Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.980 questões encontradas. Mostrando a página 66 de 99.

  • EAC7F1F1-D5

    Literatura

    Arcadismo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    É uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.

    O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.
    O texto acima define características de um período literário conhecido como:
    Escolha uma alternativa para a questão eac7f1f1-d5
  • EAC3B038-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A LINGUAGEM

    A linguagem humana é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. É um instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos. É o instrumento graças ao qual influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também um recurso indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.

    Antes mesmo do primeiro despertar da nossa consciência, as palavras já ressoavam à nossa volta, pronta para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e nos acompanhar inseparavelmente através da vida. Está presente desde as mais humildes ocupações da vida cotidiana, aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dias retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor.

    A linguagem não é um simples acompanhante do homem, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento e do convívio social; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho.

    Para o bem e para o mal, o desenvolvimento da linguagem está tão inexplicavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isto: a própria fonte de desenvolvimento dessas coisas.

    É por isso que a linguagem cativou o homem enquanto objeto de deslumbramento e de descrição, na poesia e na ciência.

    Louis Hjelmslev. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1975. Adaptado
    Conforme o Texto 3, a complexidade das ações de linguagem decorre do fato de a linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão eac3b038-d5
  • EABF214D-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A LINGUAGEM

    A linguagem humana é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. É um instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos. É o instrumento graças ao qual influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também um recurso indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.

    Antes mesmo do primeiro despertar da nossa consciência, as palavras já ressoavam à nossa volta, pronta para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e nos acompanhar inseparavelmente através da vida. Está presente desde as mais humildes ocupações da vida cotidiana, aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dias retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor.

    A linguagem não é um simples acompanhante do homem, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento e do convívio social; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho.

    Para o bem e para o mal, o desenvolvimento da linguagem está tão inexplicavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isto: a própria fonte de desenvolvimento dessas coisas.

    É por isso que a linguagem cativou o homem enquanto objeto de deslumbramento e de descrição, na poesia e na ciência.

    Louis Hjelmslev. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1975. Adaptado
    O Texto 3 tem como objetivo central:
    Escolha uma alternativa para a questão eabf214d-d5
  • EABA85B1-D5

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    A sintaxe da língua portuguesa prevê normas para o uso da flexão verbal, em concordância com o sujeito da construção frasal. Como também prevê normas que regulam a regência entre verbos e seus complementos. Com base nesses princípios, analise as alternativas seguintes e identifique aquela que está inteiramente conforme tais normas.
    Escolha uma alternativa para a questão eaba85b1-d5
  • EAB5348E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    A teoria linguística propõe que o uso da linguagem constitui uma forma de a pessoa atuar ou agir socialmente. Entre as possíveis ações que resultam das intenções reveladas no Texto 2, prevalece a ação de:
    Escolha uma alternativa para a questão eab5348e-d5
  • EAAF6627-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    Pelas ideias expostas no Texto 2, é claro que sua abordagem temática:
    Escolha uma alternativa para a questão eaaf6627-d5
  • EAAA7DEC-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    Acerca do título dado ao Texto 2, é relevante a observação de que as palavras escolhidas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaaa7dec-d5
  • EAA68257-D5

    Português

    Advérbios
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Analisando os nexos que criam e sinalizam a coesão entre os diferentes segmentos do texto 1, merece destaque:


    1) a reocorrência de palavras como ‘doença’, ‘diabetes’, ‘médico’, ‘medicação’, ‘morte’ etc.
    2) o uso de conjunções e locuções adverbiais entre certos segmentos do texto; por exemplo: ‘mas’, ‘como’, ‘para’, ‘ainda’, ‘mais...do que’;
    3) a afinidade semântica entre certas palavras, como ‘doença’, ‘tratamento’, ‘paciente’, criando uma espécie de continuidade temática.
    4) a ocorrência de pronomes em contextos de retomada de segmentos anteriores do texto, como em: ‘Claro que há boa notícia em meio a essa história’.
    5) a estrita correção, conforme as regras da norma culta, que promove a coesão textual.

