANNON DOYNE Disponível em: https://mobile.nytimes.com/blogs/learning/2013/01/14/ is-the-date-a-thing-of-the-past/? Adaptado.

    Ao dizer: "Dating culture has evolved to a cycle of text messages, each one requiring the code-breaking skills of a cold war spy to interpret." (2º parágrafo), a entrevistada expressou-se
    Escolha uma alternativa para a questão f90e6dd4-f9
  • F90AC2AD-F9

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    Dinner and a movie. A walk in a park after a picnic for two. They might not be original, but these are classic date ideas.

    Do people your age go out on dates? Or are you more likely to hang out with a big group of people that includes people who are seeing each other exclusively?

    In "The End of Courtship?" Alex Williams writes about Shani Silver, who recently waited to hear from the guy who had asked her on a "date" that evening: at 10 p.m., he texted to ask if she wanted to join him and "a bunch of friends from college" at the place where they were hanging out:

    Turned off, she fired back a text message, politely declining. But in retrospect, she might have adjusted her expectations. "The word 'date‘ should almost be stricken from the dictionary," Ms. Silver said. "Dating culture has evolved to a cycle of text messages, each one requiring the code-breaking skills of a cold war spy to interpret."

    "It‘s one step below a date, and one step above a high-five," she added. Dinner at a romantic new bistro? Forget it. Women in their 20s these days are lucky to get a last-minute text to tag along. Raised in the age of so-called "hookup culture," millennials — who are reaching an age where they are starting to think about settling down — are subverting the rules of courtship.

    Instead of dinner and a movie, which seems as obsolete as a rotary phone, they rendezvous over phone texts, Facebook posts, instant messages and other "non-dates" that are leaving a generation confused about how to land a boyfriend or girlfriend.

    "The new date is 'hanging out,' " said Denise Hewett, 24, an associate television producer in Manhattan, who is currently developing a show about this frustrating new romantic landscape. As one male friend recently told her: "I don‘t like to take girls out. I like to have them join in on what I‘m doing — going to an event, a concert." 

    (…) Relationship experts point to technology as another factor in the upending of dating culture.

    Traditional courtship — picking up the telephone and asking someone on a date — required courage, strategic planning and a considerable investment of ego (by telephone, rejection stings). Not so with texting, e-mail, Twitter or other forms of "asynchronous communication," as techies call it. In the context of dating, it removes much of the need for charm; it‘s more like dropping a line in the water and hoping for a nibble.

    "I‘ve seen men put more effort into finding a movie to watch on Netflix Instant than composing a coherent message to ask a woman out," said Anna Goldfarb, 34, an author and blogger in Moorestown, N.J. A typical, annoying query is the last-minute: "Is anything fun going on tonight?" (…)

    BY SHANNON DOYNE Disponível em: https://mobile.nytimes.com/blogs/learning/2013/01/14/ is-the-date-a-thing-of-the-past/? Adaptado.

    Observe o parágrafo 4: “Instead of dinner and a movie, which seems as obsolete as a rotary phone, they rendezvous over phone texts, Facebook posts, instant messages and other “non-dates” that are leaving a generation confused about how to land a boyfriend or girlfriend.”


    As partes sublinhadas contêm, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão f90ac2ad-f9
  • F906DCF2-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    Dinner and a movie. A walk in a park after a picnic for two. They might not be original, but these are classic date ideas.

    Do people your age go out on dates? Or are you more likely to hang out with a big group of people that includes people who are seeing each other exclusively?

    In "The End of Courtship?" Alex Williams writes about Shani Silver, who recently waited to hear from the guy who had asked her on a "date" that evening: at 10 p.m., he texted to ask if she wanted to join him and "a bunch of friends from college" at the place where they were hanging out:

    Turned off, she fired back a text message, politely declining. But in retrospect, she might have adjusted her expectations. "The word 'date‘ should almost be stricken from the dictionary," Ms. Silver said. "Dating culture has evolved to a cycle of text messages, each one requiring the code-breaking skills of a cold war spy to interpret."

    "It‘s one step below a date, and one step above a high-five," she added. Dinner at a romantic new bistro? Forget it. Women in their 20s these days are lucky to get a last-minute text to tag along. Raised in the age of so-called "hookup culture," millennials — who are reaching an age where they are starting to think about settling down — are subverting the rules of courtship.

    Instead of dinner and a movie, which seems as obsolete as a rotary phone, they rendezvous over phone texts, Facebook posts, instant messages and other "non-dates" that are leaving a generation confused about how to land a boyfriend or girlfriend.

