Questões do ENEM 2017
Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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34A049A2-B4 Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.(…)A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.(...)BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.A frase: “É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global” pode ser reescrita, sem perda do seu sentido original, conforme se apresenta em apenas uma das alternativas:3497ABBD-B4 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosEleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.(…)A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.(...)Sobre as inferências contidas no texto, assinale a alternativa CORRETA.BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.3492A2D6-B4 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosEleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.(…)A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.(...)BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.A compreensão de um texto exige correta identificação da relação entre referentes e referências. O trecho “A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas...” (1° parágrafo), refere-se176DE8EF-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
(Source: Adapted from: The New Work Times. Available at: <https://www.nytimes.com/reuters>. Accessed on: August 30, 2017Qual opção abaixo representa a melhor tradução para o trecho: “We must pursue reconciliation, understanding and respect regardless of skin color, ethnicity or religious or political views” (linhas 10 a 12)?176AE47F-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
(Source: Adapted from: The New Work Times. Available at: <https://www.nytimes.com/reuters>. Accessed on: August 30, 2017Escolha a alternativa que resume as principais ideias do texto.16F278A4-B3 Português
Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e HiatosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosA ortoepia consiste na pronúncia correta dos grupos fônicos e a prosódia relaciona-se com a correta acentuação das palavras, em conformidade com a norma culta da Língua Portuguesa. Considerando essas noções, leia as orações abaixo e assinale a alternativa CORRETA.16EFD907-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
O poema Solida é parte do chamado movimento da Poesia Concreta no Brasil. Em se tratando desse estilo, do poema e do seu autor, leia atentamente as alternativas abaixo e assinale a única incorreta.16ECA15B-B3 Português
Figuras de LinguagemIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosPor onde passei,plantei a cerca farpada,plantei a queimada.Por onde passei,plantei a morte matada.Por onde passei,matei a tribo calada,a roça suada,a terra esperada...Por onde passei,tendo tudo em lei,eu plantei o nada.(D. Pedro Casaldáliga, Antologia Poética Mato-Grossense)Todas as alternativas abaixo, em relação ao poema, são verdadeiras, EXCETO em:16E8CFBD-B3 Português
PontuaçãoIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosDas sentenças abaixo, sobre o uso dos sinais de pontuação, assinale a única sentença CORRETA.16E63BA3-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosO Realismo em Portugal e no Brasil caracterizou-se como escola literária que buscou uma maior aproximação com a realidade ao descrever os costumes, os conflitos interiores do ser humano, as relações sociais, a crise das instituições, entre outras características. Essas questões eram tratadas à luz das correntes filosóficas em voga na época, sobretudo o positivismo, o determinismo e o darwinismo. Dois autores, um em Portugal, e outro, no Brasil, representam, de acordo com os cânones literários, essa escola: Eça de Queirós e Machado de Assis. Sobre o Realismo e estes autores, é possível afirmar que:16E38F25-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I:
Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela (...) de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
(Fragmento de “O último discurso de Charles Chaplin”, no filme “O Grande Ditador”, 1940, citado no ensaio Contributo para a Boa Governança Democrática em África e Moçambique, 2015, p. 16)
TEXTO II:
TEXTO III:
O Texto I foi parte de discurso proferido em um filme na década de 1940. As duas tirinhas foram produzidas no século XXI. Apesar da diferença temporal, há convergências entre os textos. Dessa forma, podemos inferir, como ponto comum entre o texto do discurso e as duas tirinhas, EXCETO que:
16E0CC53-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Observe os dois quadrinhos acima. Leia, analise-os e escolha a alternativa CORRETA.
16DDF163-B3 Português
CraseIF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o texto abaixo, publicado na coluna “Dicas de Português” do G1 online, em 27 de junho de 2012.
Saiba quando podemos usar crase antes de palavras masculinas
Publicamos outro dia nesta coluna: “Não há crase antes de palavra masculina”. Entre os comentários recebidos estava uma crítica de um leitor. Veja: “Acredito que há exceção a esta regra, tanto no que se refere a expressões que denotam modo/moda (Filé à Osvaldo Aranha) quanto no uso do pronome demonstrativo “aquele” com verbo que peçam a preposição “a” (Dedicou-se àquele amor por toda a vida).”
Diante da publicação e da ressalva do leitor, analise as orações abaixo quanto ao uso ou à ausência do sinal grave, indicador de crase, e assinale a alternativa INCORRETA.
16DA49C0-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosFragmento 1Eu canto porque o instante existee a minha vida está completa.Não sou alegre nem sou triste:sou poeta.[...]Sei que canto. E a canção é tudo.Tem sangue eterno a asa ritmada.E um dia sei que estarei mudo:— mais nada.(“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)
Fragmento 2A gente quer um lugar pra genteA gente quer é de papel passadoCom festa, bolo e brigadeiroA gente quer um canto sossegadoA gente quer um canto de sossego.(O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)Leia os fragmentos para responder a questão:
Sobre Cecília Meireles, autora do Fragmento 1, NÃO podemos afirmar que:
16D6C7EC-B3 Português
Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosFragmento 1Eu canto porque o instante existee a minha vida está completa.Não sou alegre nem sou triste:sou poeta.[...]Sei que canto. E a canção é tudo.Tem sangue eterno a asa ritmada.E um dia sei que estarei mudo:— mais nada.(“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)
Fragmento 2A gente quer um lugar pra genteA gente quer é de papel passadoCom festa, bolo e brigadeiroA gente quer um canto sossegadoA gente quer um canto de sossego.(O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)Leia os fragmentos para responder a questão:
Tanto no Fragmento 1 como no Fragmento 2 aparece a palavra "canto". Sobre o emprego dessa palavra, é possível afirmar que:
67A6A56A-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos• Leia o texto e responda às questões:How has Princess Diana's death changed the Royal Family?The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.With each year that passes, his mother will do less and he will do more.There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.Lasting influenceAnd yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)Observe a seguinte frase:“And yet and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles”.Uma tradução para o termo grifado “Whatever” no context da frase seria:67A3B472-B3 Inglês
Verbos | VerbsIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos• Leia o texto e responda às questões:How has Princess Diana's death changed the Royal Family?The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.With each year that passes, his mother will do less and he will do more.There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.Lasting influenceAnd yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)O tempo verbal grifado na seguinte frase “Twenty years on, there's been a coup at the palace” é o:679F9433-B3 Inglês
Aspectos linguísticos | Linguistic aspectsIF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos• Leia o texto e responda às questões:How has Princess Diana's death changed the Royal Family?The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.With each year that passes, his mother will do less and he will do more.There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.Lasting influenceAnd yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)Observe a frase retirada do texto e escolha a opção CORRETA:
“It’s a horizon that was once obscured by the War of the Waleses”
679AEB2A-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos• Leia o texto e responda às questões:How has Princess Diana's death changed the Royal Family?The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.With each year that passes, his mother will do less and he will do more.There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.Lasting influenceAnd yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)Escolha a alternativa FALSA sobre o texto:6797745B-B3 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACANo enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.…..........................................................Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).Em diversas passagens da obra, o narrador menciona os olhos de Capitu como sendo “olhos de ressaca”, sendo isso uma referência clara: