Questões do ENEM 2019
Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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73D190DC-D8 Leia o poema para análise das afirmativas a seguir.Psicologia de um vencidoEu, filho do carbono e do amoníaco,Monstro de escuridão e rutilância,Sofro, desde a epigênese da infância,A influência má dos signos do zodíaco.Produndissimamente hipocondríaco,Este ambiente me causa repugnância...Sobe-me à boca uma ânsiaanáloga à ânsiaQue se escapa da boca de um cardíaco.Já o verme — este operário das ruínas —Que o sangue podre das carnificinasCome, e à vida em geral declara guerra,Anda a espreitar meus olhos para roê-los,E há de deixar-me apenas os cabelos,Na frialdade inorgânica da terra!(ANJOS, Augusto dos. Melhores poemas. 3. ed. São Paulo: Global, 2001.)I. Mesmo apresentando uma visão negativa, o eu lírico mantém as imagens poéticas utilizadas tradicionalmente.II. O emprego do vocabulário científico reforça a natureza perecível do ser humano, demonstrando o drama da existência.III. É possível reconhecer características literárias de movimentos diferentes tais como o gosto pelo soneto, do Parnasianismo e o tema da angústia existencial própria do Simbolismo.Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)73CCBD59-D8 Português
SintaxeFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosObrigado, DoutorQuando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.— É lápis mesmo, aí no seu bolso.— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
Em “Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:” (3º §) a informação introduzida pela expressão sublinhada apresenta73C845D7-D8 Português
Colocação PronominalFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritosObrigado, DoutorQuando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.— É lápis mesmo, aí no seu bolso.— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
“Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados.” (5º §) Em relação ao trecho destacado, é correto afirmar que73C36ED8-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosObrigado, DoutorQuando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.— É lápis mesmo, aí no seu bolso.— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
Da leitura do texto, conclui-se que:73BFAE63-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosObrigado, DoutorQuando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:— Minha Santa Efigênia! Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa da sua perturbação:— É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:— Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.— Não adiantou nada — queixa-se ele: — Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:— Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã. No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatas, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.— É lápis mesmo, aí no seu bolso.— Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.Vive lendo bulas de remédio: “Este é dos bons” — e seus olhos se iluminam: “justamente o que eu preciso. Dá licença de tomar um, para experimentar?” Quando visita alguém e lhe oferecem alguma coisa para tomar, aceita logo um comprimido. Passa todas as noites na farmácia: “Alguma novidade da Squibb?”Acabou num psicanalista: “Doutor, para ser sincero eu nem sei por onde começar — dizem que eu estou doido? O que eu estou é podre”. Desistiu logo: “Minha alma não tem segredos para ninguém arrancar. Estou com vontade é de arrancar todos os dentes”.E cada vez mais forte, corado, gordo e saudável. “Saudável, eu?” — reage, como a um insulto: “Minha Santa Efigênia! Passei a noite que só você vendo: foi aquele bife que comi ontem, não posso comer gordura nenhuma, tem de ser tudo na água e sal”. No restaurante, é o espantalho dos garçons: “Me traga um filé aberto e batido, bem passado na chapa em três gotas de azeite português, lave bem a faca que não posso nem sentir o cheiro de alho, e duas batatinhas cozidas até começarem a desmanchar, só com uma pitadinha de sal, modesta porém sincera”.De vez em quando um amigo procura agradá-lo: “Você está pálido, o que é que há?” Ele sorri, satisfeito: “Menino, chega aqui que eu vou lhe contar, você é o único que me compreende”. E começa a enumerar suas mazelas — doenças de toda espécie, da mais requintada patogenia, que conhece na ponta da língua. Da última vez enumerou cento e três. E por falar em língua, vive a mostrá-la como um troféu: “Olha como está grossa, saburrosa. Estou com uma caverna no pulmão, não tem dúvida: essa tosse, essa excitação toda, uma febre capaz de arrebentar o termômetro. Meu pulmão deve estar esburacado como um queijo suíço. Tuberculoso em último grau”. E cospe de lado: “Se um mosquito pousar nesse cuspe, morre envenenado”.Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” — e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?”. Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.(SABINO, Fernando. O homem nu. 43ª ed. Rio de Janeiro: Distribuidora Record de Serviços SA, 2005.)
Em relação às características atribuídas ao texto em análise podem ser enumeradas algumas a seguir, com EXCEÇÃO de:73BB5FC3-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosJaponês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncerO japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.)
No último parágrafo do texto, as informações acerca dos dois vencedores do prêmio Nobel de Medicina são interligadas por73B689C9-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosJaponês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncerO japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.)
