Questões do ENEM 2018

Questões aplicadas na prova de 2018, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

2.168 questões encontradas. Mostrando a página 105 de 109.

  • DB92F4C8-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 2 para responder a questão.


    TEXTO 2 


    FUTEBOL DE RUA



    (1) Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
    (2) DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.

    (3) DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

    (4) DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol. De óculos é meia-armador, para evitar os choques.

    (5) DO JUIZ – Não tem juiz.

    (6) DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades:

    (7) a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la, mande o seu irmão menor.

    (8) b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância.

    (9) c) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é gol.

    (10) DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando!

    (11) DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner.


    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Futebol de rua. Disponível em: < http://contobrasileiro.com.br/futebol-de-ruacronica-de-luis-fernando-verissimo/>. Acesso em: 05 maio 2018 (adaptado).

    O efeito de humor, no TEXTO 2, decorre, principalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão db92f4c8-83
  • DB8FCA25-83

    Português

    Crase
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    Com relação a aspectos semânticos e sintáticos do TEXTO 1, analise o que se afirma nas assertivas a seguir.

    I. As expressões “bater a carteira” (2º parágrafo) e “sair da bolha” (4º parágrafo) têm o mesmo sentido que “roubar” e “expressar-se”, respectivamente.

    II. A recorrência da estrutura “a gente pinta”, “a gente compra” e “a gente abraça” (4º parágrafo) torna o texto cansativo e prejudica sua progressão e continuidade.

    III.Na oração “Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, [...]” (1º parágrafo), há um sujeito simples “quem”, mas, semanticamente, seu agente se mantém ignorado, pois é representado por um pronome indefinido.

    IV.As palavras “televisãozinha” e “inteirinho” (4º parágrafo) estão no diminutivo para indicar, respectivamente, tamanho e pejoro.

    V. Em “países frágeis [...] podem derrotar países muito à frente nesses aspectos” (1º parágrafo), a expressão recebe o acento grave indicativo de crase porque é uma locução adverbial feminina.

    Estão CORRETAS, apenas, as afirmações
    Escolha uma alternativa para a questão db8fca25-83
  • DB8CAE8C-83

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    Através de recursos linguísticos, os textos apresentam estratégias para introduzir um assunto e mantê-lo por meio de retomadas, o que promove a progressão textual. Sabendo disso, marque a única alternativa que analisa CORRETAMENTE os elementos coesivos e a progressão do TEXTO 1.
    Escolha uma alternativa para a questão db8cae8c-83
  • DB883143-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    A partir da leitura atenta do TEXTO 1, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão db883143-83
  • 823AB52D-74

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    “The fragile blue marble” (paragraph 5) is a metaphor used by the author to refer to
    Escolha uma alternativa para a questão 823ab52d-74
  • 8232D042-74

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    According to the text (paragraph 3), advances in rocket and capsule design technology are expected to
    Escolha uma alternativa para a questão 8232d042-74
  • 822F2E12-74

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    The first paragraph of the text claims that
    Escolha uma alternativa para a questão 822f2e12-74
  • 8187530C-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    Uma das principais características do texto poético é a plurissignificação de palavras e expressões, como ocorre com o emprego do verbo “rachar” em “Campeonato de pião”. Em “não pode rachar este colégio/nem o mundo nem a vida” (versos 6 e 7), “rachar” significa
    Escolha uma alternativa para a questão 8187530c-74
  • 8183F9A6-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    A repetição de sons consonantais em “Roda, pião!/ Racha, pião!” (versos 4 e 5 ) constitui um caso de
    Escolha uma alternativa para a questão 8183f9a6-74
  • 81806D63-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    Por inferência, quem “ Bota parafuso no bico do pião/ Bota prego limado, bota tudo” (versos 1 e 2 ) é
    Escolha uma alternativa para a questão 81806d63-74
  • 817C1972-74

    Português

    Sintaxe
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O emprego do conector “ou”, em “Ou nos mobilizamos seriamente ou nos tornamos sócios de uma guerra surda e cruel, o crime imperdoável da indiferença diante da infância e do futuro” (linhas 23-25), indica idéias
    Escolha uma alternativa para a questão 817c1972-74
  • 81752887-74

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O tom sensível do texto é obtido por meio do emprego de metáforas, como em
    Escolha uma alternativa para a questão 81752887-74
  • 8171F029-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    “Em alguns desenhos não há sol. As árvores aparecem desertas de frutos e sem raiz, com a casa a poucos milímetros do chão.” (linhas 4-6)


    A construção do enunciado acima configura uma estrutura de

    Escolha uma alternativa para a questão 8171f029-74
  • 816E772F-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O título “Os indiferentes” se refere aos
    Escolha uma alternativa para a questão 816e772f-74
  • 90C4BDDC-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto.