    Estão corretas as alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa68257-d5
  • EAA279B6-D5

    Português

    Interpretação de Textos
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Analisando alguns termos do vocabulário em uso no Texto 1, percebe-se que em:

    1) “...vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes”, a expressão destacada tem um sentido analógico.
    2) “uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes”, o termo em negrito tem o sentido de ‘irreversíveis’.
    3) “Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico”, a expressão destacada tem o sentido de ‘calcula-se’.
    4) “Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização”, há na palavra destacada um efeito do sentido metafórico.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa279b6-d5
  • EA9DB81F-D5

    Português

    Interpretação de Textos
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    No início do parágrafo 3 do Texto 1, o autor formula duas perguntas. Trata-se de uma estratégia do autor para:
    Escolha uma alternativa para a questão ea9db81f-d5
  • EA99F06E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    No que se refere ao mal do diabetes, a pesquisa de que trata o Texto 1 explora dúvidas que ainda existem quanto:
    Escolha uma alternativa para a questão ea99f06e-d5
  • EA94C5B4-D5

    Português

    Interpretação de Textos
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Considerando o texto inteiro, pode-se constatar que perpassa todo o Texto 1 a advertência de que:
    Escolha uma alternativa para a questão ea94c5b4-d5
  • EA8F08F5-D5

    Português

    Gêneros Textuais
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    A compreensão de um texto depende, entre outros fatores, de sua composição, ou seja, de seu tipo e gênero. O Texto 1 tem os distintivos óbvios de:
    Escolha uma alternativa para a questão ea8f08f5-d5
  • A6F0207C-CD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    Para responder à questão considere, além do texto anterior, as figuras abaixo:
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


    Considere as seguintes assertivas sobre o texto “Do you have Fobo?” e as Figuras 1 e 2:

    I. O primeiro texto apresenta argumentos de diferentes fontes, tendo um caráter dissertativo-expositivo.
    II. As Figuras 1 e 2 têm como objetivo realizar uma crítica geral à sociedade cada vez mais dependente de tecnologias.
    III. Todos os textos tratam de um tema afim, mas usam recursos comunicativos diferentes.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão a6f0207c-cd
  • A6EC37F4-CD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    Para responder à questão considere, além do texto anterior, as figuras abaixo:
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


    Analise as afirmações que são feitas sobre as Figuras 1 e 2 e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

    ( ) Na Figura 1, o pássaro usa a palavra “fear” para se referir, especificamente, ao medo de se fazer uma escolha errada.
    ( ) Na Figura 2, acredita-se que a escolha entre qual elevador utilizar é difícil, pois ambos possuem características completamente diferentes. Refere-se ao medo de fazer uma escolha errada, que o texto chama de Fobo.
    ( ) Ambas as figuras tratam de medos que são típicos da sociedade hiperconectada: a primeira é um exemplo de Fomo e a segunda de Fobo.

    A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
    Escolha uma alternativa para a questão a6ec37f4-cd
  • A6E90E04-CD

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    Para responder à questão considere, além do texto anterior, as figuras abaixo:
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


    Na Figura 1, qual palavra abaixo seria uma substituição adequada para “dope”?
    Escolha uma alternativa para a questão a6e90e04-cd
  • A6E52B09-CD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    (Source: https://www.stylist.co.uk/life/do-you-have-fobo-why-fear-of-better-options-is-making-us-miserableand-how-to-get-around-it/330254– Adapted) 
    Em qual parágrafo do texto há um argumento baseado em dados e pesquisas científicas?
    Escolha uma alternativa para a questão a6e52b09-cd
  • A6E118D1-CD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    (Source: https://www.stylist.co.uk/life/do-you-have-fobo-why-fear-of-better-options-is-making-us-miserableand-how-to-get-around-it/330254– Adapted) 
    Na linha 08, o modal verb “might”:
    Escolha uma alternativa para a questão a6e118d1-cd
  • A6DC9B09-CD

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    (Source: https://www.stylist.co.uk/life/do-you-have-fobo-why-fear-of-better-options-is-making-us-miserableand-how-to-get-around-it/330254– Adapted) 
    Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

    I. A lacuna da linha 27 deveria ser preenchida por On the other hand.

    PORQUE

    II. Introduz o segundo de dois pontos de vista que se contrastam.
    Escolha uma alternativa para a questão a6dc9b09-cd
  • A6D93FC4-CD

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Do you have Fobo?
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019
    (Source: https://www.stylist.co.uk/life/do-you-have-fobo-why-fear-of-better-options-is-making-us-miserableand-how-to-get-around-it/330254– Adapted) 
    A palavra “that” (l. 10) refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão a6d93fc4-cd