Em “Ao manipular esses ‘freios’, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos.” (2º §) é correto afirmar que o enunciado apresenta73B2184B-D8 Português
Coesão e coerênciaFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosJaponês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncerO japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.)
Para que haja coesão textual é necessário o emprego adequado de elementos conectivos que promovam o sentido pretendido pelo enunciador tanto no interior de cada parágrafo como na relação entre um parágrafo e outro. No segundo parágrafo do texto, pode-se observar trecho em que o emprego de termo de coesão textual expressa conformidade, a saber:73ADDD41-D8 Português
Interpretação de TextosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosJaponês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncerO japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.)
Tendo em vista os aspectos semânticos da língua, é correto afirmar que o termo destacado tem o sentido produzido no contexto corretamente indicado nos trechos a seguir, EXCETO:EAFACAAA-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosRead the graph below and answer the next question based on it.
According to the graph above we can assert that
EAF512D5-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosRead the cartoon below and answer the next questions based on it.

Disponível em: <https://www.greetingcarduniverse.com/holidaycards/nurses-day-cards/humor/greeting-card-607707> Acessado em 27 de fevereiro de 2019.
According to the cartoon above it is true to assert that the doctor
EAEF9F04-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosHow Sleep Strengthens Your Immune System
Numerous studies have reported the benefits of a good night’s sleep, and now researchers from Germany have found that sound sleep improves immune cells known as T cells.
“T cells are a type of… immune cells that fight against intracellular pathogens, for example virus-infected cells such as flu, HIV, herpes, and cancer cells,” Stoyan Dimitrov, PhD, told Healthline.
The study found a new mechanism through which sleep can assist the immune system.
“We show that the stress hormones adrenaline and noradrenaline and pro-inflammatory molecules prostaglandins inhibit the stickiness of a class of adhesion molecules called integrins,” Dr. Dimitrov said. “Because the levels of adrenaline, noradrenaline, and prostaglandins are low during sleep time, the stickiness of the integrins is stronger. This stickiness is important because in order for T cells to kill virus-infected cells or cancer cells, they need to get in direct contact with them, and the integrin stickiness is known to promote this contact.”
When cells in the body recognize a virally infected cell, they activate integrins, a sticky type of protein, that then allows them to attach to and kill infected cells.
The researchers compared T cells from healthy volunteers who either slept or stayed awake all night.
They found that in the study participants who slept, their T cells showed higher levels of integrin activation than in the T cells of those who were awake.
The findings indicate that sleep has the potential to improve T cell functioning. For people who get poor sleep, stress hormones may inhibit the ability of T cells to function as effectively.
Less than five hours sleep per night on a regular basis is associated with higher mortality, and having less than seven hours sleep for three nights in a row has the same effect on the body as missing one full night of sleep.
Poor sleep can increase inflammation, blood pressure, insulin resistance, cortisol, weight gain, and cardiovascular disease, as well as decrease blood sugar regulation.
Despite numerous studies proving the negative health impacts of poor sleep, experts say many people still don’t prioritize getting enough sleep.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/how-sleepbolsters-your-immune-system#The-bottom-line> Acessado em 21 de fevereiro de 2019.
Many people do nothing regarding getting more sleepEAEAA7F0-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosHow Sleep Strengthens Your Immune System
Numerous studies have reported the benefits of a good night’s sleep, and now researchers from Germany have found that sound sleep improves immune cells known as T cells.
“T cells are a type of… immune cells that fight against intracellular pathogens, for example virus-infected cells such as flu, HIV, herpes, and cancer cells,” Stoyan Dimitrov, PhD, told Healthline.
The study found a new mechanism through which sleep can assist the immune system.
“We show that the stress hormones adrenaline and noradrenaline and pro-inflammatory molecules prostaglandins inhibit the stickiness of a class of adhesion molecules called integrins,” Dr. Dimitrov said. “Because the levels of adrenaline, noradrenaline, and prostaglandins are low during sleep time, the stickiness of the integrins is stronger. This stickiness is important because in order for T cells to kill virus-infected cells or cancer cells, they need to get in direct contact with them, and the integrin stickiness is known to promote this contact.”
When cells in the body recognize a virally infected cell, they activate integrins, a sticky type of protein, that then allows them to attach to and kill infected cells.
The researchers compared T cells from healthy volunteers who either slept or stayed awake all night.
They found that in the study participants who slept, their T cells showed higher levels of integrin activation than in the T cells of those who were awake.
The findings indicate that sleep has the potential to improve T cell functioning. For people who get poor sleep, stress hormones may inhibit the ability of T cells to function as effectively.
