Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

6.587 questões encontradas. Mostrando a página 293 de 330.

  • 0DBF28FF-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

        Óbitos por cepas de bactérias resistentes a antibióticos vêm crescendo. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, como a Candida auris.
        Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano.
    Hélio Schwartsman, “Mortes anunciadas”. Folha de São Paulo, Abril/2019.
    Adaptado. 
    O autor expressa preocupação com o fato de que as soluções para o problema apontado passam por um esforço multinacional, em face ao crescente número de governos isolacionistas, porque
    Escolha uma alternativa para a questão 0dbf28ff-99
  • 0DBB94BE-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A certa personagem desvanecida

    Um soneto começo em vosso gabo*:
    Contemos esta regra por primeira,
    Já lá vão duas, e esta é a terceira,
    Já este quartetinho está no cabo.

    Na quinta torce agora a porca o rabo;
    A sexta vá também desta maneira:
    Na sétima entro já com grã** canseira,
    E saio dos quartetos muito brabo.

    Agora nos tercetos que direi?
    Direi que vós, Senhor, a mim me honrais
    Gabando‐vos a vós, e eu fico um rei.

    Nesta vida um soneto já ditei;
    Se desta agora escapo, nunca mais:
    Louvado seja Deus, que o acabei.
    Gregório de Matos

    *louvor **grande

    Tipo zero

    Você é um tipo que não tem tipo
    Com todo tipo você se parece
    E sendo um tipo que assimila tanto tipo
    Passou a ser um tipo que ninguém esquece

    Quando você penetra num salão
    E se mistura com a multidão
    Você se torna um tipo destacado
    Desconfiado todo mundo fica
    Que o seu tipo não se classifica
    Você passa a ser um tipo desclassificado

    Eu até hoje nunca vi nenhum
    Tipo vulgar tão fora do comum
    Que fosse um tipo tão observado
    Você ficou agora convencido
    Que o seu tipo já está batido
    Mas o seu tipo é o tipo do tipo esgotado
    Noel Rosa

    O soneto de Gregório de Matos e o samba de Noel Rosa, embora distantes na forma e no tempo, aproximam‐se por ironizarem
    Escolha uma alternativa para a questão 0dbb94be-99
  • 0DB6AF48-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Hoje fizeram o enterro de Bela. Todos na Chácara se convenceram de que ela estava morta, menos eu. Se eu pudesse não deixaria enterrá‐la ainda. Disse isso mesmo a vovó, mas ela disse que não se pode fazer assim. Bela estava igualzinha à que ela era no dia em que chegou da Formação, só um pouquinho mais magra.
    Todos dizem que o sofrimento da morte é a luta da alma para se largar do corpo. Eu perguntei a vovó: “Como é que a alma dela saiu sem o menor sofrimento, sem ela fazer uma caretinha que fosse?”. Vovó disse que tudo isso é mistério, que nunca a gente pode saber essas coisas com certeza. Uns sofrem muito quando a alma se despega do corpo, outros morrem de repente sem sofrer.
    Helena Morley, Minha Vida de Menina.

    Perguntas

    Numa incerta hora fria
    perguntei ao fantasma
    que força nos prendia,
    ele a mim, que presumo
    estar livre de tudo eu a ele, gasoso,
    (...)

    No voo que desfere
    silente e melancólico,
    rumo da eternidade,
    ele apenas responde
    (se acaso é responder
    a mistérios, somar‐lhes
    um mistério mais alto):

    Amar, depois de perder.
    Carlos Drummond de Andrade, Claro Enigma.

    As perguntas da menina e do poeta versam sobre a morte. É correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 0db6af48-99
  • 0DB2DE5F-99

    Português

    Coesão e coerência
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Imagem da questão de Português, USP 2019, Coesão e coerência
    Machado de Assis, Quincas Borba.
    Considerando o contexto, o trecho “E não se pense que este nome a alegrou, posto que a lisonjeasse” (L.10‐11) pode ser reescrito,sem prejuízo de sentido, da seguinte maneira: E não se pense que este nome a alegrou,
    Escolha uma alternativa para a questão 0db2de5f-99
  • 0DAD78B9-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Imagem da questão de Português, USP 2019, Interpretação de Textos
    Machado de Assis, Quincas Borba.
    No excerto, o autor recorre à intertextualidade, dialogando com a comédia de Molière, Tartufo (1664), cuja personagem central é um impostor da fé. Tal é a fama da peça que o nome próprio se incorporou ao vocabulário, inclusive em português, como substantivo comum, para designar o “indivíduo hipócrita” ou o “falso devoto”. No contexto maior do romance, sugere‐se que a tartufice
    Escolha uma alternativa para a questão 0dad78b9-99
  • 0DA7C7F9-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2019, Interpretação de Textos
    Djamila Ribeiro, Quem tem medo do feminismo negro?.

