Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 54 de 90.

  • C5B7CF99-B2

    Português

    Pontuação
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de

    Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47. 

    Usa-se a vírgula para separar adjunto adverbial antecipado ou intercalado no discurso.

    Há um exemplo desse uso em
    Escolha uma alternativa para a questão c5b7cf99-b2
  • C5B22DB5-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    ADONIAS FILHO. O largo de branco. O Largo da Palma. Rio de

    Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 31-32 e 46-47. 

    Marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre o conto “O largo de branco”, de Adonias Filho, de onde foram retirados os trechos acima transcritos.

    ( ) Os trechos transcritos correspondem ao início e ao fim do conto, e ambos focalizam o desfecho de uma história cujo início se deu há 30 anos.
    ( ) Após a separação entre Odilon e Eliane, que eram casados, ela foi amante de outro homem, Geraldo, que a abandonou, deixando-a em decadência econômica e física.
    ( ) Odilon era estudante de Medicina quando conheceu Eliane e lhe deu apoio na difícil situação enfrentada pela família com a doença do pai e, posteriormente, casou-se com ela.
    ( ) A referência ao Largo da Palma “vestido de branco” (l. 48) constitui uma alusão simbólica ao estado emocional de Eliane, após o encontro com Odilon e a aceitação de seu convite.
    ( ) O convite para o encontro entre Odilon e Eliane – por ela aceito imediatamente – foi feito através de uma carta que ele lhe enviou, mesmo sem indicar o assunto ou o motivo desse encontro.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5b22db5-b2
  • C5ACE656-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade do Estado da Bahia · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua. São

    Paulo, Companhia das Letras, 2008. p. 91-92.

    Marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre o autor do texto e sobre a obra de onde foi retirado.

    ( ) Nessa obra, o autor se afasta da abordagem crítica de questões sociais de seus romances anteriores para se concentrar na criação de tipos humanos especiais e na ênfase na cor local e costumes típicos – o que granjeou grande sucesso popular para sua obra.
    ( ) Essa obra integra um momento da produção literária do autor em que o seu foco se desloca da crítica social para crítica de costumes, voltando-se para a criação de personagens que promovem uma ruptura com os valores pequeno-burgueses da classe média.
    ( ) O conjunto das obras do autor se concentra num foco único, que privilegia a denúncia da exploração sofrida pelas classes marginalizadas, com a criação de personagens que são heróis e cujo comportamento revolucionário se volta para a superação das injustiças sociais.
    ( ) Mesmo que o autor seja situado na segunda fase do modernismo – de 1930 a 1945, quando os romances se dedicam a registrar criticamente a realidade brasileira – essa obra foi publicada pela primeira vez na década de 50, quando o autor se volta para um percurso literário diferenciado.
    ( ) Considerado um clássico da literatura brasileira, essa obra se situa num momento literário denominado regionalismo nordestino, do qual fazem parte autores como Rachel de Queiroz, José Lins do Rego e Graciliano Ramos, que produzem uma literatura engajada na luta contra a miséria social provocada pela seca e pelo coronelismo.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5ace656-b2
  • C5A70D9D-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua. São

    Paulo, Companhia das Letras, 2008. p. 91-92.

    Sobre o personagem central da obra de onde foi extraído o trecho acima, é correto afirmar:

    I. Quincas Berro Dágua e Joaquim Soares da Cunha correspondem a traços contrastantes de um mesmo indivíduo, sendo Quincas uma transmutação de Joaquim, que rompe com as configurações de sua vida social de teor burguês.

    II. Quincas e Joaquim, apesar de comportamentos antitéticos, são amigos e têm em comum o nome e o desejo de promover uma ruptura com tudo que represente a opressão: o funcionalismo público e o conservadorismo de suas respectivas famílias.

    III. O personagem central sintetiza uma oposição entre um ícone da ordem burguesa – o funcionário público exemplar Joaquim Soares da Cunha, esposo, pai e cidadão de bem – e a marginalidade – representada pelo boêmio e malandro Quincas Berro Dágua.

    IV. Para Joaquim, Quincas é o seu alter ego, um ser imaginário que representa seu desejo reprimido e não consumado de romper com as amarras de um emprego monótono de funcionário público e os vínculos sufocantes de uma família conservadora.