    "The new date is 'hanging out,' " said Denise Hewett, 24, an associate television producer in Manhattan, who is currently developing a show about this frustrating new romantic landscape. As one male friend recently told her: "I don‘t like to take girls out. I like to have them join in on what I‘m doing — going to an event, a concert." 

    (…) Relationship experts point to technology as another factor in the upending of dating culture.

    Traditional courtship — picking up the telephone and asking someone on a date — required courage, strategic planning and a considerable investment of ego (by telephone, rejection stings). Not so with texting, e-mail, Twitter or other forms of "asynchronous communication," as techies call it. In the context of dating, it removes much of the need for charm; it‘s more like dropping a line in the water and hoping for a nibble.

    "I‘ve seen men put more effort into finding a movie to watch on Netflix Instant than composing a coherent message to ask a woman out," said Anna Goldfarb, 34, an author and blogger in Moorestown, N.J. A typical, annoying query is the last-minute: "Is anything fun going on tonight?" (…)

    BY SHANNON DOYNE Disponível em: https://mobile.nytimes.com/blogs/learning/2013/01/14/ is-the-date-a-thing-of-the-past/? Adaptado.

    Observe as falas do texto e a análise atribuída a cada uma delas; em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f906dcf2-f9
  • F90171FD-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    Dinner and a movie. A walk in a park after a picnic for two. They might not be original, but these are classic date ideas.

    Do people your age go out on dates? Or are you more likely to hang out with a big group of people that includes people who are seeing each other exclusively?

    In "The End of Courtship?" Alex Williams writes about Shani Silver, who recently waited to hear from the guy who had asked her on a "date" that evening: at 10 p.m., he texted to ask if she wanted to join him and "a bunch of friends from college" at the place where they were hanging out:

    Turned off, she fired back a text message, politely declining. But in retrospect, she might have adjusted her expectations. "The word 'date‘ should almost be stricken from the dictionary," Ms. Silver said. "Dating culture has evolved to a cycle of text messages, each one requiring the code-breaking skills of a cold war spy to interpret."

    "It‘s one step below a date, and one step above a high-five," she added. Dinner at a romantic new bistro? Forget it. Women in their 20s these days are lucky to get a last-minute text to tag along. Raised in the age of so-called "hookup culture," millennials — who are reaching an age where they are starting to think about settling down — are subverting the rules of courtship.

    Instead of dinner and a movie, which seems as obsolete as a rotary phone, they rendezvous over phone texts, Facebook posts, instant messages and other "non-dates" that are leaving a generation confused about how to land a boyfriend or girlfriend.

    "The new date is 'hanging out,' " said Denise Hewett, 24, an associate television producer in Manhattan, who is currently developing a show about this frustrating new romantic landscape. As one male friend recently told her: "I don‘t like to take girls out. I like to have them join in on what I‘m doing — going to an event, a concert." 

    (…) Relationship experts point to technology as another factor in the upending of dating culture.

    Traditional courtship — picking up the telephone and asking someone on a date — required courage, strategic planning and a considerable investment of ego (by telephone, rejection stings). Not so with texting, e-mail, Twitter or other forms of "asynchronous communication," as techies call it. In the context of dating, it removes much of the need for charm; it‘s more like dropping a line in the water and hoping for a nibble.

    "I‘ve seen men put more effort into finding a movie to watch on Netflix Instant than composing a coherent message to ask a woman out," said Anna Goldfarb, 34, an author and blogger in Moorestown, N.J. A typical, annoying query is the last-minute: "Is anything fun going on tonight?" (…)

    BY SHANNON DOYNE Disponível em: https://mobile.nytimes.com/blogs/learning/2013/01/14/ is-the-date-a-thing-of-the-past/? Adaptado.

    Sobre o conteúdo do texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f90171fd-f9
  • F8FD8785-F9

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    What are the missing words in the cartoon? Consider context, grammar and the respective order to complete the blanks.
    Escolha uma alternativa para a questão f8fd8785-f9
  • F8FA3DEB-F9

    Inglês

    Advérbios de: lugar, modo, tempo e freqüência | Adverbs of: place, manner, time and frequency
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    US President Donald Trump has defended his use of social media in a series of tweets, following a row over comments he made about two MSNBC TV presenters.


    "My use of social media is not presidential – it's modern day presidential," he tweeted on Saturday.

    His tweets are condemned by Democrats and Republicans alike, despite the White House springing to his defence.

    Mr Trump's aides have previously expressed concern over his tweets.

    But the president said on Saturday that social media gave him the opportunity to connect directly to the public, bypassing the mainstream media, whose content Mr Trump regularly labels as "fake news".