Less than five hours sleep per night on a regular basis is associated with higher mortality, and having less than seven hours sleep for three nights in a row has the same effect on the body as missing one full night of sleep.
Poor sleep can increase inflammation, blood pressure, insulin resistance, cortisol, weight gain, and cardiovascular disease, as well as decrease blood sugar regulation.
Despite numerous studies proving the negative health impacts of poor sleep, experts say many people still don’t prioritize getting enough sleep.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/how-sleepbolsters-your-immune-system#The-bottom-line> Acessado em 21 de fevereiro de 2019.
T cells activitiesEAE5C6D0-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosHow Sleep Strengthens Your Immune System
Numerous studies have reported the benefits of a good night’s sleep, and now researchers from Germany have found that sound sleep improves immune cells known as T cells.
“T cells are a type of… immune cells that fight against intracellular pathogens, for example virus-infected cells such as flu, HIV, herpes, and cancer cells,” Stoyan Dimitrov, PhD, told Healthline.
The study found a new mechanism through which sleep can assist the immune system.
“We show that the stress hormones adrenaline and noradrenaline and pro-inflammatory molecules prostaglandins inhibit the stickiness of a class of adhesion molecules called integrins,” Dr. Dimitrov said. “Because the levels of adrenaline, noradrenaline, and prostaglandins are low during sleep time, the stickiness of the integrins is stronger. This stickiness is important because in order for T cells to kill virus-infected cells or cancer cells, they need to get in direct contact with them, and the integrin stickiness is known to promote this contact.”
When cells in the body recognize a virally infected cell, they activate integrins, a sticky type of protein, that then allows them to attach to and kill infected cells.
The researchers compared T cells from healthy volunteers who either slept or stayed awake all night.
They found that in the study participants who slept, their T cells showed higher levels of integrin activation than in the T cells of those who were awake.
The findings indicate that sleep has the potential to improve T cell functioning. For people who get poor sleep, stress hormones may inhibit the ability of T cells to function as effectively.
Less than five hours sleep per night on a regular basis is associated with higher mortality, and having less than seven hours sleep for three nights in a row has the same effect on the body as missing one full night of sleep.
Poor sleep can increase inflammation, blood pressure, insulin resistance, cortisol, weight gain, and cardiovascular disease, as well as decrease blood sugar regulation.
Despite numerous studies proving the negative health impacts of poor sleep, experts say many people still don’t prioritize getting enough sleep.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/how-sleepbolsters-your-immune-system#The-bottom-line> Acessado em 21 de fevereiro de 2019.
A new research study has found thatEAE09955-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosNew Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born
Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.
A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.
Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.
Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.
“The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”
Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.
The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.
“While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.
Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019
The finding that sleep deprivation six years after birth is commonEADC7AB1-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosNew Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born
Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.
A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.
Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.
Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.
“The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”
Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.
The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.
“While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.
Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019
As for sleep deprivation after childbirth, one can assert thatEAD8855A-D5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNew Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born
Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.
A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.
Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.
Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.
“The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”
Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.
The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.
“While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.
Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.
Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019
Researchers have found that sleep deprivationEAD3F82A-D5 Literatura
BarrocoCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosÉ uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.As criações literárias, como todo produto da linguagem, são contextualizadas. Assim, essas criações transparecem marcas de seu tempo e da cultura dos grupos que representam. Podem ser, desse modo, indícios do que viveram os povos, em diferentes momentos de sua história. Não é por acaso, portanto, que:EACFA469-D5 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosÉ uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.A Literatura continua a ser, também, um instrumento de denúncia social e de empoderamento, buscando tornar públicas as marcas da opressão e a exclusão social sofrida pela população, bem como as mazelas advindas de uma sociedade ainda marcada pela desigualdade e pela intolerância. Embora em diferentes épocas, são representantes dessa tendência da Literatura, autores como:1) Olavo Bilac, no poema Canção do exílio.2) João Cabral de Melo Neto, em Morte e Vida Severina.3) Graciliano Ramos, em Vidas Secas.4) Castro Alves, no poema Ao romper d’alva.Estão corretas as informações em:EACB18B1-D5 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosÉ uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.A Literatura brasileira, nas primeiras décadas do século XX:
1) deixa de ser um mero eco de estéticas estrangeiras e passa a ter como referência principal a própria realidade nacional.
2) sem ignorar a cultura internacional, recusa-se a absorvê-la passivamente e procura assimilar criticamente seus valores.
3) aproxima a expressão de suas obras literárias da linguagem manifestada nos padrões da cultura e do falar brasileiro.
4) as produções de seus primeiros representantes acercavam-se da abordagem afetada e artificial de escolas anteriores.
As observações que remetem, corretamente, ao movimento literário do Modernismo, estão nas alternativas: