Questões do ENEM 2018

Questões aplicadas na prova de 2018, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

6.600 questões encontradas. Mostrando a página 329 de 330.

  • 32908CF5-58

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise o trecho da letra do samba “Brasil pandeiro”, de Assis Valente, composto em 1940.


    Chegou a hora dessa

    gente bronzeada

    mostrar seu valor!

    [...]

    eu quero ver

    O Tio Sam tocar pandeiro

    Para o mundo sambar

    O Tio Sam está querendo

    conhecer a nossa batucada

    anda dizendo

    que o molho da baiana

    melhorou seu prato

    Vai entrar no cuscuz

    acarajé e abará

    Na Casa Branca

    já dançou a batucada

    [...]

    (Assis Valente. “Brasil Pandeiro”, 1940. Apud Antonio Pedro Tota. O imperialismo sedutor, 2000.)


    Esse samba pode ser considerado um exemplo

    Escolha uma alternativa para a questão 32908cf5-58
  • 328D6D9D-58

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    O Rio de Janeiro dos primeiros anos da República era a maior cidade do país, com mais de 500 mil habitantes. Capital política e administrativa, estava em condições de ser também, pelo menos em tese, o melhor terreno para o desenvolvimento da cidadania. Desde a independência e, particularmente, desde o início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do governo central e da economia cafeeira na província adjacente, a cidade passou a ser o centro da vida política nacional. O comportamento político de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. A Proclamação da República é a melhor demonstração dessa afirmação.

                                        (José Murilo de Carvalho. Os bestializados, 1987.)

    A Proclamação da República, em 1889,
    Escolha uma alternativa para a questão 328d6d9d-58
  • 328A2E0C-58

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    O Rio de Janeiro dos primeiros anos da República era a maior cidade do país, com mais de 500 mil habitantes. Capital política e administrativa, estava em condições de ser também, pelo menos em tese, o melhor terreno para o desenvolvimento da cidadania. Desde a independência e, particularmente, desde o início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do governo central e da economia cafeeira na província adjacente, a cidade passou a ser o centro da vida política nacional. O comportamento político de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. A Proclamação da República é a melhor demonstração dessa afirmação.

                                        (José Murilo de Carvalho. Os bestializados, 1987.)

    O texto afirma que a consolidação do Rio de Janeiro como “o centro da vida política nacional” ocorreu com

    Escolha uma alternativa para a questão 328a2e0c-58
  • 32870935-58

    História

    Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A primeira Constituição brasileira, de 1824, foi
    Escolha uma alternativa para a questão 32870935-58
  • 3283B722-58

    História

    Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, da prova de 2018


    A gravura representa a marcha de mulheres revolucionárias até o palácio real de Versalhes em 5 de outubro de 1789. A participação das mulheres na Revolução Francesa

    Escolha uma alternativa para a questão 3283b722-58
  • 32803B1A-58

    História

    História Geral
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Ainda hoje a palavra Renascimento evoca a ideia de uma época dourada e de homens libertos dos constrangimentos sociais, religiosos e políticos do período precedente. Nessa “época dourada”, o individualismo, o paganismo e os valores da Antiguidade Clássica seriam cultuados, dando margem ao florescimento das artes e à instalação do homem como centro do universo.

    (Tereza Aline Pereira de Queiroz. O Renascimento, 1995. Adaptado.)


    O texto refere-se a uma concepção acerca do Renascimento cultural dos séculos XV e XVI que

    Escolha uma alternativa para a questão 32803b1a-58
  • 327CDC6E-58

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Na colônia, a justiça era exercida por toda uma gama de funcionários a serviço do rei. A violência, a coerção e a arbitrariedade foram suas principais características. [...]

    Nas regiões em que a presença da Coroa era mais distante, os grandes proprietários de terras exerciam considerável autoridade administrativa e judicial. No sertão, os potentados impunham seus interesses à população livre.

    (Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma interpretação, 2008.)


