Questões do ENEM 2022

Questões aplicadas na prova de 2022, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

510 questões encontradas. Mostrando a página 12 de 26.

  • 666C8E7C-C1

    Literatura

    Escolas Literárias
    URCA · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    (URCA/2022.2) Assinale a obra do Século XIX cujo enredo é dominado por uma sátira aos riscos da incompreensão dos métodos da ciência:
    Escolha uma alternativa para a questão 666c8e7c-c1
  • 666A6697-C1

    Literatura

    Escolas Literárias
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    (URCA/2022.2) Sobre o Pré-Modernismo brasileiro, assinale a alternativa incorreta:
    Escolha uma alternativa para a questão 666a6697-c1
  • 6665E910-C1

    Literatura

    Escolas Literárias
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    (URCA/2022.2) João Cabral de Melo Neto, Cecília Meirelles e Manoel de Barros são, respectivamente, autores de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6665e910-c1
  • 6663D944-C1

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) O trecho "A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros" traduz a ideia de que o autor: 
    Escolha uma alternativa para a questão 6663d944-c1
  • 665F4E66-C1

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2022Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) Na frase "Essa, no entanto, é uma ideia PARA LÁ DE controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis.", a expressão destacada denota a ideia de :
    Escolha uma alternativa para a questão 665f4e66-c1
  • 665D0FEB-C1

    Português

    Morfologia - Pronomes
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) No trecho "Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local.", a palavra QUE é pronome relativo com função de sujeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 665d0feb-c1
  • 665B16B1-C1

    Português

    Análise sintática
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) Na sentença "O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara.", é correto constatar a existência de: 
    Escolha uma alternativa para a questão 665b16b1-c1
  • 66590B53-C1

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Considerando o trecho "No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), O MESMO NÃO ocorre nos dias de hoje.", assinale a alternativa em que a recuperação de um termo elíptico altera o sentido original:
    Escolha uma alternativa para a questão 66590b53-c1
  • 6656ECAB-C1

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Considerando o trecho "Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados..", é correto afirmar que a palavra que estabelece conexão interparagrafal de sentido, denotando uma atitude opinativa, de avaliação dos fatos, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6656ecab-c1
  • 6654FBB3-C1

    Português

    Advérbios
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Considerando-se a sentença "Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.", é incorreto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6654fbb3-c1
  • 6653041F-C1

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Na sentença "Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, QUE evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. ", que função sintática é exercida pelo pronome QUE:
    Escolha uma alternativa para a questão 6653041f-c1
  • FAE3B598-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question

    How to Stop Eating Sugar

    By David Leonhardt

    If you’re like most Americans, you eat more sugar than is good for you. But it’s entirely possible to eat less sugar without sacrificing much — if any — of the pleasures of eating. Surprising as it may sound, many people who have cut back on sugar say they find their new eating habits more pleasurable than their old ones. This guide will walk you through why sugar matters, how you can make smart food choices to reduce sugar consumption, and how you can keep your life sweet, even without so many sweets.

    Here's why you eat more sugar than you realize, and why it's a problem. The first thing to know: Added sugars, of one kind or another, are almost everywhere in the modern diet. They’re in sandwich bread, chicken stock, pickles, salad dressing, crackers, yogurt and cereal, as well as in the obvious foods and drinks, like soda and desserts.

    The biggest problem with added sweeteners is that they make it easy to overeat. They’re tasty and highly caloric but they often don’t make you feel full. Instead, they can trick you into wanting even more food. Because we’re surrounded by added sweeteners — in our kitchens, in restaurants, at schools and offices — most of us will eat too much of them unless we consciously set out to do otherwise.

    It’s not an accident. The sugar industry has conducted an aggressive, decades-long campaign to blame the obesity epidemic on fats, not sugars. Fats, after all, seem as if they should cause obesity. Thanks partly to that campaign, sugar consumption soared in the United States even as people were trying to lose weight. But research increasingly indicates that an overabundance of simple carbohydrates, and sugar in particular, is the No. 1 problem in modern diets. Sugar is the driving force behind the diabetes and obesity epidemics. Fortunately, more people are realizing the harms of sugar and cutting back.

