Questões do ENEM 2018

Questões aplicadas na prova de 2018, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

2.168 questões encontradas. Mostrando a página 85 de 109.

  • 19826CC8-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Em relação às particularidades do estilo adotado na crônica Sons confortantes, NÃO é lícito dizer que
    Escolha uma alternativa para a questão 19826cc8-fa
  • 197E0DE6-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Considerando o propósito da crônica de Martha Medeiros, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 197e0de6-fa
  • D18266B6-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Com base no texto e nos fatos que envolveram a política imigratória dos EUA em junho de 2018, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d18266b6-f2
  • D17E453B-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Segundo o texto, após ingresso nos Estados Unidos, os migrantes que requerem asilo
    Escolha uma alternativa para a questão d17e453b-f2
  • D17AB622-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    A frase nominal “this kind of barrier” (L. 14‐15) refere‐se
    Escolha uma alternativa para a questão d17ab622-f2
  • D176E693-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    De acordo com o texto, para ingresso nos Estados Unidos, o cruzamento da fronteira entre este país e o México, no local denominado The Gateway International Bridge, é
    Escolha uma alternativa para a questão d176e693-f2
  • D172F55C-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    De acordo com o texto, considera‐se contraditório, em relação à percepção humana do tempo,
    Escolha uma alternativa para a questão d172f55c-f2
  • D16F0AE0-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a expressão que melhor representa o caráter supostamente exato do tempo é:
    Escolha uma alternativa para a questão d16f0ae0-f2
  • D16B1341-F2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          What time isit? Thatsimple question probably is asked more often today than ever. In our clock‐studded, cell‐phone society, the answer is never more than a glance away, and so we can blissfully partition our daysinto eversmaller incrementsfor ever more tightly scheduled tasks, confident that we will always know it is 7:03 P.M.

          Modern scientific revelations about time, however, make the question endlessly frustrating. If we seek a precise knowledge of the time, the elusive infinitesimal of “now” dissolves into a scattering flock of nanoseconds. Bound by the speed of light and the velocity of nerve impulses, our perceptions of the present sketch the world as it was an instant ago—for all that our consciousness pretends otherwise, we can never catch up.

          Even in principle, perfect synchronicity escapes us. Relativity dictates that, like a strange syrup, time flows slower on moving trains than in the stations and faster in the mountains than in the valleys. The time for our wristwatch or digital screen is not exactly the same as the time for our head.  

          Our intuitions are deeply paradoxical. Time heals all wounds, but it is also the great destroyer. Time is relative but also relentless. There is time for every purpose under heaven, but there is never enough.  

                                        Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a pergunta “What time is it?” (L. 1), inserida no debate da ciência moderna sobre a noção de tempo,
    Escolha uma alternativa para a questão d16b1341-f2
  • D167BC9F-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    I. Cinquenta anos! Não era preciso confessá‐lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto* como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial da marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou‐me dançar uma polca, embriagar‐ me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos.  

    *ágil


    II. Meu caro crítico,

         Algumas páginas atrás, dizendo eu que tinha cinquenta anos, acrescentei: “Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias”. Talvez aches esta frase incompreensível, sabendo‐se o meu atual estado; mas eu chamo a tua atenção para a sutileza daquele pensamento. O que eu quero dizer não é que esteja agora mais velho do que quando comecei o livro. A morte não envelhece. Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente. Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.

                              Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.

    A passagem final do texto II – “Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.” – denota um elemento presente no estilo do romance, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão d167bc9f-f2
  • D163DBF6-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    I. Cinquenta anos! Não era preciso confessá‐lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto* como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial da marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou‐me dançar uma polca, embriagar‐ me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos.  

    *ágil


    II. Meu caro crítico,

         Algumas páginas atrás, dizendo eu que tinha cinquenta anos, acrescentei: “Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias”. Talvez aches esta frase incompreensível, sabendo‐se o meu atual estado; mas eu chamo a tua atenção para a sutileza daquele pensamento. O que eu quero dizer não é que esteja agora mais velho do que quando comecei o livro. A morte não envelhece. Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente. Valha‐me Deus! é preciso explicar tudo.

                              Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.

    Entre os doistrechos do romance, nota‐se o movimento que vai da memória de vivências à revisão que o defunto autor faz de um mesmo episódio. A citação, pertencente a outro capítulo do mesmo livro, que melhor sintetiza essa duplicidade narrativa, é:
    Escolha uma alternativa para a questão d163dbf6-f2
  • D1604F71-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    E grita a piranha cor de palha, irritadíssima:

    – Tenho dentes de navalha, e com um pulo de ida‐e‐volta resolvo a questão!...

    – Exagero... – diz a arraia – eu durmo na areia, de ferrão a prumo, e sempre há um descuidoso que vem se espetar.

    – Pois, amigas, – murmura o gimnoto*, mole, carregando a bateria – nem quero pensar no assunto: se eu soltar três pensamentos elétricos, bate‐poço, poço em volta, até vocês duas boiarão mortas...

