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Interpretação de TextosUEL · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em: <https://br.noticias.yahoo.com/cientistas-brasileiros-descobrem-maneira-de-deter-o-mal-de-alzheimer-185422617.html>.
Acesso em: 23 jun. 2017.)
Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
1.793 questões encontradas. Mostrando a página 62 de 90.

(Disponível em: <https://br.noticias.yahoo.com/cientistas-brasileiros-descobrem-maneira-de-deter-o-mal-de-alzheimer-185422617.html>.
Acesso em: 23 jun. 2017.)

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).
Sobre a pontuação utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Em “ela, cujo nascimento faltara nas datas, tinha já o seu fim marcado”, as vírgulas separam uma oração de sentido explicativo.
II. O deslocamento dos dois pontos (linha 4) para após o trecho “vieram os filhos” não causaria prejuízo à coesão do período.
III. Em “vieram os filhos, os mortos e os vivos, a machamba encheu-se de produtos”, as duas vírgulas indicam enumeração.
IV. No trecho “tão frio que parecia que, desta vez, ele adormecera longe dessa fogueira” (linhas 11 e 12), as vírgulas marcam intercalação de locução temporal.
Assinale a alternativa correta.

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).
Sobre a linguagem utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O termo “vazar” está em desacordo com a linguagem formal apresentada ao longo do conto.
II. O significado do termo “machamba” consta do glossário da edição brasileira, pois está vinculado à linguagem coloquial do português falado no Brasil.
III. O termo “gravatado” indica o vestuário do marido, sem que isso signifique formalidade na linguagem empregada pelo narrador.
IV. A expressão “os todos” foi usada para enfatizar a presença, naquele momento, das pessoas que ela mais amava.
Assinale a alternativa correta.

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).
Acerca das personagens apresentadas no conto, considere as afirmativas a seguir.
I. O velho revela-se autoritário, desajeitado e falante, considerando suas atitudes ao longo do conto.
II. A mulher mostra-se inteligente, pacata e resignada diante dos acontecimentos que estão por vir.
III. A Morte é a personagem rancorosa, que aguarda o desfecho e o dia marcados para levar alguém.
IV. Os filhos do casal são indiferentes aos pais, o que dificulta a salvação da mulher ao final do conto.
Assinale a alternativa correta.

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
O termo “pena”, utilizado no segundo verso de “Poesia”, tem o significado de peça que se adapta à caneta, ou é a própria caneta, ou ainda corresponde ao instrumento com que se escreve. A palavra, porém, tem outros sentidos dicionarizados.
Assinale a alternativa em que se estabelece a correta correlação entre a palavra empregada no poema e os demais sentidos.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Sobre os termos “já” e “nervosa”, presentes no segundo verso de “Poema do jornal”, considere as afirmativas a seguir.
I. O termo “já” é ligeiramente antecipado, pois se refere à transformação em notícia, mas essa antecipação garante maior ênfase à questão do tempo como marca expressiva do poema.
II. O termo “nervosa” contém, a princípio, um significado divergente do adjetivo “doce”, mas ambos os termos são associados com a agitação e a aceleração do cotidiano moderno.
III. O termo “já” é empregado como contraponto ao termo “ainda”, utilizado no verso anterior, embora ambos estejam subordinados ao fato citado no verso inicial.
IV. O termo “nervosa” indica que o repórter, assim como o poeta e como o sujeito lírico, exibe o desconforto para administrar emoções no acompanhamento da vida moderna.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Sobre o nome da pessoa escrito com letras de macarrão e o cartaz amarelo, presentes em “Sentimental”, e a notícia e a doce música mecânica, citados em “Poema do jornal”, considere as afirmativas a seguir.
I. O nome da pessoa escrito com letras de macarrão e a doce música mecânica são demonstrações de que o espírito romântico podou os excessos modernistas.
II. A doce música mecânica é uma imagem que alivia as tensões proporcionadas pelo cartaz amarelo, indicando que o trânsito entre sonho e realidade nos dois poemas é invertido.
III. O cartaz amarelo e a notícia são evidências que contêm o reconhecimento de que a vida moderna é pontuada pela urgência do mundo real.
IV. A notícia está em desacordo com a atmosfera de devaneio experimentada no ato de escrever o nome da pessoa amada com letras de macarrão.
Assinale a alternativa correta.
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).
Sobre o sujeito lírico em cada um dos três poemas, considere as afirmativas a seguir.
I. O registro de alterações nos sentimentos dos sujeitos líricos é mais marcado no sujeito lírico de “Sentimental” do que no sujeito lírico de “Poesia”.
II. O apego à vida material é mais externado pelo sujeito lírico de “Sentimental” do que pelo sujeito lírico de “Poesia”.
III. As inquietações do sujeito lírico de “Poesia” estão mais vinculadas ao caráter introspectivo, enquanto em “Poema do jornal” sobressaem cenas cotidianas.
IV. A subjetividade no sujeito lírico de “Poema do jornal” é mais evidente do que aquela expressa no sujeito lírico de “Sentimental”.
Assinale a alternativa correta
Leia os poemas a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, e responda à questão.
Sentimental
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
– Está sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando...
E há em todas as consciências um cartaz amarelo:
“Neste país é proibido sonhar”.
Poema do jornal
O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.
Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 35; 41; 45).