    [...]

    Changing your diet is hard. If your strategy involves thinking about sugar all the time — whenever you’re shopping or eating — you’ll likely fail. You’ll also be miserable in the process. It’s much more effective to come up with a few simple rules and habits that then become second nature. (One strategy to consider: Eliminate all added sugars for one month, and then add back only the ones you miss. It’s easier than it sounds.)

    Above all, most people’s goal should be to find a few simple, lasting ways to cut back on sugar. Once you’re done reading this guide, we suggest you choose two or three of our ideas and try them for a few weeks.

    https://www.nytimes.com/guides/smarterliving/how-to-stop-eating-sugar (text adapted)

    The terms “ones”, in highlighted, found in the first and fifth paragraphs, in the text How to Stop Eating Sugar, refer to
    Escolha uma alternativa para a questão fae3b598-b0
  • FAE0A327-B0

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question

    How to Stop Eating Sugar

    By David Leonhardt

    If you’re like most Americans, you eat more sugar than is good for you. But it’s entirely possible to eat less sugar without sacrificing much — if any — of the pleasures of eating. Surprising as it may sound, many people who have cut back on sugar say they find their new eating habits more pleasurable than their old ones. This guide will walk you through why sugar matters, how you can make smart food choices to reduce sugar consumption, and how you can keep your life sweet, even without so many sweets.

    Here's why you eat more sugar than you realize, and why it's a problem. The first thing to know: Added sugars, of one kind or another, are almost everywhere in the modern diet. They’re in sandwich bread, chicken stock, pickles, salad dressing, crackers, yogurt and cereal, as well as in the obvious foods and drinks, like soda and desserts.

    The biggest problem with added sweeteners is that they make it easy to overeat. They’re tasty and highly caloric but they often don’t make you feel full. Instead, they can trick you into wanting even more food. Because we’re surrounded by added sweeteners — in our kitchens, in restaurants, at schools and offices — most of us will eat too much of them unless we consciously set out to do otherwise.

    It’s not an accident. The sugar industry has conducted an aggressive, decades-long campaign to blame the obesity epidemic on fats, not sugars. Fats, after all, seem as if they should cause obesity. Thanks partly to that campaign, sugar consumption soared in the United States even as people were trying to lose weight. But research increasingly indicates that an overabundance of simple carbohydrates, and sugar in particular, is the No. 1 problem in modern diets. Sugar is the driving force behind the diabetes and obesity epidemics. Fortunately, more people are realizing the harms of sugar and cutting back.

    [...]

    Changing your diet is hard. If your strategy involves thinking about sugar all the time — whenever you’re shopping or eating — you’ll likely fail. You’ll also be miserable in the process. It’s much more effective to come up with a few simple rules and habits that then become second nature. (One strategy to consider: Eliminate all added sugars for one month, and then add back only the ones you miss. It’s easier than it sounds.)

    Above all, most people’s goal should be to find a few simple, lasting ways to cut back on sugar. Once you’re done reading this guide, we suggest you choose two or three of our ideas and try them for a few weeks.

    https://www.nytimes.com/guides/smarterliving/how-to-stop-eating-sugar (text adapted)

    The extract “If you’re like most Americans”, in the first paragraph, reflects, in the order of appearance:
    Escolha uma alternativa para a questão fae0a327-b0
  • FADDD3BB-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question

    How to Stop Eating Sugar

    By David Leonhardt

    If you’re like most Americans, you eat more sugar than is good for you. But it’s entirely possible to eat less sugar without sacrificing much — if any — of the pleasures of eating. Surprising as it may sound, many people who have cut back on sugar say they find their new eating habits more pleasurable than their old ones. This guide will walk you through why sugar matters, how you can make smart food choices to reduce sugar consumption, and how you can keep your life sweet, even without so many sweets.

    Here's why you eat more sugar than you realize, and why it's a problem. The first thing to know: Added sugars, of one kind or another, are almost everywhere in the modern diet. They’re in sandwich bread, chicken stock, pickles, salad dressing, crackers, yogurt and cereal, as well as in the obvious foods and drinks, like soda and desserts.

    The biggest problem with added sweeteners is that they make it easy to overeat. They’re tasty and highly caloric but they often don’t make you feel full. Instead, they can trick you into wanting even more food. Because we’re surrounded by added sweeteners — in our kitchens, in restaurants, at schools and offices — most of us will eat too much of them unless we consciously set out to do otherwise.

    It’s not an accident. The sugar industry has conducted an aggressive, decades-long campaign to blame the obesity epidemic on fats, not sugars. Fats, after all, seem as if they should cause obesity. Thanks partly to that campaign, sugar consumption soared in the United States even as people were trying to lose weight. But research increasingly indicates that an overabundance of simple carbohydrates, and sugar in particular, is the No. 1 problem in modern diets. Sugar is the driving force behind the diabetes and obesity epidemics. Fortunately, more people are realizing the harms of sugar and cutting back.

    [...]

    Changing your diet is hard. If your strategy involves thinking about sugar all the time — whenever you’re shopping or eating — you’ll likely fail. You’ll also be miserable in the process. It’s much more effective to come up with a few simple rules and habits that then become second nature. (One strategy to consider: Eliminate all added sugars for one month, and then add back only the ones you miss. It’s easier than it sounds.)

    Above all, most people’s goal should be to find a few simple, lasting ways to cut back on sugar. Once you’re done reading this guide, we suggest you choose two or three of our ideas and try them for a few weeks.

    https://www.nytimes.com/guides/smarterliving/how-to-stop-eating-sugar (text adapted)

    In the long run, eating too much sugar has become one of the biggest problems for people. In the text we can find points and counterpoints related to added sweeteners. In this question, the option in which there are one positive and one negative aspect in consuming sugar is
    Escolha uma alternativa para a questão faddd3bb-b0
  • FADAAA3B-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question


    Science confirms: Dark chocolate and red wine helps keep you looking young


    NEWSNER

    Chocolate and wine, and not always together, are among life’s simple pleasures, but most of us think we should only indulge in these pleasures in moderation.

    Granted chocolate and wine contain a high number of calories and I don’t need to explain what happens to our bodies and minds if we drink too much wine. But now scientists may have found a reason to indulge in these delicious things more often than we think.

    A recent study found a powerful antioxidant present in dark chocolate and red wine; the effect of this antioxidant on our bodies could be a reason to celebrate. Scientists say the presence of resveratrol in these food items has a positive effect on the brain, heart, and lifespan. The most naturally abundant sources of resveratrol are plants, including the skin of red grapes, red wine, raw cocoa, and dark berries, like lingonberries and blueberries.

    A team led by Professor Lorna Harries at the University of Exeter discovered that by treating worn-out human cells with a formulation of resveratrol the older cells started to divide. These older cells then developed longer telomeres – the protective tips on the ends of chromosomes which shorten as we age, according to Longevity Facts. It seemed a miracle that these old cells looked young again. The experiment was repeated several times and each time the result was rejuvenated cells.

    According to scientists red wine, dark chocolate and some berries also help to reduce inflammation and strengthen the heart. This powerful antioxidant was also found to help ward off certain age-related diseases.

    Certain metabolic diseases, including type 2 diabetes and heart disease, tend to occur as we age. In animal studies, severely restricting calories can help prevent some of these diseases.

    Researchers found that resveratrol can mimic calorie restriction in some ways and found it to extend the lifespans of yeast, worms, flies and fish. To help avoid the excessive consumption of red wine, this antioxidant can also be found in dark chocolate, grapes, raspberries, plums, blueberries, cranberries, grape tomatoes, and pomegranate. These findings are fascinating and are a step to prolonging people’s life without affecting overall health.

    Please share with all your friends and family so they know dark chocolate can finally be consumed guilt free!

    https://en.stories.newsner.com/health/science-confirms-dark-chocolate-and-red-wine-helps-keep-you-looking-young/ Accessed on May, 7th. Slightly modified

    Scientists have discovered resveratrol as a natural resource can be found in many fruits. The natural resource we can extract it from is
    Escolha uma alternativa para a questão fadaaa3b-b0
  • FAD790ED-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question


    Science confirms: Dark chocolate and red wine helps keep you looking young


    NEWSNER

    Chocolate and wine, and not always together, are among life’s simple pleasures, but most of us think we should only indulge in these pleasures in moderation.