    "The FAKE & FRAUDULENT NEWS MEDIA is working hard to convince Republicans and others I should not use social media," he tweeted, adding: "But remember, I won the 2016 election with interviews, speeches and social media."

    Mr Trump also stepped up his attack on CNN after the US news network retracted an article alleging that one of the president's aides was under investigation by Congress.

    "I am extremely pleased to see that @CNN has finally been exposed as #FakeNews and garbage journalism. It's about time!"

    The story that caused the upset, which was later removed from the website following an internal investigation, resulted in the resignations of three CNN journalists: Thomas Frank, investigative unit editor and Pulitzer Prize winner Eric Lictblau and Lex Harris, who oversaw the investigations unit.

    Disponível em: http://www.bbc.com/news/world-us-canada-40471536. 

    Considere a análise linguística elaborada para o texto 1 e assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f8fa3deb-f9
  • F8F69D5F-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    US President Donald Trump has defended his use of social media in a series of tweets, following a row over comments he made about two MSNBC TV presenters.


    "My use of social media is not presidential – it's modern day presidential," he tweeted on Saturday.

    His tweets are condemned by Democrats and Republicans alike, despite the White House springing to his defence.

    Mr Trump's aides have previously expressed concern over his tweets.

    But the president said on Saturday that social media gave him the opportunity to connect directly to the public, bypassing the mainstream media, whose content Mr Trump regularly labels as "fake news".

    "The FAKE & FRAUDULENT NEWS MEDIA is working hard to convince Republicans and others I should not use social media," he tweeted, adding: "But remember, I won the 2016 election with interviews, speeches and social media."

    Mr Trump also stepped up his attack on CNN after the US news network retracted an article alleging that one of the president's aides was under investigation by Congress.

    "I am extremely pleased to see that @CNN has finally been exposed as #FakeNews and garbage journalism. It's about time!"

    The story that caused the upset, which was later removed from the website following an internal investigation, resulted in the resignations of three CNN journalists: Thomas Frank, investigative unit editor and Pulitzer Prize winner Eric Lictblau and Lex Harris, who oversaw the investigations unit.

    Disponível em: http://www.bbc.com/news/world-us-canada-40471536. 

    According to the text, Mr. Trump likes to use the social media because
    Escolha uma alternativa para a questão f8f69d5f-f9
  • F8F25027-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    US President Donald Trump has defended his use of social media in a series of tweets, following a row over comments he made about two MSNBC TV presenters.


    "My use of social media is not presidential – it's modern day presidential," he tweeted on Saturday.

    His tweets are condemned by Democrats and Republicans alike, despite the White House springing to his defence.

    Mr Trump's aides have previously expressed concern over his tweets.

    But the president said on Saturday that social media gave him the opportunity to connect directly to the public, bypassing the mainstream media, whose content Mr Trump regularly labels as "fake news".

    "The FAKE & FRAUDULENT NEWS MEDIA is working hard to convince Republicans and others I should not use social media," he tweeted, adding: "But remember, I won the 2016 election with interviews, speeches and social media."

    Mr Trump also stepped up his attack on CNN after the US news network retracted an article alleging that one of the president's aides was under investigation by Congress.

    "I am extremely pleased to see that @CNN has finally been exposed as #FakeNews and garbage journalism. It's about time!"

    The story that caused the upset, which was later removed from the website following an internal investigation, resulted in the resignations of three CNN journalists: Thomas Frank, investigative unit editor and Pulitzer Prize winner Eric Lictblau and Lex Harris, who oversaw the investigations unit.

    Disponível em: http://www.bbc.com/news/world-us-canada-40471536. 

    What does Mr. Trump call "the fake and fraudulent news media"?
    Escolha uma alternativa para a questão f8f25027-f9
  • F8ECB924-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    US President Donald Trump has defended his use of social media in a series of tweets, following a row over comments he made about two MSNBC TV presenters.


    "My use of social media is not presidential – it's modern day presidential," he tweeted on Saturday.

    His tweets are condemned by Democrats and Republicans alike, despite the White House springing to his defence.

    Mr Trump's aides have previously expressed concern over his tweets.

    But the president said on Saturday that social media gave him the opportunity to connect directly to the public, bypassing the mainstream media, whose content Mr Trump regularly labels as "fake news".

    "The FAKE & FRAUDULENT NEWS MEDIA is working hard to convince Republicans and others I should not use social media," he tweeted, adding: "But remember, I won the 2016 election with interviews, speeches and social media."