    Ao analisar o aparato judiciário no Brasil Colonial, o texto

    Escolha uma alternativa para a questão 327cdc6e-58
  • 32797A8A-58

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

          As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.

                            (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 32797a8a-58
  • 3275F9EC-58

    História

    História Geral
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

          As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.

                            (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

    O texto caracteriza
    Escolha uma alternativa para a questão 3275f9ec-58
  • 327215A9-58

    História

    História Geral
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A era feudal tinha legado às sociedades que a seguiram a cavalaria, cristalizada em nobreza. [...] Até nas nossas sociedades, em que morrer pela sua terra deixou de ser monopólio de uma classe ou profissão, o sentimento persistente de uma espécie de supremacia moral ligada à função do guerreiro profissional — atitude tão estranha a outras civilizações, tal como a chinesa — permanece uma lembrança da divisão operada, no começo dos tempos feudais, entre o camponês e o cavaleiro.

    (Marc Bloch. A sociedade feudal, 1987. Adaptado.)


    Segundo o texto, a valorização da ação militar

    Escolha uma alternativa para a questão 327215a9-58
  • 326EC750-58

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    O aparecimento da filosofia na Grécia não foi um fato isolado. Estava ligado ao nascimento da pólis.

    (Marcelo Rede. A Grécia Antiga, 2012.)


    A relação entre os surgimentos da filosofia e da pólis na Grécia Antiga é explicada, entre outros fatores,

    Escolha uma alternativa para a questão 326ec750-58
  • 326B7B1D-58

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do quarto parágrafo “emotions may be the key to changing minds”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido no texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 326b7b1d-58
  • 32682656-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    O trecho do terceiro parágrafo “we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise” quer dizer que as pessoas
    Escolha uma alternativa para a questão 32682656-58
  • 32651A38-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children”, o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 32651a38-58
  • 3261C907-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    According to the second paragraph, the link between vaccines and autism
    Escolha uma alternativa para a questão 3261c907-58
  • 325EB061-58

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt”, o termo sublinhado indica sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 325eb061-58
  • 325B76FE-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


          In today’s political climate, it sometimes feels like we can’t even agree on basic facts. We bombard each other with statistics and figures, hoping that more data will make a difference. A progressive person might show you the same climate change graphs over and over while a conservative person might point to the trillions of dollars of growing national debt. We’re left wondering, “Why can’t they just see? It’s so obvious!

          Certain myths are so pervasive that no matter how many experts disprove them, they only seem to grow in popularity. There’s no shortage of serious studies showing no link between autism and vaccines, for example, but these are no match for an emotional appeal to parents worried for their young children.

          Tali Sharot, a cognitive neuroscientist at University College London, studies how our minds work and how we process new information. In her upcoming book, The Influential Mind, she explores why we ignore facts and how we can get people to actually listen to the truth. Tali shows that we’re open to new information – but only if it confirms our existing beliefs. We find ways to ignore facts that challenge our ideals. And as neuroscientist Bahador Bahrami and colleagues have found, we weigh all opinions as equally valid, regardless of expertise.

          So, having the data on your side is not always enough. For better or for worse, Sharot says, emotions may be the key to changing minds.

                                              (Shankar Vedantam. www.npr.org. Adaptado.)

    De acordo com o texto, as pessoas
    Escolha uma alternativa para a questão 325b76fe-58
  • 32582CFD-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    No último quadrinho do cartum 1, por meio da fala “If you don’t pursue the truth, you’ll never recognize the lies”, o personagem
    Escolha uma alternativa para a questão 32582cfd-58
  • 325519C7-58

    Inglês

    Tradução | Translation
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    Na fala do terceiro quadrinho do cartum 1 “Well, if it goes against my biases and beliefs, it’s fake”, o termo sublinhado equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 325519c7-58
  • 3252234A-58

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os cartuns 1 e 2 para responder à questão.


                        Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018

    In the cartoon 1, the animal
    Escolha uma alternativa para a questão 3252234a-58