    V. Apesar do título, na obra, há três mortes do personagem: a morte moral, promovida pela família para ocultar a ruptura de Joaquim com a ordem estabelecida, a morte real, ocorrida na pocilga em que ele morava como boêmio, e a morte onírica ou fantástica, narrada pelos amigos, ocorrida nos mares da Bahia.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5a70d9d-b2
  • C5A187F4-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Observe o seguinte período:

    “adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas, e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. (l. 48-54)

    Há uma afirmação correta sobre fatos gramaticais presentes nesse trecho em

    I. O período é composto por coordenação.
    II. “está dando lugar” se refere a “o emprego”.
    III. “aquele vínculo entre empresa e empregado” constitui um aposto.
    IV. Há duas ocorrências do conectivo que, como conjunção integrante.
    V. “ao funcionário” tem a função de complemento nominal.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5a187f4-b2
  • C59AC12D-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    O que se afirma sobre fragmentos do texto está correto em

    I. “Por incrível que pareça” (l. 8) – enfatiza uma situação inesperada ou inusitada.
    II. “da noite para o dia” (l. 19) – expressa situação real e previsível.
    III. “Tampouco é possível” (l. 23) – reitera uma negação anterior.
    IV. “A despeito de” (l. 26) – equivale à expressão ao contrário de.
    V. “em momento algum” (l. 82) – expressa negação de circunstância temporal.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c59ac12d-b2
  • C5956DBF-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    O “fim do emprego” (l. 36) é uma referência à
    Escolha uma alternativa para a questão c5956dbf-b2
  • C5914CE0-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Marque com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as alternativas que apresentam uma oposição correta entre a situação do passado e a do presente, nessa ordem, com relação ao mundo do trabalho apresentado no texto.

    ( ) carreiras duradouras – rotatividade nos empregos.
    ( ) estabilidade e benefícios trabalhistas – vínculo efêmero e supressão de benefícios.
    ( ) salários estáveis – honorários variáveis.
    ( ) custos mínimos com pessoal – máxima produtividade.
    ( ) valorização da competência – valorização da qualificação profissional.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5914ce0-b2
  • C58D5D31-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Sobre o autor-narrador do texto, está correto o que se afirma em
    I. Sua atitude de indiferença, ao perder o emprego, se deve ao fato de ele ter tomado conhecimento dessa decisão antecipadamente.
    II. Ele compreende o que lhe aconteceu como decorrência da necessidade natural de a empresa reduzir os custos, especialmente os de pessoal.
    III. Ele revela conhecer o contexto atual da empregabilidade, bem como os fatores que estão alterando o mundo do trabalho e a situação dos trabalhadores.
    IV. Sua qualificação profissional diferenciada e bastante superior aos requisitos exigidos para o exercício de suas funções motivou, com exclusividade, a dispensa sumária do emprego.
    V. Ele reconhece que vínculos duradouros entre empresa e funcionários constituem características de uma situação do passado, alterada pelo processo de globalização.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c58d5d31-b2
  • C588306E-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    O texto se caracteriza por ser
    Escolha uma alternativa para a questão c588306e-b2
  • A3430064-B2

    Inglês

    Discurso direto e indireto | Reported speech
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017
    Taken from <http://www.thatdeafguy.com/?p=697> . Accessed on August 21st, 2017

    In the exerpt "In that case, do you have any of your teachers e-mail addresses?", taken from TEXT VII, the corresponding reported speech for the sentence would be:
    Escolha uma alternativa para a questão a3430064-b2
  • A33F935E-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017
    Taken from <http://www.thatdeafguy.com/?p=697> . Accessed on August 21st, 2017

    That Deaf Guy is a website that reproduces situations about a family in which the father is deaf. From this comic stripe one can infer that: 
    Escolha uma alternativa para a questão a33f935e-b2
  • A3353D54-B2

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT V 

    They call it ‘tourism-phobia’ but that’s not what’s happening in Barcelona

    Jordi Rabassa, Barcelona en Comú District Councilor for the

    Old City in Barcelona


       There‘s a new word that‘s taken over the local political debate in Barcelona: tourism-phobia. For months now, political and media personalities have been using accusations of tourism-phobia to attack the social movements and political parties that are questioning the so-called ‗tourism industry‘ and its repercussions on the right to the city.

       The use of ―tourism-phobia‖ seeks to criminalize this criticism, painting it as a form of racism against people who visit the city in the popular imagination. But this attempt to compare, even at a subconscious level, ―tourism-phobia‖ and racism is not just irresponsible, it‘s a sign of defeat by those who have invented the word. Because these are the same people who warned us that regulating tourism would paralyze economic activity and employment in the city. This argument, based on the supposedly unquestionable logic of the productive economy, hasn‘t gone anywhere; it‘s the same old neoliberal discourse that tourism is a harmless and friendly activity. They‘ve just pushed it aside temporarily to make room for the related idea of tourism-phobia, which aims to appeal to people‘s emotions.

       They call it tourism-phobia but they probably don‘t know what they really want to say. They use the concept of tourism-phobia to camouflage their support for business interests that are putting the right to the city of the people of Barcelona at risk. They call it tourism-phobia to weaken the city government, to criminalize the most active and radical social movements, and to patronize unorganized citizens. They call it tourism-phobia to inject a meme that can be launched on social media and vomited up on TV and the radio.

