Questões do ENEM 2019
Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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1.980 questões encontradas. Mostrando a página 34 de 99.
647F476C-FD Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .Horácio não gostava de ser contestado, mas compreendeu não era bom tema de conversa. Voltou à literatura, aconselhando os outros a lerem Drummond de Andrade, na sua opinião o melhor poeta de língua portuguesa de sempre. Qual Camões, qual Pessoa, Drummond é que era, tudo estava nele, até a situação de Angola se podia inferir na sua poesia. Por isso vos digo, os portugueses passam a vida a querer-nos impingir a sua poesia, temos de a estudar na escola, e escondem-nos os brasileiros, nossos irmãos, poetas e prosadores sublimes, relatando os nossos problemas e numa linguagem bem mais próxima da que falamos nas cidades. Quem não leu Drummond é um analfabeto. Os outros iam comendo, trocando de vez em quando olhares cúmplices. Até que Malongo e Vítor terminaram a refeição. Malongo despediu-se, levantando-se, um analfabeto vos saúda. Vítor e Furtado riram, Horácio fingiu que não ouviu. Agarrou no braço de Furtado e continuou a cultivá-lo com versos de Drummond e os seus próprios, dedicados ao grande brasileiro.Fonte: PEPETELA. A geração da utopia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2000, p. 30-31 (fragmento).No fragmento do romance do escritor angolano Pepetela, Horácio aconselha seus amigos Malongo, Vítor e Furtado a lerem o poeta Drummond de Andrade.Analise as afirmativas a seguir.I. A poesia de Drummond é melhor que a de Camões e de Pessoa.II. Há uma aproximação entre a literatura de Drummond e a realidade angolana.III. Nas escolas portuguesas se estuda a poesia de Drummond.IV. A poesia de Drummond está sendo usada para alfabetizar nas escolas angolanas.V. As obras dos literatos brasileiros possuem uma linguagem próxima a dos angolanos nas cidades.Assinale a alternativa CORRETA.
647BD570-FD Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Considere a assertiva: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer'' (6º parágrafo). O elemento, em destaque, é:64788E0F-FD Português
Morfologia - PronomesUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Sobre o emprego dos pronomes, analise as afirmativa.I. Em: "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter [...]‖, ocorre próclise, pois o elemento destacado pode ser empregado no início da frase, em função da linguagem coloquial.II. Em: "[...] afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]", o elemento destacado é pronome indefinido e equivale a "em que, no qual" .III. Em: "Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada [...]" , ocorre ênclise, já que o pronome está após o verbo.IV. Em: "Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá" , o elemento destacado é pronome indefinido.Assinale a alternativa CORRETA.
6475BFCD-FD Português
Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e SufixoUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Sobre os vocábulos: ''incomum'' e ''insegurança'', presentes no texto II, analise as afirmativas.I. Nos vocábulos, o prefixo "in-" denota sentido de negação.II. Os vocábulos passaram por derivação parassintética, com a anexação concomitante de afixos aos substantivos.III. Os vocábulos são formados pelo processo de derivação, ou seja, quando se obtém uma palavra nova (derivada), pela anexação de afixos à palavra primitiva.IV. Na formação dos vocábulos, ambos sofreram alterações em sua estrutura pelos prefixos, provocadas pelo fenômeno da assimilação.Assinale a alternativa CORRETA.64713802-FD Português
Interpretação de TextosUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Sobre as temáticas retratadas nos textos I e II, assinale a alternativa CORRETA.646E6397-FD Português
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Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.646A74E9-FD Português
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Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.6467BEEE-FD Português
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Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o entendimento de ―insegurança alimentar‖, presente no 1º e 2º parágrafos, do texto II.6464D6A3-FD Português
Interpretação de TextosUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II e responda a QUESTÃO.
Texto I

Texto II
- Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
"Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]
O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...]
Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.
De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.
A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.
Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]
O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]
Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.
Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.
Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto I.604F829A-FD Português
Interpretação de TextosUFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosVocês não entendem por que queremos proteger nossa floresta? Perguntem-me, eu responderei! Nossos antepassados foram criados com ela no primeiro tempo. Desde então, os nossos se alimentam de sua caça e de seus frutos. Queremos que nossos filhos lá cresçam rindo. Queremos voltar a ser muitos e continuar a viver como nossos antigos. Não queremos virar brancos! Olhem para mim! Imito a sua fala como um fantasma e me embrulho em roupas para vir lhes falar. Porém, em minha casa falo em minha língua, caço na floresta e trabalho na minha roça. (...) Sou habitante da floresta e não deixarei de sê-lo. Assim é!Fonte: KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A Queda do Céu: palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.Na citação, o xamã yanomami, Davi Kopenawa, expressa sua visão sobre as atitudes dos brancos perante a floresta Amazônica e os povos indígenas. Com base na sua argumentação, assinale a alternativa CORRETA.F5D62F23-FC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “a ‘social comparison’ phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves”, a parte sublinhada tem função, no texto, deF5D2C4E6-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “largely due to a ‘social comparison’ phenomenon”, a expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, porF5CF05BC-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
In the excerpt from the second paragraph “limiting such services might yield health benefits”, the underlined expression may be replaced, without meaning change, byF5CAFCA1-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
According to the second paragraph, the paper published by researchers of the University of Pennsylvania showed thatF5C7F1F7-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
According to the second paragraph, the excessive use of social-media raises questions aboutF5C4CE56-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
O trecho do primeiro parágrafo “Fewer than one in ten had an Instagram account” está ilustrado pela curva correspondente ao InstagramF5C08A38-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
No trecho do primeiro parágrafo “of these users, more than half”, a expressão sublinhada refere-seF5BD70E4-FC Inglês
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America’s social-media addiction is getting worse

(Sources: Pew Research Centre; e Marketer)
A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.
Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves.
(www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)
According to the first paragraph and the graphic images, nowadays the most popular social-media platform among American adults isF5B9CEF2-FC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosExamine o quadrinho de Peter Steiner para responder à questão.

(https://condenaststore.com)
It can be inferred from the phrase “On the Internet, nobody knows you’re a dog” that the dark dog isF5B62CB6-FC Inglês
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(https://condenaststore.com)
The cartoon means that