    O trecho que melhor define a “incompreensão fundamental” (L.6) referida pela autora é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0da7c7f9-99
  • 0DA3993C-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Agora, o Manuel Fulô, este,sim! Um sujeito pingadinho, quase menino – “pepino que encorujou desde pequeno” – cara de bobo de fazenda, do segundo tipo –; porque toda fazenda tem o seu bobo, que é, ou um velhote baixote, de barba rara no queixo, ou um eterno rapazola, meio surdo, gago, glabro* e alvar**. Mas gostava de fechar a cara e roncar voz, todo enfarruscado, para mostrar brabeza, e só por descuido sorria, um sorriso manhoso de dono de hotel. E, em suas feições de caburé*** insalubre, amigavam‐se as marcas do sangue aimoré e do gálico herdado: cabelo preto, corrido, que boi lambeu; dentes de fio em meia‐lua; malares pontudos; lobo da orelha aderente; testa curta, fugidia; olhinhos de viés e nariz peba, mongol.
    Guimarães Rosa, “Corpo fechado”, de Sagarana.

    *sem pelos, sem barba **tolo ***mestiço

    O retrato de Manuel Fulô, tal como aparece no fragmento, permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 0da3993c-99
  • 0D9F455B-99

    Português

    Pontuação
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Twitter é uma das redes sociais mais importantes no Brasil e no mundo. (...) Um estudo identificou que as fake news são 70% mais propensas a serem retweetadas do que fatos verdadeiros. (...) Outra conclusão importante do trabalho diz respeito aos famosos bots: ao contrário do que muitos pensam, esses robôs não são os grandes responsáveis por disseminar notícias falsas. Nem mesmo comparando com outros robozinhos: tanto os que espalham informações mentirosas quanto aqueles que divulgam dados verdadeiros alcançaram o mesmo número de pessoas.
    Super Interessante, “No Twitter, fake news se espalham 6 vezes mais rápido que notícias verdadeiras”. Maio/2019.

    No período “Nem mesmo comparando com outros robozinhos: tanto os que espalham informações mentirosas quanto aqueles que divulgam dados verdadeiros alcançaram o mesmo número de pessoas.”, os dois‐pontos são utilizados para introduzir uma
    Escolha uma alternativa para a questão 0d9f455b-99
  • 0D9AFE15-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Uma planta é perturbada na sua sesta* pelo exército que a pisa.
    Mas mais frágil fica a bota.
    Gonçalo M. Tavares, 1: poemas.

    *sesta: repouso após o almoço.
    O ditado popular que se relaciona melhor com o poema é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d9afe15-99
  • 0D942555-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Uma planta é perturbada na sua sesta* pelo exército que a pisa.
    Mas mais frágil fica a bota.
    Gonçalo M. Tavares, 1: poemas.

    *sesta: repouso após o almoço.
    Considerando que se trata de um texto literário, uma interpretação que seja capaz de captar a sua complexidade abordará o poema como
    Escolha uma alternativa para a questão 0d942555-99
  • 0D9039F1-99

    Português

    Denotação e Conotação
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    amora

    a palavra amora
    seria talvez menos doce
    e um pouco menos vermelha
    se não trouxesse em seu corpo
    (como um velado esplendor)
    a memória da palavra amor

    a palavra amargo
    seria talvez mais doce
    e um pouco menos acerba
    se não trouxesse em seu corpo
    (como uma sombra a espreitar)
    a memória da palavra amar
    Marco Catalão, Sob a face neutra.
    Tal como se lê no poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 0d9039f1-99
  • 0D8D460A-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    amora

    a palavra amora
    seria talvez menos doce
    e um pouco menos vermelha
    se não trouxesse em seu corpo
    (como um velado esplendor)
    a memória da palavra amor

    a palavra amargo
    seria talvez mais doce
    e um pouco menos acerba
    se não trouxesse em seu corpo
    (como uma sombra a espreitar)
    a memória da palavra amar
    Marco Catalão, Sob a face neutra.
    É correto afirmar que o poema
    Escolha uma alternativa para a questão 0d8d460a-99
  • 0D8906E5-99

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho extraído de uma notícia veiculada na internet:

    “O carro furou o pneu e bateu no meio fio, então eles foram obrigados a parar. O refém conseguiu acionar a população, que depois pegou dois dos três indivíduos e tentaram linchar eles. O outro conseguiu fugir, mas foi preso momentos depois por uma viatura do 5º BPM”, afirmou o major.
    Disponível em https://www.gp1.com.br/.

    No português do Brasil, a função sintática do sujeito não possui, necessariamente, uma natureza de agente, ainda que o verbo esteja na voz ativa, tal como encontrado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d8906e5-99
  • 0D84EC3B-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    Para Graciliano Ramos, Angústia não faz concessão ao gosto do público na medida em que compõe uma atmosfera
    Escolha uma alternativa para a questão 0d84ec3b-99
  • 0D81A760-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    Se o discurso literário “aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o”, pode‐se dizer que Luís da Silva, o narrador‐ protagonista de Angústia, já não se comove com a leitura de “histórias fáceis, sem almas complicadas” porque
    Escolha uma alternativa para a questão 0d81a760-99
  • 0D7E38E3-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    O argumento de Benedito Nunes, em torno da natureza artística da literatura, leva a considerar que a obra só assume função transformadora se
    Escolha uma alternativa para a questão 0d7e38e3-99
  • 0D7A2032-99

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Cantiga de enganar

    (...)
    O mundo não tem sentido.
    O mundo e suas canções
    de timbre mais comovido
    estão calados, e a fala
    que de uma para outra sala
    ouvimos em certo instante
    é silêncio que faz eco
    e que volta a ser silêncio
    no negrume circundante.
    Silêncio: que quer dizer?
    Que diz a boca do mundo?
    Meu bem, o mundo é fechado,
    se não for antes vazio.
    O mundo é talvez: e é só.