    *peixe elétrico.


    Esse texto, extraído de Sagarana, de Guimarães Rosa,

    Escolha uma alternativa para a questão d1604f71-f2
  • D15CA6D1-F2

    Português

    Figuras de Linguagem
    USP · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O oxímoro é uma “figura em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir‐se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão” (HOUAISS, 2001). No poema “Sonetilho do falso Fernando Pessoa”, o emprego dessa figura de linguagem ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão d15ca6d1-f2
  • D158EEB7-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Considerando os poemas, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d158eeb7-f2
  • D1551A12-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    O povo que chupa o caju, a manga, o cambucá e a jabuticaba, pode falar uma língua com igual pronúncia e o mesmo espírito do povo que sorve o figo, a pera, o damasco e a nêspera?  

                      José de Alencar. Bênção Paterna. Prefácio a Sonhos d’ouro.


    A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome, outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda e as tintas de que matiza o algodão.

                                                                               José de Alencar. Iracema.


    Glossário:

    “ará”: periquito; “uru”: cesto; “crautá”: espécie de bromélia; “juçara”: tipo de palmeira espinhosa. 

    No trecho “outras remexe o uru de palha matizada”, a palavra sublinhada expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão d1551a12-f2
  • D1519199-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    O povo que chupa o caju, a manga, o cambucá e a jabuticaba, pode falar uma língua com igual pronúncia e o mesmo espírito do povo que sorve o figo, a pera, o damasco e a nêspera?  

                      José de Alencar. Bênção Paterna. Prefácio a Sonhos d’ouro.


    A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome, outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda e as tintas de que matiza o algodão.

                                                                               José de Alencar. Iracema.


    Glossário:

    “ará”: periquito; “uru”: cesto; “crautá”: espécie de bromélia; “juçara”: tipo de palmeira espinhosa. 

    Com base nos trechos acima, é adequado afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d1519199-f2
  • D14E23CD-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atente para as seguintes afirmações relativas ao desfecho do romance A Relíquia, de Eça de Queirós:


    I. O autor revela, por meio de Teodorico, sua descrença num Jesus divinizado, imagem que é substituída pela ideia de Consciência.

    II. Ao ser sincero com Crispim, Teodorico conquista a vida de burguês que sempre almejou.

    III. Teodorico dá ouvidos à mensagem de Cristo, arrepende‐se de sua hipocrisia beata e abraça a fé católica.


    Está correto o que se afirma apenas em

    Escolha uma alternativa para a questão d14e23cd-f2
  • D14ACC0C-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    I. Surge então a pergunta: se a fantasia funciona como realidade; se não conseguimos agir senão mutilando o nosso eu; se o que há de mais profundo em nós é no fim de contas a opinião dos outros; se estamos condenados a não atingir o que nos parece realmente valioso –, qual a diferença entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o certo e o errado? O autor passou a vida a ilustrar esta pergunta, que é modulada de maneira exemplar no primeiro e mais conhecido dos seus grandes romances de maturidade.


    II. É preciso todavia lembrar que essa ligação com o problema geográfico e social só adquire significado pleno, isto é, só atua sobre o leitor, graças à elevada qualidade artística do livro. O seu autor soube transpor o ritmo mesológico para a própria estrutura da narrativa, mobilizando recursos que a fazem parecer movida pela mesma fatalidade sem saída. (...) Da consciência mortiça da personagem podem emergir ostranses periódicos em que se estorce o homem esmagado pela paisagem e pelos outros homens.


    Nos fragmentosI e II, aqui adaptados, o crítico Antonio Candido avalia duas obras literárias, que são, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão d14acc0c-f2
  • D14736C4-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    I. Diante da dificuldade, municípios de diferentes regiões do país realizaram um segundo “dia D” neste sábado. O primeiro ocorreu em 18 de agosto. A adesão, no entanto, ainda ficou abaixo do esperado. Agora, a recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que todo o público‐alvo da campanha seja vacinado.

    Folha de S. Paulo. São Paulo. 03/09/2018.


    II. Pensar sobre a vaga, buscar conhecer a empresa e o que ela busca já faz de você alguém especial. Muitos que procuram o balcão de emprego não compreendem que os detalhessão fundamentais para conseguir a recolocação. Agora, não pense que você vai conseguir na primeira investida, a busca por um novo emprego requer paciência e persistência, tenha você 20 anos ou 50.

    Balcão de Emprego. Disponível em: <https://empregabrasil.com.br/>


    O termo “Agora” pode ser substituído, respectivamente, em I e II e sem prejuízo de sentidos nos dois textos, por

    Escolha uma alternativa para a questão d14736c4-f2
  • D14336CE-F2

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Examine o anúncio.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018


    No contexto do anúncio, a frase “A diferença tem que ser só uma letra” pressupõe a

    Escolha uma alternativa para a questão d14336ce-f2