    Granted chocolate and wine contain a high number of calories and I don’t need to explain what happens to our bodies and minds if we drink too much wine. But now scientists may have found a reason to indulge in these delicious things more often than we think.

    A recent study found a powerful antioxidant present in dark chocolate and red wine; the effect of this antioxidant on our bodies could be a reason to celebrate. Scientists say the presence of resveratrol in these food items has a positive effect on the brain, heart, and lifespan. The most naturally abundant sources of resveratrol are plants, including the skin of red grapes, red wine, raw cocoa, and dark berries, like lingonberries and blueberries.

    A team led by Professor Lorna Harries at the University of Exeter discovered that by treating worn-out human cells with a formulation of resveratrol the older cells started to divide. These older cells then developed longer telomeres – the protective tips on the ends of chromosomes which shorten as we age, according to Longevity Facts. It seemed a miracle that these old cells looked young again. The experiment was repeated several times and each time the result was rejuvenated cells.

    According to scientists red wine, dark chocolate and some berries also help to reduce inflammation and strengthen the heart. This powerful antioxidant was also found to help ward off certain age-related diseases.

    Certain metabolic diseases, including type 2 diabetes and heart disease, tend to occur as we age. In animal studies, severely restricting calories can help prevent some of these diseases.

    Researchers found that resveratrol can mimic calorie restriction in some ways and found it to extend the lifespans of yeast, worms, flies and fish. To help avoid the excessive consumption of red wine, this antioxidant can also be found in dark chocolate, grapes, raspberries, plums, blueberries, cranberries, grape tomatoes, and pomegranate. These findings are fascinating and are a step to prolonging people’s life without affecting overall health.

    Please share with all your friends and family so they know dark chocolate can finally be consumed guilt free!

    https://en.stories.newsner.com/health/science-confirms-dark-chocolate-and-red-wine-helps-keep-you-looking-young/ Accessed on May, 7th. Slightly modified

    Some research led by Professor Lorna Harries from the University of Exeter has discovered resveratrol present in red wine as well as in dark chocolate has an antioxidant effect in the human body. Besides this effect the option which points out another positive one is 
    Escolha uma alternativa para a questão fad790ed-b0
  • FAD4A0DB-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão a seguir embasam-se na obra de Viriato Corrêa. Escrita na década de 1930, essa obra literária contém as memórias de infância do menino Cazuza, vivida no interior do Maranhão no final do século XIX.

    Nessa poesia popular nordestina trazida por Viriato Corrêa, em "Cazuza", observa-se o intuito dos repentistas de sobrepujarem um ao outro

    — José Firmino acredite,
    Não gosto de me gabar,
    Mas quando pego a viola,
    Quando começo a cantar,
    Saem da cova os defuntos,
    Os peixes saem do mar,
    Os anjos descem do céu,
    E tudo vem me escutar.

    O José Firmino quase não deixou que o
    companheiro acabasse o último verso, e cantou
    de viola estendida no peito:

    — Eu não tenho inveja disso,
    Sou valente, valentão,
    Canguçu é meu cavalo,
    Cascavel meu cinturão,
    Eu engulo brasa viva,
    Pego corisco com a mão,
    Um empurrão do meu dedo
    Bota dez morros no chão.

    O outro acelerou os dedos nas cordas da viola e respondeu:

    — Se eu for contar minhas artes
    Não acabo nunca mais;
    Para apagar os incêndios
    Uso breu e aguarrás,
    Eu ponho luneta em pulga,
    E gravata em Satanás,
    Eu faço gelo com brasa,
    Coisa que você não faz,
    Faço o carro andar na frente,
    Faço o boi andar atrás.

    E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também.
    Eram ambos fortes no desafio. Não haveria
    vencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.