    A entrevista com a jornalista Joyce Ribeiro, apresentadora do Jornal da Cultura, trouxe mais uma vez ao blog um tipo bem conhecido de leitor. É aquele que não suporta determinadas discussões e berra: “Chega de mimimi!” O termo, popularizado inicialmente no desenho animado adulto Fudêncio e seus Amigos, exibido pela MTV entre 2005 e 2011, se popularizou na internet de uma forma deturpada. Não é mais um protesto contra quem reclama em excesso, mas uma forma de impedir debates de temas polêmicos. O racismo, por exemplo.

    A entrevista com Joyce tratou deste tema, por motivos óbvios. A apresentadora milita contra o racismo e luta por mais oportunidades para negros em todas as áreas. Ela não reclamou de nada durante a conversa comigo. Apenas lembrou que há enorme desigualdade no país.

    “Mimimi”, apontaram vários leitores. “Mais uma vez o mimimi que o negro é discriminado”, protestou outro. “Chega de mimimi. Já cansou”, disse mais de um.

    Não há nada parecido com lamúria, choro ou ladainha na entrevista de Joyce Ribeiro. Lendo estes comentários, fica claro que eles expressam muito mais uma vontade de não querer conversar ou debater do que, de fato, um incômodo com a reclamação.


    (https://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br. Adaptado)


    De acordo com o texto, nas redes sociais, o emprego do termo “mimimi” é uma estratégia discursiva empregada para

    Escolha uma alternativa para a questão 90c4bddc-6e
  • 90C190D6-6E

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o poema de João Cabral de Melo Neto.


             A Educação pela Pedra


    Uma educação pela pedra: por lições;

    para aprender da pedra, frequentá-la;

    captar sua voz inenfática, impessoal

    (pela dicção ela começa as aulas).

    A lição de moral, sua resistência fria

    ao que flui e a fluir, a ser maleada;

    a de poética, sua carnadura concreta;

    a de economia, seu adensar-se compacta:

    lições de pedra (de fora para dentro,

    cartilha muda), para quem soletrá-la.


    Outra educação pela pedra: no Sertão

    (de dentro para fora, e pré-didática).

    No Sertão a pedra não sabe lecionar,

    e se lecionasse, não ensinaria nada;

    lá não se aprende a pedra: lá a pedra,

    uma pedra de nascença, entranha a alma.


    (João Cabral de Melo Neto, Poesias Completas)


    Massaud Moisés, em A literatura brasileira através dos textos (2004), afirma que há na poesia de João Cabral de Melo Neto uma ideia geral de despoetização do poema. Essa afirmação se justifica com o poema lido na medida em que nele se identifica

    Escolha uma alternativa para a questão 90c190d6-6e
  • 90BE185B-6E

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    Leia os fragmentos de entrevista realizada com pais de crianças que participaram do trabalho da professora Eglê Franchi, relatado no livro de sua autoria A redação na escola (1984).

    “A sinhora como que bateu nas costas dela, feiz ela sortá as palavra não só da boca, mas na mão tamém.” (Mãe da Clarice)
    “Essa língua que nóis fala num é assim errada, nóis num precisa tê vergonha dela.” (Mãe da Evanil)
    “Esse jeito de ponhá grandeza na fala da criança levô ela longe.” (Mãe da Eliane)

    Analisando as falas das mães, identifica-se como marca recorrente da variedade linguística que utilizam
    Escolha uma alternativa para a questão 90be185b-6e
  • 90BA3DE7-6E

    Português

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    No início da Gramática Pedagógica, seu autor, Marcos Bagno, cita alguns pressupostos que a fundamentam. Entre eles, o fato de que ela “é pedagógica, porque foi pensada para colaborar com a formação docente que, no Brasil, é reconhecidamente falha e precária. Nossos cursos de Letras (a começar pelo nome) se vinculam a um ideário cultural obsoleto, enraizado na sociedade burguesa do século XIX. Por isso, eles deixam de oferecer aos estudantes uma série de conhecimentos fundamentais enquanto, por outro lado, desperdiçam tempo com a transmissão de conteúdos irrelevantes para quem vai exercer a profissão docente. Basta perguntar a professoras e professores na ativa ou em formação se sabem, por exemplo, o que é gramaticalização ou se ao menos já ouviram falar disso.” (Marcos Bagno, Gramática Pedagógica do Português Brasileiro, 2011).

    Com as informações apresentadas, o autor tem o propósito de
    Escolha uma alternativa para a questão 90ba3de7-6e
  • 90B6E3BA-6E

    Português

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    Analise a capa da revista Época, de 13.11.2017.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    As informações verbais e não verbais presentes na capa permitem concluir que
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