    Mr Trump also stepped up his attack on CNN after the US news network retracted an article alleging that one of the president's aides was under investigation by Congress.

    "I am extremely pleased to see that @CNN has finally been exposed as #FakeNews and garbage journalism. It's about time!"

    The story that caused the upset, which was later removed from the website following an internal investigation, resulted in the resignations of three CNN journalists: Thomas Frank, investigative unit editor and Pulitzer Prize winner Eric Lictblau and Lex Harris, who oversaw the investigations unit.

    Disponível em: http://www.bbc.com/news/world-us-canada-40471536. 

    Complete the gap according to the text.


    Trump __________ uses the social media.

    Escolha uma alternativa para a questão f8ecb924-f9
  • F8ABD3A2-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os poemas a seguir e os relacione.


    Poema 6

    Casamento

    Adélia Prado Há mulheres que dizem:

    Meu marido, se quiser pescar, pesque,

    mas que limpe os peixes.

    Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,

    ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.

    É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,

    de vez em quando os cotovelos se esbarram,

    ele fala coisas como "este foi difícil"

    "prateou no ar dando rabanadas"

    e faz o gesto com a mão.


    O silêncio de quando nos vimos a primeira vez

    atravessa a cozinha como um rio profundo.

    Por fim, os peixes na travessa,

    vamos dormir.

    Coisas prateadas espocam:

    somos noivo e noiva.


    Poema 7

    Bilhete

    Mário Quintana

    Se tu me amas, ama-me baixinho

    Não o grites de cima dos telhados

    Deixa em paz os passarinhos

    Deixa em paz a mim!

    Se me queres,

    enfim,

    tem de ser bem devagarinho, Amada,

    que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...

    Sobre essa relação, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f8abd3a2-f9
  • F8A73C96-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Paulo Leminski, Décio Pignatari e os irmãos Campos, Haroldo e Augusto, conseguiram desenvolver poemas visuais, que associam o lirismo a um tom plurissignificativo e, às vezes, crítico leve. Observe os poemas a seguir:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as afirmativas a seguir e coloque V nas verdadeiras e F nas falsas.


    ( ) No poema 4, a linguagem visual e a verbal criam um todo inseparável, uma vez que as próprias palavras formam o símbolo de infinito, sendo possível realizar a leitura em, pelo menos, duas direções.

    ( ) Há duas possibilidades de leitura no poema 4, o que caracteriza a plurissignificação da poesia concreta.

    ( ) Trata-se de dois poemas concretos em que, no primeiro, predomina a linguagem verbal e, no segundo, a linguagem visual.

    ( ) No poema 5, o título repete o primeiro verso, razão pela qual se deduz tratar-se de prática exclusivamente do Concretismo.

    ( ) Há certa ironia no tema do poema 5, quando o eu lírico admite, no último dístico, que, só aos setenta, vai chegar à consciência plena.


    Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão f8a73c96-f9
  • F8A3191C-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A infância é um dos temas presentes na poesia lírica da maioria dos poetas. Bandeira, Drummond e João Cabral não são exceções. Cada um deles tratou do tema, obedecendo às suas concepções de lirismo. Leia os três poemas a seguir:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Disponível: http://www.sabrio.org.br/wp-content/uploads/2011/09/antiga_brincadeira_crianca_19.jpg


    Poema 1

    Profundamente

    Manuel Bandeira


    Quando ontem adormeci

    Na noite de São João

    Havia alegria e rumor

    Estrondos de bombas luzes de Bengala

    Vozes, cantigas e risos

    Ao pé das fogueiras acesas.


    No meio da noite despertei

    Não ouvi mais vozes nem risos

    Apenas balões

    Passavam errantes

    Silenciosamente

    Apenas de vez em quando

    O ruído de um bonde

    Cortava o silêncio

    Como um túnel.

    Onde estavam os que há pouco

    Dançavam

    Cantavam

    E riam

    Ao pé das fogueiras acesas?

    — Estavam todos dormindo

    Estavam todos deitados

    Dormindo

    Profundamente 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


                     *

    Quando eu tinha seis anos

    Não pude ver o fim da festa de São João

    Porque adormeci


    Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo

    Minha avó Meu avô

    Totônio Rodrigues

    Tomásia

    Rosa

    Onde estão todos eles?


    — Estão todos dormindo

    Estão todos deitados

    Dormindo

    Profundamente. 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Poema 2

    Infância

    Carlos Drummond de Andrade


    Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

    Minha mãe ficava sentada cosendo.

    Meu irmão pequeno dormia.

    Eu sozinho menino entre mangueiras

    lia a história de Robinson Crusoé,

    comprida história que não acaba mais.


    No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

    a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu

    chamava para o café.

    Café preto que nem a preta velha

    café gostoso

    café bom.


    Minha mãe ficava sentada cosendo

    olhando para mim:

    - Psiu... Não acorde o menino.

    Para o berço onde pousou um mosquito.

    E dava um suspiro... que fundo!


    Lá longe meu pai campeava

    no mato sem fim da fazenda.


    E eu não sabia que minha história

    era mais bonita que a de Robinson Crusoé.


    Poema 3

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Infância

    João Cabral de Melo Neto

    Sobre o lado ímpar da memória

    o anjo da guarda esqueceu

    perguntas que não se respondem.

    Seriam hélices

    aviões locomotivas

    timidamente precocidade

    balões-cativos si-bemol?

    Mas meus dez anos indiferentes

    rodaram mais uma vez

    nos mesmos intermináveis carrosséis. 

    Sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f8a3191c-f9
  • F89FF7B8-F9

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade de Pernambuco · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    As imagens I e II representam personagens que deixam suas casas e vão para as grandes cidades em busca de melhor qualidade de vida, enquanto as III, IV e V são seres ficcionais, que podem ser associados a diversos textos do Modernismo Brasileiro.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Relacione as imagens aos trechos a seguir, identificando-lhes as narrativas das quais são personagens.


    1. "A casa ficava para trás da Serra do Mim, quase no meio de um brejo de água limpa, lugar chamado Temor de Deus."


    2. "Os meninos eram uns brutos como o pai. Quando crescessem, guardariam as reses de um patrão invisível, seriam pisados, maltratados, machucados por um soldado amarelo."


    3. "Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas num quarto atrás de balcões trabalhando até a estafa."


    4. "Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente".


    5. "Essa cova em que estás

          com palmos medida

          é a conta menor

          que tiraste em vida."


    Sobre essa relação, analise as afirmativas seguintes e coloque V nas verdadeiras e F nas falsas.


    ( ) O trecho 1 relaciona-se a Macabeia, personagem de A hora da estrela, cuja foto foi retirada do filme de mesmo título. A narrativa resgata a saudade que a personagem sente do sítio onde nascera.


    ( ) A imagem II está relacionada à segunda citação, pois os meninos são filhos de Fabiano, personagem da narrativa Vidas secas, criada por José Lins do Rego, autor da geração regionalista de 30.


    ( ) O trecho 4 tem por personagem o pai que decidiu morar na balsa, conforme imagem III. Trata-se de A terceira margem do rio, conto que integra a coletânea Primeiras histórias, de Guimarães Rosa.


    ( ) A imagem IV representa a personagem Nhinhinha, pertencente ao conto A menina de lá, cuja primeira citação refere-se ao lugar onde a personagem nasceu. Encontra-se em Primeiras Histórias e se caracteriza por ser uma narrativa fantástica.


    ( ) A imagem V resgata o texto de Ariano Suassuna, A farsa da boa preguiça, que se refere a acontecimentos reais, cujas personagens são: Chicó, João Grilo e Major Antônio Moraes. Trata-se de um texto cômico, representado por um herói picaresco.


    Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão f89ff7b8-f9
  • F89B8D84-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Acerca do papel dos elementos verbais e não verbais na leitura e interpretação do Texto 2, analise as afirmativas a seguir.


    I. A citação do famoso verso de Carlos Drummond de Andrade serve para sustentar o ponto de vista de que o analfabetismo constitui, de fato, um empecilho na vida das pessoas.


    II. Após a citação totalmente legível do verso de Drummond, a reunião aleatória de letras (BCEPE) bem como o uso de letras desconhecidas tornam o citado verso parcialmente – e depois, totalmente – ilegível, um recurso que alude aos diferentes graus de (an)alfabetismo.


    III. A figura humana segura uma folha na mão direita, abaixo da linha de visão, indicando que não lê o texto; na mão esquerda, a folha está erguida na altura da linha de visão e o olhar se volta para ela, numa evidente atitude de busca. A montagem da cena procura contrastar visualmente os termos "analfabeto absoluto", à direita da figura humana, e "analfabeto funcional", à sua esquerda.


    IV. Recursos multimodais como mapas, contrastes de cor, destaques por meio do tipo e tamanho da fonte, etc. poderiam ser dispensados em favor de um texto verbal em que predominassem os recursos da coesão referencial, mais adequados aos textos de teor informativo.


    Estão CORRETAS

    Escolha uma alternativa para a questão f89b8d84-f9