    Talvez nem seja talvez.
    O mundo não vale a pena,
    mas a pena não existe.
    Meu bem, façamos de conta.
    De sofrer e de olvidar,
    de lembrar e de fruir,
    de escolher nossas lembranças
    e revertê‐las, acaso
    se lembrem demais em nós.
    Façamos, meu bem, de conta
    – mas a conta não existe –
    que é tudo como se fosse,
    ou que, se fora, não era.
    (...)

    Carlos Drummond de Andrade, Claro Enigma.

    Em Claro Enigma, a ideia de engano surge sob a perspectiva do sujeito maduro, já afastado das ilusões, como se lê no verso‐síntese “Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.” (“Legado”). O excerto de “Cantiga de enganar” apresenta a relação do eu com o mundo mediada
    Escolha uma alternativa para a questão 0d7a2032-99
  • 0D75E823-99

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Harlem

    What happens to a dream deferred?

    Does it dry up
    like a raisin in the sun?
    Or fester like a sore —
    And then run?
    Does it stink like rotten meat?
    Or crust and sugar over —
    like a syrupy sweet?

    Maybe it just sags
    like a heavy load.

    Or does it explode?

    Langston Hughes, Selected Poems of Langston Hughes (1990).
    Disponível em http://www.poetryfoundation.org/.

    As tentativas de resposta do poeta à pergunta “What happens to a dream deferred?” evocam imagens de
    Escolha uma alternativa para a questão 0d75e823-99
  • 0D7020E5-99

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

        Scientists have long touted DNA’s potential as an ideal storage medium; it’s dense, easy to replicate, and stable over millennia. But in order to replace existing silicon‐chip or magnetic‐tape storage technologies, DNA will have to get a lot cheaper to predictably read, write, and package.
        That’s where scientists like Hyunjun Park come in. He and the other cofounders of Catalog, an MIT DNA‐storage spinoff emerging out of stealth on Tuesday, are building a machine that will write a terabyte of data a day, using 500 trillion molecules of DNA.  
        If successful, DNA storage could be the answer to a uniquely 21st‐century problem: information overload. Five years ago humans had produced 4.4 zettabytes of data; that's set to explode to 160 zettabytes (each year!) by 2025. Current infrastructure can handle only a fraction of the coming data deluge, which is expected to consume all the world's microchip‐grade silicon by 2040.
        “Today’s technology is already close to the physical limits of scaling,” says Victor Zhirnov, chief scientist of the Semiconductor Research Corporation. “DNA has an information‐storage density several orders of magnitude higher than any other known storage technology.”
        How dense exactly? Imagine formatting every movie ever made into DNA; it would be smaller than the size of a sugar cube. And it would last for 10,000 years.
    Wired, June, 2018. Disponível em https://www.wired.com/. Adaptado.
    Conforme o texto, cientistas preveem que, em pouco mais de 20 anos,
    Escolha uma alternativa para a questão 0d7020e5-99
  • 0D6C4F98-99

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

        Scientists have long touted DNA’s potential as an ideal storage medium; it’s dense, easy to replicate, and stable over millennia. But in order to replace existing silicon‐chip or magnetic‐tape storage technologies, DNA will have to get a lot cheaper to predictably read, write, and package.
        That’s where scientists like Hyunjun Park come in. He and the other cofounders of Catalog, an MIT DNA‐storage spinoff emerging out of stealth on Tuesday, are building a machine that will write a terabyte of data a day, using 500 trillion molecules of DNA.  
        If successful, DNA storage could be the answer to a uniquely 21st‐century problem: information overload. Five years ago humans had produced 4.4 zettabytes of data; that's set to explode to 160 zettabytes (each year!) by 2025. Current infrastructure can handle only a fraction of the coming data deluge, which is expected to consume all the world's microchip‐grade silicon by 2040.
        “Today’s technology is already close to the physical limits of scaling,” says Victor Zhirnov, chief scientist of the Semiconductor Research Corporation. “DNA has an information‐storage density several orders of magnitude higher than any other known storage technology.”
        How dense exactly? Imagine formatting every movie ever made into DNA; it would be smaller than the size of a sugar cube. And it would last for 10,000 years.
    Wired, June, 2018. Disponível em https://www.wired.com/. Adaptado.
    Afirma‐se no texto que, no futuro, a tecnologia de gravação em moléculas de DNA
    Escolha uma alternativa para a questão 0d6c4f98-99