       Those of us in Barcelona who criticize, problematize or reject an economic model based on the liberalization of the tourism industry are not filled with hate. We‘re defending human rights, principally the right to housing and the right to the city.

      Those who criticize the hegemony of tourism as an economic model are calling for a fair and inclusive city, a city with neighborhoods where people can live. We‘re demanding rent caps and denouncing speculation with commercial premises and licenses. We‘re condemning the black market of tourist apartments that is pushing low-income families out of their homes. We‘re saying, loud and clear, that we want public, affordable housing. We‘re working to make sure that our streets and squares aren‘t overwhelmed by visitors. We‘re grieving for the men and women who‘ve been expelled from our neighborhoods.

       They call it tourism-phobia but that‘s not what it is: it‘s a conscious demand for the right to the city.


    Translation of an article published in eldiario.es on 27/06/2017

    Disponível em: https://medium.com/@BComuGlobal/they-call-ittourism-phobia-but-that-s-not-what-s-happening-in-barcelonacb56b02da97b Acesso em: 07 ago. 2017.

    O trecho do texto V que constrói e enfatiza a ideia de que a turismofobia vem circulando há algum tempo e continua assim no presente é:
    Escolha uma alternativa para a questão a3353d54-b2
  • A330CE5D-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    JACKSON, M. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/. Acesso em: 07 ago. 2017.

    Sentences in lines 13 and 14 contribute to the general meaning of the song by indicating
    Escolha uma alternativa para a questão a330ce5d-b2
  • A241C365-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • A23CF9C9-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da entrevista "A Filosofia é pop", feita com o filósofo Mario Sergio Cortella, publicada em maio de 2013, para responder à questão:

    Apesar de interessante, a filosofia costuma parecer chata. Além do seu dom de oratória, como transformou a matéria em algo instigante?
    Agradeço o elogio, mas quero fazer um reparo filosófico. Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora. Ocorre que Deus não me escolheu e disse "você vai ser o cara". Tudo bem, sei que não foi isso que você quis dizer. Mas eu diria que tenho a prática, a intenção e o gosto. Minha intenção é fazer com que a filosofia seja simples sem ser simplória. Em outras palavras, que seja compreensível sem ser banalizável. Por exemplo, na semana da Rio+20, eu participei de um programa especial da Xuxa sobre sustentabilidade. Antes de entrar no ar, uma pessoa da produção me pediu para não usar o termo "biocídio" [eliminação de variadas formas de vida, inclusive a humana], porque não ia ser entendido. Então eu disse: "Lamento, não ajo dessa forma. Vou usar e explicar". Se eu recuso o uso, furto das pessoas o acesso a um conceito importante. Se uso sem explicar, estou dando uma demonstração tola de sabedoria. Mas, se uso e traduzo, estou partilhando. Eu quero que a filosofia seja compreensível.

    Fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/a-filosofia-pop/ acessado em 17/08/2017


    Em conformidade com as regras gramaticais, todas as orações destacadas são subordinadas adverbiais, ou seja, elas indicam circunstâncias de tempo, condição, comparação, proporcionalidade entre outras. Como base nessa informação, analise as proposições a seguir:

    I. "porque dom é algo" / "porque não ia ser entendido" - são orações que indicam a causa do que se declara na oração principal;
    II. "Quando você diz" - a oração exprime ideia de tempo e essa circunstância foi estabelecida pela conjunção quando;
    III. "se eu recuso o uso" / "se uso" / "se uso" - as três orações exprimem a condição do fato expresso pela oração principal.
    IV. Transformando as orações adverbiais desenvolvidas, tais como: "Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora." em orações reduzidas, teremos: "Ao dizer que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, por ser o dom algo que se recebe de fora."

    Podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a23cf9c9-b2
  • A235214C-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

        ''Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.

         Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante. 

         Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjar-lhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.

         Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.

         Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença.''


    TAUNAY, Visconde de. Inocência. São Paulo: DCL, 2013.

    Sobre a figura feminina na visão do Romantismo, e sobre o enredo do romance Inocência, só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a235214c-b2
  • A2307BBF-B2

    Português

    Adjetivos
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    No trecho: "Esta agora é melhor.", e no trecho "... um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência...", as palavras destacadas são adjetivos expressos na gradação ou grau:
    Escolha uma alternativa para a questão a2307bbf-b2
  • A22C5BEE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a22c5bee-b2
  • A228F0DA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

                Lira I

                Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
               Que viva de guardar alheio gado;
               De tosco trato, d’expressões grosseiro,
               Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
               Tenho próprio casal, e nele assisto;
               Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
               Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
               E mais as finas lãs, de que me visto.

               Graças, Marília bela,
               Graças à minha Estrela! 
    Escolha uma alternativa para a questão a228f0da-b2