Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 50 de 90.

  • 34A049A2-B4

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    A frase: “É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global” pode ser reescrita, sem perda do seu sentido original, conforme se apresenta em apenas uma das alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a049a2-b4
  • 3497ABBD-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    Sobre as inferências contidas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3497abbd-b4
  • 3492A2D6-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    A compreensão de um texto exige correta identificação da relação entre referentes e referências. O trecho “A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas...” (1° parágrafo), refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 3492a2d6-b4
  • 176DE8EF-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1


    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Source: Adapted from: The New Work Times. Available at: <https://www.nytimes.com/reuters>. Accessed on: August 30, 2017
    Qual opção abaixo representa a melhor tradução para o trecho: “We must pursue reconciliation, understanding and respect regardless of skin color, ethnicity or religious or political views” (linhas 10 a 12)?
    Escolha uma alternativa para a questão 176de8ef-b3
  • 176AE47F-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1


    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Source: Adapted from: The New Work Times. Available at: <https://www.nytimes.com/reuters>. Accessed on: August 30, 2017
    Escolha a alternativa que resume as principais ideias do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 176ae47f-b3
  • 16F278A4-B3

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A ortoepia consiste na pronúncia correta dos grupos fônicos e a prosódia relaciona-se com a correta acentuação das palavras, em conformidade com a norma culta da Língua Portuguesa. Considerando essas noções, leia as orações abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 16f278a4-b3
  • 16EFD907-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos
    O poema Solida é parte do chamado movimento da Poesia Concreta no Brasil. Em se tratando desse estilo, do poema e do seu autor, leia atentamente as alternativas abaixo e assinale a única incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 16efd907-b3
  • 16ECA15B-B3

    Português

    Figuras de Linguagem
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Por onde passei,
    plantei a cerca farpada,
    plantei a queimada.
    Por onde passei,
    plantei a morte matada.
    Por onde passei,
    matei a tribo calada,
    a roça suada,
    a terra esperada...
    Por onde passei,
    tendo tudo em lei,
    eu plantei o nada.
    (D. Pedro Casaldáliga, Antologia Poética Mato-Grossense)

    Todas as alternativas abaixo, em relação ao poema, são verdadeiras, EXCETO em:
    Escolha uma alternativa para a questão 16eca15b-b3
  • 16E8CFBD-B3

    Português

    Pontuação
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Das sentenças abaixo, sobre o uso dos sinais de pontuação, assinale a única sentença CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 16e8cfbd-b3
  • 16E63BA3-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O Realismo em Portugal e no Brasil caracterizou-se como escola literária que buscou uma maior aproximação com a realidade ao descrever os costumes, os conflitos interiores do ser humano, as relações sociais, a crise das instituições, entre outras características. Essas questões eram tratadas à luz das correntes filosóficas em voga na época, sobretudo o positivismo, o determinismo e o darwinismo. Dois autores, um em Portugal, e outro, no Brasil, representam, de acordo com os cânones literários, essa escola: Eça de Queirós e Machado de Assis. Sobre o Realismo e estes autores, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 16e63ba3-b3
  • 16E38F25-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I:

    Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela (...) de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

    (Fragmento de “O último discurso de Charles Chaplin”, no filme “O Grande Ditador”, 1940, citado no ensaio Contributo para a Boa Governança Democrática em África e Moçambique, 2015, p. 16)


    TEXTO II:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO III:

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    O Texto I foi parte de discurso proferido em um filme na década de 1940. As duas tirinhas foram produzidas no século XXI. Apesar da diferença temporal, há convergências entre os textos. Dessa forma, podemos inferir, como ponto comum entre o texto do discurso e as duas tirinhas, EXCETO que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16e38f25-b3
  • 16E0CC53-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    Observe os dois quadrinhos acima. Leia, analise-os e escolha a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 16e0cc53-b3
  • 16DDF163-B3

    Português

    Crase
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o texto abaixo, publicado na coluna “Dicas de Português” do G1 online, em 27 de junho de 2012.

    Saiba quando podemos usar crase antes de palavras masculinas

    Publicamos outro dia nesta coluna: “Não há crase antes de palavra masculina”. Entre os comentários recebidos estava uma crítica de um leitor. Veja: “Acredito que há exceção a esta regra, tanto no que se refere a expressões que denotam modo/moda (Filé à Osvaldo Aranha) quanto no uso do pronome demonstrativo “aquele” com verbo que peçam a preposição “a” (Dedicou-se àquele amor por toda a vida).”

    Diante da publicação e da ressalva do leitor, analise as orações abaixo quanto ao uso ou à ausência do sinal grave, indicador de crase, e assinale a alternativa INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 16ddf163-b3
  • 16DA49C0-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Fragmento 1
    Eu canto porque o instante existe
    e a minha vida está completa.
    Não sou alegre nem sou triste:
    sou poeta.
    [...]
    Sei que canto. E a canção é tudo.
    Tem sangue eterno a asa ritmada.
    E um dia sei que estarei mudo:
    — mais nada.
    (“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)

    Fragmento 2
    A gente quer um lugar pra gente
    A gente quer é de papel passado
    Com festa, bolo e brigadeiro
    A gente quer um canto sossegado
    A gente quer um canto de sossego.
    (O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)

    Leia os fragmentos para responder a questão:


    Sobre Cecília Meireles, autora do Fragmento 1, NÃO podemos afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16da49c0-b3
  • 16D6C7EC-B3

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Fragmento 1
    Eu canto porque o instante existe
    e a minha vida está completa.
    Não sou alegre nem sou triste:
    sou poeta.
    [...]
    Sei que canto. E a canção é tudo.
    Tem sangue eterno a asa ritmada.
    E um dia sei que estarei mudo:
    — mais nada.
    (“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)

    Fragmento 2
    A gente quer um lugar pra gente
    A gente quer é de papel passado
    Com festa, bolo e brigadeiro
    A gente quer um canto sossegado
    A gente quer um canto de sossego.
    (O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)

    Leia os fragmentos para responder a questão:


    Tanto no Fragmento 1 como no Fragmento 2 aparece a palavra "canto". Sobre o emprego dessa palavra, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16d6c7ec-b3
  • 67A6A56A-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Observe a seguinte frase:

    “And yet and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles”.

    Uma tradução para o termo grifado “Whatever” no context da frase seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 67a6a56a-b3
  • 67A3B472-B3

    Inglês

    Verbos | Verbs
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    O tempo verbal grifado na seguinte frase “Twenty years on, there's been a coup at the palace” é o:
    Escolha uma alternativa para a questão 67a3b472-b3
  • 679F9433-B3

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Observe a frase retirada do texto e escolha a opção CORRETA:


    “It’s a horizon that was once obscured by the War of the Waleses”

    Escolha uma alternativa para a questão 679f9433-b3
  • 679AEB2A-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Escolha a alternativa FALSA sobre o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 679aeb2a-b3
  • 6797745B-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.

    CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACA

    No enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.
    …..........................................................

    Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...

    As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.

    Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).
    Em diversas passagens da obra, o narrador menciona os olhos de Capitu como sendo “olhos de ressaca”, sendo isso uma referência clara:
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