    CORRÊA, Viriato. Cazuza. 37ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1992

    "Cazuza" é considerado pela crítica um romance memorialista, confessional. O fragmento do texto que possibilita enquadrá-lo nesse tipo de romance é
    Escolha uma alternativa para a questão fad4a0db-b0
  • FAD18770-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão a seguir embasam-se na obra de Viriato Corrêa. Escrita na década de 1930, essa obra literária contém as memórias de infância do menino Cazuza, vivida no interior do Maranhão no final do século XIX.

    Nessa poesia popular nordestina trazida por Viriato Corrêa, em "Cazuza", observa-se o intuito dos repentistas de sobrepujarem um ao outro

    — José Firmino acredite,
    Não gosto de me gabar,
    Mas quando pego a viola,
    Quando começo a cantar,
    Saem da cova os defuntos,
    Os peixes saem do mar,
    Os anjos descem do céu,
    E tudo vem me escutar.

    O José Firmino quase não deixou que o
    companheiro acabasse o último verso, e cantou
    de viola estendida no peito:

    — Eu não tenho inveja disso,
    Sou valente, valentão,
    Canguçu é meu cavalo,
    Cascavel meu cinturão,
    Eu engulo brasa viva,
    Pego corisco com a mão,
    Um empurrão do meu dedo
    Bota dez morros no chão.

    O outro acelerou os dedos nas cordas da viola e respondeu:

    — Se eu for contar minhas artes
    Não acabo nunca mais;
    Para apagar os incêndios
    Uso breu e aguarrás,
    Eu ponho luneta em pulga,
    E gravata em Satanás,
    Eu faço gelo com brasa,
    Coisa que você não faz,
    Faço o carro andar na frente,
    Faço o boi andar atrás.

    E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também.
    Eram ambos fortes no desafio. Não haveria
    vencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.

    CORRÊA, Viriato. Cazuza. 37ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1992

    Considere o trecho a seguir.

    “E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também. Eram ambos fortes no desafio. Não haveria vencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.”

    Em variadas passagens do romance "Cazuza", o arranjo sintático confere fluidez à leitura e facilita a compreensão do texto pelo público infantojuvenil. Com vistas a esse fim, o escritor, na estruturação dos períodos que formam o trecho acima, optou pela
    Escolha uma alternativa para a questão fad18770-b0
  • FACE51A7-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão a seguir embasam-se na obra de Viriato Corrêa. Escrita na década de 1930, essa obra literária contém as memórias de infância do menino Cazuza, vivida no interior do Maranhão no final do século XIX.

    Nessa poesia popular nordestina trazida por Viriato Corrêa, em "Cazuza", observa-se o intuito dos repentistas de sobrepujarem um ao outro

    — José Firmino acredite,
    Não gosto de me gabar,
    Mas quando pego a viola,
    Quando começo a cantar,
    Saem da cova os defuntos,
    Os peixes saem do mar,
    Os anjos descem do céu,
    E tudo vem me escutar.

    O José Firmino quase não deixou que o
    companheiro acabasse o último verso, e cantou
    de viola estendida no peito:

    — Eu não tenho inveja disso,
    Sou valente, valentão,
    Canguçu é meu cavalo,
    Cascavel meu cinturão,
    Eu engulo brasa viva,
    Pego corisco com a mão,
    Um empurrão do meu dedo
    Bota dez morros no chão.

    O outro acelerou os dedos nas cordas da viola e respondeu:

    — Se eu for contar minhas artes
    Não acabo nunca mais;
    Para apagar os incêndios
    Uso breu e aguarrás,
    Eu ponho luneta em pulga,
    E gravata em Satanás,
    Eu faço gelo com brasa,
    Coisa que você não faz,
    Faço o carro andar na frente,
    Faço o boi andar atrás.

    E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também.
    Eram ambos fortes no desafio. Não haveria
    vencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.

    CORRÊA, Viriato. Cazuza. 37ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1992

    Entre as estratégias contundentes utilizadas nas gabolices, destacam-se construções paradoxais, a exemplo do par de versos:
    Escolha uma alternativa para a questão face51a7-b0