<http://www.cartoonistgroup.com/subject/The-Climate+Change-Comics-and-Cartoons.php>. Acesso em: 17 set 2017.
A charge apresentada relaciona-se corretamente com a seguinte alternativa:
Irma and Harvey lay the costs of climate change denial at Trump’s door
The president’s dismissal of scientific research is doing nothing to protect the livelihoods of ordinary Americans.
Bob Ward - Sunday 10 September 2017

As the US comes to terms with its second major weather disaster within a month, an important question is whether the devastation caused by hurricanes Harvey and Irma will convince Donald Trump and his administration of the reality of climate change.
The president’s luxurious Mar-a-Lago estate in Florida may escape Irma’s wrath, but with the deaths of so many Americans, and billions of dollars in damage to homes and businesses, the costs of climate change denial are beginning to pile up at the door of the White House.
Just days before Harvey formed in the Atlantic last month, Trump signed an executive order to overturn a policy, introduced by his predecessor Barack Obama, to help American communities and businesses become more resilient against the risks of flooding, which are rising because of climate change.
But the merciless assault on the US mainland by Harvey and Irma should be forcing the president to recognise the consequences of his arrogance and complacency in dismissing the research and analysis carried out by scientists.
The flooded streets of Houston and the wind-ravaged homes of south Florida bear the
unmistakable fingerprint of extreme weather made worse by manmade greenhouse gas
emissions.
A hurricane is a huge, rotating cluster of thunderstorms that forms above a sea surface that has a temperature of at least 26.5C. It is like a giant engine, transferring heat from the sea surface up into the atmosphere and generating strong winds and heavy rain in the process.
Climate change cannot be blamed for the hurricane count in any single season, nor for the occurrence of any single storm, but there are some ways in which it is making the consequences worse.
Adapted from: <https://www.theguardian.com/world/2017/sep/10/hurricane-irma-harvey-climate-change-trump>. Acesso em: 17 set 2017.
Irma and Harvey lay the costs of climate change denial at Trump’s door
The president’s dismissal of scientific research is doing nothing to protect the livelihoods of ordinary Americans.
Bob Ward - Sunday 10 September 2017

As the US comes to terms with its second major weather disaster within a month, an important question is whether the devastation caused by hurricanes Harvey and Irma will convince Donald Trump and his administration of the reality of climate change.
The president’s luxurious Mar-a-Lago estate in Florida may escape Irma’s wrath, but with the deaths of so many Americans, and billions of dollars in damage to homes and businesses, the costs of climate change denial are beginning to pile up at the door of the White House.
Just days before Harvey formed in the Atlantic last month, Trump signed an executive order to overturn a policy, introduced by his predecessor Barack Obama, to help American communities and businesses become more resilient against the risks of flooding, which are rising because of climate change.
But the merciless assault on the US mainland by Harvey and Irma should be forcing the president to recognise the consequences of his arrogance and complacency in dismissing the research and analysis carried out by scientists.
The flooded streets of Houston and the wind-ravaged homes of south Florida bear the
unmistakable fingerprint of extreme weather made worse by manmade greenhouse gas
emissions.
A hurricane is a huge, rotating cluster of thunderstorms that forms above a sea surface that has a temperature of at least 26.5C. It is like a giant engine, transferring heat from the sea surface up into the atmosphere and generating strong winds and heavy rain in the process.
Climate change cannot be blamed for the hurricane count in any single season, nor for the occurrence of any single storm, but there are some ways in which it is making the consequences worse.
Adapted from: <https://www.theguardian.com/world/2017/sep/10/hurricane-irma-harvey-climate-change-trump>. Acesso em: 17 set 2017.
Irma and Harvey lay the costs of climate change denial at Trump’s door
The president’s dismissal of scientific research is doing nothing to protect the livelihoods of ordinary Americans.
Bob Ward - Sunday 10 September 2017

As the US comes to terms with its second major weather disaster within a month, an important question is whether the devastation caused by hurricanes Harvey and Irma will convince Donald Trump and his administration of the reality of climate change.
The president’s luxurious Mar-a-Lago estate in Florida may escape Irma’s wrath, but with the deaths of so many Americans, and billions of dollars in damage to homes and businesses, the costs of climate change denial are beginning to pile up at the door of the White House.
Just days before Harvey formed in the Atlantic last month, Trump signed an executive order to overturn a policy, introduced by his predecessor Barack Obama, to help American communities and businesses become more resilient against the risks of flooding, which are rising because of climate change.
But the merciless assault on the US mainland by Harvey and Irma should be forcing the president to recognise the consequences of his arrogance and complacency in dismissing the research and analysis carried out by scientists.
The flooded streets of Houston and the wind-ravaged homes of south Florida bear the
unmistakable fingerprint of extreme weather made worse by manmade greenhouse gas
emissions.
A hurricane is a huge, rotating cluster of thunderstorms that forms above a sea surface that has a temperature of at least 26.5C. It is like a giant engine, transferring heat from the sea surface up into the atmosphere and generating strong winds and heavy rain in the process.
Climate change cannot be blamed for the hurricane count in any single season, nor for the occurrence of any single storm, but there are some ways in which it is making the consequences worse.
Adapted from: <https://www.theguardian.com/world/2017/sep/10/hurricane-irma-harvey-climate-change-trump>. Acesso em: 17 set 2017.

TEXTO II
Descoberta da Literatura


MELO NETO, João Cabral de. A escola das facas e Auto do frade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
1. guenzo¹: Expressão nordestina que significa pessoa ou animal magro e doente; capenga, caindo aos
pedaços. 2. cassacos²: animal do mato. 3. curumbá³: localidade geralmente deserta e distante de qualquer
povoado. 4. caçanje4
: Dialeto crioulo do português falado em Angola. P. ext. Português mal falado.


